História Red String Of Fate - Capítulo 66


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Eliza Taylor-Cotter, Lexa
Tags Clexa, Elycia
Exibições 294
Palavras 2.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoas :D Demorei, mas voltei! Estava em uma correria sem fim aqui, pois estava na organização um festival na cidade onde moro e era os detalhes finais para que tudo desse certo lá, e graças a Deus deu bom. Bom sobre o capítulo... desculpa os erros eu meio que escrevi na correria, para não deixar vocês essa semana sem att. É isso, espero que gostem!

Capítulo 66 - CAPÍTULO 65


POV MARIE

Estou jogada no sofá pensando nas palavras de Eliza e Aly, novamente eu tinha tido uma crise e acabei vindo para minha batcaverna, também conhecida como minha casa. No meio de toda minha confusão acabei ligando para meu casal preferido atrás de conselhos, conselhos esses que agora estão me fazendo repensar em todo meu relacionamento e me fazendo ver que não tenho porque ter esse medo todo, e essa conclusão está me deixando com uma enorme vontade de me socar por ser tão idiota e agir feito criança ‘fugindo’ dos meus problemas.

Não sei o que acontece comigo, mas quando dou por mim já estou pensando em mil coisas que eu posso fazer e ferrar com tudo que tenho com a Lin e pronto a crise dentro de mim já está feita. Suspiro frustrada enquanto levo a mão ao rosto e  massageio minha têmpora.

- Droga, Lin deve estar muito desapontada comigo - falo sozinha enquanto olho para o teto querendo chorar por ser tão tapada. Pego meu celular novamente e decido finalmente abrir as mensagens que Lindsey havia me mandado, sim meu celular está lotado de mensagens dela, pois desde que saí de casa ela vem tentando entrar em contato comigo e ainda não tive coragem de ler. Ligações? Perdi a conta de quantas tem dela aqui. Abro o aplicativo e começo a ler.

“Marie volta pra casa, você pode conversar comigo sobre seus medos amor. Não se isola por favor” suspiro ao ler e passo os olhos na próxima mensagem

“Sei que falei em te dar espaço, mas isso acaba comigo”

“Te ver assim acaba comigo”

“Marie…”

Respiro fundo pensando no que fazer para inverter essa situação e uma ideia se passa em minha cabeça, pulo do sofá na mesma hora e pego a chave da minha moto e o capacete me encaminhando para fora de casa. Ando pelas ruas de L.A no limite que a lei permite e logo estou na porta da casa de Bob, começo a bater insistentemente e o sonso não aparece, bato com mais força e logo um Morley com a cara toda amassada de sono aparece. Rio ao notar sua situação e ele revira os olhos.

- O que está fazendo aqui? - pergunta enquanto boceja - Não estava em meio a uma crise existencial? - me pergunta e eu dou um soco em seu braço

- Quem te disse isso? - pergunto e ele dá de ombros

- Tenho meus contatos - fala e eu reviro os olhos enquanto espero ele se explicar - passei em sua casa com Lucy e Lin nos contou que você estava na sua batcaverna, logo relacionei as coisas - explica e eu suspiro e vou entrando, dou de cara com Lucy com a cara toda amassada também.

- Sério que as 4 da tarde vocês estavam dormindo? - pergunto e ela dá de ombros enquanto se senta no sofá - ninguém trabalha pelo jeito - falo me sentando ao lado da ruiva - não sabia que vocês haviam feito as pazes - comento, pois desde o episódio com Richard, semana passada, não sabia como havia acabado.

- Depois de muita conversa resolvemos namorar sério - Bob fala enquanto se senta na ponta do sofá e beija a cabeça da minha amiga que sorri, sorrio para eles realmente feliz por eles estarem bem. - Mas me fala o que faz aqui? Não era suposto estar pedindo desculpa a sua namorada? - Bob pergunta e eu aceno positivamente.

- E irei, mas preciso da sua ajuda - falo e ele me encara sem entender

POV LINDSEY

E mais uma vez Marie me deixa sozinha em casa para ter mais uma de suas crises, juro que tento entendê-la e poder ajudá-la, mas nem isso ela permite que eu faça. Ela prefere sumir ao ter que me falar o que está sentindo e isso vem me deixando frustradas e muitas vezes com raiva, o que é o caso agora. Nas primeiras horas eu estava com um misto de impotência e preocupação, porém com o decorrer do tempo esses sentimentos se transformou em raiva, raiva por ela não confiar em mim, por me ignorar e por não poder fazer nada, e para ajudar tudo isso resultou nessa confusão que estou agora, sem saber se toda essa situação, nós duas em um relacionamento vai dar certo.

Acredito que a única coisa boa desse dia é que minhas gravações ocuparam só parte do dia e eu já estava a caminho de casa, caso contrário teria dado ruim. Pois por mais que tentava me controlar o pessoal tava afetando o profissional e odeio quando não consigo separar as coisas.  Assim que paro o caro em frente a minha casa noto a moto de Marie e suspiro me preparando para a nosso conversa.

Caminho lentamente até a casa, e assim que adentro o local encontro Marie sentada no sofá acredito que me esperando. Ela me encara e dá um sorrisinho  retribuo e caminho em sua direção, me sento de frente para ela deixando a bolsa no chão.

- Oi - falo para ela que segue sorrindo

- Oi - fala sem jeito e suspira - temos que conversar né?! - fala e assinto com a cabeça - okay.. me deixa falar tudo e depois você pode falar - fala e concordo, afinal eu nem sabia por onde começar a conversa. - Primeiro de tudo queria pedir desculpas! Desculpa por ser agir feito uma idiota, desculpa por fazer isso em nossa relação e principalmente desculpa por não me abrir com você… Sei que tudo seria mais fácil se eu falasse a você tudo o que se passa aqui dentro - fala apontando para a cabeça - mas eu não sei o que acontece, quando vejo já estou isolada - fala enquanto entrelaça os próprios dedos e eu sigo encarando-a e suspiro aguardando ela prosseguir - andei conversando com Aly e Eliza, conversei muito e depois de tudo absorvido eu me dei conta do tamanho da burrice que venho fazendo e sei que as desculpas só irá acontecer como tempo, mas eu quero começar a mudar desde já para ser merecedora. Então eu tomei uma decisão…

- okay.. decisão… - falo com certo medo de saber qual seria essa decisão

- Sim.. - fala sorrindo - eu vendi minha casa - fala e eu a encaro sem saber o que falar, até porque acredito que entendi errado

- Pode repetir? - peço e ela ri baixo, acredito que da minha cara

- Eu vendi minha casa - fala simples - veja bem… estava buscando uma forma de demonstrar que estou mudando e que nada poderá interferir no nosso relacionamento, nem mesmo minha crise então achei que fazendo isso  seria uma forma de mostrar isso. - explica e me olha em expectativa

- Okay.. deixa ver se eu entendi… você está me pedindo desculpas e como forma de demonstrar que quer e está mudando vendeu sua casa? - pergunto ainda tentando absorver toda a informação e ela assente com a cabeça sorrindo pequeno - você tem certeza disso? - pergunto

- Tenho! Você não gostou? - me questiona com a carinha toda chateada

- Não é isso… - falo e começo a explicar meu lado - mas tudo isso que vem acontecendo me fez questionar se a gente vai dar certo - falo e vejo certo desespero em sua fisionomia - veja bem Marie.. desde quando passamos a morar juntas sempre que você começa a ter suas crises você nunca veio até mim conversar, sempre se isolou e me deixou aqui. E isso não foi uma ou duas vezes… - falo e ela suspira - Só estou… desgastada - completo

- Entendo e eu realmente sinto muito por isso, mas eu estou disposta a mudar - fala e segura minha mãos - eu só preciso que você dê um voto de confiança. Eu quero e vou aprender a lidar melhor com esses meus medos, e sempre que necessário você será a primeira pessoa ao qual irei procurar - fala e vejo sinceridade em seus olhos, suspiro

- Nada de batcaverna? - pergunto ainda desacreditada

- Chega de batcaverna! - fala - por favor - perde apertando minhas mãos

- Okay! - falo e ela abre um sorrisão - Mas se voltar a acontecer não terá mais outra chances - falo e ela assente e logo me abraça e começa a depositar vários beijos em meu rosto

- Obriga - fala enquanto segue com os beijos me fazendo rir

- Mas é sério que vendeu sua casa? - pergunto enquanto me afasto um pouco do abraço e ela me olha

- Claro que é verdade! Bob me ajudou com isso - fala orgulhosa e eu rio baixo, logo ela começa a me contar para quem vendeu e tudo mais, tudo isso enquanto distribuía vários beijos em meu rosto.

POV ELIZA

Os dias passaram voando e eu já estava com oito meses indo para o nono, se eu estava ansiosa para conhecer a criaturinha que habita dentro de mim? Magina… Pra ser sincera eu estava desesperada, até porque eu não aguentava mais as dores na costa, os pés inchados e a falta de uma posição confortável para dormir. Porém mais ansiosa que eu só a Aly que vivia imaginando como seria nossa garotinha e fazendo mil planos, ela também conversando com Louisa pedindo para ela se comportar e me deixar descansar ao mesmo tempo que pedia para ela se apressar e sair logo. Eu não sabia se ria ou chorava da cena dela conversando com nossa bebê.

Falando em Aly, ela estava em Miami a uns dois dias em uma pré-divulgação de sua série. Ela não queria ir, mas já estava programado e não teria como adiar e como faltavam semanas para o nascimento da nossa garotinha ela acabou não tendo outra alternativa a não ser entrar naquele avião e passar cinco dias lá. Mas assegurou que no último mês ela não sai de perto de mim por nada o que me fez rir. Eu havia realmente acabado com todo e qualquer trabalho enquanto Louisa não nascesse, a única coisa que fazia era ficar em casa e passear. Às vezes surgia uma ou outra entrevista, mas nada que requer muito esforço até porque eu deveria evitar o máximo possível de toda essa agitação das gravações.

Hoje era um dia ao qual eu ia ser entrevistada, estava terminando de me arrumar para sair de casa quando meu celular começa a tocar, olho e visor e sorrio ao ver que era Aly.

- Oi amor - falo sorrindo

- Hey, como estão minhas garotas? - ela pergunta e posso visualizar o sorriso em seu rosto

- Estamos bem, e você? - pergunto interessada

- Um pouco cansada, confesso. Mas nada que eu não suporte - fala e eu faço biquinho

- Tem se alimentado direito? - pergunto, pois ela se resume em comer besteiras quando viaja

- Claro que tenho! - fala e eu rio, pois sei que está mentindo - Mas eu liguei para saber se está tudo okay mesmo - fala e eu arqueio uma sobrancelha

- Está sim, porque? - a questiono

- Não sei, acordei com um pressentimento ruim - fala chorosa - ja está indo para a entrevista? - pergunta

- Ainda não, mas jaja iremos - falo - mas o que está sentindo? - pergunto realmente interessada e preocupada

- Não sei, só to com um sentimento ruim. Não sei explicar! Me promete se cuidar - ela pede com a vozinha triste

- Sempre amor, para de falar essas coisas - falo me sentindo estranha também

- Desculpa.. só se cuida - pede mais uma vez e eu suspiro e concordo com ela. Ficamos conversando mais um pouco e logo Loanda bate na porta do quarto avisando que o taxi havia chego. Como não tinha como eu dirigir achei melhor chamar um taxista de confiança para me levar até o set de filmagens. Com muito custo me despedi de Aly e logo estava entrando no taxi e indo gravar.

A entrevista em si foi muito mais tranquila do que eu imaginei que seria, as perguntas se resumiam em como eu fazia para administrar a carreira com vida pessoal, quando voltaria as filmagens e sobre minha gravidez. Uma hora e meia depois já estava livre e comendo em um restaurante entre o set de filmagens e meu apartamento.

- Menina come isso direito ou Aly não vai ficar feliz - Loanda implicava comigo por não me alimentar direito, mas esse último mês eu mal tenho sentido fome. Na verdade o que tenho sentido mais é incomodo do peso de ter outro ser humano dentro de mim.

- Eu sei Loanda, mas eu estou sem fome - falo e ela revira os olhos - você se bandeou pro lado da Aly muito rápido. Isso me chateia - falo fazendo bico e ela ri

- Não seja boba menina, assim como Aly eu só quero o melhor para você e essa pequena - fala enquanto bebe um pouco do seu suco

- Sei - falo encarando-a e ela ri mais - Mas eu realmente não quero mais, já enchi. - explico - inclusive irei ao banheiro. Minha bexiga parece ser minúscula, mal termino de comer ou beber e já tenho que ir ao banheiro - falo me levantando devagar e Loanda ri de mim mais uma vez e eu rio com ela, pois é uma situação que não me resta mais nada além de rir.

Cerca de seis minutos depois estou de volta à mesa e Loanda já havia comido, a encaro e ela sorri e pergunta se ja podemos ir, eu apenas confirmo com a cabeça. Depois de pagar tudo vou para o taxi.

- Ah havia me esquecido de te avisar, mas Aly me mandou mensagem - Loanda fala e a encaro sem entender - ela falou que você não responde as mensagens e nem a ligação - explicação

- Ai deixei ele na bolsa no silencioso e acabei me esquecendo - falo ja pegando o aparelho dentro da bolsa e vendo algumas ligações perdidas e várias mensagens - essa mulher vai me deixar louca com tanta preocupação - falo rindo

- Mãe de primeira viagem… -  ouço Loanda cantarolar e rio mais - mas ela estava bem preocupada mesmo. Disse até que estava embarcando para cá no primeiro vôo - ela fala e eu faço uma careta  - na verdade ela falou que já estava dentro do avião, e pelo tempo que ela me contatou jaja desembarca - continua - ela falou algo de mal pressentimento. Sua esposa é bem doidinha também né?! - me questiona divertida

- Como você disse… mãe de primeira viagem - falo segurando o riso - mas essa atitude dela é estranha. Ela havia me falado sobre não estar com um sentimento bom, mas chegar a ponto de voltar pra casa… vou ligar pra ela - falo já discando seu número, depois de alguns segundo a ligação cai na caixa postal - droga, ela já deve ter decolado - falo suspirando, Loanda segura minha mão e aperta

- Jaja ela está aqui - fala sorrindo e retribuo. Derrepente ouço um barulho de pneus cantando no asfalto e viro na direção do barulho e vejo um carro deslizando pela rua e vindo em nossa direção, só consigo gritar e sentir um baque na lateral no taxi enquanto meu corpo é jogado para frente e depois para trás.

Sinto minha cabeça latejar e abro os olhos lentamente, olho para Loanda que está me olhando assustada, olho para o motorista que está se recuperando, logo volto minha atenção para o carro que bateu na gente e está parado ao lado do taxi e vejo que a batida não foi tão feia. Porém assim que constato que todos estão bem sinto uma dor em minha barriga na mesma hora olho para baixo e vejo sangue entre minhas pernas



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