História RED - Tons de Vermelho - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Gaahina, Naruhina, Naruto, Sasuhina, Sasusaku
Exibições 227
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


[ Gif do CAP- só pra chamar a atenção ]

Capítulo 2 - Faíscas


Fanfic / Fanfiction RED - Tons de Vermelho - Capítulo 2 - Faíscas

Hinata foi para a cozinha, pensando no estranho. Ele a confundia. Sua expressão era dura. Parecia-lhe um homem acostumado a ver sempre as coisas resolvidas a seu modo. Contudo, seu senso de humor compensava essa certa frieza, embora não fosse possível saber como aquela sua faceta se revelava de vez em quando. Assemelhava-se às pedras da coleção do pai: os componentes de sua personalidade estavam ocultos sob uma superfície rígida. Apesar dos anos em que vivera entre as gentis freiras, Hinata possuía senso crítico. Além disso, através do interesse de seu pai pela natureza humana, ela havia descoberto as mais variadas formas de personalidades e comportamentos.

Quando Hiashi se ressentia pelo fato de ela ser uma mulher, demonstrava-o com voz amarga, revelando o seu próprio ego. Recebera, desde pequena, uma estranha manifestação de afeição, que se alternara entre o carinho das irmãs e o desencanto de seu pai.

De alguma forma, ela intuía que Hiashi, fazendo uma rara exceção, gostaria do inesperado visitante.

Ao pegar a bandeja com o chá, ouviu a voz do pai, na sala. Ao entrar, reparou, aliviada, que ele não demonstrava estar irritado.

- Depois que Hinata nos servir o chá, poderei ir até a fazenda e telefonar para a oficina para você.

Hiashi era um homem de aproximadamente cinqüenta anos, grisalho e de semblante austero. A beleza de seu rosto se transmitira à sua filha. Revelando-se perspicazes, seus olhos eram de um lilás profundo. Pareciam enxergar tudo com extrema clareza em alguns momentos, enquanto em outros eram completamente cegos. Seu mundo solitário era povoado por figuras sofredoras. No início de sua carreira, permaneceu por muitos anos ignorado. Mais tarde, porém, seu trabalho passou a ser reconhecido e altamente valorizado. Hiashi mostrara-se indiferente em ambas as ocasiões. Pintava por prazer e a atitude dos outros não lhe importava.

Hinata serviu o chá e ofereceu pão caseiro e manteiga. Depois voltou-se para sair.

- Como se chama? - perguntou Hiashi polidamente ao visitante.

- Sasuke. Sasuke Uchiha.

Hinata encarou-o firmemente.

- Parece um nome importante, da capital. - observou.

- Tem razão - concordou ele. - Nasci num lugar que fica a cento e cinqüenta quilômetros daqui. Na verdade, esse é o motivo pelo qual eu me encontro por estes lados. Estou de férias e resolvi rever os locais dos quais guardo lembranças da infância.

- Que idade tinha quando partiu? - perguntou Hiashi.

- Dez.

Hiashi sorriu amargamente.

- Na infância vemos tudo de um ângulo diferente. As coisas parecem maiores e mais bonitas. Talvez fosse melhor não voltar para revê-Ias, sr. Uchiha.

- Sasuke - corrigiu ele. - Talvez esteja certo.

Hinata saiu, assobiando para Rex, que a seguiu imediatamente. A sombra de uma árvore formava estranhos desenhos na parede de pedra da casa. Pela porteira aberta, Hinata via ao longe as casas da fazenda brilhando ao sol.

Por ocasião de sua morte, Minato, o pai de Naruto, comprara as terras vizinhas e criou seus próprios animais, deixando a casa para Hiashi, seu amigo de infância. A amizade continuará, embora atualmente eles pouco se falassem e se encontrassem. Minato sempre ajudava Hiashi, quando necessário.

Hinata atravessou o campo, dirigindo-se para a fazenda. Rex ficou para trás, atraído por outras coisas do chão. Chamando por Kushina, entrou na cozinha. Enxugando as mãos no avental, ela veio ao seu encontro.

- Oi, querida!

- Posso usar seu telefone, Kushina? Um carro perdeu o controle na estrada e preciso chamar o mecânico para que venha buscá-lo.

- Alguém se feriu? - perguntou Kushina, ansiosa. - Quem é? Para chegar aqui de carro, deve ser louco!

- Um estranho - afirmou Hinata. - Vai ficar lá em casa até se recuperar do choque.

- Está muito ferido?

- Não. Somente sofreu alguns cortes e escoriações, mas está abalado.

- Imagino. Como Hiashi recebeu sua chegada?

- Apesar de saber da aversão dele pelos outros, ele agiu cordialmente - explicou Hinata, sorrindo. - Você conhece meu pai. Nosso visitante parece ser do tipo que o desafia.

- Oh, então é por isso? Bem... use o telefone, querida. Estou ocupada fazendo geléias de morango e amora. - Voltou a seus afazeres, deixando a outra à vontade.

Depois de telefonar, Hinata foi até a cozinha, que, iluminada pelo sol da tarde, exalava o cheiro das frutas. A senhora estava tão ocupada que logo ela se despediu para ir embora. Kushina lançou-lhe um rápido olhar.

- Direi a Naruto que esteve aqui.

- Onde ele está trabalhando?

- Nos Cinco Acres.

- Dê-lhe lembranças minhas - disse Hinata, saindo sob o olhar de Kushina, que admirava a graça e a beleza da jovem.

Ao voltar do terreno vizinho, Hinata encontrou Hiashi e Sasuke frente a frente num tabuleiro de xadrez. O pai ignorou sua chegada, mas Sasuke perguntou:

- Eles virão?

- Só amanhã cedo. Não podem vir antes. Quiseram saber qual a marca do carro, mas eu não soube dizer.

- É uma Lanbury.

- Uma Lanbury? - repetiu Hiashi, levantando rapidamente a cabeça.

- Eles não vêem um veículo desses há anos!

- Sim, mas espero que possam fazer alguma coisa. Talvez repor algumas peças.

- Está brincando! Não saberiam nem por onde começar!

Sasuke agora mostrou-se preocupado.

- Então, pelo menos que reboquem o carro para a capital! - Voltou a olhar para o tabuleiro e moveu uma peça. - Sua vez de jogar.

Hiashi concentrou-se no jogo mais uma vez. Hinata examinou a posição das peças e constatou, assustada, que Sasuke estava em situação vantajosa. Seu pai era um exímio jogador e ela nunca o vira perder.

Encarou o rosto duro de Sasuke e seus olhares se cruzaram, por um instante.

- Nunca usa sapatos? - quis saber ele, meio irritado.

Contemplou seus pés rosados e respondeu calmamente: - Os pés foram feitos primeiro.

Hiashi moveu outra peça e Sasuke fez uma jogada perigosa. Hiashi olhou-o firmemente.

- O que é você? Um grão-mestre? - perguntou secamente.

- Apenas um amador - afirmou Sasuke, sorrindo.

Hiashi levantou-se.

- Perdi - concluiu, sem rancor na voz. - Da próxima vez jogaremos a dinheiro.

Sasuke riu. - Ganhar não é tão importante assim, não é mesmo?

- Jogando com você, é - reconheceu Hiashi amavelmente, enquanto se dirigia para a porta. - Sinta-se em casa, Sasuke, mas não espere que lhe faça companhia. Trabalho a maior parte do tempo. Hinata providenciará tudo para que não morra de fome. Pode permanecer aqui o tempo que quiser, mas fique longe de meu estúdio. Não permito a presença de intrusos.

Sasuke não se perturbou com a franqueza de Hiashi. Concordou, dizendo: - Obrigado pela hospitalidade.

Depois que Hiashi se foi, Hinata perguntou:

- Está com fome?

- Um pouco.

- Uma salada não deve fazer o seu gênero. Desculpe, mas se acostumará a comê-las. Tenho ovos... Crio galinhas aqui. Quer alguns, quentes, para acompanhar a salada?

- Esqueça as verduras. Prefiro só os ovos, por favor.

Hinata foi para a cozinha. Ele a seguiu, encostando-se na parede ensolarada para observar melhor os movimentos da jovem.

- Não acha que deveria descansar um pouco? - sugeriu ela.

- Sou mais forte do que pareço.

- É incrível! Talvez seja um super-homem!

Sasuke deu uma gargalhada.

- É a primeira vez que a ouço dizer uma coisa divertida.

- Não estou brincando. Parece forte realmente, o tipo de homem que constrói impérios e dá ordens. Talvez a sua estrutura física dê essa imagem!

Sasuke passou a mão pelo rosto.

- Não tive queixas anteriores.

- E quem está se queixando? - continuou ela, deixando os ovos caírem na água fervendo. - Quanto tempo quer que os deixe ferver? Quatro minutos?

- Três e meio.

- Está bem - concordou, olhando o relógio da parede. Com gestos precisos, cortou algumas fatias de pão. - Nunca se casou, Sasuke?

Ele permaneceu em silêncio. Ela se voltou, esperando uma resposta.

- Desculpe, não queria ser intrometida. Não é sempre que tenho alguém para conversar... Suponho que fui longe demais.

- Como suporta esta vida? Não é justo para uma jovem da sua idade. Pode servir para seu pai, mas não é correto que você se mantenha isolada desta maneira.

- Eu gosto e já estou acostumada. Lembre-se de que passo a maior parte do ano no convento. - Sua expressão mudou neste instante. - Ou melhor, passava... É estranho pensar que não voltarei mais para lá. Sentirei falta.

- De estar no convento? Outro tipo de vida irreal. Estamos no século 21 e você está se alienando de tudo.

- Não estou perdendo coisa alguma. O tempo é relativo. Em algumas partes do mundo, os povos estão dois séculos atrasados em matéria de civilização e não se importam com isso. O tempo é apenas a sucessão das estações e seu sentido relaciona-se com a evolução da natureza.

- Isso é teoria do Hiashi?

- Não reconhece? É de Pascal.

- Pascal? - exclamou, surpreso. - Pensei que fosse um autor proibido para meninas de convento!

- É fascinante, entretanto. Papai costuma lê-lo quando vai se deitar.

- Ah, compreendo!

Retirou os ovos da água escaldante e colocou-os nos pequenos vasilhames apropriados.

- Aqui estão seu chá e os ovos - disse ela. - Todos somos produto da hereditariedade e do meio ambiente, sabe? Até mesmo você.

Seus olhares se cruzaram e Sasuke sorriu.

- Que idade pensa que eu tenho, Hinata.

- Quarenta, talvez - respondeu, estudando o rosto dele.

Uma estranha expressão surgiu em seu olhar.

- Tenho trinta e nove!

Hinata deu uma gargalhada.

- Perdão! Feri seus sentimentos?

O rosto de Sasuke continuava inexpressivo.

- Devia dar-lhe umas palmadas. Falou de propósito, só para me irritar.

- Percebi logo que se julga mais jovem e não resisti a uma brincadeira, desculpe.

- Então, além de tudo, me julga convencido!

- A maioria dos homens é... até mesmo meu pai.

Sasuke sentou-se e começou a descascar os ovos. Hinata, à sua frente, tomava chá.

- Não vai comer?

- Mais tarde, quando fizer o jantar de Hiashi.

- Você o ama? - perguntou de repente.

- Claro que sim! - concordou ela, surpresa. - Ele é meu pai!

- E isso é razão suficiente?

- Não crê que seja? Ele é bom para mim, não briga comigo e não me deixa faltar nada.

Sasuke fixou o olhar na mesa.

- E ele a ama?

Seguiu-se um silêncio pesado. Sasuke notou que o rosto dela refletia certa tristeza e que os lábios estavam trêmulos.

- Creio que não - afirmou calmamente. - Ele não pode me perdoar.

- Não pode perdoar o quê? - quis saber, intrigado.

- Por ter sobrevivido, enquanto minha mãe está morta. Ele a amava muito. Quando ela se foi, parte dele também morreu. O problema é que me pareço muito com ela e, cada vez que me vê, a imagem dela lhe vem à mente. Por isso, procura não olhar para mim.

De lábios cerrados, Sasuke a encarava seriamente.

- Compreendo. Foi ele que lhe disse isso?

- Não. Descobri sozinha. Kushina e Minato me contaram o resto.

- Quem são eles?

- Os proprietários da fazenda onde estive esta tarde. Minato foi colega de escola de Hiashi e conheceu minha mãe.

- Pensei que seu nome fosse Naruto.

- Esse é o filho deles. - Neste momento, seu rosto se abriu num sorriso. - Naruto é muito bom. Gostará dele.

- Que idade tem? - perguntou Sasuke, terminando de comer os ovos.

- Vinte e três.

- Solteiro - adivinhou ele.

- Sim - confirmou de modo divertido.

- É seu namorado? - indagou, enquanto tomava chá.

Surpresa, Hinata ergueu a cabeça.

- Por Deus, não! Eu nunca tive um! Papai ficaria furioso!

- Por quê?

- Para ele, seria mais uma evidência de que estou crescendo. Já lhe expliquei. Ele deseja que eu permaneça criança o mais que puder. Assim que me tomar adulta, ele me mandará embora.

Sasuke colocou sua xícara sobre a mesa, nervosamente.

- Ele fará o quê?!

- Você ouviu.

- Mas é seu pai!

- Quando eu me tomar realmente uma mulher, ele desejará que eu vá embora. Minato também pensa assim. Papai é diferente das outras pessoas. e preciso entendê-lo. No momento em que achar que posso tomar conta de mim, me porá fora do ninho. Não se trata de maldade de sua parte. Ele apenas quer ficar sozinho e me suporta enquanto julga que eu não o atrapalho. Bem, se eu começar a usar roupas femininas e sair com rapazes... compreende?

- Sei apenas que ele é uma pessoa extremamente egoísta! - Hinata notou que ele estava bastante irritado.

- Hiashi é um gênio! - continuou. - Na sua idade, não mudará. Nem eu desejaria que isso acontecesse. Quando sentir que tenho condições de tomar-me independente, partirei.

- E para onde irá? Tem algum plano?

- Ele quer que eu faça um curso de artes. Ainda vou resolver.

- Tem alguma vocação artística? Por acaso herdou seu talento?

- Sei desenhar, mas não com a mesma habilidade de Hiashi. Contudo, espero poder dedicar-me ao desenho industrial. Não tenho certeza de que me interessa ingressar no mundo da arte. Quando souberem que sou filha de Hiashi, exigirão muito de mim, e não suportarei empanar o brilho de seu nome. Preferia trabalhar num lugar onde nunca tivessem ouvido falar dele. - Levantou-se e sorriu. - Venha ver os quartos. Escolherá o que mais lhe agradar. Tem malas no carro? Disse que estava saindo de férias.

- Tenho. Vou buscá-las.

- Pode ficar sossegado. Deixe-as lá, por enquanto. Ninguém passa a aquele lugar. Agora, venha escolher os seus aposentos e descansar.

Seguiu-a pela escada acima, com Rex atrás deles, pulando de um lado para outro. Num dos degraus, Hinata tropeçou e foi amparada por Sasuke.

- Você é muito descuidada com estranhos - lembrou ele, um tanto irritado. - Nem mesmo quis saber quem sou, de onde venho ou no que trabalho.

- De onde veio? No que trabalha? - repetiu, rapidamente e em tom de brincadeira.

- Moro em Londres, negocio com produtos de importação e exportação.

Ela abriu duas portas, mostrando-lhe os quartos austeramente mobiliados, no mesmo estilo antigo da sala de estar.

- Este é mais bonito - comentou ela, observando-o. - Tem vista para o campo. Nas manhãs claras poderá vê-lo em todo o seu esplendor.

- Então fico com este - concordou Sasuke, entrando.

Ela abriu a janela. O aroma do campo penetrou no ambiente com a brisa. Apoiada no batente, Hinata contemplava a paisagem. Ele se aproximou dela.

- Maravilhosa, não? Na Itália, eu costumava me lembrar dessa paisagem na hora de me deitar. O convento também tinha uma vista bonita, mas eu prefiro esta.

- Eu poderia ser um assassino fugindo da polícia e isso não preocupou você nem seu pai - comentou ele, estranhando a falta de curiosidade de ambos.

Hinata examinou devagar aquele rosto atraente.

- Não, com esses olhos - afirmou, segura de sua impressão.

- Como assim?

- Você pode ser até cruel - continuou, pensativa. - Ou mesmo rude. Um homem difícil de ser desafiado num tabuleiro de xadrez e talvez mesmo numa sala de estar. Por outro lado, não é um criminoso, mas...

- Mas não muito honesto? É isto que quer dizer?

- Não mencionei isso.

- Você tem um modo diferente de encarar o mundo. É uma jovem muito inocente. Seu pai não a ensinou a se defender.

- Do quê?

- De mim, por exemplo... Posso ser perigoso para você, mas isto nunca lhe ocorreu. - Disse ficando atrás dela, e sussurrou. - Simplesmente me deixou entrar em sua casa sem me perguntar nada. Não espero que uma menina de- sua idade pense nisto. Mas um homem com a experiência dele deveria saber resguardá-la melhor.

- Está querendo dizer que poderia ser um assaltante? O que haveria aqui para roubar?

- Você.

- Eu? Quer dizer me raptar? - perguntou, rindo.

- Meu Deus, menina! Será que tenho que lhe explicar tudo? Seu pai me deixou sozinho na casa com você. Não há mais ninguém por perto. Poderia me aproveitar da situação e você não poderia se defender.

- Para onde me levaria? Não tem nem mesmo um carro.

Ele fechou os olhos. Depois riu e ela o acompanhou.

- Você não é tão tola. Sabe exatamente a que me refiro.

Hinata fugiu de urna resposta direta.

- Papai confia no seu próprio julgamento, pois tem muita perspicácia para analisar as pessoas. E eu confio em mim também. O que poderemos saber de você senão o que nos conta? Poderá estar mentindo. Por isso, acreditamos na nossa capacidade de observação. Ele gostou de você. Como isso é muito raro, significa que poderei fazer o mesmo. - Sorriu abertamente para ele. - Eu gosto de você, Sasuke. Está feliz agora?

Com as mãos nos bolsos, ele se afastou, virando-lhe as costas.

- Você é meio maluca... mas obrigado. Sinto-me lisonjeado.

 



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