História Red String Of Fate - Capítulo 68


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Eliza Taylor-Cotter, Lexa
Tags Clexa, Elycia
Visualizações 542
Palavras 3.381
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 68 - CAPÍTULO 67


Fanfic / Fanfiction Red String Of Fate - Capítulo 68 - CAPÍTULO 67

POV ALYCIA

Tento abrir os olhos com certa dificuldade por causa da claridade, me mexo um pouco e logo  começo a ouvir vozes ao meu redor. Respiro fundo tentando esquecer o incômodo da luz, e novamente tento abrir os olhos, mas agora com sucesso. A primeira coisa que vejo é o teto branco, olho em volta e noto as paredes também brancas e uma cortina azul claro. Suspiro ao notar que o que acontecerá mais cedo não foi um terrível sonho e que o meu pesadelo era real,  logo sinto lágrimas descerem sobre meu rosto.

- Hey, hey - ouço uma voz me chamando, olho para o outro lado e vejo Bri se aproximar com um pequeno sorriso em seu rosto - vai ficar tudo bem - continua enquanto segura minha mão e aperta-a - você precisa ficar calma - me pede - sua filha precisa de você - completa

- Eu… Eu estou destruída, Bri - falo e ela me olha com os olhos lacrimejados enquanto entra em entendimento

- Eu sei, mas nós estamos aqui para te erguer, te manter forte até Eliza despertar, e depois também - fala carinhosa, levo minha mão livre até meu rosto limpando as lágrimas - Mas para isso você precisa querer - fala  concordo com a cabeça.

- Alycia - vejo Dr Paulo se aproximar - você teve uma queda de pressão - me explica - trouxemos você para um quarto, dentro de vinte minutos está liberada - me informa e eu apenas assinto

- Gostaria de ver minha mulher e depois minha filha - peço

- Claro - ele sorri - vou deixar tudo certo para você, então podemos conversar sobre a situação da sua esposa - agradeço e ele continua - Estava conversando com a senhorita aqui - aponta para Bri que sorri - sobre a pequena Louisa. Fizemos todos os exames e ela é saudável então dentro de 3 dias poderá ir para casa - conclui sorrindo - Bom.. Vou ajeitar as coisas para que você possa vê-la - fala já se retirando logo em seguida. Olho para Bri que me presenteia com um sorriso encorajador.

- Faz tempo que estou apagada? - a questiono - porque você iria demorar um pouco a chegar e pois bem… já está aqui - explico

- Você esteve apagada por uma hora e eu cheguei tem uns 25 minutos - explica enquanto olho novamente o ambiente em que estou

- E Bob.. Marie e o resto do pessoal? - pergunto sentindo falta deles, volto minha atenção a ela que está sorrindo

- Estão babando em Louisa - ela fala e eu quem sorrio.

- Ela é tão linda - falo sorrindo e ela concorda - tão delicada e novinha e a Eliza… a minha Eliza… - começo a chorar novamente e ela me abraça forte e espera eu me acalmar

- Aly olha para mim - pede depois que se afasta e eu faço o que ela quer - eu entendo que tudo isso é uma merda. Eu realmente entendo, porque eu também estou sofrendo. Mas sabemos que Eliza é forte e logo sairá dessa - fala enquanto limpa meu rosto - Agora você tem que se manter forte porque tem uma linda garotinha ali do lado que precisa de você - completa e eu suspiro tentando absorver tudo o que ela me falou.

- Eu sei! - falo em concordância - quando eu passar por aquela porta serei melhor por minha pequena - completo e ela sorri - será que ja passou os vinte minutos? - pergunto fazendo ela rir

- Acho que não. Mas quem liga se passou ou não, vamos la ver a pequena Louisa - fala estendendo a mão para eu me apoiar.

Seguro e logo estou de pé, caminhamos lentamente até a porta e assim que a ultrapasso suspiro, encarando a loira ao meu lado e sorrio quando ela aperta minha mão.

- Onde ela está? - pergunto perdida

- Acho que serei sua guia por aqui hoje - fala fazendo uma careta - a direita - fala e logo estamos caminhando em um corredor enorme - Ali fica o restaurante do hospital - aponta para uma porta que ao ser aberta noto várias mesas e pessoas conversando ou comendo, seguimos andando - aqui é onde fazem tomografia - aponta para porta a esquerda - ali na próxima porta é… Não sei - dá de ombros e no final do corredor virando a direita é o berçário - olho para ela incrédula

- Como você pode saber tudo isso? - pergunto e ela da de ombros

- Explorei tudo enquanto ia até seu quarto - comenta.

- Você quis dizer que entrou nos lugares errados em busca do meu quarto? - a questiono

- Algo assim - dá de ombros e eu rio baixo. Assim que viramos o corredor consigo ver meus amigos parados babando em frente a um vidro. Assim que notam minha presença eles sorriem e vem me abraçar.

- Hey - Jessica fala me abraçando - parabéns - fala e eu agradeço.

- Ela é tão lindinha - Lin fala assim que se desfaz do meu abraço

- Uma mistura das duas - Lucy comenta

- O que me deixou bem intrigada. Normalmente puxam mais uma do que outra - M fala e eu sorrio.

Caminho até o vidro e começo a olhar os bebês que ali estão, menos de dois minutos meus olhos fixam sobre minha filha que estava dormindo tranquila. Sorrio enquanto coloco minha mão sobre o vidro.

- Minha afilhada vai dar trabalho - Bob fala e olho para ele com uma sobrancelha arqueada - assim que a vi eu soube - da de ombros e eu o empurro de lado

Logo ouço alguém bater no vidro e me deparo com uma enfermeira sorrindo para nós. Ela me chama pedindo para entrar no berçário, Bob me abraça pelo ombro e caminha comigo até a porta.

- Vai lá mamãe - ele fala enquanto abre a porta para eu entrar.

Caminho até a enfermeira que me deu algumas instruções e logo eu estava em frente a minha pequena que dormia. A enfermeira a pegou com todo cuidado e logo passou para meu colo, pego aquela criaturinha e um enorme sorriso se desenha em meus lábios.

Passo a mão em seu cabelinho enquanto encaro seu rosto gravando cada pequeno detalhe, sorrio mais ainda ao notar sua semelhança comigo e com Eliza. Logo ela começa a resmungar e eu na mesma hora começo a me mover pra lá e pra cá em uma forma de fazê-la se acalmar.

- Shhh garotinha mamãe tá aqui - falo enquanto a traço para mais perto de mim. Ela resmunga mais um pouco para logo se acalmar. Volto a olhá-la e encho meus olhos de lágrimas ao me deparar com seus lindos olhos azuis - você é tão linda! - exclamo enquanto me divido entre  choro e o sorriso - O que acha de conhecer seus tios, ein? - pergunto para ela que mexia os olhinhos ao redor da sala - eles são um pouco doidos, mas são legais - falo e ela resmunga - vou levar isso como um sim - falo segurando sua mãozinha - vamos lá - começo a caminhar para próxima do vidro, assim que chego ali os doidos dos meus amigos começam a brigar para ver quem ficará na frente, não consigo evitar uma risada. Logo me penalizo, pois ouço alguns bebês ensaiarem um choro.

Volto minha atenção aos meus amigos que estão sorridentes olhando minha garotinha, Marie bate no vidro chamando a atenção para ela e logo começa a falar coisas ao qual eu não entendia, pois o som não ultrapassava o ambiente. Ficamos ali bons minutos e logo a mesma enfermeira que me chamou veio buscar Louisa para se alimentar.

Enquanto a enfermeira que descobri se chamar Beatrice dava leite a Lousa perguntei como seria sua amamentação enquanto Eliza não se recuperava e a mesma disse que minha filha iria precisar de um leite especial e que iria me ensinar como preparar.

Estava olhando minha pequena dormir tranquilamente em meu colo quando noto Beatrice me chamar, minha hora tinha excedido e eu teria que deixar Louisa descansar. Aproximo a pequena próximo a meu rosto

- Mamãe vai ver sua outra mãe. Mas eu volto tá?! - sussurro para ela que se remexe um pouco - mas irei voltar - falo e deposito um pequeno beijo em sua cabecinha, deito-a e lentamente saio dali.

- Você poderia me informar onde está Dr Paulo? - pergunto para Beatrice

- Claro, te levo até ele - fala e eu sorrio em agradecimento

- E meus amigos? - pergunto quando passamos pelo corredor onde eles estavam

- Ah sim, eles pediram para informar que iriam para casa tomar banho. Mas assim que possível voltariam - fala e eu concordo.

Menos de cinco minutos e eu já estava sentada de frente a Paulo em sua sala.

- Vejo que Beatrice conseguiu te separar alguns minutos de Louisa - ele fala brincalhão e eu sorrio sem graça, pois tinha passado algumas horas ao lado da minha filha.

- O que posso fazer? Não consigo controlar - dou de ombros e rio ao me lembrar de Beatrice me chamando de mãe coruja.

- Entendo. Fui e sou assim com meus dois filhos - ele fala sorrindo, e eu sorrio junto ao me lembrar do dia que conheci seus filhos. Um casal de gêmeos idênticos.

- Eles são um amor! - comento e ele concorda - Sobre Eliza… - falo mudando de assunto - como ela está? - pergunto enquanto solto ar que nem sabia que estava segurando.

- O estado dela no momento é estável - ele fala enquanto ajeita o óculos - Devo dizer que as primeiras doze horas são cruciais para saber se ela vai ou não se recuperar rapidamente. Mas eu tenho comigo que ela irá recobrar a consciência o quanto antes - completa e eu me limito a concordar com a cabeça - ela passou por uma cirurgia delicada, a hemorragia era grande e  possibilidade de perdê-la maior ainda e ela lutou contra isso e uma parada cardíaca. Por isso eu acredito que logo, logo ela estará aqui. Ela quer viver - completa e eu sorrio ao ouvir seu relato

- É o que eu espero - falo - será que eu posso vê-la? - pergunto

- Claro! Estava te esperando para isso - comenta enquanto se levanta e eu faço o mesmo.

- Eu posso dormir com ela no quarto? - pergunto enquanto caminhávamos pelos corredores do hospital.

- Olha não é recomendável… - fala e me olha, já estava pronta a argumentar sobre quando ele continua - mas sei que você não ira aceitar um não como resposta - concordo com ele - e também não pensei em não deixar você passar a noite com ela - me sorri cúmplice e para de frente a uma porta - é aqui… Mas olha estou quebrando algumas regras, o correto é a paciente passar essas primeiras horas sem nenhum parente. Em observação, mas sei que você não irá fazer nada que irá prejudicar ninguém, então…

- Não mesmo - falo sorrindo - não sei nem como te agradecer por tudo que está fazendl- falo e ele coloca a mão sobre meu ombro

- Apenas fique forte por suas garotas e por você- fala - bom… irei me retirar. E olha só você pode entrar nessa sala nas primeiras horas - completa e se despede de mim.

Me viro ficando de frente para a porta e respiro fundo antes de abri-la. Caminho lentamente até a cama e logo noto vários aparelhos ao redor da minha garota que está deitada com uma expressão serena, chego mais perto e vejo alguns fios tubos ligado a ela e aos aparelhos. Pego sua mão com cuidado e fico encarando-a por longos minutos, esperando ela ter alguma reação.

Suspiro ao notar que nada ia acontecer, aperto sua mão e me aproximo mais do seu rosto onde dou um beijo demorado em sua testa para logo em seguida olhar em seu rosto, olhar cada mínimo detalhe do seu lindo rosto.

- Que susto você me deu - falo me ajeitando mais próximo a ela - você precisa acordar logo - continuo enquanto levo minha mão livre até seu cabelo onde iniciou um carinho - eu preciso de você, a Louisa precisa de você! Ela é tão linda, tão quieta. Menos quando está com fome - me lembro das últimas horas que passei ao lado da minha garotinha e sorrio - e ela tem os seus olhos. Você vai surtar quando ver. Bob disse que teremos trabalho com ela - começo a rir ao lembrar de suas falas - acredito que ela terá mais problemas com ele do que com nós duas - faço carinho em seu cabelo e fico em silêncio.

Começo a sentir as lágrimas novamente descerem sobre meu rosto - Droga! - resmungo revoltada por não conseguir parar de chorar - acho que nas últimas horas chorei tudo o que deveria chorar em um mês - comento enquanto limpo meu rosto - eu preciso de você, Eliza - aperto sua mão - eu preciso que você acorde. Eu não se consigo sozinha - confesso.

Fiquei ali no quarto com ela até Paulo me chamar avisando que meus amigos estavam na sala de espera me aguardando. Dei um beijo em Eliza com a promessa de voltar o quanto antes e fui ao encontro deles que me obrigaram a ir em casa tomar um banho e me alimentar.

Só então pude conversar com Loanda que não tinha saído do hospital desde que chegara, pedi desculpas por não lhe dar atenção e a mesma pediu para eu não fazer isso uma vez que ninguém ali devia desculpas a ninguém. Ela me contou certinho como foi o acidente e me confortou, ela também me informou que ficaria em casa ajeitando as coisas para quando Louisa fosse liberada.

Conversei também com Marie e Lin que me deram todo apoio assim como Bob, Lucy, Jessica e Bri. Pedi para eles irem para casa que a qualquer novidade eu os informava. Meio relutante eles concordaram, mas falaram que iriam passar no hospital no dia seguinte.

Estava terminando de me arrumar e voltar ao hospital quando meu celular começa a tocar, seguro em minha mão vendo a foto de minha sogra, só então me lembro que ainda não tinha conversado com ela sobre o ocorrido, nem com meus pais.

- Alô, Ava ?! - falo assim que atendo

- Aly? Como está? Minha neta já nasceu? E Eliza? - dispara em fazer perguntas

- Estão todas bem - resolvo omitir o estado de Eliza por hora e contar pessoalmente - não era para você estar dentro de um avião? - pergunto

- Escala - se limita a explicar- estou ligando para saber se ocorreu tudo bem e informar que chegamos amanhã - fala

- Sim! Não poderei te buscar no aeroporto, mas peço para Marie - falo

- Não tem problemas - comenta - está tudo bem mesmo? Você está com uma voz desanimada, nem parece que acabou de ser mãe - comenta

- É só o cansaço. Você sabe… foi uma correria aqui - falo e ouço ela rir do outro lado da linha - Ava vou ter que desligar agora, vim em casa apenas comer e tomar um banho. Mas já estou voltando para o hospital - explico

- Claro. Manda um beijo para Eliza e para minha netinha. David ta aqui ansioso para vê-la

- Tudo bem. Façam uma ótima viagem, beijos - me despeço e logo encerro a ligação soltando um longo suspiro. Aproveito e ligo para meus pais e para eles sim eu conto tudo o que aconteceu. Horas mais tarde já estava no hospital, e antes de ir para o quarto de Eliza passei no berçário e fiquei um pouco com Louisa.

____________

O dia seguinte foi bem atribulado, meu pai chegou duas horas depois de mamãe e me deram todo apoio possível. Quando viram Louisa pela primeira vez foi um festa me arrancando uma risada sincera ao ver os dois competindo pela atenção a pequena que não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo.

Horas depois Marie me liga informando que meus sogros já estão com ela e a caminho do hospital. Expliquei a ela que eles não sabiam de nada porque estava com medo de contar a verdade enquanto estavam longe e optei por contar pessoalmente.

Assim que eles chegaram vieram me parabenizar, eu agradeci. Porém assim que eles viram meu estado notaram que algo não estava certo. Contar a eles que sua filha estava em coma não fora uma tarefa fácil, tanto que me embolei nas palavras e só consegui explicar porque David praticamente gritou para eu ser mais direta. Suspirei e contei tudo o que havia acontecido até o presente momento, logo eles estavam se abraçando enquanto choravam inconsoláveis. Me juntei a eles e ali ficamos um tentando consolar o outro.

Quando os levei até Louisa foi outro chororô, mas agora de alegria. Ah como eu os entendia. Entendia cada segundo de sentimento que habitavam neles nesse momento e foi assim que passei o resto do dia.

Já a noite Dr Paulo veio com outro médico, o que estava responsável por Eliza e me informaram que ela havia tido uma melhora considerável e que poderia acordar a qualquer momento. Mas me alertaram para não esperar que fosse daqui a minutos. Pois não se tinham com exatidão quando poderia acontecer. Poderia ser hoje, daqui algumas semanas, meses ou anos. Porém isso dependeria somente da minha loirinha.

Essa notícia foi com uma injeção de ânimo a todos, que ficaram super felizes. Marie e Bri já estavam preparando até a bronca que daria em quando despertasse.

Essa noite novamente passei ao lado da minha garota enquanto meus sogros foram para minha casa, já meus pais optaram por um hotel.

Despertei no dia seguinte com a enfermeira verificando as máquinas que estavam ao lado de Eliza.

- Bom dia - falo enquanto me ajeito no sofá e coço meus olhos

- Bom dia Sr Alycia - responde - Desculpa te acordar - pede sem jeito

- Já estava na hora - falo me levantando - como ela está? - Pergunto ajeitando meu cabelo

- Estável, isso é bom - me olha sorrindo - vamos transferi-la de quarto - comenta - assim poderá receber visitas de mais pessoas - explica e concordo com a cabeça

- Isso é ótimo! Assim ela ouvirá outras pessoas e quem sabe não desperta mais rápido - falo empolgada

- Sim, isso é um ótimo incentivo - fala - está animada? Hoje poderá levar Louisa para casa - explica e sinto meu coração se encher de emoção

- Sim e com medo! - confesso - Eliza é a que tem mais habilidade com crianças… Estou com medo de não dar conta enquanto ela não volta - comento

- Você vai tirar de letra, Beatrice fala o quanto você é cuidadosa com sua filha. - fala

- Espero mesmo viu. Bom… vou lavar o rosto e me arrumar para falar com Dr Paulo e levar aquela princesinha para conhecer nossa casa. Até mais - falo para a enfermeira, me aproximo de Eliza- já volto, amor - falo e deposito um beijo em sua testa para logo em seguida ir direto para o banheiro mais próximo.

Enquanto conversava com Paulo Eliza era transferida de quarto. Assim que soube liguei para meus sogros e pais, os mesmos vieram o mais rápido possível e então começamos a elaborar um pequeno cronograma de quem ficaria com Eliza e com Louisa. Eu não queria deixar minha mulher sozinha naquele hospital um segundo, porém precisava passar essas primeiras horas com minha filha em casa. Então ficou dos meus sogros passarem a noite com minha loirinha enquanto meus pais e eu iríamos para minha casa, e na manhã seguinte eu viria para o hospital e meus sogros seguiriam para minha casa ficar com Louisa.

Minha agenda de trabalho nessas horas? Bom… cancelei tudo e qualquer compromisso por tempo indeterminado. Precisava focar em minha família agora.


Notas Finais


Como será Aly cuidando da pequena Louisa sem Eliza? O;


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