História RED - Tons de Vermelho - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Gaahina, Naruhina, Naruto, Sasuhina, Sasusaku
Exibições 176
Palavras 2.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigado aos leitores fantasmas \õ/ - E a os 48 FAVORITOS EM APENAS TRÊS CAPITULOS! ♥
- Vocês são INCRÍVEIS ! ★★★

OBRIGADO Tbm a ~MiuL Já considero muito, foi um amor nos comentários, à louca da ~larymiau, a nossa querida ~VampiraPerigosa que sempre acompanha tudo o quê eu escrevo, a fofa da ~Maria89 ♥

E por último, a ~M_Rodrigues que deu todo seu amor e apoio, a fanfic, e que me surpreendeu a cada palavra escrita ! ♥

Espero que gostem do capitulo, por enquanto é só felicidade. ..mas até quando..escrevi o capítulo ouvindo Daugther-Candles, a música é INCRÍVEL ! ♥

Tenham uma boa leitura ; 3

Capítulo 4 - Primeiro Encontro


Fanfic / Fanfiction RED - Tons de Vermelho - Capítulo 4 - Primeiro Encontro


Na manhã seguinte, sentada na porteira e se balançando como um garoto enquanto Sasuke falava com o mecânico, ouvia pedaços da conversa.

- É um belo carro, mas eu não sei...

Naruto chegou no trator, com o cabelo loiro curto brilhando ao sol. Desligou o motor barulhento do veículo e desceu, aproximando-se do carro com visível admiração.

- Creio que posso consertá-lo - afirmou, examinando os danos. - O estrago não foi grande. Precisa de um novo pára-brisa e alguns retoques de funilaria. Quanto aos freios, podem ser restaurados facilmente.

O mecânico parecia ofendido.

- Não diria que é tão fácil assim - protestou, dirigindo-se para Sasuke. - Naruto é um amador! Vou rebocar o carro para a oficina.

Relutante, Naruto deixou o carro e foi para junto de Hinata, na porteira.

- Como vai seu pai? Sempre ocupado? Mamãe me disse que tinham um visitante. Veio para conhecer o trabalho de Hiashi?

- Três perguntas de uma só vez! - gracejou ela. - Gostou do carro, não foi, Naruto? Sabia que isso ia acontecer! - Ficava feliz quando o via assim, feliz com seu passatempo favorito.

- Vai haver um baile no próximo sábado, na vila - disse ele, depois de algum tempo. - Para arrecadar fundos para a compra de uma mesa de bilhar. Quer ir?

Hinata sacudiu a cabeça. - Não sei dançar e, além disso, não tenho um vestido.

- Pois compre um ! Eu a ensino a dançar, Hinata. Teria muito prazer em fazer isso.

Ela continuava a sacudir a cabeça.

- Sabe que meu pai não aprovaria.

Naruto conhecia bem Hiashi e sacudiu os ombros.

- É uma pena! Gostaria que você fosse comigo. Já tem idade suficiente, Hinata.

- Pode tirar seu trator dali, por favor? - perguntou Sasuke, aproximando-se deles. - O mecânico quer sair agora.

Naruto olhou-o longamente e, sem dizer uma palavra, dirigiu-se para o trator. Ligou o ,motor barulhento e sumiu colina abaixo. O carro, agora rebocado, começou a se mover lentamente. Hinata fechou os olhos e ergueu o rosto para que o sol batesse em cheio nele, sentindo seus raios como uma carícia.

Sasuke a observava em silêncio e ela sentia seu olhar.

- Gostou do Naruto? - perguntou. Naruto era seu único amigo e ela queria que todos gostassem dele.

- Você gosta? - quis saber Sasuke, surpreendendo-a.

- É claro! - afirmou, abrindo os olhos. - Eu o conheço desde pequena.

- Ele já a beijou?

Contraindo a testa, ela saltou da porteira.

- Você tem idéias esquisitas - disse, enquanto caminhava. Ele a seguiu, com as mãos nos bolsos.

- É um belo rapaz - continuou secamente. - Homens e mulheres fazem isso há séculos. É o que faz a vida continuar. Não sabe disso, Hinata? Mesmo no convento, deve ter ouvido falar sobre amor.

- Eu já lhe disse que ainda não sou uma mulher feita.

- E um dia vai reconhecer a linha divisória?

- Suponho que sim... como saberei?

Sasuke deu uma gargalhada.

- Quer que lhe diga? - E depois de uma pausa: - Ou que lhe mostre?

Alguma coisa em seu tom de voz a perturbava.

- Você não é mulher. Como pode saber? 

- Tenho uma vaga idéia.. Ou prefere continuar ignorando, Hinata? 

- Acho que o encanto da vida está em descobrir as coisas por si mesmo.

- Uma típica resposta feminina. 

- O que gostaria de fazer hoje? - indagou. 

- Meu Deus, como gostaria que soubesse - murmurou ele. 

Hinata sentiu-se corar. Seu coração disparou sobre o olhar insistente dele. Ela própria se surpreendia. Sasuke exercia um estranho fascínio sobre ela, diferente de tudo o que já sentira antes. 

- Que tal andarmos a cavalo? - sugeriu. - Alugam cavalos na fazenda e poderíamos ir até o Resort Senju. Podemos fazer um piquenique.

- Senju! - repetiu ele, sonhador. - Estive lá na minha infância. Gostaria muito, Hinata.

- Sabe por que tem esse nome? - perguntou mais tarde, quando caminhavam carregando uma cesta com sanduíches e uma garrafa de chá.

- Não - disse ele. - Por quê?

- Não tenho a menor idéia! - Achou graça na expressão irritada dele.

- Você é uma gozadora, sabe disso?

Hinata continuava a rir e simplesmente conseguiu desculpar-se.

- Mas é encantadora! - continuou com voz séria, enquanto ela permanecia em profundo silêncio.

Caminharam lado a lado por um túnel de árvores e chegaram em frente à casa da fazenda. Kushina estava curiosa a respeito de Sasuke, observando-o disfarçadamente, enquanto escolhia os cavalos. Separando as montarias, Kushina achou Sasuke muito habilidoso para tratar com o imponente Kagami, que arreganhou os dentes amarelos para mordê-lo. Sasuke revidou, batendo-lhe no focinho. Escavando o ar com a pata, o animal parecia reconhecer que encontrara um adversário à altura. A égua de Hinata, Kaguya, tinha um olhar meigo e doce, quando se voltou para cheirar a sacola de Sasuke.

- Ela fareja as maçãs - explicou Hinata, divertida. - Adora mastigá-las com seus dentes brancos e fortes.

Cavalgaram pelos campos, debaixo de um sol brilhante e quente. O céu era de um azul claro e límpido. Pássaros voavam, tornando o cenário mais alegre. Inclinando-se para a frente, Hinata procurava aliviar os cavalos do ataque das moscas pousadas em seus focinhos. 

- Antigamente as pessoas costumavam usar velas com folhas para alimentar o fogo - explicou ela. - Havia praticamente uma indústria aqui.

- Como carvão vegetal - completou ele e, imediatamente, ela percebeu que Sasuke tinha conhecimento do fato.

Parando, Hinata contemplou o horizonte azul. A fábrica ao ar aberto, abandonada se estendia, deserta e bela, por quilômetros e quilômetros, coberta de árvores. Carneiros pastavam, procurando algum capim no terreno seco.

- Habitantes zumbis... - disse ela rindo, seguindo a. direção do olhar de Sasuke.

- Eu sei.

-Tinha a impressão de que já sabia. - E, franzindo o nariz, rindo, com malícia, continuou: - Você conhece tudo!

Os olhos onix dele brilharam, revelando todo o seu charme.

- Sua Pestinha... - falou suavemente. E, inclinando-se, beijou a pontinha de seu nariz.

Desta vez, ela não sentiu pânico, nem medo. Simplesmente sorriu, enquanto ele se afastava. Gostara do gesto de carinho. Hiashi nunca foi carinhoso com ela e nunca a acariciara quando criança. Sentira-se maravilhada com aquela atitude de ternura e, num impulso, quis retribuir o beijo, pretendendo acertar o nariz dele. Mas Sasuke virou o rosto rapidamente e Hinata acabou beijando seus lábios.

- Uma corrida até o Resort Senju! - E Sasuke partiu na disparada.

Quando chegaram ao topo, Hinata estava sem fôlego e Kaguya bufava de cansaço. Sasuke já estava de pé e Kagami pastava pela grama verde. Sasuke ajudou-a a descer e ela se viu em seus braços.

- Kaguya não pode competir com Kagami! Isto não é justo! - brincou ela.

Abraçando-a com força, ele examinava as feições delicadas como se quisesse memorizá-las. Seus lábios encontraram os dela. Desta vez, Hinata cerrou os olhos, sentindo a pressão daquela boca máscula na sua. Ouvia ainda as batidas do coração dele, como se tivesse acabado de participar de uma corrida, e as do seu próprio, saltando no peito. Sufocada, procurou afastar-se dele, empurrando-o com os punhos fechados. Sasuke deixou-a em paz, mas olhava-a de modo estranho, como se estivesse esperando uma resposta de alguma pergunta.

- Preferia que não fizesse mais isso - afirmou ela francamente. - Não consigo pensar e me sinto tonta.

- Eu também me sinto meio tonto. Mas por razões diferentes. Então, não gosta quando eu a beijo?

- Não é bem isso - quis explicar, tentando ser justa. - Gostei do beijo no nariz. Foi muito bom!

- Por que seu coração está batendo tão depressa? - perguntou, colocando a mão em seu peito.

Hinata ficou perplexa. Sentia o intenso calor daquela mão com dedos longos apoiada ,em seu peito, por cima da camisa de algodão.

- Talvez seja por você quase ter me sufocado - comentou ela.

Sasuke riu gostosamente.

- Talvez - repetiu.

- Vamos comer nosso lanche?

Retirando a mão de seu peito, sem mais comentários, ele concordou. Hinata sentou-se na grama e olhou para o horizonte. As montanhas, os campos muito verdes, tudo formava um cenário encantador. Os cavalos pastavam calmamente ali perto. Sasuke acomodou-se ao seu lado e abriu a cesta. Imediatamente, Kaguya se aproximou, metendo o focinho na cesta e farejando. 

- Dê-lhe uma maçã, pelo amor de Deus! - pediu Hinata. 

Sasuke tirou duas e deu uma para cada animal. Ambos se afastaram, felizes da vida. Depois serviram-se dos sanduíches, saboreando e sentindo o aroma do pepino e da alface. 

- Descobri que estou faminta! - afirmou Hinata, mordendo o sanduíche.

Depois de terem comido e bebido tudo o que haviam levado, recolheram os restos do piquenique na cesta e deitaram-se na grama, sob o sol. Hinata começou a sentir-se sonolenta, debaixo daquela atmosfera quente e calma. Parecia ter acabado de adormecer quando a mão forte de Sasuke enlaçou seu pescoço e ergueu sua cabeça. Abrindo os olhos, viu que ele se inclinava para ela e apressou-se em dizer, como se não o visse há muito tempo:

- Oi!

- Oi! - respondeu ele. - Estava sonhando? Quando cochilava, emitia alguns ruídos... como se fosse um bebê sonhando com coelhinhos fofos de olhos liláses.

- Não me lembro de meus sonhos, se é que os tive... - Ela riu. - Pelo menos, creio que foram agradáveis.

- Talvez estivesse acontecendo isto... - continuou suavemente, enquanto seus lábios desciam para encontrar os dela.

- Não! - protestou Hinata, sentindo o coração bater descompassado. - Tenho certeza de que não era isso!

- Pois era com o que eu sonhava - afirmou ele, tranqüilo.

- Sasuke, por favor, pare!

Os olhos negros dele não se desgrudavam do rosto ruborizado de Hinata.

- Parar com o quê?

- Não quero que fique tentando me namorar!

- Então sabe o que estou fazendo? Eu devia imaginar.

- Como você mesmo disse, não sou burra. Compreendo que esteja gostando do jogo, mas eu não.

- Por quê?

Hinata desviou o olhar, muito corada e sem responder. Sasuke segurou seu queixo, obrigando-a a encará-lo novamente. Baixando as pálpebras, ela procurava não o fitar.

- Por que não, Hinata? - insistiu.

Lentamente, ela ergueu o olhar. Seu coração batia apressado. Os lábios firmes de Sasuke se aproximavam dos dela e, quase sem perceber, ela levantou a cabeça. O contato de suas bocas fez com que um estranho arrepio lhe percorresse o corpo. Não sabia até aquele momento o quanto desejava que ele a beijasse. Somente sentia aquela curiosa sensação crescendo dentro dela.  Correspondeu ao beijo, passando os braços pelos ombros dele e apertando, com seus dedos, aquele corpo másculo. Era uma emoção nova, totalmente desconhecida. Uma certa debilidade tomava conta dela.

Agora, Sasuke beijava sua face, seu pescoço e mergulhava o rosto em seus cabelos. Os dedos de Hinata percorriam o contorno de seu peito forte e viril. Nunca lhe ocorrera que o contato físico pudesse provocar tamanha sensação. Estava completamente trêmula e desejava que ele a beijasse outra vez. As mãos de Sasuke pressionavam os ombros dela de encontro à grama, sentindo uma certa infantilidade naquele corpo jovem. Lentamente, suas mãos começaram a ousar mais e mais e ela o impediu de prosseguir, com um gesto brusco. Então, ele parou, querendo ler em seus olhos qual fora a reação que provocara. Mas, com as pálpebras baixadas, Hinata impedia que ele tirasse qualquer conclusão.

- Hinata... - sussurrou, ofegante. - Hinata... - 

Parecia faltar-lhe o ar. Os lábios dele continuavam percorrendo seu pescoço e face, buscando carícias ainda mais íntimas. Sem saber como agir, Hinata debatia-se inutilmente, sentindo porém o êxtase daquele momento.

De repente, ele se sentou e afastou-se dela.

- Como isso pôde acontecer? - murmurou em voz baixa. Abrindo os olhos, Hinata notou que o brilho de sensualidade ainda persistia em seu olhar.

- Precisamos ir embora! - disse ele bruscamente, levantando-se.

Hinata permaneceu deitada, tonta por algum tempo. Depois arrumou a blusa e ergueu-se lentamente, sentindo as pernas fracas. Como tudo aquilo aconteceu? Ela também se fazia a mesma pergunta, enquanto o seguia até o lugar onde Kaguya continuava a pastar. Montaram os animais e dirigiram-se para casa. O rosto de Hinata ainda estava corado e seus olhos transmitiam o brilho da paixão, que ela desconhecia até aquele momento. Sentia-se como uma criança que, depois de dormir muito tempo ao sol, se levanta com o corpo quente e a mente desorientada.

Enquanto seguia Sasuke pela campina, ela observava cuidadosamente sua figura atraente e máscula. Pensou, então, que ele não a considerava uma mulher sensual. Com seus quase quarenta anos, já passara inúmeras vezes por aquela situação desconhecida e nova para ela. Já tinha lido vários romances que falavam sobre o amor, mas estes jamais poderiam a prepara para a emoção que sentiu com Sasuke. Para ele, o que se passara em Senju era apenas uma brincadeira. Para si própria, não sabia ao certo o que aquilo significava. Tinha somente a noção de que algo se modificara radicalmente em sua vida, desde o momento em que ele a tomou em seus braços
 


Notas Finais


O link da minha outra fic : https://spiritfanfics.com/historia/o-marido-substituto-7040265 - ESPERO QUE GOSTEM ♥


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