História Reencontro no momento certo. - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor à Vida
Visualizações 163
Palavras 882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey meus amores, mais capítulo!


Perdoem a rolezeira que saiu ontem e ficou meio alterada e sem condições de escrever para vocês. Espero muito que gostem, postarei muito mais hoje já que amanhã não tenho aula. Aproveitem!

Capítulo 24 - Se for para ter "bom dia" assim, te quero para sempre.


Fanfic / Fanfiction Reencontro no momento certo. - Capítulo 24 - Se for para ter "bom dia" assim, te quero para sempre.


Paolla pov's on:
Tive uma noite de sono maravilhosa, não tem coisa melhor do que dormir com ele, sentindo o carinho dele. Acordei e olhei para o seu lado da cama e estava vazio, peguei meu celular e vi que eram 09hrs, ainda cedo já que só vamos ao Projac de tarde. Escutei um barulho vindo da sala mas antes de ir lá eu fui minha higiene matinal. 
Me olhei no espelho e fiquei assustada, eu estava cansada e nem um pouco bonita, como pode ele querer ainda está do meu lado? Sorri com esse meu pensamento repentino e fiz o que tinha de fazer no banheiro. Fui a cozinha já que ao chegar a sala não vi ele lá. Cheguei em silêncio na cozinha e fiquei parada observando-o, lindo. Ele estava sem camisa e fazia comida, no balcão tinha uma bandeja linda com flores, eu sorri boba e tocava baixinho uma música no rádio e eu percebi que era "Here comes the sun - The Beatles", e ele dançava conforme a música. Seria pedir demais poder ver essa cena todas as manhãs?
A música acabou e eu aproveitei o silêncio que ficou até começar a outra música e falei:
- Não reclamaria de ver essa cena todos os dias, e reclamaria muito menos ao saber que todas as manhãs eu terei belos cafés, flores e sorriso como esse. - Eu disse quando ele virou e sorriu para mim. - Faz meu dia ser lindo só por ter começado assim, desse jeitinho. - Ele se aproximou e me beijou. Finalizamos o beijo e ficamos com nossos rostos próximos, narizes roçando, eu fazia carinho em sua nuca e ele na minha cintura, sorrimos. 
- Eu tenho tanta sorte de te ter, e sabe  a parte que eu tenho mais sorte nisso tudo? Que chega a ser quase impossível acreditar que sou eu quem ocupo o lugar especial que tem no seu coração. - Eu sorri, sensação boa ouvir cada palavra dita por ele. - Eu amo você, nunca esqueça disso.
- Eu também... - Eu disse baixinho e fechei os olhos enquanto roçava nossos lábios sem iniciar o beijo, só aproveitando para sentir seus lábios. - Eu também amo você. - Eu disse e antes de fechar os olhos para aproveitar o beijo eu vi ele sorrir lindamente, meu coração acelerava mais rápido que o normal, só ele causava essas sensações em mim.
Ele terminou de fazer o café e fomos para a mesa comer, ele tirou as flores que estavam na bandeja e colocou na mesa, disse que se não capricharia levando na cama, ele iria caprichar ali mesmo na mesa. Eu sorria boba. 
Tomamos um belo café da manhã, conversamos muito e sobre tudo, uma facilidade que temos desde que nos conhecemos, há anos atrás. Sorri lembrando quando o conheci, gostei dele de cara mas lembro que infelizmente não tínhamos tempo para conversar, me recordo que até lamentei muito não conhecê-lo melhor. Agora estou aqui com ele, desse jeito. Como que eu imaginaria isso? Grata pelas voltas que o mundo dá e nos surpreende. 
Fomos lavar os pratos juntos e o flashback veio em minha mente, sorri ao lembrar. Ele ligou o rádio novamente e ficamos ali arrumando a cozinha, eu sabia os lugares das coisas da cozinha como se eu conhecesse perfeitamente aquele lugar, que maluco isso. Nem na minha casa eu conhecia tão bem os lugares das coisas. 
- Amor, tive um sonho ruim. Quase esqueci de te contar. - Ele disse e se encostou no balcão enquanto eu lavava o último talher. 
- Me conta! - Eu disse meio ansiosa. 
- Você sofria um acidente enquanto estava indo para o Projac. Lembro que não tinha sido sua culpa do acidente acontecer, não foi tão grave mas você ficou bem machucada. Uns machucões que uma maquiagem resolvia fácil para as gravações, lembro até que foi essa a solução que você deu quando dissemos para você repousar por mais dias e você teimosa queria voltar a trabalhar. - Dei uma risadinha. Eu acho que faria isso mesmo. - Fiquei maluco no sonho, desesperado porque não contaram de forma correta o que houve então dei a entender que tinha sido grave e larguei tudo que eu fazia, e eu não lembro onde era mas estava em uma entrevista. 
- Ei, você ficou bolado mesmo né? - Me aproximei dele e entrelacei meus braços em seu pescoço e distribui beijinhos no rosto e pescoço, ele me abraçou pela cintura. - Foi um pesadelo, esquece isso. Prometo me cuidar mais que o normal no trânsito daqui pra frente, ok? Relaxa.
- Vou tentar relaxar, fiquei realmente mal. Paolla, eu acredito que tem sonhos que são avisos, a maioria dos meus pesadelos com as pessoas que eu amo acaba acontecendo, eu tenho muito medo. - Ele fechou os olhos com força e respirou fundo, apertando consequentemente suas mãos na minha cintura me fazendo ficar ainda mais colada nele. Abracei-o e fiz carinho em seus cabelos.
- Se Deus quiser nada acontece meu bem. - Nos beijamos. Logo depois fomos nos arrumar para almoçar juntos em algum restaurante e depois seguiriamos caminho para o Projac. Tomamos banho juntos e não preciso dizer o que aconteceu, pois aconteceu o que acontece sempre quando tomamos banho juntos.


Notas Finais


Curtiram? Eita, será que o pesadelo vai ser real? Não deixem de comentar.


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