História Recomeço - Capítulo 45


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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags Henrique&juliano
Visualizações 329
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Só quero dizer que vem novidades por aí 😉😉

Capítulo 45 - Posso não ser o amor da sua vida...


Fanfic / Fanfiction Recomeço - Capítulo 45 - Posso não ser o amor da sua vida...

...Mal terminei de falar e Henrique me virou, me prensando contra o guarda louças e então me beijou...

- Henrique - Mordi seus lábios, tentando me desprender empurrando seu peito. Mas Henrique me segurava com força, e eu já não tinha mais como resistir. Me deixei vencer pela vontade,  pela saudade, pelo desejo... Pelo amor...

...Entrelacei minhas mãos na sua nuca, Henrique que me segurava na cintura com as duas mãos começou a deslizar uma pra baixo, ao sentir seus dedos tocar minha pele o corpo arrepiou... Henrique mordiscava e sugava meus lábios, incendiando meu corpo por inteiro... Suas mãos subiam e desciam minhas coxas, o shorts jeans ele subia faltando pouco para rasgar.

- Eu a... - Fomos interrompidos por um copo se quebrando... Tentei empurrar Henrique com força mas ele depositava seu peso no meu corpo, me segurando alí.

- Desculpa - Grazi disse da porta - Já vou ajuntar os cacos de vidro.

- Vem - Henrique me puxou pela mão até o lado de fora...

...Sentou em uma cadeira de praia e me puxou para seu colo.

- Henrique, eu disse que não - Minhas mãos estavam no seu peito enquanto eu o encarava - Para.

- Por favor - Ele me olhava pidão, semblante triste. - Eu preciso de você. E não to pedindo pra fazer nada. Apenas fica aqui e me abraça.

- Você não pode fazer isso comigo caramba - Bati os braços, ele continuava me segurando - Você não pode brincar com o que eu sinto. Eu não te evitei todos esses dias pra morrer aqui. Que saco, eu te odeio cara. - As lágrimas tomavam conta do meu rosto...

Henrique me soltou, colocou uma mão na sua perna e a outra passava no cabelo enquanto me encarava, olhos pequenos, tristes. Implorando...

- Para de me olhar assim caramba - Tapei o rosto com as mãos, ele continuou me encarando, em silêncio. - Você não fala, você se cala e isso me deixa louca. - Fechei os olhos e os punhos - Eu não sei o que pensar, o que você pensa... - Ele continuava calado, eu estava no seu colo mas não tava presa. Henrique puxou a calça nas pernas e encarou o chão enquanto mechia nos cabelos ainda... - Isso não vai dar certo - Levantei seu rosto e o beijei. Mas que diabos eu estava fazendo? E o meu juramento? E as promessas de que não mais, que não me deixaria mais levar por ele... - Vamo entrar, por favor - Colei minha testa na sua, sem jeito, minhas mãos no seu rosto.

- Por que ?

- Eu só quero entrar - Engoli seco. Não confiava em deixar Grazi com as crianças mas preferia guardar pra mim...

Henrique pegou no bolsos e tirou um pendrive.

- Vamos. Preciso ver uma música que tem aqui...

Entramos e as crianças brincavam no chão, brinquedos esparramados por todo lado. Grazi no sofá, mexendo no celular pra variar.

- O pai só vai ouvir uma música e já ligo a televisão de novo ta? - Os dois assentiram. Henrique colocou o pendrive e a música inteira me fez paralisar nele. Mas o refrão me fez arrepiar e segurar as lágrimas...

"Tudo bem, se é pra você me usar o que é que tem, só de ta com você fico bem. Posso não ser o amor da sua vida... Tudo bem, se é pra você me usar o que é que tem, tanto faz se você não me ama. Posso não ser o amor da sua vida, mas sou o amor da sua cama"

- Eita - Henrique disse baixando o volume - Profundo.

- De quem é? - Perguntei frágil.

- Felipe Araújo. - Ele tirou o pendrive e jogou na mesinha de centro - Ele vai lançar e mandou pra mim e o Juliano ouvir primeiro... Gostou? - Assenti. Ele arqueeou a sobrancelha. - Por que?

- Porque é legal - Acabei por rir - E ficou muito top na voz dele. Vai ser estouro.

- Acho que ela lembrou de alguma coisa - Grazi disse num tom de deboche.

- Talvez seja isso mesmo - Respondi de cara. - Mas aí quero meus direitos autorais... E ai de alguem cantar ou dizer que combina... Se me lembra algo é minha.

- Mas aí você admite que é usada... - Ela disse me encarando. Henrique olhava pra uma,  pra outra e passava a mão na barba. Como se esperasse no que ia dar...

- E pensa num bom uso - Disse com malícia. Já me corroía de raiva. - Se gosto de ser usada então é porque sabem usar direitinho né... Pelo menos tenho isso. - Me levantei e segui para o meu quarto.

- Mayra - Henrique bateu na porta antes de entrar. - Por que isso?

- Foi ela quem começou - Disse aos berros e ele colocou o dedo na minha boca - Você não viu o tom de deboche.

- Eu só espero que você não estava se referindo a mim... Porque nunca te dei motivos pra pensar dessa forma.

- Ah Henrique. Me erra vai...

1 Semana Depois 



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