História Recompensa - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 2
Palavras 1.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Já faz um tempo que eu não escrevo, então espero não estar totalmente enferrujada.
Por problemas pessoais tive que excluir minha antiga conta. Mas agora eu estou de volta com uma nova história. Espero que gostem.
♥♥♥♥

Capítulo 1 - Todoa querem minha cabeça


Fanfic / Fanfiction Recompensa - Capítulo 1 - Todoa querem minha cabeça

Minha cabeça doía quando recobrei a consciência, estava caído no chão do corredor ao leste do castelo. Não me lembro de como acabei aqui, não me lembrava de muita coisa que havia acontecido hoje. Meus olhos doiam com a claridade, meu corpo estava dormente. Me apoiei em meus braços e me levantei, demorou um tempo até eu dar passos confiantes, mas ainda me apoiava nas paredes. Que horas eram? Olhando as janelas dava-se para ver que estava um pouco claro lá fora, o céu tinha um tom alaranjado se esvaindo que logo daria lugar a escuridão, devia estar na parte da tarde. O comida seria servida brevemente, todos deveriam estar no salão de jantar. Caminhei em direção ao próximo corredor e virei a esquerda, não estava muito longe. Meu pai deveria saber o que me aconteceu, falariamos sobre isso depois do jantar. Logo avistei as portas, não havia guardas, o que é estranho. Há guardas por toda parte. Abri as portas e não havia ninguém lá também, mas a comida estava servida. Meu pai não é de comer comida fria.

"Devem estar na sala do trono".

Caminhei até a porta, não sem antes pegar alguns pedaços de comida, e fui para a sala. Depois de passar por alguns corredores, avistei dois guardas passando pelo corredor.

- Dá pra acreditar nisso? - falou o guarda da direita. Me lembrava de te-lo visto fazendo ronda pelo castelo algumas vezes.

- Não. O príncipe não é de fazer essas coisas - o segundo guarda falou.O príncipe? - Talvez estivesse bêbado - estavam falando de mim, Francis ainda não bebe álcool, não que eu saiba, gorotos nessa idade fazem coisas estranhas.

- É.Talvez. Bem, vamos apenas seguir nossas ordens. - fui em direção deles, precisava saber se estavam falando de mim. Talvez saibam o motivo de eu ter acordado no corredor. Segui por onde eles haviam indo e quando virei, senti mãos taparem minha boca e me imprensarem contra a parede, me soltei e tentei socar seu rosto, mas a pessoa se desviou, tentei acertar outra vez mas meu punho foi segurado.

- Ow! Sou eu cara - minha perna parou no meio do caminho antes de lhe acertar um chute no estômago. Reconheci a voz, Owen, 

"Esse bacaca me assustando"

Apesar da cara de morto de sono com enormes olheiras, e cabelo loiro bagunçado, ele era um guarda, e meu melhor amigo.

- Hey cara, o que você pensa que tá fazendo? - ele me soltou, e me olhou nos olhos, ele parecia sério. Alguma coisa estava errada, muito errada, Owen nunca está sério. 

- É verdade? - fiz uma cara confusa - O que aconteceu. É verdade que foi você?

- Hã? - ele não estava dizendo coisa com coisa. Ele soltou um suspiro e me abraçou.

- Ainda bem! - ele me soltou - Posso supor que pela sua cara de pateta que não foi você.

- Primeiro: nunca mais me abrace desse jeito de novo, foi tão estranho - sua expressão voltou a ser a mesma de sono com um sorriso zombeteiro de sempre. - Segundo: minha cara patética?

- Eu disse cara de pateta, não patética. - "Grande diferença", ele começou olhar para os dois lados dos corredores, depois se voltou pra mim com um sorriso malicioso - E não me culpe, você é tão irresistível que não consegui manter minhas mãos longe.

Ignorei seu comentário:

- O que foi que eu fiz? - ele voltou a olhar os corredores - Até alguns minutos eu estava desmaiado no chão.

- Ah, nada de mais - sua voz estava baixa, ele virou e ajeitou sua espada no cinto - Só que você foi acusado de machucar a princesa e agora o rei quer sua cabeça.

Soltei uma risada, mas ele não estava rindo:

- Você tá brincando, né?

- Não. Eles realmente querem sua irresistível cabeça de abóbora. - ele sempre me chamava assim por causa do meu cabelo ruivo partido no meio.

- Mais como se eu se quer sou permitido de chegar perto dela até o dia do casamento - me arrepiei, a palavra casamento ainda me causava reações estranhas.

Ele deu de ombros:

- Um guarda a encontrou perambulando no corredor sangrando.

- Sangrando?

- É, tipo? - ele fez movimentos com a cintura do qual não vou falar - parece que ela tinha sido violada. Eles dizem que foi você.

- EU?! Isso é impossível! - comecei a ficar inquieto.

- Eu sei. Você é o maior virgenzão! - ele disse, em uma situação normal eu o teria socado.

Comecei a andar de um lado para o outro:

- Você falou com princesa?

- Mais ou menos. Ela estava traumatizada quando o guarda a trouxe, desmaiou assim que entrou e está no aposento até agora.

- E o meu pai?

- Ele foi forçado a concordar quando não acharam você. O guarda deu um depoimento dizendo que foi você.

- Preciso falar com princesa - eu estava andando de um lado para outro - Ela vai dizer que não foi eu.

- Acho muito difícil, o quarto está rodeado de guardas - ele se encostou na parede - e além do mais, ela concordou que foi você. Quando falamos sobre isso ela começou a chorar.

- Hã? - Eu parei de andar e olhei para ele. - Como assim ela concordou?

- O guarda passava por perto naquele momento, disse ter ouvido sua voz junto a gritos da princesa. E quando chegou lá, você estava em cima dela.

- M-mas eu nunca seria capaz disso! - disse esfregando as mãos que não paravam de suar, parei por um instante - ou seria?

- O que você quer dizer com "ou seria"?- Owen franziu a testa - Você não fez nada, não é?

- NÃO! - ele deixou os ombros relaxarem - Eu não sei!

- Como assim você não sabe? - sua voz saiu mas alta que o normal e seus ombros voltaram a ficar rígidos. 

- Eu não me lembro. Eu acordei no corredor do castelo com uma dor de cabeça enorme. - passei a mão pela cabeça bagunçando meu cabelo. 

- Deixa eu vê? - ele se aproximou e pôs a mão na minha cabeça - Aonde doí? Aqui?

- Não, aqui - levo suas mãos até uma protuberância onde segundos atrás não havia, ele amassa e sinto um onda de dor me atingir - AÍ!!

- Isso tá horrível! - ele tira a mão da minha cabeça - Tá parecendo que uma galinha pôs um ovo na sua cabeça. Um ovo enorme - ele fez uma cara triste e abaixou a cabeça - Tadinha da galinha.

- Tá! Mas e a princesa?

- Eu já disse. Não vão deixar você nem chegar perto dela.

- Não sem ajudar - digo implorando com os olhos.

- Deixa eu ver se entendi você quer que eu ajude você a chegar no quarto da princesa que está rodeado de guardas alto nível, descumprindo meu juramento de nunca me opor a realeza e colocando o minha reputação e a minha vida em risco, só por um idiota com cabeça de legume.

- Eu sou da realeza! Abóbora é uma fruta! Você também não tem reputação nenhuma e vive dizendo que nenhum guarda se compara as suas habilidades em combate! - decido implorar para o seu lado emocional - Por favor! Eu sou seu melhor amigo! Eles vão cortar minha cabeça!

- Mas cortar a minha tudo bem, ne?

- Vamos lá, se morrermos pelo menos morremos juntos.

- Pra usarem sua cabeça como adubo?

- Por favor!

Depoi de vários segundos ele solta um suspiro - Tudo bem!

- Valeu, irmão!

- Mas só porque eu gosto de causar tumulto. - ele ajeita espada novamente e corremos pelos corredores em direção ao quarto da princesa - Qual é o plano?

- Quando chegarmos preciso que você chame atenção dos guardas! O máximo possível possível para eu entrar! - minha voz saí cansada por estarmos correndo e o castelo não é pequeno, é do tamanho de um...castelo. 

- Eu sou como a lua no céu. Chamar atenção não é problema! - ele diz com um sorriso exibido no rosto. Viramos para a direita em um corredor - E você?

- Eu vou falar com a princesa. 


Notas Finais


Só para deixar claro Owen não é gay. Eu fiz em cima da hora então me desculpe se houver erros. Sobre o Ben, eu tava pensando no Jimin (BTS) quando fiz as características do cabelo dele. Fiquem com uma prévia do segundo capítulo:

Capítulo 2: A fuga e uma boneca humana assassina.

Ela usava um capuz azul escuro, um vestido alaranjado e uma calça de lycra preta por baixo, junto com botas marrons (ou estava suja de lama), ela carregava uma mochila marrom nas costas. Ela me olhava com olhinhos curiosos.
- Quem é você? - ela pergunta com uma voz infantil e docil.
- Será melhor se você não souber.
Ela me encarou por alguns segundos:
- Você é o garoto que estão procurando! - "esperava que as notícias não tivessem corrido tão depressa" - Estão oferecendo milhas pela sua cabeça. - ela disse e deu um passo para trás e pôs a mão na mochila assustada.
- Não se preocupe! Não vou machucar você! - me adiantei, não queria ser responsável por assustar uma criança. E se ela contasse história para os outros. Já tenho a guarda inteira atrás de mim, não preciso dos pais plebeus me caçando também. - Viu, eu já vou embora. - me virei e senti algo passar pelo meu ombro encrando a alça da minha mochila na árvore. Sinto algo frio em contato com a pele do meu ombro, olho para o lado e vejo uma faca. Olho para trás assustado procurando algum guarda enquanto retiro a faca da árvore, mas a única coisa que vejo é uma garotinha rodando uma faca na mão.
- Sua cabeça será minha.


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