História Red on White - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens Jackson, JB, JR, Mark, Youngjae
Tags 2jae, Jaebum, Jinson, Youngjae
Exibições 40
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello everyone, how are you? (Nao duvido nada que voces leram com a voz do youngjae shjahsja)
Chegay pessoal, e com mais um capítulo!! – Naaao!! Jura?!
Enfim, brincadeiras a parte, e sem enrolação, vamos ler?

Boa leitura⭐

Capítulo 3 - 2. Sirene


O barulho da ambulância me acordou. Estava tão alto que eu me assustei. Olhei em volta estava deitado em uma cama nada confortável, quando me dei conta estava com uma dor horrível.

Me lembrando do ocorrido eu começo a suar frio. Minha mãe estava ao meu lado, o rosto cheio de lágrimas, quando parou o olhar sob mim ela fez um sinal para o paramédico.

No mesmo momento ele começou a me fazer perguntas. Muitas delas.

— Qual o seu nome?

— Young.. – fiz uma pausa. Nao sabia da onde vinha aquela dor. Mas ela não passava, estava cada vez pior – .. jae.

— Ótimo! Você está indo bem, relaxe. – e outra pergunta: – Quantos anos você tem?

— Eu tenho… – pensei por alguns minutos – 8?

— Sim! Isso. Você sabe quem é essa? – apontou pra minha mãe.

— Minha mãe, ué..

Quando terminei de responder a última pergunta o cenário mudou. Achei realmente estranho.

Eu estava no meio da rua indo ajudar minha mãe com as compras, estávamos andando calmamente, de noite. – sempre que é a noite, já sabemos que vai dar merda, incrível.

Parecia ser umas 20hrs da noite, estávamos conversando, contávamos como foi o trabalho dela, como foi a minha aula. Se estava tudo bem, o que íamos comprar, e tudo mais.

Em segundos fomos abortados por um grupo de adolescentes infantis, ridículos, frios e, o pior de tudo, tinham uma arma.

Eu ainda me pergunto aonde adolescentes arrumam armas hoje em dia. Eles roubam de polícias? Realmente não sei. Pode vim um "sabe tudo" e me dizer que eles compram de traficantes de armas, até porque vai realmente fazer sentido.

E lá estava ela. Um belo revólver apontado na cabeça de minha mãe. Gelei. Eu simplesmente gelei. Ele pediu tudo que tínhamos e ela, obviamente disse que não. 

Sempre dá merda quando uma vítima diz não, já parou pra perceber?

Ele deu mais uma chance e ela continuava a se recusar, ela falou pra eles que não tínhamos muito, meu pai já havia morrido – posso falar graças a deus. Por que aquele homem realmente não prestava. – e tínhamos pouco dinheiro, eu e minha mãe trabalhávamos. Mesmo ela não gostando eu a ajudava com as coisas la em casa.

O mais alto disse que a vida não tava fácil pra ninguém é a colocou contra parede. Eles eram adolescentes e minha mãe tinha por volta dos 30 anos. Ela parecia mais jovem. E os filhos de puta – desculpa o palavriado, eu realmente precisava falar assim – eles levaram ela para um beco e eu fui atrás, sabia as suas intenções.

Eles colocaram as mãos em suas partes íntimas. Sem mais nem menos dei um soco nele. O que realmente foi uma ótima ideia na hora, mas depois que pensei um pouco eu poderia ter apenas me afastado e chamado a polícia. Mas eu sou uma criança burra.

Eles me socaram e eu fiquei totalmente inchado. Caído no chão, com os olhos fechados presenciei minha mãe sendo abusada por cretinos.

Depois de 10 minutos ouvi um tiro. Vi minha mãe caída no beco. Com uma poça de sangue em sua volta. Entrei em pânico, e isso, logicamente não me ajudou. Minha respiração falhava, e cada vez mais eu não conseguia respirar. Meus olhos ficaram pesados e se fecharam. Desmaiei, novamente.

A mesma cena se repetia. Acordei, novamente com o barulhos de sirenes, o paramédico perguntou meu nome, e eu percebi que minha mãe não estava do meu lado dessa vez.

— Quantos anos você tem?

— Eu.. Eu.. 15 – entrei em pânico novamente e a mesma coisa aconteceu.

Não conseguia respirar, o monitor que mostrava meus batimentos cardíacos parou e o paramédico gritou pedindo ajuda ao seu companheiro.

Minha mãe morreu. E nada mudaria isso. Ela morreu. Simplesmente depois de ser estrupada e roubada ela morreu. Não está mais aqui. Ela não está mais do meu lado na ambulância. E essa era a única coisa que eu me lembrava toda manhã:

Não deixe-a morrer youngjae. •



Acordei saltando da cama. Eu estava ofegante e suava frio. Aqueles pesadelos me assombravam. Era sempre assim depois de uma noite ruim.

Jackson olhou pra mim assustado e perguntou se eu estava bem ou se precisava de algo.

— Não obrigada, eu estou…– assustado? Irritado? Com a dor de ver como perdi minha mae denovo? – estou apenas faminto. Um pesadelo. Um péssimo pesadelo. O pior deles.

— Ahh!! Não me assuste assim jae! – disse aliviado – Você não pode fazer isso comigo cara!

— Ah, desculpa – sorri – AAAAH!! – ele deu um pulo e correu em minha direção. Ja ia chamar enfermeiras quando continuei – e o caso "jinyoung"?

– Meu deus jae! Para de me assustar! Que ridículo. – comecei a rir e dei um tapinha em suas costas e fiz um olhar de "e então? Responda!" – está progredindo! – soltei um gritinho.

— AAAAH EU NAO ACREDITO! Otp vivo! – disse animado.

— Não fique tão esperançoso. Você sabe como ele é.. meio.. bipolar? – olhou pra mim com aquele olhar decepcionado.

— Não estou esperançoso! – olhei para minhas mãos – talvez só um pouquinho, MAAS, eu sei que você consegue!

— Bom, talvez. Estou sempre tentando.. parece que o Mark não sai de sua cabeça.. ele não consegue superar.. é apenas um palpite. – disse rapidamente antes que eu pudesse argumentar.

— Mark foi morar com os pais. Ele consegue superar, eles terminaram, você tem chances! – ficou pensativo, como se esquece-se de algo.

– AAAAH! Hey, youngjae, e aquele seu médico bonitão? Ja deram uns bejo?

— Ah Jackson! Por favor né! – dei mais um tapinha nele. – você acha que alguém como ele me beij – No mesmo instante Jackson tampou minha boca com as mãos apontando com os olhos para a porta.

Gelei. A quanto tempo jb estava na porta escutando tudo que eu dizia? Meu deus! Agora eu não conseguiria o encarar por um bom tempo. Que vergonha.

— Falando no diabo.. – Jackson cochichou no meu ouvido.

— Olá pessoal! Estão todos em um bom dia?

— Bom dia jb.. – disse envergonhado e Jackson ria da minha cara.

— Eai? Ja salvou muitos pacientes? – tentou parar de rir e mudou de assunto.

Jaebum estava indo em minha direção, mas parou, como se esquece-se de algo. E ignorando totalmente o Wang, disse:

— Aaah! Uma perguntinha – gelei – Quem é o médico bonitão?


Notas Finais


He he he
Vamos ser sinceros, right?
Se eu falar que eu não ri de nervoso com esse final – que eu mesma escrevi por sinal –, eu estaria mentindo muito feio.. até porque, quem não estaria não é mesmo?
Boom, sem mais delongas, desculpe qualquer erro ortográfico, e, como sempre, qualquer opinião é bem vinda!
Ate o próximo capítulo everyone!!♥


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