História Redtale - Undertale - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~cecifrazier

Postado
Categorias Undertale
Personagens Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Papyrus, Sans
Tags Charisk, Redfell, Redtale, Undertale
Exibições 156
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Usagi - Heeeeeey~~~~~~♢


Mais um capítulo

Espero que gostem.

Boa leitura. <3


Cecy - Mais um capitulo <3

Boa leitura.

Capítulo 8 - Capítulo 7 - Hipnose


 

Viu Frisk arregalar os olhos e suas mãos subiram pela sua cintura, sentiu o rosto queimar pela timidez, mas continuou séria. Quando o rapaz iria abaixar o busto do vestido, escutou um grunhido de dor escapando dos lábios dele.  

 

— Entendeu o que eu quero dizer? — Ela sussurrou enquanto selava os lábios com os dele. — Qual a graça de ter um jantar que não pôde comer?  

 

Antes que Frisk pudesse dizer algo, ela continuou.  

 

— Não vou até a aldeia, mas irei procurar algumas ervas medicinais, certo? Vão apenas aliviar a dor e evitar infecção. Eu não vou fugir ou me afastar da casa... — Selou novamente os lábios com os dele. — Eu quero ser devorada... Mas apenas quando você estiver saudável. 

 

— Eu mal posso esperar para ficar melhor, então. — Frisk sussurra enquanto sorria maliciosamente.  

 

— Seu bobo. — Chara murmura enquanto acaricia os cabelos do rapaz. — Eu vou trazer um pedaço de torta para você. 

 

A menina se levanta da cama e vai até a cozinha. Tira dois pratos do armário e pega uma faca, cortando assim duas fatias da torta e as coloca nos pratos.  

 

Seu coração batia rápido, ela nunca esteve tão feliz.  

 

Quando entra no quarto, Frisk estava sentado na cama, logo, ela vai até ele e deixa os pratos no chão.  

 

— Você precisa ficar deitado, se não, não vai melhorar. — Chara diz enquanto o faz deitar na cama.  

 

— Como eu vou comer então?  

 

— É simples. — Ela solta um sorriso e pega o prato que estava no chão, colocando um pouco de torta na colher. — Eu vou dar pra você. 

 

Viu as bochechas de Frisk se tornando um pouco avermelhadas, então sorriu e selou os lábios com os dele.  

 

— Mas não se acostume com isso, lobinho.  

 

Com cuidado, levou a colher até os lábios do rapaz e esperou que ele comesse, cada vez que repetia o ato, sentia as mãos do rapaz apertando sua coxa, mas não disse nada, permitiu que ele fizesse isso, mas na próxima, daria uns socos naquele abdômen hipnótico.  

 

Quando terminou, Chara sorriu e levou os pratos até a cozinha, deixou ambos sobre a mesa e colocou sua capa, voltou ao quarto e sentou ao lado da cama, selou novamente os lábios com os de Frisk e se afastou.  

 

— Eu volto logo. — Ela murmurou, podia ver a expressão triste do rapaz, mas aquilo era para o bem dele.  

 

Lançou um sorriso gentil e deixou o quarto, levando consigo uma pequena cesta. Logo saiu da casa e sentiu o vento frio abraçar seu corpo, enfiou os pés debaixo e neve e passou a andar de forma desajeitada.  

 

Devia ter pego um casaco emprestado, mas não voltaria agora, talvez ele mudasse de ideia e a prendesse em casa, nunca se sabe.  

 

Viu dois lenhadores trabalhando perto do local, um deles era alto e vestia um casaco vermelho, o outro era baixinho e usava um casaco azul, ambos tinham cabelos brancos e carregavam mochilas que pareciam ser bem pesadas, mas não disse nada, apenas tentou passar por eles em silêncio. 

 

— Heh vai pegar um resfriado, moça tome cuidado! 

 

Sentiu o coração parar, mas sorriu em resposta e continuou seu caminho.  

 

Como a neve já cobria grande parte da vegetação, teve dificuldade em achar as ervas e as que conseguiu, não eram suficientes. Espirrou algumas vezes, já sentia a garganta um pouco irritada, mas continuou andando, precisava encontrar ao menos um pouco mais.  

Tropeçou na neve, quase pisou em uma armadilha, tratou de desarmar com um galho e pode então ver o símbolo que seu irmão usava para marcar suas coisas. Deslizou as mãos pelo metal e viu um pouco de sangue escorrer pelos seus dedos gelados, não sentiu dor, mas imaginou o que aconteceria se Frisk se machucasse naquela coisa.  

 

— Asriel idiota...  

 

Andou mais um pouco e quando achou mais ervas medicinais, agradeceu mentalmente, colocou-as na bolsa e espirrou novamente.  

 

— A donzela está perdida? — Ouviu alguém perguntar, Chara nem ao menos deu atenção a pessoa que lhe chamou, apenas correu o mais rápido que pôde para casa.  

 

Quando chegou, abriu a porta e agradeceu mentalmente pelo cômodo ser quentinho. Assim que iria tirar a capa, sentiu Frisk lhe abraçar com força, Chara quase perdeu o fôlego.  

 

— Você está gelada...Idiota. — Escutou ele sussurrar.  

 

Chara ergueu a canhota e apertou a orelha de Frisk com força, ouvindo então um grunhido de dor.  

 

— Você tem que ficar deitado. 

 

— Não consigo. — Ele beija levemente o pescoço da mesma. — Eu fiquei preocupado. 

 

Chara se virou, encarando os belos olhos dourados e o beijou. Frisk nunca esteve tão feliz desde que passou a conviver com aquela garota que o tirava do sério.  

 

Ele não se lembrava da última vez que sentira seu coração tão alegre, já não lembrava mais como era ser amado ou lembrado. Saber que sempre haveria alguém lhe esperando depois de um dia de caça, era reconfortante e lhe enchia de alegria. 

 

Ele não a perderia por nada, nem que precisasse matar por isso.  

 

— Agora, lobinho... — Chara murmurou enquanto selava os lábios com os dele mais uma vez. — Vá deitar, eu vou preparar seu remédio.  

 

Frisk sorri e caminha lentamente até o sofá, deitando-se. Os machucados ainda doíam consideravelmente, mas vê-la cuidando dele podia amenizar qualquer tipo de dor logo. 

 

A garota abre os armários e coloca um pequeno pote em cima da mesa, abre sua cesta e retira algumas ervas que colhera mais cedo. Assim, começa a fazer um tipo de mistura com algumas delas e quando finalmente termina, vai em direção ao sofá e ajoelha-se em frente a ele.  

 

— Fique quieto, vai doer, mas é pro seu bem, ouviu? — Ela sussurrou enquanto subia a blusa do mais alto e inflava a bochecha esquerda ao ver o abdômen de Frisk. — Abdômen hipnótico idiota...  

 

Disse sem se importar com isso, apenas enfiou as mãos na cesta e espalhou a mistura pelos machucados mais fundos com delicadeza, sabia que doeria, mas ainda sim tentava ser cuidadosa. 

 

— Ai! — Frisk solta um grunhido. — Isso arde! 

 

— Já disse que é pro seu bem, fique calmo. — Chara diz enquanto passa cautelosamente a mistura pelo abdômen do mais alto. 

 

Realmente, era uma vista hipnótica. Ele tinha um corpo bem definido, músculos fortes e isso deixava a garota sem fôlego.  

 

Enquanto passava, Frisk percebeu as bochechas avermelhadas da garota e sorriu de forma maliciosa.  

 

— Quando eu melhorar, você vai saber que eu tenho mais do que um “abdômen hipnótico” para oferecer. 

 

— Talvez eu mude de idéia e não deixe você me mostrar quando melhorar. — Implicou enquanto arqueava a sobrancelha esquerda, conseguiu conter a vergonha, um sorriso sarcástico tomou conta de seu rosto.  

 

A garota propositalmente subiu em cima do sofá e puxou a saia do vestido para que ficassem acima dos joelhos, se repreendeu mentalmente pelo ato, pois não sabia que tinha esse jeito malicioso, o rapaz realmente não era boa companhia.  

 

— Vai arder um pouco. — Ela sussurrou enquanto apertava o quadril na cintura do mais alto e passava o remédio em seu pescoço. 

 

Frisk a torturava com piadinhas, não era errado ela retribuir os gestos...Era? 

 

O rapaz arregalou um pouco os olhos e sentiu suas bochechas arderem, mas logo, um sorriso malicioso tomou conta dos seus lábios.  

 

Ele começou a passar suas mãos pela pele macia da garota e apertou suas coxas com certa força. Isso deixaria marcas depois.  

 

— E que tal eu te mostrar agora?    

 


Notas Finais


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