História Red Rose - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kise Ryouta
Tags Aokise, Aomine, Kise
Exibições 38
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi \(★ω★)/
Desculpem a demora, eu estive enfrentando alguns problemas então só tive tempo de escrever algo, hoje.
Consegui fazer algo maior (não tanto) mas consegui. ( ̄ε ̄@)
No mais, boa leitura.

Capítulo 5 - 5.


Era aquela imensa, negra e completa noite que durava para sempre. Meus esforços — Gastos — de gritar cada vez mais pareciam ser em vão. Meus pulmões pareciam ser oprimidos pelo peso de uma incomensurável montanha. Quanto mais seus dedos afundavam em minha cintura e seu falo rasgava meu interior, mais eu sentia a humilhação corroer cada gota de minha limpidez. Minhas pernas amoleciam a cada golpe com exatidão que era desferido em minhas nádegas. Meio desfalecido eu apenas ansiava me livrar de todo o mal-estar que ele sobrepunha em meu corpo.

— Eu morrerei em breve? — O questionei com os olhos marejados de lágrimas, trazendo meus joelhos até meu peito os abraçando ainda sobre a enorme cama qual ele tanto se vangloriava de ser a maior e verdadeira prisão. — Se sim, pedirei por isso e somente isso até que me seja concedido. — Apenas com um sorriso petulante em seu rosto como resposta, desapareceu porta a fora do aposento, aumentando meu pavor, já que toda via, eu sabia que ele voltaria.

Mais uma vez. Um dia a mais. Uma noite a mais. Em suas mãos. Sendo atingido pela tristeza e atrocidades de Aomine sobre mim. A bíblia, meu único refúgio e alivio, qual eu havia sido obrigado a deixar em um canto qualquer, em uma das minhas rápidas passadas pela grande sala daquela fortaleza, me fora permitido — amargamente — contemplar a forma em que queimava na lareira a frente dele. Seu sorriso iluminado pela luz das chamas, talvez estivesse me mostrando finalmente à verdadeira face do demônio qual eu temia em minha pouca idade? A cada folha rasgada e destruída pelo fogo, mais eu aos poucos passara a acreditar na inexistência de Deus naquele lugar, naquele mundo em nossa volta e principalmente, em meu interior.

— Ryouta. —Ele estava lá, outra vez a minha frente com seus olhos predatórios recaídos sobre meu corpo encolhido em canto qualquer da sua própria cama. — Pode dizer-me quais são seus desejos ou vontades agora?

Era algo inalcançável a resposta qual eu havia, depois de tantos abusos, cravado em minha língua fortemente com meus dentes. O pavor me tornava petrificado e estático, totalmente esvaído diante do seu corpo novamente desnudo a minha frente.

— Pelo amor de Deus! Apenas me faça dormir logo majestade. — Expirei num ataque de desgosto e náusea, novamente na tentativa de encontrar ao menos um pingo de compaixão em seu rosto. Ria. Ria às gargalhadas. — Assim tu fazes parecer com que sou o Belzebu em pessoa.

E não havia de ser? A personificação do cão. O próprio Diabo transvestido na mais bela pele humana que já havia de ter pisado na face da terra.

— Bem, creio eu que serás de sua importância caso eu não seja, cruel desta vez? — Seu manto real, escorrendo por seu corpo em direção ao chão, indicava que novamente, sem pausa ou descanso, suas mãos voltariam a violar meu corpo.

Murmurei uma praga qualquer, como se isso fosse afetá-lo. Mas era das coisas desse tipo que ele gostava...

Suas mãos frias circularam meus tornozelos. Em um movimento brusco meu corpo outra vez se fazia deitado abaixo do dele. Nossas respirações teciam uma na outra, me permitindo sentir o gosto amargo do vinho caro que estava impregnado em sua garganta. Eu não era capaz de impedir que sua boca usurpasse a minha para sim mais uma vez. Nem de que meu corpo fosse a cada hora mais devastado.

— Deixe me ouvir suas preces igualmente você fazia ao seu Deus. — Atacou, mordendo ferozmente a minha clavícula, enterrando seus dentes em minha carne. Após alguns minutos magoando minha carne no local, levantou seu tronco e esfregou com as pontas dos dedos sobre os lábios. Se pondo a encarar os mesmo que se faziam em cor carmesim. 

— Ao menos faça presente qualquer reação em seu rosto Ryouta. — Riu baixo, proferindo tais palavras em tom de ameaça. — Eu preciso ir mais afundo em seu âmago para obter lamúrias de sua boca?

A vergonha e sanidade, já não possuíam mais meu corpo desde a primeira vez em que me vi totalmente nu e exposto à frente dele. Antes eu levaria o antebraço sobre o rosto e o cobriria, me enrubescendo por inteiro. Mas, esse já não era mais o nosso caso, sobre aquela cama desarrumada e suja — De meu sangue — a única coisa que ainda me tornava humano e puro, era minha dor e medo. Ambos quais não me permitiam sentir e descobrir quais os desejos que se punham em meu interior quando ele adentrava em meu corpo.

— Vingar-me ei desse seu silencio ofensivo, Kise Ryouta. — Puxou meu corpo para mais perto do seu e ergueu minhas pernas as colocando sobre seus ombros e com seu falo rígido, me adentrou sem piedade. Se me fosse possível ditar qual sensação mais me causava temor, seria a do sangue que emergia de meu interior.

Apertou com força e cobiça minhas coxas, entrando e saindo de meu interior com pressa e, se me fosse capaz discernir, diria que —Ridiculamente — com paixão.

— Ah... Quente. Sempre tão quente. — Sua respiração descompassada em meu ouvido, tornava o momento cada vez mais inebriante e repugnante. Sua mão que repousava forçadamente em meu rosto, não me permitia respirar direito.

O prazer, quais os homens que me molestavam nos becos daquela maldita cidade viviam murmurando, era assim? Finalmente, eu havia me tornado alguém igual a ele e estava realmente me deleitando de seus caprichos?

Em um momento de tentar normalizar a respiração, quando suas mãos se fizeram livres de corpo e se puseram ao meu lado, deixei que um gemido escapasse em alto e bom tom  dentre minha boca. — Mmm... Sua excelência.

Seus olhos que se encontravam fechados em vastos segundos se abriram inundados em a mais pura bizarria, cruzando o azul anil de seus olhos com os meus. Intensificou o golpes de seu quadril, aprofundando seu falo de encontro com minha próstata.

Deixei-me ao menos uma vez, pensar que éramos um.  E que possivelmente eu fosse — Algum dia — capaz de mudá-lo.

Descontroladamente, se desfez em meu interior, gemendo e comprimindo os lábios em euforia. Rasgando com suas unhas os velhos cortes recém-sarados em minha pele calejada.

Sem perceber, não vi que em meu tórax eu também havia me desfeito. Só então eu percebera que brutalmente eu havia  me tornado um pássaro que fora despido de suas penas — Religiosamente — sem piar.


Notas Finais


Ah,obrigada a todas pelos comentários, favoritos e leitores — Mesmo fantasmas — ahah

Eu sei que desejam MUITO ver algo entre lemon e tortura detalhadamente, mas eu tenho vergonha e, medo em escrever algo assim e não ficar bom (╥ω╥)
Tentei nesse capítulo me aprofundar um pouco mais.
Me digam o que acharam, sim?
Novamente, obrigada.


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