História Reciprocidade imaginária - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amigos, Amor Não Correspondido, Colégio, Fatos Reais, Rock N' Roll
Visualizações 7
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom, primeiramente quero pedir desculpas por ter abandonado minha antiga fanfic, passei por muitas coisas e não tinha mais criatividade, e não queria estragar toda a história, por isso a exclui. Quero deixar claro que tudo que passar aqui é baseado em fatos reais, isso será o meu diário, quero partilhar com vocês meus problemas, meus pensamentos, minha vida! Boa leitura!

Capítulo 1 - Começo de tudo


Fanfic / Fanfiction Reciprocidade imaginária - Capítulo 1 - Começo de tudo

Por onde começar? Pela parte que eu arruino tudo, ou pela parte que eu arruino tudo? A primeira opção parece atrativa.

2015, o começo da tortura. 

Lá estava eu me arrumando para o primeiro dia de aula no colégio, eu queria estar linda, para causar boa impressão e fazer muitos amigos (isso na minha cabeça pelo menos). Mas o que eu não sabia, é que o colégio pode ser um pesadelo sem fim, e eu não pensava nisso, achava que meu primeiro dia de aula seria perfeito. Depois que termino de me arrumar, ouço a buzina da van escolar, sim eu fui de van escolar no 1° ano do colegial, e na minha cabeça isso era a coisa mais infantil do mundo todo, porém não dá pra discutir com mãe super protetora. Me despeço de minha mãe, e entro na van.

- Tio Antônio, que saudades de você! - cumprimento o tio da van. Tio Antônio me levou para a escola durante três anos, era um amor de pessoa, pena que ninguém via isso, eu era a única que não o desrespeitava naquele carro. Eu o achava legal.

- Menina como está bonita, ansiosa? - me pergunta, o olho confiante.

- Mais que tudo nesse mundo, não vejo a hora de fazer novas amizades! - respondo animada, ele ri. Conversamos o caminho todo, eu morava em Carapicuíba e minha escola ficava em Barueri, e pela quantidade de pessoas na van, o caminho durava cerca de 1 hora.

Chegada a tão esperada hora, quando a van vira a rua da escola, vejo muitos adolescentes na frente da mesma esperando o portão abrir, tinha gente de todo tipo lá, desço da van e todo mundo me encara, fico totalmente sem graça, tenho certeza que os olhares eram por conta da van, mas tentei bancar a adolescente rebelde que não liga para nenhuma opinião alheia, encostei em um muro e comecei a mexer no celular. O meu esforço para se arrumar, foi totalmente em vão. Haviam meninas maravilhosamente lindas, corpos exuberantes, eu não era nada perto delas, literalmente nada! Passou uns 10 minutos e o portão se abre, todos começam a descer as escadas para entrar na escola, nunca me senti tão perdida, eu não sabia nem aonde ficava a minha sala! Cheguei no pátio e as listas das salas estavam penduradas na parede, me aproximei para checar em qual sala meu nome se encontraria, depois de procurar por alguns segundos, encontro meu nome na lista da sala 1° D, fico aliviada por ter encontrado, mas o problema agora era "aonde fica essa sala Cristo?", existe aquela famosa frase "só siga o baile" então foi o que eu fiz! Segui a multidão e descobri novas escadas que levariam até as salas, eu acharia com facilidade se me esforçasse um pouco. Minha sala era a primeira do corredor direito, respiro fundo e entro na sala, e vários olhares caem sobre mim, percebo que havia um aluno que estudava na mesma escola que eu no ensino fundamental, porém eu não falava com ele, e não era agora que iria falar. Sento na penúltima carteira da terceira fileira da sala. A sala permanecia em silêncio, afinal, ninguém se conhecia, ainda. Depois de um tempo um professor entra na sala, ele era alto, cabelos grisalhos, e tinha um olhar tão sério que achei que ele queria matar a todos. 

- Boa tarde - diz, todos respondem em perfeito coral. - Meu nome é Elder, sou o professor de química de vocês. O que eu quero de vocês é respeito, se não quiserem assistir a minha aula, poderão sair, lhes darei nota do mesmo jeito, só não irei perder meu tempo chamando a atenção de marmanjos. - diz ríspido, um menino ao meu lado abre sua garrafa de água e toma um gole, o professor o encara.

- Eu não permiti você tomar água na minha aula! - grita, todos o olham incrédulo, não poder beber água da sua própria garrafa? Como assim? 

- Osh, mas isso nã- 

- Não quero saber - o professor o interrompe, okay eu estava começando a ter medo dele. O menino não responde, apenas guarda a garrafa de água.

- Ótimo, bom saber que vocês são fáceis de zoar! Eu estou brincando, pode beber água - diz e seu semblante muda totalmente e o mesmo começa a rir. - Tudo que eu falei anteriormente sobre as notas ainda valem, não vou chamar a atenção de ninguém, agora vamos falar do celular - ele levanta e vai até um papel que estava pendurado no canto da sala. - Nesse papel diz, que não podemos utilizar celulares durante as aulas, até citaram uma lei federal - ele aponta para o papel. - Porém, nós não temos celulares, porque pelo meu conhecimento, celulares são aqueles tijolos da minha época, nós temos smartphones! - diz e todos riem, nunca vi uma frase com tanto sentido igual a essa. - Portanto, façam o que bem entender com seus smartphones, agora deixarei vocês se conhecendo - diz e senta em sua cadeira, Elder surpreendeu a todos, achei que ele seria o professor mais chato da história, mas para mim, foi ao contrário. Os meninos do fundo já começaram a se enturmar, parecia que o grupo da zoeira já estava formado. Todos começaram a se entrosar um com os outros, menos comigo. Eu não iria puxar assunto com ninguém por vergonha e por orgulho ao mesmo tempo. Fiquei ali, observando a todos, sozinha.

Quando deu o sinal do intervalo corri para o banheiro para pensar um pouco, eu estava com saudades das minhas amigas do fundamental, mas também queria novas amizades, e isso não aconteceu como eu esperava, aliás, nada aconteceu como eu esperava. Voltei para o pátio e sentei em um banco e comecei a escutar música para me distrair, quando percebo um grupo de meninas vem até mim, me encho de alegria, mas por algum motivo totalmente escroto, eu quis bancar a gótica suave que estava bem sem amigos.

- Oi! Larissa né? - uma morena alta de óculos que estava junto ao grupo me pergunta, a olho com cara de poucos amigos (porque eu fazia isso?).

- Sim, sou eu. - digo ríspida. Gente está até batendo uma vergonha de lembrar disso.

- Vamos ficar com você, quando cheguei aqui morri de medo de ficar sozinha também - diz e eu dou um sorriso de lado. Elas tentaram se enturmar comigo porém eu não dava continuidade a nada, mas parecia que elas não se importavam. Exceto uma, Larissa, ela parecia me detestar, só tínhamos o nome em comum. Quanto mais elas falavam comigo, mais eu percebia que eu não iria me dar bem com elas ( sim eu era dessas, não era nariz empinado, era frescura no rabo ). Quando o intervalo acabou, tivemos aulas normais, e quando me dei conta já era 18:20, mas fiquei aliviada por já ter acabado, guardo minhas coisas e vou para frente da escola esperar a van. Depois de uns 10 minutos esperando, tio Antônio chega.

- Como foi o dia? - pergunta como se já soubesse a minha resposta.

- Pior impossível - respondo e ele ri. O que aprendemos desse capítulo pessoal? Não acreditem no High School Musical!!!!! 


Notas Finais


Bom, primeiro dia de aula hein? Até o próximo!


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