História RECOMEÇO - Capítulo 2


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D.
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Nick Fury, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Bucky Barnes, Capitão América, Drama, James Barnes, Marvel, Romance, Soldado Invernal
Exibições 84
Palavras 2.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Romance e Novela, Sci-Fi, Super Power, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Isso vai pra quem estiver acompanhando esta história (se é que tem alguém acompanhando): espero que goste.

Capítulo 2 - Abraçando o Passado e Aceitando o Presente


  

Duas batidas na porta e Bucky levanta do sofá. Ao ver no olho mágico da porta que era (N), ele fica em silêncio, pensando em não atender. Mais três batidas, mais duas…

‘’Steve ou Fury mandaram você aqui?’’

Por estar dentro de casa Bucky não tinha medo de mostrar o braço. Ele estava com uma camiseta e sem a luva que normalmente usava para esconder a mão mecânica. Tinha os cabelos soltos e molhados. (N) foi nocalteada com um cheiro suave de banho e creme pós barba. Os olhos azuis acompanhados de um triste par de olheiras, fruto de noites mal dormidas.

‘’Steve.’’ Ela diz, tentando não forçar nada, disposta a virar as costas e ir embora se ele preferisse. ‘’Eu posso entrar?’’

Bucky aprecia a sinceridade da médica e nada diz, apenas estende o braço, fazendo sinal para ela entrar.

‘’Não tivemos um começo muito agradável. Eu quero começar me desculpando se não fui profissional e ultrapassei alguma linha que te fez ficar nervoso.’’

Bucky observa ela sentar na poltrona de costas para a janela. O fim de tarde do Brooklyn como plano de fundo. Ele senta no sofá de frente para ela, apoiando os cotovelos no joelho.

‘’Não, você não ultrapassou nenhuma linha. É que eu estou uma bagunça. Tudo em mim está uma bagunça. Eu só queria que…’’

Ela fica em silêncio, esperando ele terminar a sentença. Ele não termina, então ela decide falar.

‘’Eu tenho uma ideia de começo. Já queria te dizer no nosso primeiro encontro mas não tive a oportunidade.’’

Bucky fica em silêncio ouvindo, os olhos azuis e tristes como da última vez, porém mais calmos.

‘’Pode falar.’’

‘’Por mais que eu goste do seu cabelo, acho que é uma boa ideia você cortar.’’

Bucky eleva as sobrancelhas e senta para trás, cruzando os braços. (N) continua.

‘’Quando se olha no espelho o que você enxerga?’’

‘’Você sabe o que eu enxergo.’’

‘’Então. Se livre desta imagem.’’

Ele fica alguns longos segundos contemplando a janela, até que um sorriso bobo escapa de seus lábios. Fazendo um manejo com a cabeça ele suspira, olhando para as duas mãos unidas entre as pernas.

‘’Você sabe que isto não-’’

‘’Não, James, não muda o que você fez. Nada vai mudar o que você fez. As pessoas que você matou não vão levantar debaixo da terra e abraçar os familiares. Tony Stark assistiu ao vídeo em que o Soldado Invernal mata os pais dele a sangue frio. Stark te perdoou. Você quase matou Steve umas, sei lá, três vezes? E o que ele fez? Te trouxe pra morar embaixo do mesmo teto.’’

Bucky fica em silêncio ouvindo. Ele levanta o olhar para a médica e ela falava tranquila, mantendo o tom de voz sempre na mesma altura. As palavras podiam ser duras mas ela sabia perfeitamente como dizê-las sem ser ríspida. Ela segue falando.

‘’Essas pessoas poderiam te jogar em um buraco embaixo de outro buraco ao invés de te acolherem e oferecerem ajuda. Então por favor, James, valorize isso.’’

Bucky não se dá conta de que estava sorrindo até (N) falar, o tom de voz frio e indiferente, a cabeça levemente baixa porém com o olhar fixo nele.

‘’Qual a graça?’’

‘’Nenhuma, nada.’’

Você o observa deitar no sofá olhando para cima. A mão direita atrás da cabeça enquanto a outra descansava sobre o estômago, abraçando uma almofada. Ele coloca uma perna para cima do sofá enquanto a outra continuava no chão.

‘’Você confia em mim, James?’’

Bucky a olha imediatamente. Alguns segundos de silêncio enquanto um estuda o outro. Em qualquer outra situação Bucky não confiaria, mas algo em (N) faz com que ele não exite mais na resposta.

‘’Sim.’’

‘’Feche os olhos.’’

Bucky o faz e logo a voz suave de (N) começa a invadir sua mente.

‘’Onde você nasceu, James?’’

‘’Shelbyville, Indiana.’’

‘’Como você e sua família vieram parar no Brooklyn?’’

Ele começa a ter memórias claras de suas irmãs e mãe. Várias imagens todas juntas e bagunçadas. Natais, jantares, discussões entre as irmãs, sua mãe irritada e até o cachorro da família.

‘’Meu pai foi um herói de guerra. Viemos para Nova York com ele mas logo ele faleceu. Morreu com honras. Eu acho que eu tinha uns dezessete anos.’’

‘’Entendo. Como era sua relação com ele?’’

‘’Incrível. Minha família era incrível.’’

(N) sentiu o coração esquentar quando Bucky começou a sorrir abertamente ao falar da família. Dentes e tudo. Dezessete anos era a idade limite, então hoje ela não passaria dessa época. Tem em mente focar no Bucky pré guerra, quando tudo ainda fazia sentido.

‘’Ele me ensinou a atirar, meu pai. Nós saíamos caçar o jantar e minha mãe sempre ficava apreensiva. Ela era uma mulher muito brava, minha mãe.’’

‘’Como era o nome dela?’’

‘’Marrie. Ela era loira, tinha o cabelo longo e com ondas. Minhas irmãs todas tinham o mesmo cabelo.’’

‘’Todas? Quantas irmãs você tinha?’’

Bucky ainda sorria e (N) começa a pensar que as bochechas dele iriam doer depois daquela consulta. Ele responde com um riso na voz.

‘’Eu tinha quatro irmãs. Margie era a mais velha e sempre batia em mim porque eu contava pro papai sobre os namorados dela.’’

(N) se pegou sorrindo junto com ele, era impossível não ser contagiada com a emoção de Bucky. Pensar na guerra e em tudo que ela tirou deste homem lhe faz desmanchar o sorriso aos poucos, caindo na dura realidade do soldado.

‘’Como era viver em uma casa só com mulheres?’’

‘’Uma loucura.’’ Ele ri, suspirando. ‘’Todas elas com ciúmes das minhas namoradas. Minha mãe em pânico.’’

‘’Com que idade você conheceu Steve Rogers?’’

‘’Ah, eu tinha uns doze anos. Foi o primeiro amigo que fiz em Nova York. Ele estava metido em problemas, como sempre. Deitado no chão com uns garotos chutando ele.’’

‘’Vocês têm uma amizade muito bonita. Talvez a mais velha de todas.’’

Ele assente com a cabeça, suspirando depois. ‘’Provavelmente a amizade mais velha de todas.’’ Bucky concorda.

‘’Bucky, eu vou contar até três e você vai abrir os olhos. Tudo bem pra você?’’

‘’Sim, (N).’’

Ela levantou o olhar para ele quando percebe que foi chamada pelo nome e não ‘Dra.’, como o usual.

‘’Então… um, dois e três.’’

Bucky abre os olhos e tudo parecia diferente. De repente ele estava em um apartamento desconhecido. Móveis modernos e uma voz feminina. Era como acordar de um sonho muito real. Tão real a ponto de deixar um pouco atordoado, porém feliz. Tudo parecia extremamente recente na memória.

‘’Tudo bem, James, você não está sozinho. Está no apartamento de Steve Rogers e eu sou sua médica.’’

Bucky vai sentando no sofá aos poucos, o olhar aos poucos se encontrando. Quando ele e (N) olham ficam alguns segundos se estudando. Era difícil ler na expressão dele o que iria acontecer a seguir, então a médica decide apenas assistir e esperar.

‘’O que você fez comigo? Eu não sabia que lembrava de tanta coisa com tantos detalhes.’’

‘’Fizemos progresso hoje, James.’’

‘’Eu até senti o cheiro da torta de maçã que minha mãe fazia.’’

(N) sorri e descruza a perna, levantando da poltrona confortável. Bucky a acompanhou com o olhar, ainda um tanto que atordoado enquanto arrumava o cabelo para trás com a mão humana.

‘’Vamos.’’

‘’Vamos?’’ Ele eleva uma sobrancelha.

‘’Sim, vamos cortar seu cabelo.’’

Enquanto desciam as escadas, Bucky pensava no que tinha acabado de acontecer. Foi como viajar no tempo. Por um momento ele pensa que (N) poderia ter algum tipo de dom sobrenatural mas logo se julga um idiota por ter essa ideia. Uma parte dele se iluminou.

Já dentro do carro Bucky olhava para a médica, o semblante sério como se sempre estivesse concentrada. Algo triste e melancólico dançava ao redor dela mas ele não conseguia decifrar a origem. Era sem dúvidas uma pessoa tranquila e pacífica que ele gostava muito de estar em volta, mas não mudava o fato de que havia uma tristeza ali. Bucky é tirado de seu devaneio quando (N) começa a falar.

‘’Você dorme quantas horas por noite?’’

‘’Umas… três horas.’’

(N) olha para Bucky rapidamente, logo voltando a atenção para o trânsito.

‘’Você pega no sono, tem um pesadelo horrível, acorda e não dorme mais o resto da noite?’’

‘’Exatamente. Só que menos tranquilo do que isso. É um tanto que embaraçoso, às vezes acordo gritando e brigando. Semana passada eu quase quebrei a parede do Steve com um soco.’’

(N) para no sinal e retorna a atenção para Bucky. A dura realidade estampada no rosto dele em forma de cansaço extremo. No momento ele só servia para uma coisa: a guerra. Esta era a única utilidade daquele homem. O melhor soldado de todos porém sem alma, sem propósito. Apenas lembranças remotas. Não seria fácil. Ela já havia trabalhado antes com homens em situação pós guerra, porém com muito mais base emocional. Eles tinham mulher e filhos pra voltar, suas casas, seus pais, suas vidas. Bucky não tinha nada além de Steve.

De repente ele parece ler sua expressão e seus pensamentos.

‘’Eu estou disposto, (N). Eu tenho consciência de que uma vida nova começou quando eu caí daquele trem, mas eu quero melhorar as coisas. Não quero ser apenas uma máquina de brigar, propriedade da S.H.I.EL.D.’’

‘’Não vai ser fácil, James. Nem pra mim e muito menos pra você.’’

‘’Eu sei, mas eu preciso tentar.’’

‘’Você tem uma história impressionante. Sua família iria querer ver outro homem hoje. Lute por eles.’’

‘’Eu vou.’’

Logo eles chegaram ao destino. Bucky estava visivelmente nervoso. Já era noite e ele insistiu em sair do carro primeiro e abrir a porta para ela. Metade por cavalheirismo e a outra metade por precaução. Ele olhava para todos os lados, como se esperasse que algo acontecesse a qualquer momento.

‘’Bucky, você não é meu guarda-costas.’’ (N) ri. ‘’Quero que fique tranquilo. Mônica é minha cabeleireira fazem dez anos. O local já está fechado então estaremos só nós três.’’

Bucky assente com a cabeça e logo são recebidos por uma senhora loira de cabelo chanel. Ela imediatamente abraça (N), as duas realmente pareciam se conhecer a anos.

‘’E quem é o bonitão?’’

(N) colocou a mão na testa para tentar esconder o embaraço, mas não se preocupou em segurar o riso.

‘’Meu nome é James, prazer em conhecê-la, senhora.’’

Ele sorriu e estendeu a mão direita para a senhora. As mesmas formalidades de sua época.

‘’Prazer, James. (N) nunca trouxe nenhum rapaz antes, então sinta-se privilegiado.’’

Eu já me sinto, na verdade.

‘’OKAY! Já chega de me fazer passar vergonha. James é um amigo que precisa de um corte de cabelo. Isto é tudo.’’

(N) apenas riu e foi andando até a cadeira mais próxima em frente ao espelho, fazendo sinal para Bucky sentar.

‘’Então, o que vai ser?’’ Mônica para atrás de Bucky, o reflexo dos dois no espelho.
 

Ele pensou que não queria tirar totalmente o cabelo pois querendo ou não, isto faz parte de quem ele é hoje. Alguns minutos de silêncio até que (N) levantou da poltrona e veio até Bucky, se encostando no balcão a sua frente, os braços cruzados.

‘’Mô, pode nos deixar uns minutinhos por favor?’’

‘’Eu vou fechar as janelas, já volto.’’ Ela concorda, sumindo no corredor.

(N) fica observando Bucky de perto. Ele desvia o olhar do espelho e parecia um tanto perdido.

‘’Você não precisa tirar totalmente. Podemos ver algum corte que o faça ficar para trás, por exemplo. Mudança é a palavra. Não importa qual, mas precisa mudar. Hoje você é um homem diferente. Mesmo matando os demônios você ainda será o James Barnes que passou por tudo isto, sobreviveu e hoje é uma pessoa melhor. E outra, cabelo cresce incrivelmente rápido. Logo você vai estar entrando por aquela porta de novo.’’

Nos cantos dos lábios de Bucky era possível perceber um sorriso se formando. O peito dele subiu e desceu lentamente, um suspiro longo e profundo como se estivesse tomando forças.

O momento é cortado pelo toque do celular de (N). Ela saiu a passos largos até a bolsa, tirou o aparelho e levou até a orelha.

‘’Oi, Steve.’’

Bucky fez um sinal para Mônica, que começa a preparar o corte.

(N) vai para um local mais afastado falar com Steve, mas ainda dentro do salão.

‘’Por favor me diga que Bucky está com você.’’

‘’Sim, ele está. Viemos cortar o cabelo.’’

Steve ficou alguns segundos tentando processar a informação até que ele retornou a falar. Confusão e surpresa em sua voz.

‘’Bucky vai cortar o cabelo? Okay…’’

‘’Sim, ele precisa disso. Aquele monte de cabelo está associado à imagem do Soldado Invernal. Ele tem olhos muito bonitos e expressivos mas tudo que a gente consegue enxergar é cabelo. Isso tem que ter fim.’’

Quando (N) percebeu o que tinha acabado de falar ela fechou os olhos com força e tentou parecer o mais normal possível. Foi como dar um grande tropeço em uma avenida lotada e continuar andando como se nada tivesse acontecido.

‘’Assim que terminar eu deixo ele aí, não precisa ficar preocupado. Nem com ele nem comigo. Tivemos um dia bem produtivo hoje, ele fez muitos avanços.’’

‘’Tudo bem, (N). Não quer jantar conosco? Essa casa tem dois super soldados então comida é o que não falta. Se quiser ficar é só subir com Bucky.’’

‘’Obrigada, Steve. Hoje estou bastante cansada, quem sabe em outro momento. Mas agradeço o convite.’’

‘’O convite está aberto, (N). Boa noite.’’

Após mais alguns minutos de espera um novo James Barnes surge em frente ao espelho e apenas uma palavra surge na mente de (N): sexy. O cabelo em um corte penteado para trás. Um rosto novo, mais jovem, limpo, fazendo o belo par de olhos azuis serem o cartão postal. O maxilar de estrutura forte em aparência, tudo perfeitamente desenhado. Ela se pega pensando que se nada mais desse certo Bucky poderia facilmente ganhar muito dinheiro com aquele rosto e corpo. Os devaneios são cortados com uma palma de Mônica, anunciando o fim como ela sempre fazia.

‘’PAH. Eu sou demais. E você está maravilhoso, rapaz.’’

Bucky riu, sem graça, já levantando da cadeira. ‘’Obrigado, senhora.’’

Eles finalizaram e voltaram para o carro em direção ao apartamento de Steve. Bucky parecia mais leve, conversando mais, chegando até a debater um pouco sobre assuntos sociais como feminismo. Para ele o século XXI é o século das aparências. As pessoas fingem que não existe mais preconceitos, fome e guerra, quando na verdade eles ainda existem. Ele diz que as pessoas estão cada vez mais afastadas umas das outras, certos valores perdidos, como amor à família e respeito ao próximo.

‘’Dêem o poder às mulheres e o mundo estará a salvo.’’

Dizia Bucky e (N) apenas sorria, achando incrível conversar sobre isso com uma pessoa que viveu duas épocas tão distintas. Ela foi despertada por uma buzina nervosa do carro de trás, pois o sinal já estava aberto e ela continuava olhando para ele, boba.

‘’Já vai, OW!’’

Quando chegaram na frente do prédio de Steve, (N) percebe que apesar de estar cansada, poderia passar o resto da noite conversando com Bucky e aprendendo ainda mais. Não porque ele estava insanamente lindo, mas porque realmente era uma pessoa interessante. Então pelas olheiras de Bucky ela lembra dos pesadelos e noites mal dormidas.

‘’Eu tenho uma coisa…’’

Bucky observa (N) se esticar para pegar algo no banco de trás, uma caixa. De dentro ela tirou um livro de capa vermelha.

‘’Pegue. Mas antes…’’ Ela puxa o livro de volta e lança um olhar de alerta. ‘’Recomendações de sua médica.’’

‘’Ok, doc.’’ Bucky tinha humor na voz, mas ouvia com atenção. Ela continua falando.

‘’Trinta minutos de leitura toda noite antes de dormir. Se acordar no meio da noite, dez minutos. Quando não quiser ler você vai assistir filmes infantis. Sim, você vai.’’

‘’Sério?’’

‘’Muito sério.’’ Ela estica o braço novamente e Bucky pega o livro. Harry Potter e a Pedra Filosofal.

‘’HUM! Eu ouvi falar.’’

‘’Eu não admito que você esteja no século XXI e não leia Harry Potter.’’

‘’Obrigado, (N).’’ Ele segura o livro sobre o peito e agradece, sério, como se quisesse mesmo passar verdade no que estava dizendo.

‘’Por nada. Parece idiota agora, mas você precisa de algo que te tire da realidade. O mundo da fantasia funciona muito bem para isso. Steve tem meu número, se precisar de algo me ligue.’’

‘’Obrigado de novo, você é incrível. Boa noite, (N).’’

‘’Boa noite, Bucky.’’

Ele abriu a porta do carro e desceu. (N) observou ele ir até a porta do prédio e parar de andar.

Bucky ficou lá olhando até que enxergou o carro de (N) virando a esquina, perdendo ele de vista.


Notas Finais


Sobre a parte da hipnose, eu pesquisei algumas coisas, outras eu acrescentei. AH, uma coisa que eu não disse antes: eu não tenho beta, então todos os erros são meus.
Enfim, me deixem saber se estão gostando ou não.
Beijos <3


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