História RECOVERY - BTS - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Doenças Mentais, Original
Visualizações 4
Palavras 353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Bad Dream by Ruelle


 Setembro, Outubro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio: oito malditos meses de tortura. Olho para fora do quarto por entre as grades da janela. O Sol parecia rir da minha cara por não poder ir lá fora.
 Então eu dormia. Acho que eu passava mais tempo dormindo do que realmente vivendo. Rá, vivendo! Quem eu queria enganar? Eu estava apenas respirando. É uma situação engraçada perceber que você é só um corpo que come, dorme e compõe. Nada mais. Nenhuma outra atividade ou pessoa que me chamasse atenção. É como usar um eterno óculos escuro, tu vê as coisas da maneira que ele quer.
 O mundo brinca com nossas vidas de maneira tão cruel que até parece que vivemos em uma guerra. Contra o quê? Tudo!
  Quando eu digo que durmo não quer dizer que seja bem. É só fechar os olhos que começam a vir os pesadelos. Como se já não bastasse a minha vida. Ironia do destino - ou dos meus pais - que eu tenha parado em um lugar como visto "para loucos". Loucos são eles, isso sim.
 Pode dizer que é um capricho meu mas eu gosto de organizar as letras das minhas músicas por tipo de dor. A maioria tá na seção: "dor fulminante que pode levar a morte."
 Sim, eu aprecio uma boa música. Desde que ela tenha uma letra que me toque e um ritmo que flui, ela é para mim. Sinceramente, eu acredito que a dor expressa na música toca aqueles que não acreditam em certos sofrimentos. A música é feita de alma para alma. E talvez eu ainda tivesse uma.
- Mirela, hora do banho!
 Outro fato sobre min: odeio que me digam o que fazer. Mesmo que seja o alegre Hoseok.
- Acho que quem deveria tomar um é você, flor do dia. - Digo, me referindo a sujeira em suas roupas.
- Ei, vai dizer que eu não fico uma graça assim.
- Tem razão. Tu parece uma piada mesmo.
 Sigo pelo corredor com Hoseok ao meu lado, apesar de ser irritantemente feliz o tempo todo, é bom me sentir querida.



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