História Recovery - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber
Tags Demilovato, Justemi, Justinbieber
Visualizações 59
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, meninas! Bem vindas à um novo capítulo. Espero que estejam gostando da fic, obrigada pelos comentários, eles foram uma grande ajuda para que eu continuasse, afinal, é muito bom saber que vocês estão gostando.

Esse capítulo será corrigido em breve, assim como o primeiro, pois o postei pelo celular e estou sem notebook agora, por isso peço que me perdoem por qualquer erro, e que eles serão corrigidos em breve.

Os comentários não movem a fic ou são obrigatórios, mas serão sempre bem vindos!

Boa leitura!

Capítulo 2 - Ajuda ▪ (Pt.1)


Há uma semana cheguei à minha mãe de mãos atadas, eu precisava de ajuda e sei que ela seria a que mais estaria ao meu lado para tudo isso. Nós tivemos um culto em casa no último sábado, eu ainda não tinha certeza se estava pronto para sair e responder perguntas para fotógrafos, tampouco sabia se estava pronto para tê-los em minha volta. Eu não queria nada daquilo, por isso, sempre que saia, era o máximo escondido possível, e evitava ao máximo fazê-lo.

Por alguns dias, fiquei pensando o quão desapontados meus fãs estariam por eu ter deixado toda a turnê, e gostaria de os dar uma explicação, um porquê de ter feito aquilo, por isso escrevi um texto na tentativa — talvez falha — de explicar aos meus fãs do porquê de meus atos, eles mereciam uma explicação, e acima disso, mereciam uma verdade.

Logo que postei um print do texto em meu instagram, recebi chuva de mensagens de ódio de pessoas próximas a mim, que jamais pensei que fariam coisas como aquilo e, por isso, preferi as ignorar. Scooter mandou-me um breve parágrafo dizendo o quão orgulhoso estava por eu ter tomado tal atitude, e que ele estaria sempre lá por mim. Fora, de longe, uma das melhores mensagens que já recebi.

Por um momento, após aquela postagem, desinstalei o aplicativo de meu celular, queria ignorar todas as mensagens privadas que recebia nele, de pessoas que estavam envolvidas da parte executiva, criativa e em todo o feito da turnê, que mandam todo o seu ódio e ironia, alegando que tudo aquilo não passava de uma forma de chamar atenção. Eu estava cansado daquilo. Minha mente estava cansada daquilo. Continuei minha conversa com Scooter pelas mensagens do celular, não demorou para que a mesma acabasse, afinal, já não tínhamos mais assuntos e ele precisava dar atenção para seu filho e sua esposa.

Deitei-me na cama, e continuei a pensar o que faria de minha vida. Como eu iria iniciar todo o processo de colocá-la no lugar? Eu precisava de uma cura para todas as minhas crises e eu sabia bem que remédio não seria a solução, afinal, tinham de ser tomados todos os dias, e eu sou péssimo com a questão de horários. A ideia de ir à um médico, talvez contratar um terapeuta, passou por minha cabeça algumas vezes, mas, mesmo que eles estivessem ali apenas trabalhando com aquilo, nenhum deles jamais passou por isso para saber como realmente cuidar, e não apenas medicar e recomendar consultas. A ideia de que eu precisava de alguém que já tivesse passado pela situação em que eu passava naquele momento, e que hoje é tão bem sucedida em sua vida pessoal, quanto em sua carreira, não saia de minha cabeça. E a verdade era que eu não conhecia ninguém senão Demi Lovato, e nós nunca fomos os amigos mais próximos para que eu pudesse me aproximar e pedir tal tipo de ajuda… ou melhor, nunca fomos os amigos mais próximos para que ela quisesse me ajudar. Eu não poderia me abrir com alguém da forma que preciso, para que dela recebesse um não. Mas ainda assim, ela era minha única opção.

Foram três dias seguidos pensando sobre chamá-la para uma conversa ou não, e, no fim, acabei mandando mensagem para Miley — que voltou a ter contatos com Demi há pouco tempo — e pedi por seu número. Não demorou que eu recebesse o contato dela, e que a coragem que tive por alguns minutos, passasse.

— Mãe? Eu deveria fazer isso? De verdade? — Questionei Pattie, que estava ao meu lado quando recebi o número.

— Ela poderá te ajudar como precisa, meu filho. —

Foi o suficiente para que eu salvasse o contato e mandasse uma breve mensagem a chamando.

Demi?

Na proporção que esperava que ela demorasse a responder, ansiava que respondesse rápido, e foi o que aconteceu, em cinco minutos, obtive uma resposta.

Quem é?

Bieber. Justin Bieber.

Olá, Justin. Sou eu, Lovato. Demi Lovato.” em seguida, mandou emojis rindo.

É, eu sei, Miley me passou seu número.

Está tudo bem?

Na verdade, eu tenho um problema que somente você pode me ajudar…

Tenho uma ideia do que seja. Você pode voar para o Texas? Poderíamos almoçar, ou jantar.

Não quero atrapalhar.

Insisto que venha. Amanhã ou depois, que tal?

Amanhã a mando mensagem. Em qual cidade está?

Dallas.

Tudo bem, amanhã a mando mensagem.

Entrei em um dilema sobre ir em um avião, na primeira classe, ou pegar por um jato particular. Todos tinham seus prós e contras, mas um jato era o que menos tinha seus contras. Conversei com Pattie por algumas horas antes de ligar para o aeroporto e alugar um jato particular.

Eu não sabia bem como iniciar uma conversa sobre o que acontecia dentro de mim, com Demi, nunca fomos melhores amigos, se quer amigos, eu tinha um carinho por ela e obviamente era recíproco, ela esteve me mandando mensagens de apoio logo que descobriu os feitos de Selena sobre mim com o fim de nosso namoro, mas nada disso nunca foi o suficiente para que tivéssemos contínuas conversas para nos tornarmos amigos. Deitei minha cabeça no travesseiro após o jantar, e procurei um milhão de maneiras de como conversar a conversa, pensei se deveria ser direto ou então tentar fazer com que ela me perguntasse sobre isso, eu estava confuso. Foi então, por um momento, que soube como era ser uma mulher, que sempre espera que os homens descubram o que há com ela.

No dia seguinte, Pattie me acordou com seu belo sorriso no rosto e deu-me uma breve bronca por eu ter dormido com calça jeans. Ela nunca gostou da ideia de dormir com roupas de sair, dizia que passava as bactérias da rua, para a roupa de cama limpa e poderia acabar acontecendo alguma coisa comigo. Coisa de mãe.

Me levantei para tomar café da manhã, não sem antes tomar um banho, para que não ouvisse minha mãe brigar por ainda estar com as roupas de ontem. O banho foi relaxante, mas espantou toda a preguiça que eu tinha antes — ou parte dela. Parado em frente ao espelho, me observei por alguns segundos. Tinha de fazer a barba e também cortar o cabelo, pois os fios em cor caramelo já cresciam lisos e caindo para frente. Faria isso quando chegasse em Dallas, antes de encontrar Demi.

O café da manhã foi calmo, fizemos uma oração antes agradecendo por iniciarmos um novo dia e pela boa noite de sono, também pelo alimento. Dona Pattie jamais deixaria um momento de oração passar e eu estava certo disso. Me fez prometer que quando chegasse do Texas, iríamos à igreja, afinal, estava aqui há uma semana, e fomos apenas em uma oração ao Domingo.

Aproveitando a carona de minha mãe, segui para o aeroporto. Deixando-me lá, ela foi para seu trabalho. Havia uma semana que estava distante, e acreditava que teria muita coisa para fazer quando voltasse, afinal, sempre guardou os “luxos” — como ela diz — de se distanciar do trabalho, para quando eu a fosse visitar.

O jato estava pronto para mim, e havia uma pequena quantidade de pessoas para me cumprimentar quando cheguei, todos trabalhavam na companhia que me alugou o transporte. Após os cumprimentos, pediram-me fotos e eu educadamente as neguei, explicando os motivos pelos quais não as tiraria, eles pareceram entender e cada um deles ali me abraçou antes que eu pudesse entrar e seguir voo.

Demi?

Oi Justin. Bom dia!” enviou a mensagem junto de emojis sorridentes. Ela gostava de emoji.

Bom dia. Já estou no jato.

E quando chega?

Quatro ou cinco horas.

Daqui quatro horas e meia estarei indo para o aeroporto te encontrar.

Ok.

Nossa conversa finalizou naquilo.

Nas notas de meu celular, tentei escrever um discurso de como explicar a Demi o porquê eu precisava de sua ajuda, por algumas vezes, apaguei e reescrevi. Por fim, joguei meu celular no banco à frente e tentei cochilar.

Você deve alguma explicação. O mundo te odeia agora, e você nunca mais voltará para a mídia depois de abandonar uma turnê e milhões de fãs apenas por vontade própria. Quem busca a Deus depois de se acabar em drogas, de tratar pessoas como lixo porque não consegue superar o fim do relacionamento? Entenda, Bieber, Deus não o ama. Ele já desistiu de você, assim como você está desistindo de suas fãs. Agora você é declarado morto!

Acordei ofegante. Meu rosto estava molhado de suor. O que foi aquilo? A voz em minha cabeça não era reconhecida, tampouco tinha um rosto. Em meus sonhos, eu estava sozinho, em um quarto escuro e a voz soava por caixas de som. Eu olhava para os lados, mas meus pés não saiam do lugar para que eu procurasse uma saída. Eu me sentia sufocado e parecia estar prestes a ser morto ali.

A voz do comandante dizendo que iríamos pousar em dez minutos, espantou meus pensamentos. Levantei-me rápido e lavei o rosto na pia do banheiro, sequei com uma toalha de rosto pendurada ali, e voltei ao meu assento para por os cintos e finalmente pousar.

O comandante foi educado ao se despedir de mim, e avisar que estaria ali a qualquer momento que eu quisesse voar — o que era óbvio, já que havia alugado o jato por alguns dias — e passou-me o número para ligar, caso precisasse de algo. Após me despedir do homem, segui para o estacionamento e procurei a placa de carro que Demi falou que estaria, quando encontrei, bati algumas vezes na porta, que logo foi aberta, e entrei. Livrei-me do capuz do moletom que usava para não ser reconhecido e joguei minha mochila no banco de trás, sorrindo para a morena no banco do motorista.

— Justin. — Disse animada e surpreendeu-me num abraço, que foi retribuído.

— Oi Demi! Espero que eu não tenha demorado. — Sorri para ela logo que nos separamos do abraço.

— Não mesmo, foi tempo o suficiente para eu passar mais um nível no Candy Crush. — Riu. — Você me deixou curiosa, por que veio atrás de minha ajuda? —

— Podemos conversar isso durante o almoço? Estou com fome. — Contorci o nariz. 



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