História Reencarnação... - Capítulo 18


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Categorias Fairy Tail, Mitologia Grega
Personagens Aquarius, Aries, Cana Alberona, Câncer, Capricórnio, Chelia Blendy, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Leon, Levy McGarden, Libra, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Pisces, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe, Tauros, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Deuses, Lalu, Mitologia Grega
Visualizações 66
Palavras 849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Magia, Mistério, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Despertar I


Fanfic / Fanfiction Reencarnação... - Capítulo 18 - Despertar I

 Laxus não tinha mais dúvidas, ela jamais falaria com ele. Porque justo ele teve que reencarnar como o deus dos raios? Porque logo o rei deles? – Sua mente gritava, parecia que tudo iria explodir e ele não tava nem aí que tudo explodisse.

Um sentimento de fúria e possessão demoníaca cercou Zeus, sua face mudou, nem parecia ele mesmo. Seus cabelos ficaram brancos e longos, uma arma apareceu em sua mão. Quando Laxus voltou à realidade, um raio mostrava seu poder.

Era como se sua fúria, seus sentimentos de raiva gerasse aquele raio. Afinal, ele é o rei dos deuses gregos, Zeus, o deus dos raios. Então isso explica seu poder, ele vem através da fúria e quanto mais fúria, maior sei poder. Claro, ele podia invocar seu poder normalmente, mas não era tão esplendoroso como agora.

Laxus foi em direção ao espelho que tinha em seu banheiro. Ficou assustado, quem não ficaria? – seus olhos ficaram azuis acidentados, seus cabelos estavam brancos e maiores e ainda... Tinha um raio em sua mão. Normal!

Laxus concentrou no raio, que dissipou em fumaça. Seus cabelos e olhos retornaram ao que era antes, ele  gostava de sua aparência atual. Deitou  na cama de barriga para cima e respirou fundo; sua vida é tão conturbada.

***

Mira estava estourando seu cartão, sua raiva era notória. Tinha acordado cedo para tentar distrair sua mente e uma raiva que possuía, não conseguia se esquecer do leilão. Era como se todas as suas lembranças voltassem para aquele momento.

Ela iria dar um tapa na repórter mais famosa de todos os tempos. Ah! Isso seria cômico, mas seus fãs e todos ficariam chateados com ela. – Mira não entendia porque sentia ódio dela, mas sabia que seu marido sempre a observa com um olhar diferente; um olhar que ela nunca conseguiu tirar dele.

Mira sempre foi possessiva quando se trata de seu marido. Iria acabar com aquela loira falsificada e peituda de qualquer jeito.

— Mirajene?

Uma voz conhecida foi o suficiente para Mira voltar de seus pensamentos macabros com a loira.

— Ah! Oi Lissana. – falou respirando fundo mentalmente e voltando para a susposta realidade.

— O que aconteceu? – perguntou sua irmã aparentemente preocupada.

— Nada, o que falava? – Mira conhecia sua irmã o suficiente. Lissana gostava de falar dela própria.

E assim foi um dia longo e cansativo para Mirajane. Falar com sua irmã rendeu muitas dores de cabeça para a deusa, mas não ouvia uma só palavra, pois sua mente divagava à loira que iria se arrepender de ter cruzado o mesmo espaço de Hera, a deusa do casamento, rainha de todos os deuses gregos.

***

Quando chegou em casa, Mira foi dormir um pouco, não tinha forças para falar ou psicológico para pensar. Estava cansada, exauta e com um pressentimento de surpresa.

Quando chegou ao quarto, Mira se surpreendeu com Laxus dormindo serenamente. Era raro vê-lo em casa, ainda mais às 13:00 da tarde.

Mira se aconchegou ao lado do marido e dormiu. Talvez, apenas talvez, seus sonhos lhe trouxesse tranquilidade.

Mira enxergava todos os deuses gregos em seus tronos. Belos e poderosos, impenetráveis e imortais. Ela via a si mesma, Hera sempre fria e seria.

— O que faremos? – perguntou uma mulher com cabelos escuros que lembravam cereais, seus olhos castanhos claros. Sim, aquela era Deméter, deusa da fertilidade. — Vários deuses morreram, os semideuses estam instintos e não há tempo.

Sua voz era preocupante, ela aparentava olheiras profundas. – A situação devia ser importante - pensava Mira.

— Sabemos qual é o nosso fim, Deméter... Vamos morrer. – serena, sedutora e despreocupada.

Afrodite!

Sua vestimenta fina e transparente, seus cabelos loiros e olhos escuros. Perfeita! Definia a deusa do amor.

Exibida! – a raiva emanava em Mira.

— Afrodite! – indagou uma bela mulher, cabelos platinados e olhos claros como mel. Sua roupa mais decente.

— O quê? Não é verdade? – Afrodite falou lixando suas belas unhas pintadas de vermelho. Ela encarou Atena — Há muito tempo que reinamos. O oráculo nunca mente e suas previsões sempre acontece.

Mira ficou perplexa, porque voltou ao passado? Qual é o motivo por trás disso?

— Calem-se! – fria, grandiosa e imponente, mas serena, calma e suave
essas palavras poderiam descrever essa voz. Raios cortaram o céu e ninguém naquela sala ousou falar algo. Tudo tremeu e todos ficaram apavorados. — O governo de vocês é um tanto aceitável, sem vocês, esse planeta sucumbirá as trevas, por isso eu decidi, ajudarei vocês.

— Quem é você? – perguntou Atena.

— Eu? Eu sou Anake, deusa primordial do destino.

Mira queria saber mais, era raro falar de algum primordial nas histórias gregas, mas para seu azar, tudo foi sumindo, sua mente já não estava mais ali.

***

Em algum outro lugar.

— Meu senhor, mandou-me chamar? – perguntou um demônio ao seu mestre que estava sentado num trono feito de ossos.

— Sim, traga-me Afrodite. Ela será a próxima.

— Têm certeza? – perguntou novamente tenebroso.

— Eu disse, vá.

O servo saiu correndo da sala, as portas negras se fecharam e ele pôde ouvir as risadas do seu senhor.

— Até breve, logo nos encontraremos minha bela deusa. 



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