História Reed. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexis Ren, Cameron Dallas, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Alexis Ren, Cameron Dallas, Ethan Dolan, Grayson Dolan, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nash Grier, Personagens Originais
Tags Alexis Ren, Cameron Dallas, Drama, Hot, Romance
Exibições 505
Palavras 1.808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ALGUNS AVISOS:
- Plágio é crime.
- Feedback é importante, ok?
- As idades vão ser um pouco diferentes, e vocês irão perceber isso no decorrer da historia.
- Boa leitura!

Capítulo 1 - The one where it all begins.


Fanfic / Fanfiction Reed. - Capítulo 1 - The one where it all begins.

Havre de Grace, Maryland.

 

Reed Johnson point of view:

 

Ele estava completando vinte e quatro anos hoje.

O babaca do meu irmão estava oferecendo uma festa para ele em nossa casa. Eu estava em dúvida entre ficar feliz ou um pouco furiosa.

Não me entenda mal, eu realmente amo o meu irmão, mas hoje eu tinha decidido que estava tudo bem em odiá-lo também. Só tinha puta mal vestida em minha casa e eu tinha que aguentar ver o objeto dos meus desejos desde que eu tinha catorze anos, sendo constantemente abraçado e desejado pelas mulheres ao seu redor.

Ele realmente não tinha culpa. Se quando eu o conheci ele já era lindo, hoje em dia, estava além dessa palavra. Os anos que tinham se passado fizeram muito bem para ele. Ele tinha amadurecido da melhor forma. O seu corpo ficou mais definido, o rosto tinha ficado mais másculo, ele tinha uma mandíbula que pedia para ser lambida e mordida. E muitas vezes eu tive que me controlar para não fazer exatamente isso.

Eu estava encostada no balcão onde havia dois bartenders preparando bebidas. Também havia bebidas sendo servidas por garçons que andava pela festa. Tirando o segundo andar, que estava fechado para nenhum espertinho tentar a sorte em um dos quartos, a casa estava totalmente decorada e eu tinha que dar os meus parabéns ao meu irmão, ele sabia organizar uma festa. Tirando a parte das mulheres. Ew.

Meu melhor amigo estava do meu lado, e até agora não tinha falado nada. Quando eu o olhei, percebi que ele acompanhava com os olhos a dança que era pra ser sensual que uma loira peituda estava fazendo na pista de dança. Revirei os olhos. Poderia ser mais óbvio?

- Aaron, poderia por favor, prestar atenção no meu dilema? - pedi.

- Não é dilema. - respondeu, mas não tirou os olhos da loira. Irritada, belisquei o seu braço e ele bufou e finalmente olhou para mim.

- O que você quer, Reed? - suspirou.

- Você sabe. - insisti.

Meu amigo pareceu considerar as opções, Aaron sabia que eu não pararia, ele me ajudando ou não. Na verdade, agora eu só precisava do seu apoio moral, e se algo desse errado mais tarde, queria a sua ajuda para sumir durante algumas semanas. Eu estaria morrendo de vergonha. E faria do meu próprio jeito, as coisas não podiam continuar do jeito que estavam. Pois se continuassem assim, eu não responderia pelos meus atos.

- Ok. - se deu por vencido, mas ele estava com o semblante sério - Mas não quero que você se machuque.

Concordei com a cabeça, mas nesse ponto, o que me importava era eu ter ele. Eu o desejava tanto e isso machucava, doía ser simplesmente a irmã caçula do seu amigo. De ser considerada “criança”. Caramba! Eu queria que ele me visse como mulher. Me deseja-se.

- Você vai precisar de coragem líquida. - balançou a cabeça. O observei pedir duas doses da bebida mais forte que eles tinham e franzi a testa.

Quando ficou pronto, ele me entregou um. Se tivesse sido eu que houvesse pedido, o bartender teria negado, o meu irmão tinha cortado o meu barato no começo da festa e me lembrado que eu era de menor, então nenhuma bebida alcoólica seria servida a mim.

Aaron me incitou a beber, e eu fiz. O gosto amargo e forte fez com que os meus olhos arde-se e eu tossir um pouco. Os pelos dos meus braços se arrepiaram. E eu estava me sentindo um pouco mais confiante.

A minha roupa era a de longe a mais bem comportada, e eu pensei comigo mesma se o meu irmão tinha colocado no convite que seria uma festa com o tema de prostituição, porque não era possível o tanto de bunda que eu já tinha visto. Mesmo estando ridiculamente frio.

Eu estava vestindo uma calça jeans preta rasgada no joelho que realçava o meu bumbum, um top também preto que deixava a minha barriga a mostra e boots. Eu estava me sentindo sexy e não vulgar, como a maioria estava vestida.

Esqueci esse pensamento quando o aniversariante se aproximou de nós. Ele sorriu na minha direção, e foi inevitável fazer o mesmo, mesmo estando um pouco nervosa.

- Não vai me dar parabéns, Reed? - Dallas perguntou rindo.

Assenti, e fui na sua direção. Meus braços rodearam o seu pescoço e como sempre acontecia, ele me levantou alguns centímetros do chão, seus braços apertados ao redor da minha cintura. Seu cheiro masculino me envolveu com força.

- Parabéns, Cameron. - sussurrei próximo ao seu ouvido. Aproveitei para tirar uma casquinha também. Beijei de leve o seu pescoço e quando eu senti ele estremecer, sorri internamente.

Ele me abaixou, e quando me soltou, me encarava um pouco sério. Abri um sorriso inocente e Aaron fez questão de desviar a sua atenção.

- Parabéns, cara! Tá ficando velho. - Aaron brincou.

- Já pode ser considerado um vovô. - provoquei.

- Muito engraçado. - Cameron revirou os olhos - Qualquer pessoa em comparação a você é velho. Você é muito jovem, uma criança ainda.

- Dúvido muito uma criança fazer o que eu faço. - rebati irritada. Que mania ridícula de me chamar de criança, caramba.

- E o que você faz? - perguntou interessado e totalmente protetor. Eu queria ciúmes, mas não. Cameron Dallas estava interessado porque ele me conhecia a muito tempo e ele tinha esse pensamento que deveria me proteger do mundo.

- Sinta-se livre para usar a imaginação. - pisquei os cílios.

O meu irmão acabou interrompendo a resposta que eu sabia que Cameron iria dar. Johnson me abraçou de lado, um pouco suado e eu imaginei que ele estivesse dançando antes. O empurrei de leve, sabendo que o meu irmão não iria me soltar, pois ele vivia pra me irritar. Era somente eu e ele, a nossa pequena família tinha se reduzido havia dois anos. A nossa mãe tinha morrido quando eu estava prestes a completar quatro anos, e o nosso pai tinha sofrido um acidente de carro fatal dois anos atrás. Johnson era responsável por mim desde então. Esse fato me fez ser super protegida. E isso não ajudava em nada quando o que eu queria seriamente fazer era seduzir o seu amigo muito mais velho que eu.

Não que isso fosse um empecilho para mim. Quase sete anos não era nada, eu já tinha dezessete anos e essa diferença não era tão grande assim. Logo completaria dezoito e eu sabia muito bem o que eu queria. Além de que, eu achava muito sexy ele ser mais velho. Eu não queria garotinhos. Queria Cameron e queria sentir o que aquela boca maravilhosa poderia fazer a lugares secretos do meu corpo.

Eu reprimi esse tipo de pensamento estando tão perto do meu irmão. Depois de alguns minutos Nash chegou perguntando quando iria partir o bolo, o homem era fraco por doces. Era uma fraqueza que nós dividimos. Johnson tinha encomendado o bolo na melhor confeitaria da cidade. Ele era decorado simplesmente, mas eu sabia que o sabor seria maravilhoso.

A música abaixou um pouco e todos se reuniram na sala, onde havia uma mesa decorada e o bolo estava em cima. Cameron tentou se livrar desse momento, ele nunca tinha gostado de ficar parado enquanto as pessoas cantava a tradicional música “parabéns pra você”. Ele achava que era vergonhoso. Que estava velho demais para isso, e por isso eu estava rindo da sua cara quando eu acendia as velas.

Ele me puxou para o seu lado, antes que eu pudesse fugir e alguns segundos depois ele estava assoprando as velas. Cameron melou a ponta do meu nariz com a cobertura do bolo e eu revirei os olhos, ele me deu um beijo na bochecha e decidi que não ficaria com raiva dele.

Logo a música estava tocando alta novamente. Cameron meio que sumiu depois disso.

Pedi para Aaron pegar mais uma bebida para mim, dessa vez mais fraca e roubei um pedaço de bolo enorme. A consequência disso foi que tive que dividir com Nash. Um pouco mais relaxada e o álcool começando a fazer efeito no meu sistema, estava cada vez mais certa do que iria fazer essa noite.

Dancei um pouco com Aaron, e depois ele também sumiu e eu tinha certeza que ele estava com a loira peituda em algum lugar escondido da casa. A noite se passou rápida e quando decidi colocar o meu plano em ação, a festa ainda estava rolando, mas dava para ver que estava chegando ao fim. Só havia algumas pessoas espalhadas na área da piscina, incluindo o meu irmão e Cameron. Ele iria dormir aqui, o que tinha facilitado as coisas para mim.

Subi as escadas para o andar de cima, depois que roubei uma garrafa de vodka, todos os funcionários tinham ido embora o que facilitou o meu pequeno furto. Ao chegar ao meu quarto, tirei a roupa rapidamente e segui para o banheiro. Tomei uma ducha quente e não demorei muito, eu estava com pressa, não sabia que horas Cameron iria subir.

Vesti a delicada lingerie preta que tinha comprado especificamente para hoje, amarrei o laço vermelho em meu corpo e eu realmente esperava que ele gostasse do presente. Respirei fundo algumas vezes e com a garrafa de vodka na mão sai de fininho do meu quarto. Seria um mico muito grande o meu irmão me encontrar assim.

Entrei no quarto em que Dallas dormia quando ficava aqui, eu estava muito ansiosa e nervosa. Coloquei a garrafa em cima do criado-mudo. Dependendo da sua reação, talvez aquilo ajudasse. Eu sabia que depois daquilo não teria mais volta, quando Cameron entrasse e me visse vestida daquele jeito ele não teria dúvidas das minhas intenções, e se ele não estivesse disposto  e surtasse, bem, tudo iria para a merda. Mas eu estava disposta a correr esse risco. Cameron valia a pena.

E eu também não queria morrer de frustração sexual sendo tão nova. Isso aconteceria se eu continuasse fingindo que não sentia nada por ele.

Percebi quando a música parou e o meu coração começou a bater mais rápido no peito, ajeitei o laço na minha cintura com os dedos dormentes e encarei a porta. Eu tinha ficado indecisa entre deitar na cama dele e ficar em pé, optei pela a última opção porque eu não conseguiria ficar quieta se deitasse.

Alguns minutos depois, ouvi umas vozes abafadas no corredor e a minha boca ficou seca. Não precisei esperar muito para que a porta se abrisse, Cameron estava sorrindo quando entrou, mas quando percebeu a minha presença, o sorriso sumiu.

Eu estava seminua, com um laço na cintura, era claro o presente que eu queria dar para ele. Literalmente.

- Surpresa! - sussurrei nervosa.

- Porra. - foi a sua única resposta.

 


Notas Finais


Vou tentar atualizar rápido, mas vou focar na divulgação da fanfic. Espero que vocês tenham gostado! Fiquem a vontade para ler as minhas outras historias...

beijos e fui


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...