História Recomeço - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Álvaro Morata, Daniel Alves, Francisco "Isco" Suárez, James Rodríguez, Marcelo Vieira, Neymar, Paulo Dybala, Philippe Coutinho
Personagens Álvaro Morata, Daniel Alves, Francisco Román Alarcón Suárez, James Rodríguez, Marcelo Vieira, Neymar, Paulo Dybala, Philippe Coutinho
Tags Álvaro Morata, Arthur Aguiar, Daniel Alves, Fluminense, Futebol!, George Clooney, Gianluigi Donnammura, Humor, Isco, Italia, James Rodriguez, Jessie J, Juventus, Maiara, Marcelo Vieira, Marília Mendonça, Musica, Neymar, Paulo Dybala, Philippe Coutinho, Romance, Wesley Safadao
Exibições 29
Palavras 963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! 💖
Perdoem possíveis erros.

Capítulo 23 - Eu topo


Chegando na mansão de Neymar, já haviam várias pessoas por lá. O lugar era enorme, cheio de luxo. Viviane estava acompanhada de Marcelo e eu estava sozinha. Avistei logo Philippe e nos cumprimentamos. Fui apresentada à pessoas novas, e aí, começou o show de Wesley Safadão.

"Como é que você ainda tem coragem de falar comigo?
Além de não ter coração, não tem juízo
Fez o que fez e vem me pedir pra voltar
Você não merece 1% do amor que eu te dei
Jogou nossa história em um poço sem fundo
Destruiu os sonhos que um dia eu sonhei
Quer saber? Palmas pra você!
Você merece o título de pior mulher do mundo

Agora assista aí de camarote
Eu bebendo gela, tomando Ciroc
Curtindo na balada, só dando virote
E você de bobeira sem ninguém na geladeira
Agora assista aí de camarote
Eu bebendo gela, tomando Ciroc
Curtindo na balada, só dando virote
E você de bobeira sem ninguém na geladeira
Pra aprender que amor não é brincadeira!"

- E você, tá solteira? - perguntou Rafinha.

- Sim, e pretendo continuar...

- Eu também. Mas quem disse que eu estava falando em algo sério?

- Tá, querido. Mas não quero nem brincadeira contigo.

- Calma. Tá tudo bem...

Eu nem dei muita bola pra ele e qualquer outro que deu em cima de mim. Estava lá só pra curtir.

A festa foi ótima e depois fui para casa morta de cansaço. Cada vez mais se aproximava o fim da licença que recebi de meu trabalho. Seria meu foco de agora em diante.

Fazia algum tempo que nem ao menos olhava minhas redes sociais, porque quis me desligar de tudo quando aconteceu toda essa confusão. Vi que Álvaro me mandaram muitas mensagens e estava preocupado comigo. Ele realmente me confundia profundamente... Eu o respondi com poucas palavras. Ele, visualizou na mesma hora e começou à puxar assunto. Até que tivemos uma conversa civilizada. Mas foi só isso.

Quando finalmente retornei à Turim, Vivi e Marcelo estavam namorando e ela foi para Madrid com ele. Daniel já sabia de tudo e levava numa boa a história. O casamento de Lena seria no próximo mês, e ela e Pedro estavam super animados. Eu permaneceria como madrinha, mas agora com Álvaro, que tinha se aproximado muito dele por causa da amizade em comum com Fábio.

No meu primeiro dia de trabalho após a viagem, fui cercada de olhares e um silêncio ensurdecedor. Com toda certeza, ordens do meu tio. Ninguém iria tocar no assunto da premiação. Mas era difícil ficar sendo olhada daquela forma. Quando estava na sala de Max, Paulo veio até mim e conversamos um pouco sobre a viagem e tal. Ele estava bem e super feliz também. Mas algo parecia me incomodar e ele notou.

- Tá querendo ver o Álvaro né?

- Eu não sei se quero. Acho melhor não.

- Tudo bem. Você sabe o que penso. Vocês dois são meus amigos mas são dois cabeça dura e erraram.

- Eu já sei disso, senhor responsável. Não quero pensar nisso agora. - disse dando um leve tapa em seu ombro e rindo.

Fui para casa e estava no banho quando Maria, minha empregada abriu a porta do quarto e informou que havia visita para mim. Saí o mais rápido que pude e vi que era Álvaro quem me esperava.

- O que faz aqui?

- Vai dizer que não queria me ver?

- Vou!

- Mentira! Sei que estava louca pra me encontrar, assim como eu!

- E porquê queria me ver? Tá doente, febril?

- Tô doente sim, só pode. Porque não consigo parar de pensar em você, e nessa vontade louca de te beijar.

- Então vai se tratar.

- Vou sim. E agora...

Álvaro avançou em direção à mim e me beijou com enorme desejo e necessidade. Eu correspondia igualmente. Como era bom poder tê-lo junto à mim depois de tanto tempo. E não parou por aí. Fomos para o quarto e cada beijo, toque dele, me fazia delirar. Ele mexia comigo como nunca ninguém fez. Eu apreciava cada detalhe seu e desfrutava daquele momento.

- Você é maravilhoso!

- Finalmente você reconheceu este fato.

- Convencido! - disse fazendo careta.

- Sempre fui! E você, hein? Habita um vulcão nesse um metro e sessenta e cinco!

- Descobriu só agora?

- Não, na primeira vez em que te vi!

Eu e Álvaro ficamos conversando, trocando carícias durante muito tempo.

- E agora?

- Eu não faço a mínima ideia. - rimos.

- Vai ou não vai?

- Acho que... é... não vai né?

- O quê? Como assim? Porquê?

- A gente se dá bem aqui, entre quatro paredes. De resto, só sai faísca. Acho que não daria certo. Você também não sossega com imã só mulher, e eu não divido homem com coleguinha. No máximo, o lanche.

- Mas se eu abandonasse todas por você?

- Pois eu duvido. Não tenho vocação pra chifruda, baby. Por mim, só uns amassos e tchau.

- Eu topo!

- Fechado, gata!

E foi o trato que eu e Álvaro firmamos. Uns amassos e tchau. Nada de compromisso. Já éramos adultos e sabíamos diferenciar bem as coisas.

No dia seguinte, foi diferente encará-lo no treino. A gente se tratava um pouco melhor mas não podia dar na cara o envolvimento. E assim foram os dias que se seguiram. A gente se encontrava apenas na casa um do outro, em horários combinados e tomando todo cuidado possível. Não soube de mais nenhum boato dele em noitada ou com outra. Eu também permanecia fiel.

Mas um dia tive meu estranho "felizes para sempre" interrompido.

- O que é isso aqui, Álvaro? Porque não me contou?

- Calma, Carol. Eu ia te contar...
   


Notas Finais


Espero que tenham gostado. E vem bomba por aí... 💋


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...