História Reed. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Alexis Ren, Cameron Dallas, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Alexis Ren, Cameron Dallas, Ethan Dolan, Grayson Dolan, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nash Grier, Personagens Originais
Tags Alexis Ren, Cameron Dallas, Drama, Hot, Romance
Exibições 467
Palavras 1.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 2 - The one where i'm the present.


Fanfic / Fanfiction Reed. - Capítulo 2 - The one where i'm the present.

Reed Johnson point of view:

 

Cameron tinha parado na porta com a boca semiaberta, os seus olhos passeando devagar pelo meu corpo, me queimando só com o olhar, ele encarou longamente os meus seios mal cobertos e quando a sua atenção desceu para a minha minúscula calcinha, percebi que o seu maxilar trincou e eu tremi um pouco com isso.

- Reed? - perguntou assustado. Como se não acreditasse no que estivesse vendo. Ele involuntariamente deu um passo à frente, e parou, talvez pensando melhor.

- Feliz aniversário, Dallas! - falei com a voz rouca.

Isso pareceu lhe tirar do transe em que estava, pois os seus olhos encontraram o meu e se estreitaram.

- Oh não, não, não. - ele começou a balançar a cabeça freneticamente.

- Oh sim. - rebati.

- Você está louca?

- Não, eu estou pensando claramente.

- Você ainda é uma menina, pelo amor de Deus! A irmãzinha do meu amigo.

Irritada por ele sempre ficar falando esse tipo de coisa, a minha determinação aumentou, levei as mão até a abertura do sutiã e o abri. O único som que se escutou no quarto foi o baque surdo do tecido caindo no chão.

Cameron encarou abertamente os meus seios e mordeu o lábio. Ele me desejava, dava para ver na sua postura e no seu olhar de fome. Era tudo o que eu precisava saber. Caminhei lentamente até parar na sua frente, peguei a sua mão sem resistência nenhuma e a levei até o laço.

- Aproveite o seu presente. - sussurrei.

- Puta que pariu. - os seus olhos encontraram os meus com seriedade e baixaram novamente para o meu corpo. A mão dele desfez o laço devagar. E quando terminou, ele tocou de leve na minha cintura. A sua mão grande me acariciou e eu respirei fundo quando a excitação bateu forte em mim. Era vergonhoso o que um simples toque dele podia fazer comigo.

- Eu quero você. - pedi.

- Reed. - falou em tom de aviso, o que ignorei.

Incentivei a sua mão a subir mais um pouco, e o seu dedo rodeou o mamilo rosado, soltei um gemido baixo de prazer. Cameron ainda continuava sério, mas deu um sorriso de lado cheio de malícia. A sua exploração não parou por aí, ele parecia fascinado e eu estava torcendo que o desejo falasse mais alto e ele não desse para trás. Às vezes Cameron era um maldito desmancha prazeres.

Os seus dedos brincaram com o elástico pequeno da calcinha, me deixando quente, cada vez mais molhada. Tudo o que ele fazia era excitante. Chamei baixo o seu nome e a resposta que obtive foi um beijo arrebatador.

Eu já tive a minha cota de beijos para uma vida, não sou nenhuma santa. Mas nunca tinha beijado um homem e eu logo percebi a diferença entre beijar um moleque e um homem experiente. Cameron provocava de um jeito gostoso, fazendo com que eu ofega-se durante o beijo. As nossas línguas se encontrava com paixão. Eu estava suspirando por dentro. Finalmente estava sentindo o seu gosto, sentindo os seus lábios nos meus de uma maneira que eu nunca esqueceria. Eu estava eufórica. Muito além de mim.

Suas grandes mãos me impulsionaram para cima e eu entrelacei as minhas pernas em sua cintura. Arfei ao sentir o seu membro já excitado em contato com a minha intimidade.

Ele me deitou na cama com cuidado, mas não separou o corpo do meu. Cameron se acomodou no meio das minhas pernas, sem fazer o contato que eu queria. Puxei de leve o seu cabelo, e ele me beijou novamente, dessa vez mais leve, mas não menos delicioso. As minhas mãos entraram por baixo da sua camisa e eu arranhei de leve as suas costas, e ele gemeu. E finalmente me deixou sentir o que tanto queria, os meus olhos fecharam de prazer.

O seu membro rígido fez contato com o meu ponto doce e eu gemi alto o seu nome. Cameron parou na hora. E eu abri os olhos percebendo a burrada que tinha feito.

Dallas tinha se tornado uma pedra ao meu toque e começou a se afastar. E tudo que eu conseguia pensar era: não, não, não, não. Estávamos tão perto!

Ele sentou tenso na cama, de costas para mim o seu cabelo uma bagunça e eu queria que ele voltasse para mim.

- Vá para o seu quarto, Reed. - murmurou.

- Cameron…

- Agora! - ele me cortou com raiva.

Suspirei. Cameron tinha ficado frio, e eu sabia que a minha chance tinha acabado. Ido para o espaço. Ele não se deixaria levar pelo desejo, não agora.

Não vou mentir, magoou um pouco. Porém, reuni toda a coragem que tinha e levantei da cama. Sai do quarto só de calcinha, deixando o meu sutiã no chão, sem muita vontade de ficar lá por mais tempo. Não olhei em sua direção em nenhum momento.

Eu consegui chegar até o meu quarto sem trombar com ninguém, o que agradeci. Me joguei na cama frustrada de todas as maneiras que uma pessoa pode ficar.

Sexualmente.

Com Cameron, por ser um babaca e não terminar o que tinha começado.

Comigo, por ser tão nova. E essa merda realmente atrapalhar e ser um empecilho.

E com o meu irmão, quem mandou ele ser amigo do Cameron?

Quando a raiva foi diminuindo, eu vi que não estava sendo racional. Se o meu irmão não fosse amigo do Cameron, eu nunca o teria conhecido. Eu tinha que mostrar a Dallas que a minha idade não era um problema.

Eu teria que tentar mais uma vez, porque depois de hoje, eu não suportaria não sentir os seus lábios de novo. Cameron Dallas iria aprender que eu não desistia tão fácil assim.

 

(...)

 

Não dormi muito bem, e fui a primeira a levantar. Eram dez horas da manhã. Tomei um banho gelado, que me ajudou a despertar. Hoje era domingo e como tradição dos últimos anos, os nossos amigos chegariam perto da hora do almoço. Eles faziam isso pelo menos duas vezes ao mês já que nem todos tinham disponibilidade para vir sempre.

Vesti um short curto de pano e o casaco do time de lacrosse que tinha pertencido ao meu irmão no tempo que ele estava no colegial. Desci as escadas para encontrar a casa em péssimo estado, Charlotte estava com as mãos na cintura encarando a bagunça e dava algumas ordens para que fosse limpo.

Normalmente, não fazíamos uso de empregados, mas Charlotte deve tê-los chamado prevendo a bagunça que a casa estaria. Charlotte era uma espécie de governanta, ela trabalha aqui desde que eu me entendo por gente e cuidava de tudo. Agora depois que eu tinha ficado mais velha, ela só vinha algumas vezes na semana, ou quando precisávamos dela. Como hoje.

Meu pai vinha de uma família tradicional e muito prestigiada na pequena cidade em que moramos. Havre de Grace era uma pequena cidade, localizada no Maryland, no condado de Harford. E por mais que não fosse uma cidade enorme, eu gostava de morar aqui, a vida aqui tinha os seus prazeres.

Com a morte dos nossos pais, eu e Johnson tínhamos herdado a casa em que morávamos, Charlotte tinha ficado conosco e o meu irmão tinha assumido os negócios da família. Foi um pouco complicado no começo, mas ele acabou se adaptando e gostando até.

- Parece que passou um furacão por aqui, Reed Johnson. - Charlotte me repreendeu, mas a sua carranca não durou muito tempo quando eu abri um sorriso de desculpa. Ela riu e balançou a cabeça, dei um beijo em sua bochecha e fui para a cozinha.

Como esperado, já tinha café passado e eu enchi uma caneca grande. Belisquei o bolo que tinha sobrado de ontem, mas por incrível que pareça eu não estava com fome.

Charlotte só apareceu dez minutos depois, ela disse que a casa estava mais apresentável e que começaria a fazer o almoço. Não me preocupei em ajudá-la por dois motivos. Primeiro, ela não deixaria. Charlotte não gostava de ninguém perto dela quando estava cozinhando, ela dizia que eu só atrapalhava. O que levava ao segundo motivo, eu não sabia fazer nada além de sobremesa. Era a única coisa em que eu me interessava a comer mesmo, por isso gostava de aprender.

Fiquei em silêncio vendo ela se movimentar pelo o cômodo.

Os meus pensamentos estavam no que tinha acontecido ontem a noite. No que poderia ter acontecido. A luz do dia eu estava com um pouco de vergonha, e não sabia como Cameron reagiria ao me encarar depois do que eu tinha aprontado. Cheguei a cogitar pedir abrigo para Aaron por uns dias, mas eu não era covarde. E eu não tinha desistido.

Nash foi o primeiro a chegar e nos encontrou na cozinha. Ele era abusado desse jeito. Na verdade todos eles eram, Johnson e eu tínhamos arrumado amigos bem espaçosos.

Quando Aaron chegou com Gilinsky, e nem o meu irmão e nem Dallas tinham descido, Charlotte pediu para que eu os acordasse. Ela não precisou insistir. Levantei da cadeira rapidamente e subi as escadas de dois em dois degraus. De relance tinha percebido, que a casa parecia estar de volta ao normal. Totalmente arrumada.

Fui em direção ao quarto do meu irmão primeiro, e eu não tive pena de acordá-lo. Fiz exatamente do jeito que fazia quando éramos crianças. Me joguei em cima dele, o assustando no processo, peguei um travesseiro e comecei a bater nele. Depois de ele se recuperar do susto inicial, ele começou a revidar. E mesmo que eu odiasse cosquinhas com todas as minhas forças, eu estava feliz por ele ainda agir como o meu irmão. Porque eu não gostava de lidar com Johnson quando ele estava no modo “profissional” que ele ficava quando estava trabalhando.

- Bruto. - resmunguei quando ele parou.

Ele beijou a minha testa em resposta, nem um pouco arrependido.

- Os meninos estão te esperando lá embaixo.

- Ok, desço daqui a pouco.

Peguei uma almofada que tinha caído no chão e antes de sair do quarto, a joguei com força na sua cara. Escutei o som de um gemido sofrido antes de fechar a porta e acabei sorrindo.

O sorriso não durou muito tempo, parei na frente do quarto de Cameron e testei o trinco, a porta se abriu com um ruído mínimo e eu entrei lentamente no quarto.

Cameron estava dormindo pacificamente e eu o observei durante alguns segundos. O edredom só cobria parte do seu corpo, deixando o tronco nu a mostra. Seu rosto estava sereno, e os meus olhos seguiram a linha do seu maxilar. Me aproximei mais da cama e percebi que a garrafa de vodka que eu tinha deixado ali, estava pela metade.

Dallas tinha arrumado uma serventia para ela, afinal.

Toquei de leve o seu braço, e o chamei suavemente. Ele só se ajeitou melhor na cama. O balancei com um pouco mais de força e Cameron resmungou abrindo os olhos.

- O que você está fazendo aqui? - perguntou rouco.

- Charlotte pediu para te acordar, está quase na hora do almoço.

Ele fechou os olhos e assentiu. Se sentou na cama, fazendo com que o edredom descesse um pouco.

Fiquei tentada a falar algo mais, só que nada saiu. Me virei para ir embora, quando ele chamou o meu nome.

- Reed?

- Sim?

- É melhor esquecermos o que aconteceu ontem a noite.

Considerei o que ele falou. E talvez eu pudesse esquecer, se não tivesse sentido o quanto ele me desejava também. Então, eu resolvi o provocar.

- Como eu poderia esquecer, se tive que me tocar para poder aliviar o desejo que você causou e não terminou? - menti descaradamente. Mas ei, eu estava querendo tirar alguma reação dele.

 


Notas Finais


GENTEEEEEEEEE
OBRIGADA POR CADA COMENTÁRIO E FAVORITO QUE REED RECEBEU <3 sério, muitooooooooooo obrigada :)
continuem assim e eu voltarei mais rápido hauwhha
agora eu vou voltar a estudar, porque amanhã eu tenho TRÊS PROVAS
NÃO É DE DEUS!!!

beijos e fui


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