História Recovere - Capítulo 19


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Categorias Justin Bieber, Zooey Deschanel
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Memória, Romance, Zooey Deschanel
Visualizações 332
Palavras 1.468
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MEUS AMORES, voltei, me perdoem nao ter postado ontem mais é que meu pc não tava colaborando mesmo, tive que formatar e só peguei ontem, mas aqui esta o capitulo, espero que gostem. Amo vocês.

Capítulo 19 - Ultima chance


Fanfic / Fanfiction Recovere - Capítulo 19 - Ultima chance

Helena Spilgerman Ponto de Vista 

Sinto os raios de sol que adentravam o quarto pinicarem minha pele preguiçosamente me aquecendo mesmo que pouco. Viro- me na cama ainda de olhos fechados em busca do corpo de Justin mais não o encontro e consequentemente abro meus olhos passando pelo local. Ouço a porta do banheiro ser destrancada e volto minha atenção para a mesma vendo o loiro sair de lá apenas com uma toalha enrolada na sua cintura. Sorri. 

- Bom dia meu amor. – ele diz depositando um beijo em minha bochecha, sorri. 

- Bom dia. Eu dormi muito?  

- Tempo suficiente para eu comprar umas coisas para o almoço e tomar um banho. 

- Porque não me chamou? Sua mãe vai me achar uma preguiçosa. 

Justin ri e retira sua toalha dá cintura deixando sua boxer preta amostra. Seca seus cabelos e diz: 

- Mamãe não está em casa. – vestiu sua camisa e me encarou. – Foi adiantar umas coisas na casa do Jeremy, meu pai. 

- Ah sim. É lá que vamos almoçar?  

- Sim. Agora porque não toma um banho enquanto eu preparo um café pra você? 

Assenti e me levantei da cama e antes de ir para banheiro dei um beijo na bochecha de Justin. Tranco- me no recinto e tiro minha roupa colocando no pequeno cesto que tinha ali. Entro no box e ligo o chuveiro sentindo a água quentinha atingir minha pele. Escovo meus dentes e por fim depois de tirar todo vestígio de sabonete do corpo seco- me.  

Saio do banheiro e Justin está concentrado em um jogo qualquer que passava na TV. Passei direto pelo mesmo e vesti minha roupa. Uma calça preta junto de uma blusa azul clarinho, deixo minha jaqueta separada sobre a cama, pois o frio não me deixaria sair sem ela. Penteio meus cabelos amarrando em um rabo de cavalos espirro um pouco de perfume e me jogo ao lado de Justin.  

- Fome? – ele pergunta com um sorriso de canto e eu apenas assenti. 

- Tá tudo bem? – pergunto depois de uns instantes. 

- Tudo ótimo. Porque?  

- Você parece distante. – digo dando de ombros mordendo um pedaço do meu morango. 

- Estou bem. – ele diz mais aquilo soou mais como uma pergunta do que como uma resposta, o que só me fez estranhar mais. 

Depois de decidir não tocar mais nesse assunto, término meu desjejum e Justin me acompanha até o andar de baixo. Lavo as louças do meu café e depois de escovar os dentes acompanho Justin para fora dá casa de sua mãe. Entramos no carro e ele deu partida pelas ruas desconhecidas por mim. 

❤ 

A alegria reinava na casa de Jeremy, a família de Justin era realmente incrível. Eu me sentia maravilhosamente bem perto deles. Agora eu ajudava Pattie a servir o almoço enquanto olhava Justin brincar com as crianças na sala. O que eu achava mais incrível era que mesmo separados Jeremy e Pattie mantinham um relacionamento amigável.  

 

- O almoço está pronto. 

Pattie falou chamando atenção das crianças e de Justin. 

- Eu estou amando tudo isso. – Justin diz abraçando minha cintura e beijando minha testa. 

- Eu também, eles são incríveis.  

- Assim como você.  

Sorri e dei um selinho em Justin mais logo  ele puxou minha mão e me guiou até a mesa. Jeremy fez a oração e logo todos sentamos juntos para um perfeito almoço em família. Eu podia me acostumar a isso facilmente.  

Uma família assim, eu daria tudo para ter isso de volta.  

Antes de qualquer baixo animo me atingisse interagi na conversa amigável de Pattie e Jeremy que falavam sobre Justin e tudo que ele havia aprontado na sua infância. Eu me divertia muito com as histórias que Pattie contava e Justin sempre resmungava algo se defendendo, mas sempre levando na esportiva. Depois de terminarmos o almoço comemos a sobremesa de torta de morango com chocolate.  

Enquanto Pattie, Jeremy e as crianças brincavam na sala eu e Justin lavávamos as louças do almoço.  

– Tenho um lugar pra te levar hoje à noite.  

– Onde? 

– É surpresa, mas não se preocupe você vai amar. – ele diz logo ressaltando o fato de que eu não era fã de surpresas.  

– Assim eu espero. – digo entregando um prato para que ele secasse. Olhei de relance para as pessoas na sala e depois tornei a encarar Justin sorrindo. – Você tem uma família incrível.  

Justin para seu serviço e assim como eu vira para olhar seus pais e seus irmãos na sala. Um sorriso involuntário surgiu em seus lábios e eu pude ver um brilho intenso em seu olhar.  

– Agora está tudo perfeito. – franzi o senhor não entendendo. – Agora eu tenho a mulher que eu amo comigo.  

Sorri. 

Sequei minhas mãos visto que já tinha terminado meu serviço de lavar, me aproximei de Justin e coloquei meus braços em volta do seu pescoço abraçando – o.  

– Eu te amo.  

– Eu te amo. 

Acabando com qualquer distância entre nós beijei seus lábios sentindo ainda o gosto sutil de morango e chocolate. Afasto- me quando ouço vozes vindo em direção a cozinha e Pattie entra com Jaxon no colo.  

– Vamos? Ainda temos lugares para conhecer. – Pattie disse se referindo ao fato de que ainda íamos fazer um tour pela cidade.  

Peguei meu casaco e Justin o dele junto de minha bolsa e me entregou assim que entramos no carro. Justin deu partida seguindo o carro de Jeremy e nossa primeira parada foi no Geórgia Aquarium e céus, era lindo. Eu estava completamente apaixonada por tudo naquele lugar. 

 

Justin Bieber Ponto de Vista. 

Depois de um longo passeio por Atlanta finalmente estavamos em casa, eu terminava de me arrumar quando vi Helena sair do banheiro com seus cabelos já secos, ela caminhou ate mim e sorriu virando de costas mostrando- me o ziper de seu vestido que ia do meio de suas costas ate os ombros. Fechei e ela apenas sorriu caminhando ate sua bolsa de maquilhagem.

Estavamos cansados, mas a noite de hoje valeria a pena. Eu tenho a plena certeza de que ela gostaria do que estava por vim. Quando contei para minha mãe o que faria tudo que recebi foi um “vai dar certo” não muito convincente, mas a verdade é que quando se tratava de Helena e sua memoria tudo era imprevisivel. Era um tiro no escuro mais eu iria arriscar.

Enquanto a mesma se maquiava peguei os ingressos de minha calça que usei mais cedo e os coloquei em minha carteira sem que ela visse. Penteei meu cabelo e assim que ela ficou pronta levantei da cama e sai com ela. Na sala fizemos o menos de barulho possivel, pois meu pai e minha mãe dormiam no sofá enquanto as crianças assistiam desenho.

– Vamos sair pelos fundos. – digo segurando sua mão.

– Não deviamos avisar seus pais? – ela pergunta e sorri.

– Não se preocupe.

Ela assentiu e agarrou meu braço enquanto saimos pela porta da cozinha. Entramos no carro correndo do sereno da noite. Liguei o aquecedor e o som e logo dei partida seguindo pelas ruas tranquilas e brancas ouvindo minha doce garota cantar perfeitamente a letra de elephant gun.

Eu tentava me concentrar só em sua felicidade de esta ali, mas o nervossismo percorria cada celula do meu corpo, a incerteza, o medo, tudo isso estava me sufocando. Olhei de relance para minha menina que cantarolava enquanto mantinha seus olhos atentos as ruas e eu me perguntava “por que ela Deus?”

Eu sei, eu não devia questionar isso, mas porque a Helena, porque a minha garota? Ela não merecia nada disso. Dentro de mim uma pequena faisca ainda estava acessa, uma faisca que estava acessa, pois acreditava nessa minha ultima chance.

Eu torcia para estar certo, torcia para que aquele lugar, o lugar onde nos vimos pela primeira vez a fizesse se lembrar de tudo. Eu estava agarrado aquilo porque era tudo que eu tinha agora.

Estaciono o carro e desco acompanhado de Helena, a fila esatava grande mais nada que demorasse e como de esperado, logo já estavamos la dentro. A guiei ate nossos assentos e depois de alguns minutos o silencio se instalou no teatro, as luzes se apagaram e apenas um holofote se acendeu no meio do palco mostrado uma menina.

Era intenso, era forte, Helena mantinha seus olhos fixados no palco, ela estava encatada com tudo aquilo. Minha mão suava frio, a nossa estava sendo contada, e tudo que eu pedia a Deus era: “faça ela se lembrar”. Senti a minha garota apertar a minha mão e a encarei, seus olhos estavam marejados e ela tinha um sorriso indecifravel nos labios.

– Justin. – ela sussurrou encostando sua cabeça em meu peito e apertou minha mão ainda mais forte.

– Helena. – respondi no mesmo tom e acariciei sua bochecha sentindo a mesma molhada.

– Eu me lembro desse lugar.

 


Notas Finais


Continuo logo.


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