História Red Riding Hood - Incesto - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Chapeuzinho Vermelho, João e Maria
Personagens Chapeuzinho Vermelho, João, Lobo Mau, Maria, Personagens Originais, Vovó (Granny)
Tags Chapeuzinho Vermelho, Incesto, Lemon, Shotacon, Yaoi
Exibições 226
Palavras 2.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente. Desculpa... eu demorei muito tempo Telefone Removido7392 anos). Eu sou... deverasmente muito preguiçoso. Deverasmente é uma palavra?
Bom... Mas aqui está o capítulo, e já que eu demorei... o capítulo foi alongado o quão possível eu consegui.

Capítulo 5 - Capítulo IV


Fanfic / Fanfiction Red Riding Hood - Incesto - Capítulo 5 - Capítulo IV

Yuki ON

Acordei em casa, na minha cama. Foi um sonho o que aconteceu naquele lago? Não, meus dedos estão um pouco enrugados, nós fomos lá. Mas o que será com o Haru para ele ter jeito alterado. Eles estava querendo, querendo... Me comer, acho que era isso. Minha cabeça dói, em algum momento, não consigo me lembrar de mais nada.

-“Por que eu estava controlando cuzão”

-Quem está aí?

-“Calma cuzão, estou só na sua mente”

-Como eu te tiro daí?

-“Quebre a maldição”

-Que maldição?

-“Descubra”

-... -Reviro os olhos. -Vou perguntar para alguém experiente.

-“Espere cuzão, você está pelado”

-Como eu não percebi isso antes?

-“Você... é displicente”

-Eu devo estar ficando louco, aquele passeio no lago não me fez muito bem.

Decido vestir algo confortável, e vou sorrateiramente para o quarto do papai e da mamãe, pegar alguma roupa longa dele. “Você esqueceu a cueca”. Até que essa voz é útil, mas ele não parece ser bonzinho como eu estou pensando de verdade.

A casa está em silêncio... Estou sozinho... “Pode ficar pelado, ninguém está aqui para reclamar”. Não, de maneira alguma eu vou fazer isso... preciso logo pegar a roupa que eu quero do papai. A Porta do quarto dele está aberta... Mas haveria algum lá dentro?

-Oi... tem algum aí? Haru? Pai?

-“Não tem ninguém, não se preocupe”

-Como você sabe?

-“Eu sou um demônio, e eu posso fazer reconhecimento de uma área, cuzão”

-Pode para de me chamar assim?

-“Cuzão, cuzão, cuzão... espera, cuzão”

-... -Suspiro com infantilidade desse demônio. Mas pensando bem, por que isso não me é estranho?

-“Vamos, pegue a roupa”

Vou andando na ponta dos pés, não estou a confiar em demasia nessa coisa que está na minha cabeça. Mas eu pego a roupa, uma enorme. Mas acho que está a minha cara agora... Ai, que dor de cabeça... Agora que u fui senti-la novamente...

-“Oh, me desculpa, isso foi eu sem querer”

-Co... Como você fez isso?

-“Eu tropecei aqui dentro, está muito apertado, pelo menos você é inteligente”

-Obrigado... -Fico corado.

-“O que foi? Por que você ficou assim?”

-São poucas as vezes que eu recebo um elogio, muitas vezes eu faço as coisas, mas elas ficam erradas.

-“Seu trabalho não é do estilo braçal”

-Deve ter razão... Mas... Acho que ninguém mais acha isso.

-“É...”

Fique quieto e procuro a maldita roupa que eu queria desde o começo. Ela realmente fica grande em mim. Acho que eu sou minha vida, e essa roupa é o meu arredor... apenas, fica desproporcional, por que eu não estou no lugar certo. E uma lágrima quente, não, ardente escorre pelo meu rosto me fazendo morder o lábio, por sentir um pouco de dor.

Depois tenho a ação de descer pela escada de madeira. Está lisa, como o corrimão. Sinto que posso escorregar, não estou mas me sentindo no posto de usar minha pernas a vontade, estou com cansaço. Tudo vai ficando... E ficando mais torto, até nada fazer sentindo, e acabar tropeçando e caindo, do antepenúltimo degrau na descida.

***

-“Acorda! Acorda cuzão!”

-O que foi?

-“Você desmaiou e eu consegui te levar para o sofá”

-Po... por que eu desmaiei?

-“Você está doente... Precisa se cuidar logo”

-Doente de quê?

-“Isso não é importante agora, seus pais chegaram em três minutos”

-Co... ah é... você pode demoniozinho. -Passando a mão na testa, eu a bati na queda.

-“Vamos, se ajeite”

-Calma...

-“Dois minutos”

-Mas o que eu faço?

-“Jogue água no rosto... Liga a televisão... E fique quieto deitado no sofá”

-Vai dar mesmo certo?

-“Sim... Um minuto e meio”

Me levanto e saio correndo em direção ao banheiro. Olhe-me no espelho, meu rosto está realmente horrível... E que porra é essa, meu pescoço está com as veias aparecendo. Elas estão muito visíveis, e realmente são muito pulsantes. Parece que alguém chupou meu sangue... Não tem como meus pais não verem isso.

-O que eu faço agora?

-“Não se preocupe, eles não podem ver, apenas você é seu amado. Agora volte para o sofá e espere...”

Fiz como mandado, mas meu coração estava acelerado, nunca senti tanta adrenalina assim tudo de uma vez. Mas fiquei parado, concentrando... O barulho da televisão não me impedia de poder escutar os passos que vinham de fora de casa. Dois passos longos, Papai e Haru, e um curto, Mamãe. A porta foi abrindo lentamente por uma mão um pouco maior que a minha, Haru.

-Nii!

-Você acordou... Está bem? -Ele veio até mim e me abraçou, estava bastante preocupado pelo seu semblante forte.

-Já, mas não aconteceram muitas coisas...

-“Pelo que eu vi aqui dentro era para você ser certinho”

-Mas então Otōto, depois eu quero conversar com você. – Ele sussurro a última parte.

-“Ahhhhhh! Que dor! Me salva!”

-Mas o que eu faço?

-“Não fale isso em... Grrr! Voz alta... Fique longe do Haru”

-Filho você está bem mesmo? -Meu pai me perguntava um pouco preocupado e aflito.

-Por que não estaria Otou-sama? -Sorri sem mostrar os dentes.

-É Arsyn por que ele não estaria? -Minha mãe já desconfiada implicava como o papai.

-Por nada Jeanette, é que... ele nunca dorme nesse horário da manhã. -Manhã?

-“Sim Yuki, você saiu daqui sete horas da manhã para ir ao lago”

-Não briga com o papai Oka-sama, ele só está se importando comigo.

-É você acha que eu não faço isso? -Ele me olhou segurando a cintura.

-Você faz isso também Oka-san... Mas isso deve ser um pouco dee paranoia do papai.

-Tudo bem, então me abraça e eu te perdoo. -Diz ela abrindo os braços.

-Claro. -Me jogo encima dela.

-Otou-sama pode vir aqui comigo por favor.

-Claro Yuki.

Pego na mão do meu pai e o levo com calma, para não levantar nenhuma suspeita da mamãe, que já está incerta da dúvida do papai, ao banheiro, com esperança que ele consiga ver as veias saltadas pelo espelho. Ao chegar lá, vejo que apenas continuou a mesma coisa, feia que estava antes.

-Consegue ver?

-Ver o que filho?

-Não olhe para mim, o espelho... -Ele olha pelo espelho e pula para trás.

-Oque que é isso filho?

-Eu não sei, mas eu preciso tirar.

-Como isso aconteceu?

-Eu beijei o Haru e ele acabou ficando estranho, depois ele me beijou e eu apaguei...

-O que... O seu beijo... foi isso.

-Como?

-A sua mãe era tipo um recipiente para uma espécie única de demônio...

-Demônio, bem que a voz na minha cabeça disse isso.

-Voz na cabeça? Já chegou na metade do alojamento dele.

-Me explico isso voz?

-“Pergunte para ele”

-Ele falou? -Meu pai estava realmente assustado com a situação.

-Falou... mas não foi de ajuda.

-Filho... Eu te amo muito... Não quero te perder como perdi...

-Como perdi?

-Nada filho...

-Ok.

-Preciso que você pegue qualquer livro de cor roxa da nossa biblioteca.

-Por que você não pode pegar?

-Sua mãe está desconfiada... ele deve ter me visto conversando com o Haru hoje de mais cedo.

-Por isso você não ficou surpreso com o beijo... Você incentivou ele a fazer aquilo.

-Foi... foi... Mas não sabia que isso ia terminar assim.

-Querido! Venha me ajudar com o almoço! -Minha mãe nos interrompe.

-Já estou indo querida! -Ele vira e grita tão alto quanto ela. -Faço isso rápido, por favor.

-Ok, mas vou primeiro falar com o Haru.

-Tá, mas faça o que eu pedi rápido. -Sem esperar resposta alguma, ele foi embora.

Como havia dito antes. Subir pela mesma escada a qual caí. Não havia sido a muito tempo aquilo, e estava um pouco receoso sobre subi-la sem olhar por onde eu colocava o pé. Mas apenas lembrei de quem estava lá em cima, e senti forças tomarem conta de mim, e minha subida foi rápida com se tivesse sumido de lá, e do nada, cheguei aqui.

-Haru... -O que? Ele jogou água em mim. -Que merda foi essa Nii?

-Um anti-demônios... bom, isso foi temporário.

-Onde arranjou isso? Ai, estou todo molhado. -Disse pegando uma toalha que estava no quarto. Havia um cheiro familiar de... Haru.

-Fomos na cidade, e eu arranjei isso comprando quando...

-Quando? Responda.

-Eu dei um sumiço nos nossos pais e comprei numa lojinha na bem no centro da área barra pesada da cidade.

-Idiota! E se acontecesse algo... -Digo indo me abraçar nele.

-Eu lembraria de você, e não me deixaria ser levado, ou qualquer outra coisa, tão fácil. -Ele se apertou mais a mim.

-Haru, com calma... a sua força está mais descomunal do que naturalmente é.

-Me desculpa... -Ele segurou meu rosto e virou para si. -Mas, de uma maneira mais apropriada. -Ele se aproximou de mim, e me deu um selinho.

-Por que isso foi apropriado?

-Você não se lembra?

-Acho que não...

-Você aceitou meu pedido de namoro.

-Mas... somos irmãos.

-Mas, por mais eu te daria um selinho.

-Amor cem por cento fraternal?

-Só por isso. -Ele ainda estava me segurando, e me beijou novamente, mas... ele colocou a língua na minha boca.

-... -Não conseguia falar, e já estava ficando sem fôlego. -Ha... E... Ñ... Resp...

-Não vou parar agora.

-Mas e os nossos pais?

-Eles não iram escutar, as paredes dessa casa abafa quase todo o som.

Ele me soltou encima da cama, e começou a desabotoar a camisa do papai, enquanto lambe com a ponta da língua meu pescoço. Por onde a língua de Haru passava, sentia uma sensação de refrescante... era gelado, e me fazia acalmar, minha respiração a muito já estava descompassada.

-Ha... Ha... Ru um pouco mais de... Calma.

-Eu disse que iria até o fim.

Minha mente sentiu um choque ao pronunciar de tais palavras, “até o fim”. Ele havia passado de lambidas, a chupões fortes e grosseiros, que deixariam marcas. Ele distribuía chupões por todas as partes do pescoço, e algumas nos meus mamilos que já estava saltados, bicudos e vermelhos.

-Então eu irei participar também. -Arranjei forças para falar de uma forma compreensível... E sem gemidos.

Comecei levando minhas mãos aos seus shorts vermelhos, tirando os enquanto sentia forças nos braços. Cada chupada que sentia no corpo, me fazia delirar e gemer como uma puta. Até que tirei o deixando na altura da coxa do Haru. Já era visível a ereção do pau do meu irmão.

-Já está assim só de me chupar Nii... seu perv.

-E você? -Ele disse descendo para a mina cueca. -E o que isso aqui irmãozinho? -Disse ele apontando para meu.

-Já percebeu?

-O que? Isso. -Ele colocou a mão encima e apertou, e começou fazer vários movimentos me masturbando, por cima da cueca, já era possível ver o pré-gozo escapando e umedecendo a mesma, mas estava tão o gostoso poder sentir as mãos quentes de Haru me tocando.

Ele tirou a cueca, era... era... era enorme...

-Crianças, venham almoçar! -Mamãe gritou nos chamando, estragando nosso momento.

-“Vamos, você não tem muito tempo até ela estranhar e subir... e esse chupão, não se preocupe e o faço sumir”

-Haru, rápido, vista-se.

-Me veste para mim. -Ele diz fazendo beicinho e de orelhas levantadas, e vibrantes.

-Não filhotinho. -Disse acariciando sua bochecha. -Não temos mais tempo. Vista-se sozinho. -Disse e logo após lhe dei um selinho.

-... -Ele mantém um semblante triste.

-Mais um. -O beijo mais numa vez, mas agora com mais vontade, e língua. Ele mantinha a sua mais forte, e nossa luta saiu como ele o vencedor.

-Vou me vestir. -Disse ele se levantando e pegando suas coisas do chão, enquanto eu apenas anotava novamente a camisa gigantesca do papai. E logo após isso descemos, Mamãe nos olhava um pouco confusa.

-O que vocês estavam fazendo? -Ela nos pergunta com uma sobrancelha erguida.

-Apenas conversando sobre o nosso passeio hoje mais cedo.

-Mas você disse que não lembrava de nada Yuki.

-Por isso estávamos conversando, ele estava me lembrando o que aconteceu.

-Uhum... sei. -Ele disse olhando preocupada para a vasilha rosa com comida que estava segurando. -Então vamos almoçar.

-“Ela está muito desconfiada, cuidado com for fazer certas coisas pervertida com o seu irmão”

-Tudo bem.

-Oque tudo bem filho? -Minha mãe me olha com um sorriso ‘a little bit’ macabro.

-Nada mãe... Tudo bem, vamos almoçar.

No almoço, ficamos todos em silêncio. Apenas trocava olhares preocupantes com meu pai, que disfarçava sorrindo de maneira estranha. E Haru, onde trocávamos, em vez de olhares, sorrisos safados. E minha mãe, não nos olhava, apenas para o prato de comida na sua frente.

-Mãe posso ir para o meu quarto? -Disse quando já havia terminado de comer.

-Claro Yuki. -Ela me olhou com um sorriso apagado, estava realmente triste, pois nunca havia visto ao vivo essa expressão dela. Apenas numa foto, onde uma garota está abraçando-a.

Saio sem dizer mais nada, e subo as escadas com certa pressa para chegar na biblioteca. E a porta estava com as peças de metal, todas enferrujadas. O tempo, a umidade e falta de vontade dessa família de ler livros a deixaram assim.

Mas eu a abri, mesmo que com um pouco de dificuldade. E ao abri-la senti um forte rajada de vento bater em minha face. Parecia que realmente há anos não entrávamos aqui. Via também enormes grãos de poeira passar por mim, espero que eu não seja a alérgico.

Vou entrando com calma, o piso estala e range a cada passo que eu dou. Realmente não dá para ser discreto andando aqui, que eu acho que fica encima, completamente encima da cozinha, onde a mamãe continua querendo descobrir o que eu, Haru e Papai estamos fazendo.

Vou passando pelas prateleiras totalmente empoeiradas. Bom, tenho que pegar qualquer livro roxo. Mas por que essa cor é tão especial? Depois eu pergunto. Sorte a minha que achei um da cor certa logo de primeira. Mas eu vou pegar alguma coisa a para mim ler também, não sou obrigado a trabalhar e ficar sem algo em troca.

-“Pequenino?”

-O que?

-“Pode pegar aquele livro ali?”

-O... ‘Alice no País das Maravilhas’?

-“Isso!”

-Mas por que você quer isso?

-“É uma boa leitura”

-Como sabe?

-“Apenas pegue garoto”

-... -Dei um grunhido um pouco agudo. -Tá.

-“Muito obrigado”

Depois saí correndo sem me importar, estava com pressa de resolver o meu “grande” problema. E além do mais, Papai tem que me revelar ainda bastante coisa. Oque será que ele perdeu? E por que Mamãe tinha um demônio dentro de si? E por que agora sou eu?

Mas quando chego no meu quarto, Mamãe está lá. Brigando com Haru, que chorava amargamente. Com papai do lado, que estava tentando defende-lo... E do nada, tropeço e caio no chão, batendo meu queixo nos livros que ainda segurava, os qual minha mãe olha antes de me olhar com nojo.

-Venha Yuki... Venha se juntar a nossa conversinha de família.

-"Você está ferrado cuzão"

Yuki OFF


Notas Finais


😘😘😘😘😘😘😘😘
Não me matem... plis.
Vocês vão sofrer sem Lemon. Muahahahahahahahahah
👿👿👿


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