História RED - Tons de Vermelho - Capítulo 5


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Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Esposadosuga, Gaahina, Minahina, Minakushi, Naruhina, Naruto, Sasuhina, Sasusaku
Exibições 189
Palavras 1.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Putz ! Eu nem sei como agradecer a vocês pelos 59 favoritos ! ♥ - Tudo isso só com 4 capítulos, é tão surreal *-*

Hoje vamos passar um tempo com a família uzumaki ! XD

- É capaz de eu não postar todos os dias, por quê eu sofri um acidente ontem, e estou tomando remédios, eles dão muito sono ! ; (

Quero agradecer, a fofa da ~ Yumitoddynho, a ~ vampiraperigosa , a piscico ~miul que quer matar a sakura kk, a descolada e cool ~ Shimari-hyuuga porquê fazemos dos comentários um chat
. .

E leitores fantasmas eu sei que vocês estão lendo, e a hora que lêem , por quê aparece 50 visualizações em menos de oito minutos -- PELO AMOR DO DIVO G-DRAGON, ME DÊEM UM SINAL VIDA ! ; (

Agora vou parar de falar, boa leitura ! ♥

Capítulo 5 - Naruto Uzumaki


Fanfic / Fanfiction RED - Tons de Vermelho - Capítulo 5 - Naruto Uzumaki

 

Naquela noite, Hiashi não saiu logo após o jantar. Em vez disso, sugeriu a Sasuke que jogassem outra partida de xadrez. Seus olhos brilhavam maliciosamente.

- Desta vez vou ganhar! - insinuou.

- Está bem - concordou Sasuke, imperturbável. 

Observou Hiashi arrumar o tabuleiro, recostado no sofá, relaxado e calmo. Hinata acomodou - se , a uma cadeira, parecendo mais uma criança, sentada sobre os pés nus, com a cabeça entre as mãos, pronta para assistir à partida. Seu olhar cruzou com o de Sasuke e ambos sorriram carinhosamente. Naquele momento, ela estava confusa, sem saber por quem torceria. 

Tinha o pressentimento de que o resultado daquela disputa seria algo mais do que uma simples vitória no jogo. A superioridade intelectual de Sasuke a perturbava. A fria e calculada segurança dele se apresentava como uma armadura de aço. Ela se sentia como Davi diante de Golias, desarmada e indefesa. No entanto, tinha certeza de que também não desejava a vitória do pai. Por outro lado, não queria que Sasuke fosse derrotado e isso era o mais importante. Não admitia ver Sasuke perder coisa alguma.

Hinata passara anos treinando a autodisciplina. Sasuke podia desejar que ela conversasse com ele durante a longa batalha a ser travada. Mas ela permanecia impassivelmente muda e quieta como uma estátua, somente observando, analisando e assistindo. Em dado momento, ela se moveu, pois seu corpo tinha menos controle do que sua mente, procurando uma posição mais confortável. Sasuke reparou que ela coçava tranqüilamente os dedos do pé. Hiashi observava atentamente a expressão do parceiro. Depois de uns momentos, Sasuke voltou-se para o tabuleiro.

- Sua vez de jogar - manifestou-se Hiashi delicadamente e Sasuke segurou uma peça.

Hinata olhou para ambos, ouviu a voz do pai e julgou que se Sasuke a movimentasse, ficaria em posição desvantajosa. Conteve-se para não o avisar, cerrando os lábios com força.  Sasuke hesitava, segurando a peça. Hinata viu um sinal de preocupação estampado em seu rosto. A seguir, Sasuke soltou-a e contemplou o tabuleiro, pensativo. Alguns momentos depois, completou a jogada. Hiashi deu uma risadinha divertida. Ambos se olharam e sorriram amistosamente. O coração de Hinata se sentiu aliviado. A tensão passara.

- Hinata, faça um café, por favor - ordenou Hiashi, sem olhar para ela.

Levantou-se e espreguiçou-se, devido ao longo tempo em que permanecera imóvel. Sasuke acompanhou seus movimentos. Caminhando na ponta dos pés, dirigiu-se para a cozinha e fez o café. Quando entrou na sala com a bandeja, Hiashi disse energicamente: - Agora, Hinata, vá para a cama.

- Oh, mas... - Começou a protestar, mas deteve-se antes  do olhar silencioso do pai. Jamais resistira a uma ordem dele e não seria agora o momento para fazer isso. Sasuke a observava, com o rosto inexpressivo. Suspirando, se despediu-se com um tom de mágoa na voz: - Boa noite, pai. Boa noite, Sasuke. 

Em seu quarto, trocou de roupa, vestindo uma camisola de algodão. Foi até a janela e ficou olhando a lua distante, relembrando os momentos que passara no Resort Senju, quando Sasuke despertara uma sensação nova nela. Apesar de calma, notava alguma diferença em seu modo de pensar. Sua vida se mudará naquele dia. Não sabia ainda ao certo por quê, mas não seria nada fácil pegar no sono. Mais tarde, ouviu os dois homens subindo as escadas cuidadosamente, entrarem em seus quartos e ajeitarem-se para dormir.  Conhecia os passos do pai, mas não prestava atenção senão nos ruídos dos movimentos de Sasuke. Ouviu o barulho do interruptor de luz e imaginou-o deitando-se na cama igual à um cachorrinho em sua cesta de dormir. Suas pálpebras começaram a tornar-se pesadas e, finalmente, adormeceu.

Na manhã seguinte, encontrou Sasuke na cozinha, comendo uma torrada.

- Dormiu bem? - perguntou ele.

- Sim - afirmou. - Para sua surpresa, estava mentindo. Nunca sentira necessidade de agir assim antes. Tivera um sono agitado: sonhara e acordara muitas vezes durante a noite.

Sasuke examinava seu rosto, enquanto ela se servia de uma xícara de chá e passava manteiga numa fatia de torrada.

- Isso é tudo o que vai tomar e comer agora? - quis saber irritado.

- É assim que me alimento sempre - explicou.

- Você é muito magra!

- Não, não sou!

- É o que você pensa - continuou, ríspido. - O pior é que acha que está sempre certa!

- O que há de errado? Está zangado comigo por alguma coisa? - Como agir diante daquele homem estranho que, de repente, se tornara tão importante para ela? Virou-se para disfarçar a perturbação que sentia com seus pensamentos confusos . Depois de algum tempo perguntou: - O que faremos hoje?

- Não estou disposto a divertir crianças! - afirmou cruelmente, trincando a torrada com os dentes. - Pretendo ir a pé até a vila, pegarei uma condução até Capital. Hiashi me informou que há um ônibus logo mais e vou sair daqui a dez minutos.

O que aconteceu com ele? Por que ele falava daquela maneira? Entretanto, sua vida com Hiashi a preparara para as rápidas mudanças de humor dos homens. Baixou a cabeça resignada, sem ousar perguntar se poderia ir junto. Estava claro que ele não desejava a sua companhia.

Sasuke terminou o café e levantou-se.

- Ficará bem sozinha?

- Naturalmente! - garantiu, sem encará-lo.

Ele vacilou por alguns segundos, mas depois virou as costas e saiu da cozinha. Trêmula, Hinata sentou-se. Acostumara-se a não fazer parte da vida do pai, mas não se conformava em receber o mesmo tratamento por parte de Sasuke.
 

Começou a limpar a casa e, durante uma hora, ficou nessa tarefa. Quando estava na escola, Hiashi fazia isso uma ou duas vezes por semana. Agora estava satisfeito por deixar esse trabalho a cargo dela. Recusava-se a admitir uma faxineira. Por julgar que seus hábitos eram simples, não via muita necessidade disso.

Terminado o trabalho, Hinata chamou Rex e saiu para um passeio pelo campo. Num canto calmo da fazenda, ajoelhou-se, admirando o céu azul, cujas pétalas balançavam com a brisa. Havia poucas flores naquele lugar e sentia-se alegre por tê-las encontrado. Isso melhorou o seu humor. Sentou-se na grama e aproveitou para tomar sol, com Rex ao seu lado, latindo feliz, de vez em quando. De pernas cruzadas, como uma menininha, Hinata apanhou algumas flores e fez um colar, que colocou ao redor do pescoço. Esqueceu-se de Sasuke. Sentia-se livre, amava o sol, o ar puro e o aroma do campo.

 Lembrava-se de sua infância, quando passeava com Hiashi e aprendia com ele os nomes das plantas. Deitou-se de costas, brincando com um ramo de capim entre os dedos, e cerrou os olhos. O som emitido pelos grilos a envolvia. Com pena do inseto que pegou na mão, soltou-o e viu-o voar para longe, desaparecendo na paisagem. Deitou-se novamente e teve um cochilo agradável. A manhã passou rapidamente. Ela dormiu por duas horas, depois daquela noite de insônia.

Ao acordar, voltou para casa e preparou o almoço de Hiashi. Seu pai comeu em silêncio e, somente quando ia deixando a sala, foi que perguntou:

- Onde está Sasuke?

- Foi até Capital.

Hiashi saiu sem fazer nenhum comentário. Hinata terminou sua tarefa doméstica e seguindo um impulso, foi até a fazenda principal. 

Kushina, Minato e Naruto estavam na cozinha, rindo e conversando, depois do almoço. Ficaram agradavelmente surpresos com sua chegada. Kushina ofereceu-lhe uma xícara de café. Ela agradeceu, sentando-se à mesa com os homens. Gostava de sua companhia e se sentia à vontade com eles, pois os conhecia desde pequena.

- Você está queimada. Andou tomando banho de sol? - perguntou Naruto, que conhecia sua paixão pelo sol.

- Durante toda a manhã estive no campo.

- Hiashi continua trabalhando? - quis saber Minato, interessado. Apesar de não gostar de artes, orgulhava-se de Hiashi, por tê-lo conhecido a vida toda e por tê-lo morando ali. Muitos jornalistas e críticos de arte tinham vindo até a fazenda para tentar conhecê-lo e entrevistá-lo, mas simplesmente eram expulsos com a maior indiferença por Hiashi. 

Na parede de sua casa, Minato tinha uma tela dele em branco e preto. Minato não economizava em palavras, mas gostava muito do amigo. Hinata sabia disso e agora sorria para ele, reconhecendo sua honesta amabilidade. Naruto herdará do pai suas qualidades. Era forte e gentil, como as árvores que cresciam junto à casa. Estavam lá há anos e continuariam assim ainda por muito tempo, costumava dizer Minato orgulhosamente. Hinata se comovia ao vê-los.

- Ele nunca me fala a respeito de seu trabalho - comentou ela, pensativa.

- Ah! - disse Minato, confortando-a carinhosamente. - Ele é um artista, sabe? E não gosta de falar.

- Isso é verdade.

- O que houve com o moço de Londres? - perguntou Naruto, com uma ponta de ironia na voz.

Hinata olhou-o francamente, chocada com sua maneira de falar.

- Foi a Capital esta manhã. Não gosta dele, Naruto? - Mostrava-se desapontada, pois desejava que os dois se dessem bem. Ela possuía poucos amigos. Era uma pena que não se entendessem.

Kushina observava-os e Minato concentrava-se em acender o cachimbo.

- Ele não combina conosco. As pessoas deviam ficar no meio a que pertencem. 

- Ele nasceu perto daqui - protestou ela, rindo. - O que quer dizer o meio a que pertencem?

- Londrinos... São tipos esquisitos, sofisticados. Repare nele, Hinata. Tem idade para ser seu pai!

Hinata sentiu-se surpresa, vendo que Naruto se preocupava com seu comportamento. Era bobagem, pensou ela, pois confiava em Sasuke e Hiashi também tinha a mesma opinião. Mas por que Naruto duvidava? Não era muito próprio dele desconfiar das pessoas.

- Hiashi gosta dele - ponderou ela, certa de que seu pai tinha olhos de lince para descobrir a falsidade no ser humano.

- Oh, Hiashi! Seu pai não é uma garota!

Hinata encarou-o, admirada. Kushina observou-a por um instante e depois voltou-se para o filho: - Agora basta, Naruto! Você só o viu uma vez! Conceda-lhe ao menos o benefício da dúvida.

- Dúvida? - repetiu Hinata. - Do que estão falando?

- Nada, nada! - Disse Kushina, apressada, antes que Naruto dissesse o que estava na ponta de sua língua. - Vocês dois não têm o que fazer? 

- É claro que temos! - confirmou Minato, levantando-se. - Vamos seu preguiçoso! De volta a fábrica!

Naruto o seguiu, lançando um último olhar para Hinata.

- Tem certeza de que não quer ir ao baile? - insistiu, da porta.

- Já lhe disse que não tenho roupa adequada.

Kushina olhou seus pés descalços.

- E, pelo jeito, nem sapatos. O que Hiashi está pensando?

Depois que saíram, Hinata explicou: - Eu tenho um par de sapatos pretos que usava na escola. Mas aqui estou acostumada e gosto de andar descalça.

- Parece uma ciganinha! - afirmou Kushina, reparando naquele corpo de moça, nos jeans que vestia, na pele queimada de sol e nos pés descalços.

- É isso mesmo o que sou! - concordou alegremente. - Uma definição perfeita para o meu jeito de ser!
 


Notas Finais


Como o nome diz : esse capítulo é sobre os Uzumaki, agr o próximo capítulo, O PRÓXIMOOOOOOO - VAI SER TIPO - TIRO, PORRADA E BOMBA - Preparem os coraçõeszinhos ♥ '

Oqe acharam do Naruto com ciumes !?


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