História Red String Of Fate - Capítulo 60


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Eliza Taylor-Cotter, Lexa
Tags Clexa, Elycia
Exibições 588
Palavras 3.931
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoas! Como passaram o feriado? Ganharam muitos presentes? uhaauhauhauha Eu não ganhei nada, isso é tão bad!): haha mas next, espero que curtam o capítulo! E desculpa os erros xD

Capítulo 60 - CAPÍTULO 59


POV ELIZA

Não sei exatamente o que está acontecendo comigo, na verdade eu sei, esses malditos hormônios tem me deixado louca! Hora estou feliz, alegre e segundos depois estou chorando. E eu não consigo controlar, tudo a minha volta me afeta. Até ver a porcaria de um filme me faz chorar, seja de alegria, seja de tristeza. E quem mais tem sofrido é a Alycia, Deus como ela tem sido paciente, eu em seu lugar já teria surtado, mas ela segue ali para mim sem nem ao menos reclamar e é por isso que tenho tentado a todo custo me controlar.

Pensei que com quatro meses esses enjoos teriam passado, ou pelo menos suavizado, mas eles seguem aqui e agora para entrar na lista de sintomas de uma mulher grávida os desejos chegaram. Semana passada acordei Aly no meio da noite querendo melancia, o problema era que em casa não tinha isso e uma Alycia sonolenta saiu porta afora atrás da fruta retornando uma hora mais tarde mais sonolenta e cansada. Hoje não muito diferente da última vez acordei com um desejo insaciável, mas dessa vez era de pizza. Suspirei e abri os olhos lentamente, olhei para a morena que dormia tranquilamente ao meu lado de barriga para baixo, enquanto uma mão estava próxima a seu rosto a outra descansava sobre minha barriga, mania que ela pegou desde que descobrimos a gravidez. Me ajeito na cama, tirando sua mão do meu abdômen e me deitando de lado.

- Aly - falo enquanto coloco minhas mãos em seu ombro e a balanço

- hmm- resmunga ainda dormindo

- Amor acorda - insisto enquanto sigo balançando-a, mas sem  resultado - Alycia! - falo mais alto e vejo ela abrir os olhos assustada.

- Oi - fala se sentando e coçando os olhos - está sentindo alguma coisa? - me questiona preocupada.

- Estou! - falo mas logo trato de acalmá-la - nada grave, relaxa - explico e ela suspira aliviada - Você não vai ficar muito brava se eu te pedir uma coisa? - a questiono enquanto mordo meu lábio inferior.

- Você tem que falar o que é antes para eu saber - ela fala ainda confusa

- Estou com desejo - falo brincando com meus dedos - de pizza de banana - falo e vejo ela fazer uma careta.

- Sério? - pergunta enquanto ajeita o cabelo e apenas me limito a fazer que sim com a cabeça - hmmm - olha no relógio que marcava quatro da manhã e depois volta a me olhar suspirando - okay! Não sei onde irei arrumar isso essas horas, mas okay - fala enquanto se levanta e vai até o closet, me sento na cama e fico aguardando-a, logo ela volta com outra roupa - Não irei demorar - fala antes de me aproximar e depositar um beijo em meus lábios e sai.

- Te amo! - grito quando ela já está na porta da sala

- Eu também! - me responde.

Volto a me deitar na cama e fico encarando o teto, cerca de cinco minutos depois solto um  suspiro e rolo para o lado da Aly onde me agarro a seu travesseiro. Mas não consigo ficar  naquela posição por muito tempo, rolo mais um pouco na cama e quando dou por mim estou de pé procurando meu chinelo.

Caminho pelo corredor da casa, e paro em frente ao escritório da Aly depois de ouvir um barulho vindo de lá, abro a porta lentamente e acendo a luz me deparando com Jas  passando a pata se é que chama aquilo disso na casinha dela.  Reviro os olhos e caminho até a tartaruga pegando-a na mão.

- Eu não sei porque Alycia insiste em te deixar solta - falo olhando para ela que parecia me avaliar - Vamos para dentro do seu viveiro que é mais vantajoso, não acha? - a questiono colocando-a dentro da sua casa.

Dou meia volta e caminho em direção a cozinha, me sento no balcão e encaro o relógio que agora marcava 4:45 da manhã. Suspiro frustrada com a demora da Aly e resolvo mandar uma mensagem.

“Amor já está chegando?):”

“Ainda não, não encontrei nada aberto. Estou do outro lado da cidade, você está bem?”

“Estou, não se preocupe. Na verdade se preocupe sim, se preocupe em chegar bem e rápido em casa.”

“Pode deixar! Acho que encontrei algo aqui, até mais <3”

“Até <3”

Depositei o celular no balcão, e apoiei a cabeça nas mãos enquanto passava os olhos por toda a cozinha e logo uma ideia surgiu. Já que estava me sentindo tão mal de fazer Aly de “escrava” nada melhor do que tratá-la bem, e nada melhor do que começar com um super café da manhã com direito a panqueca com morango que ela tanto gosta. Pulo da onde estava sentada toda animada e caminho até a pia para lavar as mãos e então poder começar minha aventura na cozinha.

POV ALYCIA

Depois de rodar praticamente LA inteira finalmente achei uma pizzaria aberta. Como pode uma cidade tão grande não ter uma pizzaria aberta às quatro da manhã? Toda essa viagem pela cidade me questionar o lugar onde moro, estaria ele muito afastado das coisas? Porque mais um dos desejos desse e eu desisto da vida e deixo meu filho nascer com cara de qualquer coisa.

Entro na pizzaria e peço uma pizza de banana, só de pensar nesse negócio meu estômago embrulha. Tudo bem que pizza é bom e banana também, mas separados. Juntos? Não, nem pensar. Depois de esperar muito esperar estou de volta ao carro em direção ao apartamento chegando no mesmo quase seis horas. Assim que abro a porta sinto cheiro de panquecas invadir minha narina, caminho direção a cozinha onde me deparo com uma Eliza chorando, franzo o cenho e caminho até ela rapidamente deixando a pizza sobre a mesa.

- Hey amor - falo enquanto me abaixo ficando a sua altura - o que houve? - pergunto enquanto seguro seu rosto.

- Nem a bosta de uma panqueca eu consigo fazer direito - me responde e eu a encaro confusa

- Eu não estou te entendendo - falo sem entender

- Fui fazer a panqueca que você gosta e acabei confundindo o sal com açúcar - comenta chorosa e eu realmente não entendi o motivo de chorar - fiz outra para você, mas mesmo assim - completa

- Está tudo bem, você fez outra e está okay - falo enquanto limpo suas lágrimas.

- Não, não está! Esses hormônios estão acabando comigo - comenta e eu suspiro e reprimo a vontade de falar “e comigo também” - Me desculpa - pede - eu sei que estou sendo uma chata, eu só  não consigo evitar - explica me olhando.

- Tudo bem - sorrio - eu tiro de letra - comento piscando - agora o que acha de você ir comer a pizza que comprei lá na china - falo rindo - enquanto eu como aquela panqueca deliciosa? - pergunto e ela me presenteia com um sorriso tímido no rosto.

- Acho uma boa! - ela fala já com um sorriso no rosto.

- Vamos lá então! - mas antes de me levantar levo minha cabeça a sua barriga que já começa a ter uma certa protuberância e deposito um beijo - colabora com a mamãe hoje e nada de enjoos, please. - peço fazendo Eliza rir.

- Você está pedindo para o bebê colaborar comigo ou com você? - me questiona quando me levanto, a encaro e dou de ombros fazendo-a rir mais.

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- Então os outros deuses, vendo todo esse amor e harmonia entre os seres, ficaram enfurecidos e começaram uma grande batalha - eu falava próximo a barriga da Eliza, depois do nosso café voltamos para o quarto. Estávamos deitadas na cama, eu conversando com a pequena criaturinha que a loira carregava Eliza fazia carinho em meu cabelo. Eu havia tornado hábito contar histórias para o bebê sempre, hoje era sobre como surgiram as almas gêmeas segundo a mitologia grega. - Eles utilizaram como armas uma duradoura chuva com trovões e relâmpagos, que atingiam os seres de uma forma tão brutal que separava os corpos femininos dos masculinos e também suas almas ao meio - falo enquanto me ajeito na cama - por hoje é só amorzinho, amanhã termino a história - concluo e deposito um beijo barriga da Eliza.

- Parou na melhor parte, sério isso? - Eliza questiona e volto minha atenção nela que tinha um bico no rosto.

- São as regras amor. Um pouco todo dia e a de hoje já foi - falo dando de ombros e segurando o riso ao ver sua cara.

- Tá vendo amor? - Ela fala alisando a barriga - sua mãe é uma chata e vai nos deixar curiosos -  completa me fazendo rir.

- Não vem com essa Eliza que eu não caio - comento fazendo-a rir - Sabe o que eu estava pensando? - pergunto e a loira em minha frente faz que não com a cabeça - Que esse bebê tá muito preguiçoso, não se mexeu nenhuma vez pra mamãe aqui - falo agora fazendo bico e Eliza começa a rir - do que está rindo? - a questiono enquanto volto minha atenção a sua barriga onde começo a passar minha mão a espera de um mínimo movimento.

- Ainda está cedo para isso - ela explica - só daqui dois meses sua apressada. - explica

- Estou tão ansiosa - confesso enquanto sigo acariciando sua barriga

- Eu também! - ela fala sorrindo - mas vamos etapa por etapa - completa e concordo.

- Mal posso esperar para a próxima etapa! - exclamo sorridente - nem acredito que vamos saber o sexo dentro de três dias - falo empolgada. Me ajeito na cama ficando na altura da minha garota que tinha um sorriso nos lábios.

- Nem eu! Penso nisso todos os dias o dia inteiro - comenta me fazendo rir e me identificar com seu estado.

- Ele ou ela vai ser tão lindo, ainda mais se tiver os seus olhos - comento olhando-a, enquanto levo uma mão em seu rosto fazendo uma carícia no local.

- Acho que prefiro os seus olhos - ela fala levando sua mão sobre a minha e apertando-a, sorrio após suas palavras e me aproximo selando nossos lábios.

- De qualquer forma será lindo e muito amado - falo depois de encosto minha testa na dela, sinto sua mão sobre meu rosto e uma leve caricia.

- Te amo - ela fala e sela nossos lábios novamente

- Te amo mais - falo sorrindo.

Ia colar nossos lábios mais uma vez, porém o celular da loira começa a tocar nos tirando da nossa bolha. Logo ela atende pedindo licença e indo para a varanda enquanto eu me levanto e vou para meu escritório brincar um pouco com Jass. Estava sentada no chão com a tartaruga a minha frente quando uma Eliza super pálida passa pela porta e se senta no sofá a encaro sem entender e logo estava ao seu lado.

- O que houve? Quem te ligou? - pergunto preocupada

- Julie me informando que Zaila está doente - fala chorosa e eu a abraço

- Como ela está? - pergunto assim que me desvencilho do abraço

- Julie falou que não é nada grave, mas não consigo não me preocupar - comenta e entro em entendimento.

- Mas ela está tendo os devidos cuidados? - a questiono

- Está! Mas ela é tão pequenininha… - fala chorosa

- Calma amor - peço segurando suas mãos- logo ela estará bem - tento acalmá-la.

- Eu só queria poder vê-la para ter certeza disso. Mas Julie falou que por hora não tem como - explica me olhando.

- Entendo. Mas eventualmente você irá poder vê-la, não fique assim - peço - olha.. Porque não vamos ver os móveis do quarto do bebê, aproveitamos que hoje estamos as duas de folga e fazemos isso e você se distrai um pouco - peço ja sabendo a resposta.

- Você sabe que eu só quero comprar as coisas quando souber o sexo- fala me olhando

- Não custa tentar - comento dando de ombros.

[...]

- Como estão as mamães? - Paulo pergunta sorridente.

- Ansiosas - Eliza fala e me olha sorridente, aperto sua mão e depois olho para o médico a nossa frente.

- Muito ansiosa - confesso fazendo os dois rirem. Meu celular começa a apitar, olho para tela e é uma mensagem da M, mais uma. Ela vinha me enchendo de mensagens perguntando sobre a consulta e eu nem estava me dando ao trabalho de responder, depois ligaria a ela.

- Isso é notável- fala - e super normal - completa.

Hoje era o grande dia que saberíamos o sexo do bebê e eu não poderia estar mais nervosa e ansiosa com tudo isso.

- Vamos lá então? - Paulo pergunta e assentimos. Minutos depois Eliza estava deitada sobre a maca e eu sentada ao seu lado enquanto Paulo mexia nos aparelhos a minha frente.

- Como tem se sentido Eliza? - ele pergunta

- Tirando alguns enjoos estou bem - responde

- Isso deve passar em algumas semanas - comenta

- Não vejo a hora - agora quem comenta sou eu fazendo os dois rirem - será que os desejos vão demorar a passar? - pergunto e Eliza belisca minha perna

- Esperamos que sim - Paulo fala rindo - Eliza agora é aquele procedimento que você já sabe. Vai sentir algo gelado em sua barriga- comenta enquanto passa o gel em sua barriga e logo começa a passar o aparelho e uma imagem aparece na pequena tela a nossa frente.

Olha para a loira ao meu lado que está com os olhos grudados na tela. Sinto meu celular vibrar e reviro os olhos ao ver  era Marie perguntando se já sabiamos o sexo e me ameaçando por demorar a responder, ignoro sua mensagem e rio ao imaginar sua frustração e raiva agora por não obter uma resposta. Logo um som toma conta da sala e arregalo meus olhos ao notar de que som se tratava, imediatamente Eliza olha para mim sorrindo.

- Esse é o coraçãozinho do bebê - Paulo fala ganhando nossa atenção- E como podem ver é bem forte - fala sorrindo, olho para Eliza que está com os olhos brilhando puxo sua mão para minha boca e deposito um beijo no local - acho que vocês querem saber o sexo - ele comenta e eu faço que sim com a cabeça algumas vezes fazendo Eliza rir.

- Da para ver? - a loira pergunta voltando a olhar para a tela onde mostrava o bebê.

- Da sim - Paulo fala movimentando o aparelho lentamente - aqui! - ele fala parando seus movimentos, fixo meus olhos na tela tentando identificar o que seria esse aqui dele, mas não entendo nada.

- O que é? - pergunto ansiosa

- Calma - ele pede rindo - vocês tem preferência? - ele pergunta

- Não! - Eliza fala - Se bem que essa daqui trata como ele - comenta me fazendo rir

- Menino ou menina vai ser muito amado - falo sorrindo - então… - pergunto

- Parabéns tenho certeza que ela será realmente muito amada - Paulo fala e logo sinto as lágrimas descerem sobre meu rosto.

- Uma menina? - pergunto com um sorriso imenso nos lábios

- Sim! Uma forte garotinha - Paulo fala, olho para Eliza que está com os olhos cheio de lágrimas e um sorriso estampado em seu rosto.

- Um menininha - falo olhando para a loira que assente com a cabeça. Me aproximo dela e selo nossos lábios, ia aprofundar o beijo quando sinto meu celular vibrar. Me afasto um pouco dela e pego o celular vendo mais uma mensagem da Marie.

“Me responde Alycia! Quando eu te encontrar você vai pagar por me fazer esperar. Mas focando no assunto principal, se for menino pode se chamar Murilo e menina Maya”

- Vamos ter que parar a M de alguma forma - Eliza fala depois que lê a mensagem - Minha filha não vai se chamar Maya! - completa me fazendo rir.

POV MARIE

Fazia uma semana desde que as meninas souberam que teriam uma garotinha, e fazia uma semana que estava tentando convencê-las a por o nome da filha de Maya ou qualquer nome que comece com M. Infantil da minha parte? Muito! Mas estava nessa insistência só para implicar mesmo.

- Me dê um bom motivo, apenas um, para não colocar Maya? - pergunto para uma Eliza ja sem paciência do outro lado da linha.

- Porquê eu não quero! - ela responde e eu seguro o riso.

- Mas é um lindo nome, você não pode negar isso - comento

- Sim, realmente é - fala

- Então coloque esse - insisto e ouço ela suspirar.

- Marie ainda está nisso? - ouço a voz da Alycia ao fundo

- Sr Miss Peito - falo animada - sim ainda estou nisso e seguirei até vocês colocarem esse nome - falo

- Desiste M - ouço Aly falar

- Mariah então? - pergunto - Não ja sei… Mariana - sugiro e ouço Eliza bufar, logo vejo Lin entrar e peço um minuto para ela - okay… Irei desligar e dar esse tempo para pensarem - falo.

- Não tem o que pensar Marie - Eliza fala

- Depois falamos sobre isso, Lin chegou aqui! Até mais, beijos  - falo e desligo, abro os braços e espero Lin chegar e se jogar neles, o que não demora a acontecer. Passo os braços envolta da sua contura enquanto ela se ajeita no meu colo, selo nossos lábios e sinto sua mão em minha nuca.

- Oi - falo sorridente

- Oi - me responde sorrindo enquanto tira a mexa de cabelo do meu rosto - ainda está atormentando as meninas com isso dos nomes? - me questiona e afirmo com a cabeça enquanto um sorrisinho sapeca brota em meus lábios.

- Não consigo resistir - falo dando de ombros e ela ri.

- Você é pior que criança! Mas vê se não exagera - me pede

- Pode deixar - sorrio - e posso saber qual o motivo dessa surpresa? Pensei que estaria ocupada - comento enquanto deslizo minhas mãos em sua cintura.

- Eu também pensei, mas acabou cedo a conferência, deu tempo de deixar Hara no veterinário antes de vir pra cá- explica

- Hmmm, me lembra de levar o bolinha de pelo nesse veterinário não gostei do que levei da última vez - falo e espero ela brigar comigo, pois ela mesma havia insistido de lever Apolo no mesmo veterinário da Hara. Mas eu neguei falando que era muito longe.

- Não gostou é?! - pergunta debochada e resolvo ignorar - e cadê ele? - pergunta olhando para os lados a procura do cachorro

- Dormindo em algum lugar da casa - respondo-a e me aproximo para beijá-la, beijo este que rapidamente é correspondido. Peço passagem para minha língua e logo ela está em uma briga de domínio do beijo. Sinto as mãos da morena puxarem meu cabelo enquanto intercalam com leves arranhões em minha nuca, prendo sua língua entre meus dentes e chupo com vontade sorrindo logo após ouvir seu gemido. Ia iniciar outro beijo quando ela se afasta um pouco de mim, a encaro sem entender.

- O que foi? - pergunto

- Antes quero falar com você sobre duas coisas - ela fala e eu fico em silêncio esperando ela prosseguir - o primeiro é que vi o Bob - fala animada

- Okay… mas o que tem demais em vê-lo? - a questiono

- Ele carregava um buquê de rosas - fala e eu fico mais atenta a sua fala

- E com quem ele estava? - pergunto interessada

- Sorry bebê, mas axho que voce perdeu 1000 pratas - fala fazendo biquinho

- Não pode ser! - exclamo ainda sem acreditar nessas informações- tem certeza? - A questiono

- Estava os dois lá super animados e bem íntimos - me explica

- Teve beijo? - torno a questioná-la

- Não que eu tenha visto - responde

- Então não é certeza! - falo com esperança - eu não posso perder essa aposta, não posso e não vou! - falo - e você não vai falar nada a Miss Peito até termos certeza - comunico

- Mas eles estavam se abraçando - comenta

- Amigos se abraçam - justifico e a encaro - você falou que eram dois assunto.. Qual o outro? - pergunto e ela me dá um sorrisinho amarelo e abaixa o olhar me deixando preocupada - hey - a chamo - você sabe que pode me falar qualquer coisa, não sabe? - pergunto quando ela volta a me olhar, e faz que sim com a cabeça e eu sorrio para ela - então..

Ficamos em silêncio alguns minutos, eu esperando ela começar a falar enquanto ela, acredito, que tomando coragem. Depois de um tempo ouço-a suspirar e então se pronunciar.

- Eu não sei como começar - fala nervosa e eu seguro suas mãos passando confiança - estamos juntas há quatro anos e esses anos foram lindos, os melhores da minha vida! E eu não sei se consigo viver sem ter você ao meu lado, mesmo sendo chata e irritante a maior parte do tempo - fala me olhando com um sorrisinho nos lábios enquanto eu reviro os olhos diante sua última fala - não vou enrolar, pois isso não é de mim - fala e eu concordo - acredito que está na hora de darmos um passo a mais em nossa relação, por isso estou aqui para perguntar se você quer vir morar comigo. Aceita? - pergunta me olhando, enquanto eu fico  estática sem saber o que falar ou como agir.

________________

POV ALYCIA

Depois do resultado do ultrassom saímos contando a todos nossos amigos e familiares o sexo do bebê e não muito diferente de nós duas todos ficaram mega felizes, depois desse dias os  presentes não pararam de chegar, o que foi engraçado pois não sabíamos onde colocar tanta coisa. No dia seguinte foi o dia em que escolhemos os móveis e decoração do quarto da nossa garotinha, que veio ficar pronto apenas hoje, uma semana depois.

Estava terminando de guardar algumas roupinhas que minha mãe havia mandado quando Eliza foi tomar banho e xar, pois segundo ela Marie a deixou louca com a última ligação. Por falar na louca, M estava com uma ideia fixa de colocar o nome de Maya em minha filha, coisa que eu não permitiria. Eliza e eu ainda não havíamos parado para pensar em um nome, mas a unica certeza que tínhamos era que não seria Maya.

Fecho a gaveta do pequeno armário e caminho para fora do quarto encostando a porta logo em seguida. Caminho tranquilamente para meu quarto quando ouço Eliza me gritar, na mesma hora me apresso a chegar lá.

- Amor? - chamo-a ao abrir a porta e não encontrá-la. Menos de 3 segundos ela aparece na porta do banheiro com os olhos cheios de lágrimas.

- Temos que ir ao hospital - fala aterrorizada, quando eu penso em perguntar o porque olho para baixo e vejo suas mãos com sangue e um pouco em sua perna. Não era muito, mas o suficiente para me deixar com medo e apavorada.


Notas Finais


Lembrando que anotei quem está do lado da Eliza na aposta assim como quem está do lado da M. Ta valendo uma estrelinha da Mia do Rebelde viu gente uahuahauhauah


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