História Red Dress. - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~monwriters

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Won Ho
Tags Changkyun, Hoseok, Monsta X, Monwriters, Wonho, Wonkyun, Xcollab
Visualizações 60
Palavras 576
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Fluffy
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


................... oi?! ......................
desculpa gente, fiquei atolada de coisa o dia inteiro e não deu pra postar a OS do projeto monwriters antes, mas tá ai, espero que gostem, tá curtinha porque é isso rs.
beijos no coração e daqui a pouco eu tô de volta.

yep, a mulher é o Hoseok.
lidem com isso.

Capítulo 1 - Único.


Eu olhava pra ele. É engraçado como a gente sempre acha que a solidão é atrativa, mas quando se vê isolado do mundo a loucura se faz presente, não é? E foi no meio dessa loucura que eu o encontrei.

Não, eu odeio essa ideia frívola de “salvador”, afinal eu não sou nenhuma mocinha, princesa, em um castelo esperando pelo príncipe encantado. Gosto de pensar nele como o garoto de sorriso fácil, gentil, voz grossa e humor ácido, que me atraiu enquanto minha vida se tornava uma grande merda.

Ele era a calmaria que eu estava precisando, e depois veio a tempestade, e a calmaria, e a tempestade, e a calmaria... Também é engraçado como o amor consegue transformar situações tão pequenas em quase apocalípticas e a tranquilidade some em questão de segundos, mas é normal no fim das contas.

É normal querer esganar aquele pescoço de vez em quando, afinal custa colocar o tênis do lado da droga da porta? É normal correr para o banheiro pra ver quem chega primeiro e se negar a sair de lá mesmo sabendo que o outro está em um estado de necessidade maior que o seu, e quando finalmente o der passagem, e deixar que ele utilize o vaso, correr pela casa fugindo das cócegas que você sabe que vai receber por ter se trancado no banheiro enquanto o outro quase cagava nas calças.

E mais normal ainda é olhar pra ele.

Changkyun tinha olhos felinos que eu amava, e amava ainda mais quando estes me analisavam da forma que faziam agora, praticamente despindo o vestido vermelho colado ao meu corpo, o vestido que ele me deu de presente de casamento. Segurou meus cabelos longos pelos dedos precisos e me puxou delicadamente forte para perto. Ah, como eu amava quando ele me tocava dessa forma. Tão rude, mas tão carinhoso. Deixou um singelo selar em meu pescoço, acariciando minhas coxas com a mão livre e suspirou em meu ouvido.

Era um sinal. Naquela noite comemoraríamos nossos cinco anos de casados da melhor forma, nos amando como sempre fazíamos depois de um jantar, talvez um cinema, bebidas demais e nossos corpos se chocando.

E ele ainda me olhava.

– Você não deveria usar esse vestido, Seokye. – Ele sussurrou. – Sabe que eu não aguento...

– E é essa a intenção, meu marido. – Respondi no mesmo tom. – Agora vamos, deixe-me apenas colocar o salto.

Antes que saíssemos do apartamento ele me tomou mais uma vez em seus braços, deixando um beijo afoito em meus lábios. É dessa forma que ele diz que me ama. E então me olha, o que deve ser a milésima vez desde que coloquei o vestido, mas não é como se aqueles olhos desviassem de mim em algum momento de qualquer forma.

Passo meu nariz no dele e sorrio, feliz por não ter mais a companhia da solidão naquele apartamento grande demais pra uma mulher só. Eu definitivamente não precisava de príncipe, mas um companheiro não é de todo ruim. Não se for Im Changkyun.

– Você é a mulher da minha vida. – Ele me diz antes que nos separássemos. – Eu te amo, Seokye.

– Eu também te amo, Kyun.

– Agora vamos porque eu não como o dia inteiro só pra encher o bucho naquele rodízio. – Ele corta o clima, me fazendo revirar os olhos. – Não vai ter vaso sanitário que aguente o barro que eu vou soltar amanhã!

– Meu Deus, cala a boca!

A solidão pelo menos não fala merda. 

 


Notas Finais


psão: obrigada a minha cheirosa @misaunnie pela capa de última hora!
ainda apressei a coitada, desculpa amiga, te amo <3


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