História Recta Semper - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alvo Dumbledore, Antíoco Peverell, Cadmo Peverell, Gellert Grindelwald, Godric Gryffindor, Harry Potter, Hermione Granger, Ignoto Peverell, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Ronald Weasley, Salazar Slytherin, Tom Riddle Jr.
Tags Bruxaria, Dumbledore, Feitiços, Harry Potter, Hermione, Hogwarts, Magia, Rony, varinha
Exibições 9
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Magia, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


** = pensamentos do personagem
Espero que gostem

Capítulo 2 - Potencial


Fanfic / Fanfiction Recta Semper - Capítulo 2 - Potencial

 

“Tumulo de Alvo Dumbledore é encontrado vazio”, a notícia estampava a primeira página do Profeta Diário, o mais famoso jornal bruxo, seguida por outras. Leon dobrou o jornal, estava sentado em um banco de uma praça Britânica, o rapaz completara a maior idade naquele ano, tinha a pele num tom negro claro, olhos castanhos escuros e expressivos, lábios um pouco grossos, corte de cabelo Americano, curto aos lados e natural no topo. Vestia roupas simples, calça jeans, tênis pretos, camisa branca e um casaco preto e dourado por cima, fazia frio em tal lugar; ao seu lado direito, estava sua mochila, de cor cinza e meio surrada.

- Que falta de respeito, profanar túmulos é algo terrível – disse a si mesmo, num tom quase inaudível e levantou do assento, pôs a mochila nas costas e desaparatou.

O sol brilhara forte, Hogsmeade estava bastante movimentada, era dia de excursão escolar, muitos alunos andavam de um lado para o outro, alguns formaram um grupo para visitar a Casa dos Gritos, outros tentavam entrar escondidos em bares do vilarejo. Leon aparatou em frente ao Três Vassouras, um dos famosos estabelecimentos da pequena vila, surpreendendo alguns alunos que ali se encontravam, olhou para os mesmos e deu um sorriso, antes de adentrar no pub, que estava alegre, bruxos, duendes e outros seres conversavam, bebiam e riam como se celebrassem algo, alguns elevavam o tom de voz por causa do efeito das bebidas e nunca por discussão, Madame Rosmerta trabalhava incansavelmente e feliz, devido ao movimento de seu comércio.

O jovem se sentou em uma mesa, no canto, perto de uma janela, colocou sua mochila em uma das cadeiras vazias e fez um aceno para o garçom, que veio rapidamente, era um elfo de segunda classe, vestia uma camisa verde e dourada que cobria quase todo corpo e uma bota marrom, nova. Um elfo de segunda classe é oque alguns anos atrás eram chamados de elfos domésticos, hoje são mais bem vistos e não são mas escravizados, esse último fato deve se agradecer a Hermione Granger, atual Ministra da Magia Britânica.

- Uma caneca de Hidromel, por favor, Sr Elfo – disse Leon educadamente.

- É pra já, jovem Senhor – o elfo se retirou na mesma velocidade em que chegou, a poucos metros da mesa do rapaz, dois homens, também acomodados em uma mesa, procediam uma conversa bem interessante aos ouvidos de Leon, o mesmo via os indivíduos de perfil.

- Soube do ataque em Nova York? Parece obra da Licentia, radicais loucos – disse o da esquerda.

- Eles entraram em conflito com o Subsidium de novo? Os Liberis também ganham com esses ataques – respondeu o da direita, o elfo retornou com uma bandeja em mãos, retirando a atenção do rapaz da conversa alheia, na mesma havia um caneca grande, um prato com peixe defumado, pão e talheres. Serviu a mesa do jovem, que o encarou surpreso.

- Com licença, caro Sr elfo, acho que cometeu um pequeno engano, não pedi tais alimentos – disse calmamente.

- Por conta da casa meu senhor, devido a sua educação. Sabe, mesmo com as mudanças que ocorreram, meu povo ainda sofre um pouco de preconceito e o Sr me tratou como igual – respondeu a pequena criatura com um meio sorriso no rosto.

- Somos iguais – Leon abriu um sorriso largo e tímido, deixando amostra seus dentes brancos – Sr? – e estendeu o braço direito na intenção de cumprimentar o elfo.

- Ibuvi, Sr - retribuiu o gesto, e o dois apertaram as mãos.

- Prazer, me chamo Leon Gryffin – soltaram às mãos, o rapaz deu uma rápida golada de Hidromel e continuou. – Ibuvi, como consigo um tour por Hogwarts? –

- Com oque aconteceu?! Não consegue, sabe, tem muitos aurores rondando por aí – disse Ibu, se aproximou um pouco do jovem. – Até o Sr Potter está patrulhando e investigando o perímetro –

- É uma pena, queria conhecer a lendária escola. Obrigado pela informação, Ibu – Leon pegou o pão e deu uma mordida.

- Por nada, Sr Gryffin. Com sua licença – o elfo se afastou e fora em direção a cozinha.

- Ibu – Chamou o jovem, o pequeno ser se virou.  – Me chama de Leon apenas – o elfo fez uma curta reverência.

Meia hora se passou desde então, Leon terminou sua refeição, pegou seus pertences, pagou a conta e saiu do estabelecimento satisfeito, ao lado de fora, começou a andar em direção ao Cabeça de Javali, porém, uma sensação estranha, mas familiar, o fez parar, por um minuto ficou imóvel, esperava por algo, que não demorou muito. Olhando para o céu, avistou um borrão avermelhado vindo em direção ao comércio que era seu destino, sabia oque era, já esperava tal coisa, o borrão foi ficando cada vez mais nítido, podendo se ver cincos vultos esfumaçados se movendo rapidamente.

- Acho que terão uma surpresa – Leon sacou uma varinha do antebraço esquerdo, a mesma media 32 centímetros, era negra como a noite e perfeitamente reta, ficava presa a uma pulseira coberta pela manga do casaco, quando não estava em uso. Os vultos estavam a mais ou menos 6 metros do chão, quando o jovem apontou sua varinha e rapidamente fez um movimento, suave, vertical para baixo; 2 dos seres avermelhados e desfalcados tiveram uma queda veloz, chocando-se forte contra o solo a poucos metros de distancia. O restante prosseguiu e pousou perfeitamente, já não eram mas vultos cor de sangue, e sim pessoas, 3 homens parados de frente para o rapaz.

- Desgraçado, como se atreve ?! – disse o da esquerda, que aparentava ser o mais novo dentre o trio, tentou dar alguns passos, entretanto, foi impedido.

- Calma, Thomas, não se precipite. Ele é bom – disse o que estava no centro, usava um capuz e uma capa cinza escura, assim como os outros.

- Derrubou 2 dos nossos com um feitiço, devo parabeniza- - o da direita argumentou. – mesmo que Richard e Peter sejam completos inúteis –

- Thomas, Derek, cuidem dele. Vou atrás do velho – disse o homem do meio, que se virou e entrou no Cabeça de Javali. Os dois que ficaram, já estavam armados e preparados para o combate.

- Dois contra um ? Não é uma disputa muito justa, deviam esperar aqueles dois se recuperarem para começarmos – Leon brincou, Thomas furioso atacou lançando feitiços um após o outro, lampejos de varias cores eram conjurados, mas foram facilmente expelidos, Derek seguiu o ritmo do companheiro, atacando velozmente. O jovem repelia os ataques incansavelmente, como se fosse uma brincadeira, até que a situação piorou, Peter acordara, com ódio transbordando, e se juntara aos colegas no ataque, golpeando de uma direção diferente, da lateral, mas suas investidas também foram bloqueadas; * Não posso ficar só na defensiva, tenho que derrota-los para ir atrás daquele outro*, Leon teve uma ideia.

Primeiro rebateu um dos ataques de Derek, rumo a Thomas, que foi acertado em cheio, *Faltam dois*, Peter correu, parando em linha reta ao rapaz e voltou a atacar, junto com outro homem, agora os golpes viam pelas costas e pela frente, porem, sem dificuldade eram defendidos. Peter cansara e parou por alguns segundos, era esse o momento, o jovem atacou duas vezes seguidas, extremamente veloz, Derek, que repeliu as ofensivas, porem, foi lento demais para tentar escapar do próximo, Leon esticou o braço esquerdo e fez um movimento, como se chamasse seu oponente, quando o homem percebeu já estava sendo deslocado rapidamente, contra a vontade, rumo ao rapaz que enfrentara, iriam se chocar se o jovem não desaparatasse e aparatasse em seguida, no tempo perfeito para evitar a colisão, Leon continuou, virou-se rapidamente e atacou.

- Expelliarmus – Derek foi empurrado com ainda mais força e velocidade, indo ao encontro de Peter, que olhava a cena assustado demais para esboçar uma mínima reação, ambos se chocaram e desmaiaram, consequentemente, a alguns metros da batida. Segundos depois, um estrondo, Leon se vira para o bar atrás dele e descobre a razão do barulho, o terceiro homem, aquele que havia entrado, acabara de ser jogado janela afora, caindo sob o chão com força, porem se recuperou rapidamente, estava quase de pé quando a porta se abriu, do estabelecimento saíram, Harry Potter e Aberfhort.

- Isso não acabou Potter, teremos oque queremos, de um jeito ou de outro - o homem tentou desaparatar, em vão, o rapaz já havia lhe lançado um feitiço anti-aparação, irritado, se transformou em fumaça vermelha e fugiu. Leon queria detê-lo, mas, Harry fez um sinal com a mão que era para deixa-lo ir, em seguida caminhou até os dois homens mais velhos.

- Sr Dumbledore, Sr Potter. É um prazer conhece-los; pessoalmente – disse fazendo uma pequena reverência

- Derrotou 4 deles ? Sozinho ? – perguntou Harry, um pouco admirado.

- Sim Sr, porem, aquele que fugiu era o mais poderoso, os outros não se comparavam a ele – o rapaz era modesto.

- Como se chama, garoto ? – perguntou Abe, curioso.

- Sou Leon, Sr. Leon Gryffin – replicou o mais jovem.

- Gryffin ? Estás mentindo, não há registros de um Gryffin a centenas de anos – Abe num tom mais sério.

- Oque é um Gryffin? – Harry não entendia sobre oque os dois falavam.

- Gryffin é uma família bruxa, uma das mais antigas e poderosas, seu brasão e nome é usado por uma casa de Hogwarts – Leon respondeu. – E deixe-me te provar, Sr Dumbledore – o rapaz puxou a gola da camisa para baixo, na intenção de mostrar uma parte do peito esquerdo, que havia uma marca dourada, um leão, que se movia como se fosse de verdade.

- Pelas barbas de Merlin, Alvo iria surtar se o visse – Abe dizia maravilhado.

- Na verdade, Senhor,  Seu irmão conheceu meus pais e tios, é por ele que estou aqui -


Notas Finais


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Quero saber a opinião de vocês
:)


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