História Redemption - Capítulo 1


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Mascára da Morte de Câncer, Personagens Originais, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena)
Tags Ação, Drama, Máscara Da Morte, Romance, Saint Seiya
Exibições 78
Palavras 914
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Saint Seiya pertence a Massami Kurumada e Empresas licenciadas.
Fic que faz parte do universo de Aurora e A Princesa e o Cavaleiro. Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo:


Sua visão está totalmente turva, ele sente seu corpo dolorido e formigar. Cada esforço para erguer-se, simplesmente se mexer, causava uma grande dor, como se milhares de agulhas o atingissem ao mesmo tempo.

—Ele tá morto? -uma voz infantil, de um uma garota, pergunta.

—Mortos não respiram. Ele está vivo, Alice. -respondeu a de um menino.

O homem tenta falar, mas apenas um som gutural seguido de um gemido de dor foi ouvido.

—Acho melhor chamar o vovô, Phillipe. -a menina diz. -Ou a tia ...AAAHH!

Ele ergue o corpo, reunindo todas as suas forças e mira três crianças diante de si, um garoto e duas meninas. Então percebe que está nu e sujo de lama, uma visão assustadora para os pequenos que correm de medo dele.

—E-esperem... -ele diz, se erguendo e tentando andar, mas para ao ouvir o som de uma arma sendo engatilhada.

—Não se mova! -ordenou uma mulher. -O que quer aqui? Como chegou aqui?

Ele se levanta e encara a mulher. Tez bronzeada e as faces rubras, indicando que trabalha sol a sol, cabelos escuros, presos em um rabo de cavalo, e olhos de um violeta intenso, que o miravam com desconfiança, não querendo aparentar medo, embora a mão que segurava o velho rifle apontado para ele, tremia levemente.

O homem tenta falar alguma coisa, mas novamente a dor e o torpor o dominam, fazendo com que perdesse a consciência e caísse diante dela. A mulher então analisa o corpo para ver se ele ainda respirava. Suspirou aliviada ao contestar que sim, a última coisa que queria era um cadáver em sua propriedade.

Olhou ao redor desanimada. De onde surgira? Como chegara naquele estado em sua fazenda? Será que foi assaltado e surrado, para ser jogado naquele local?

—Phillipe. -ela chama um menino, de cabelos e olhos castanhos, aparentando ter dez anos que os olhava de longe. -Melhor chamar seu avô. Vamos levá-lo para dentro.

 

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“—O que houve comigo?” -indaga a si mesmo ao abrir os olhos. Encontrava-se deitado em uma cama macia, tendo um lençol cobrindo sua nudez. Notou que estava limpo, e a dor diminuíra um pouco, mas não se lembrava de onde estava. –“A última coisa que consigo me lembrar é de estar na Casa de Câncer e...eu vi três mulheres estranhas e... Me sinto...tão fraco... Onde estou?”

Nesse momento a porta se abre e ele reconhece a mulher que havia apontado uma arma para ele. Ela trazia uma bandeja na mão, onde havia um prato e um delicioso aroma de sopa.

—Acordou. Que bom! -ela diz colocando a bandeja em um criado mudo ao lado da cama. -Achei que teria que chamar um médico para você, já que dormiu por horas.

—Quem...quem é você? -pergunta desconfiado.

—Sou Lydia Denílson. E você está na fazenda Redemption. -respondeu. -Minha fazenda, no distrito de Wildwood. Agora a pergunta é... quem é você?

—Eu...-ponderou, talvez não fosse uma boa ideia dizer quem era ainda. -Um viajante.

—Deduzi que sim. -ela não parecia muito convencida. -Foi assaltado? Quer fazer queixa?

—Tia. -uma menina, de uns sete anos, cabelos negros presos por uma trança, apareceu na porta. -Tem um carro chegando na porta. São aqueles homens de novo.

A mulher estreitou o olhar e praguejou baixinho, depois se virou para seu hóspede, apontando umas roupas sobre uma cadeira.

—Acho que essas roupas lhe servem. Pertenciam ao meu irmão. -depois disse a menina. -Já vou descer, Alice. Fique com Sarah, está bem?

A menina concordou com um aceno de cabeça e antes de sair olhou demoradamente para o convidado.

—Ela ainda tem medo de você.

—Não queria dar essa impressão. Posso perguntar algo? Na verdade, duas coisas?

—Diga.

—Onde fica Wildwood?

—Canadá.- ela estranhou a pergunta. Será que ele sofria de algum problema de amnésia? -E a outra pergunta?

—Foi você quem meu deu banho? -havia um brilho malicioso em seus olhos azuis que a fez corar imediatamente.

—Na verdade...foi meu pai quem lhe deu banho. -respondeu saindo do quarto. -Coma a sopa.

Sorriu novamente. Tinha que admitir que Lydia era uma linda mulher. Levantou da cama, seu corpo ainda estava dolorido mas não como horas atrás, e foi até a janela. Percebeu que se encontrava no andar superior de uma casa de fazenda. De lá teve uma boa visão dos recém chegados, e seu instinto lhe dizia que não era boa coisa.

Balançou a cabeça, não era problema seu. Vestiria aquelas roupas, comeria algo e daria um jeito de voltar ao Santuário o mais rápido possível.

—Não pode voltar agora. -a voz cortante de uma mulher parecia que iria fazer sua cabeça explodir.

Ele leva as mãos à cabeça e se ajoelha, sentindo a dor aguda e como se estivesse em um sonho, se viu em outro lugar, cercado de brumas, onde três figuras se aproximavam. Eram três mulheres...uma jovem como uma adolescente, a do meio era uma mulher madura e a terceira uma velha que aparentava uma longa vida. Todas cobertas por pesados mantos.

—Quem são vocês? -exigiu. –Foram vocês que eu vi na Casa de Câncer!

—Não pode voltar ao Santuário... -dizia a adolescente.

—...enquanto não provares... -continuou a jovem mulher.

—...que és digno de sua armadura. -completou a idosa.

—São...deusas? –ele estreitou o olhar. –Já provei que sou digna dela!

—Não nos referimos ao o que houve em Asgard. –diz a adolescente.

—Seu destino, e dessa família... -a mulher o toca.

—...estão entrelaçados agora. -finaliza a idosa, antes de desaparecerem. -Máscara da Morte de Câncer.

 

Continua...


Notas Finais


O que houve em Asgard? Assistam Soul of Gold.


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