História Recovere - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Zooey Deschanel
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Memória, Romance, Zooey Deschanel
Exibições 63
Palavras 1.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meninas, aqui vai a minha primeira fanfic, na verdade, já escrevi outras historias, mas apaguei minha antiga conta do social. Agora depois de um ano voltei com essa nova ideia e decidi compartilhar com voces! Espero que gostem.

• Fanfic de minha autoria.
• Os personagens não me pertencem.
• Todo conteúdo da fanfic é fictício.
• Plagio é crime, não encontrei nenhuma fanfic com o mesmo conteúdo dessa, então caso encontrem uma igual denunciem ou me avisem.
• Comentários não são obrigatórios, mas caso queira deixar sua opinião e criticas construtivas ficarei muito feliz.

POR FAVOR, LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 1 - Flashes


Fanfic / Fanfiction Recovere - Capítulo 1 - Flashes

Capitulo Um.

 - Ponto de vista Helena Spilgerman.

Todos os dias eu me via ali, naquela praça, presa a um livro qualquer, ou pelo menos era o que parecia para as pessoas a minha volta, mas a verdade é que meu pensamento sempre fugia para o dia 6 de maio, eu tentava lembrar- me de qualquer coisa que fosse sobre o meu passado mais eu nada sabia.

Eu estava perdida na minha própria vida e a única pessoa que podia me salvar, me encontrar nem sabia onde eu estava, e tão pouco eu sabia quem ela era para ir procura- lá.

O frio começou a envolver meu corpo em um abraço apertado e dolorido, o sol já estava sumindo deixando um fino rastro de luz sobre o céu colorido, calço minhas luvas e fecho o livro que estava apoiado em minhas pernas e levantando com cautela em seguida limpando do meu jeans qualquer resíduo de grama que pudesse ter no mesmo.

Era novembro e o clima frio já começava a tomar de conta da cidade, logo a neve começaria a cair.

As ruas estavam movimentadas, um intenso engarrafamento começava a surgir pelo fato de muitas pessoas estarem voltando de seus afazeres para suas casas. Agradeci mentalmente por estar a pé e então me encetei a andar rumo a meu apartamento.

Não estava tão perto do natal, mas as pessoas já começavam a enfeitar suas lojas e as ruas com o mágico brilho das luzinhas coloridas.

Entro em uma padaria do bairro para pedir o de sempre e logo saio com um cappuccino e rosquinhas, o celular dentro de minha bolsa apitou e assim que o retiro posso ver uma mensagem de Adelaine dizendo que precisa de mim. Mudei meu rumo de casa para a floricultura e assim que cheguei ao recinto pude ver o desespero nos olhos de Adelaine.

– Oi – falo assim que passo pela porta e ela me encara aflita. - Você ta bem?

– Não! – ela diz e permaneço calada apenas fitando- a, esperando que ela me diga mais do que um simples não. – Eu tenho um encontro.

Uma gargalhada de minha parte ecoa pelo local fazendo com que a garota a minha frente revire os olhos enervada.

– Isso não tem graça Helena – ela diz dando um leve tapa em meu braço.

– Desculpa, mas já olhei você saindo com tantos caras, por que ta nervosa?

– Eu to gostando mesmo desse. – fala fazendo careta, e logo compreendo seu nervosismo.

– Não sou a melhor pessoa para te dar um conselho. – digo e ela ri concordando. – Mais você devia ir.

– Você acha?

– Sim, pode ir, eu fecho a loja. – digo e logo vejo um sorriso se abrir nos lábios da ruiva.

– Eu te amo. – ela diz dando- me um beijo estalado na bochecha e pega sua bolsa em cima do balcão.

Adelaine saiu às pressas digitando um numero no celular e logo entrou em seu carro sumindo de vista. Olhei a hora em meu relógio podendo ver que ainda faltava vinte minutos para fechar a loja, deixo minha bolsa atrás do balcão e saio em direção às flores dentro de uma caixa.

A loja estava bagunçada devido a ultima remessa de flores que havíamos recebido. Comecei a tirar tudo de dentro das caixas, prendi meu cabelo e me sentei no chão começando a separar todas aquelas flores por cor e espécie.

Perdida na letra da musica que tocava baixo no local não dei tanta atenção ao barulho da porta se abrindo exceto quando o sino começou a ser tocado repetidas vezes, levanto do chão e vejo que minha roupa esta perceptivelmente suja de terra.

Saio em direção ao balcão limpando minha roupa, uma tentativa falha, é claro.

– Estamos fechados. – falo olhando meu relógio antes mesmo de olhar para o cliente. Mais quando olho deparo- me com um par de olhos castanhos penetrantes, foi absurda a maneira como me senti intimidada, imediatamente me calo.

– Perdão, mas a placa ainda dizia que estava aberto, então... – sua voz pareceu fugir e de repente tudo parecia extremamente abafado.

– Já esta aqui – falo tentando concentrar- me nas flores. – O que procura?

“Você” meu subconsciente gritou aquilo que eu ansiava que ele dissesse, céus àquilo era um Deus grego.

– Ah, não sei exatamente, eu não entendo muito disso. Poderia me ajudar?

Sorri.

– Estou aqui para isso. – falo fazendo- o sorrir, nem preciso dizer o quanto seu sorriso também era maravilhoso. – Essas aqui são as que mais saem, sua namorada vai gostar bastante.

– Ah, não – ele me repreendi e ri. – Não é namorada, é para minha mãe.

Abro minha boca mais as palavras não saem, o constrangimento é imenso. Viro em direção a outras flores e ele me acompanha.

– Ela gosta de rosas?

– Sim – diz encarando as diversas rosas que eu lhe mostrava. – Tem roxa? – pergunta serio fazendo- me parar de falar.

– Ah, não. Não temos rosa roxa.

Ele assentiu e tirou uma mesclada fitando-a.

– Gosto dessa. Vou levar.

– Individual? Ou quer o buque?

Ele sorri.

– Com certeza o buque. – diz entregando- me a rosa e abro um sorriso como o dele.

Começo a montar seu buque e assim que finalizo volto para o salão e vou para detrás do balcão. O homem bem vestido e absurdamente lindo cujo não sei o nome se levanta e caminha ate onde estou, assim ficando frente a frente comigo.

– Aqui esta. – digo entregando- lhe o buque.

– Obrigada. – ele diz e entrega- me uma nota de cinquenta dólares. Dou- lhe seu troco e então ele sai e antes de fechar a porta encara- me soltando uma risada linda.

Olho mais uma vez eu me relógio vendo que já deu a hora de fechar, não ouso entrar na outra sala, pois sabia que se entrasse acabaria ficando ali a noite toda. Pego minha bolsa e as chaves da loja e logo me retiro do local fechando tudo.

Tomo meu cappuccino antes mesmo de chegar em casa deixando somente as deliciosas rosquinhas. Entro em meu apartamento, pequeno, porem confortável e jogo minha bolsa sobre o sofá, tiro meu tênis e minhas luvas junto com o casaco e penduro no cabide ao lado da porta.

Acendo a luz da cozinha e deixo o pacote de roscas em cima da mesa, abro a geladeira e encho um copo com água tomando- a em seguida. Saio da cozinha e caminho calmamente ate o meu quarto, ao ficar de frente para o espelho posso ver o quão suja estou. Por isso ele deveria estar rindo antes de sair.

Estou deplorável!

A água morna acaricia levemente minha pele fazendo uma massagem incrivelmente boa.

Enquanto pensava no cliente flashes do que pareciam ser uma antiga memória vinham com intensidade em minha cabeça, causando- me dor. Apoiei meus braços contra o box do banheiro e arrastei meu corpo ate chegar no chão, respirava fundo tentando puxar o máximo de oxigênio para meus pulmões assim diminuindo as batidas agressivas de meu coração.

Queria vê- ló de novo.


Notas Finais


Meu amores, só para deixar claro que a fanfic pode ficar confusa nesse capitulo mais no proximo voces vão entender tudinho ok? Então, por favor, me deem uma chance!
Beijinhos até o próximo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...