História Reencontro no momento certo. - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Amor à Vida
Visualizações 136
Palavras 730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E tome capítulo, aproveitem.

Capítulo 27 - Talvez uma pessoa não tenha recebido tão bem como esperado.


Fanfic / Fanfiction Reencontro no momento certo. - Capítulo 27 - Talvez uma pessoa não tenha recebido tão bem como esperado.


Marco pov's on:

Um convite surpresa porém um convite bom. Eu queria muito conhecer a família da Paolla e admito que estou ansioso para saber se vou ser aprovado por eles. Arrumamos minha mala e fomos para casa dela o mais rápido possível, chegando lá ela arrumou uma mala em tempo recorde mudando também a roupa.
- Vai ter muita gente? - Perguntei meio nervoso, devo confessar.
- Hum... - Ela parou para pensar. - Minha mãe, meu pai, meus irmãos... - Ela continuou pensando e eu ri esperando ela falar. - Ah, uma tia minha que vai junto com o meu primo e acho que só, o resto da família tá longe. 
- É, até que não é tanta gente. - Eu disse aliviado. 
- Nervoso amore mio? - Ela perguntou brincando quando entramos no carro e me deu um selinho. - Eles já te amam, relaxa. - Ela mandou uma piscadinha.
- Vou acreditar que sim. - Mandei uma piscadinha também, ela riu. 
A viagem foi ótima, cantamos as músicas colocadas por Paolla no som, paramos apenas uma vez para comprar comida já que a faminta disse que não aguentaria esperar até chegar lá. Quando estávamos quase chegando começou uma música do Coldplay "Yellow",  Paolla sorriu:
- Ai, eu amo essa música! Eles vem para cá esse ano, vamos para o show? Sempre quis ir a um show deles. - Ela olhou para mim com os olhos brilhando, parecia uma criança. 
- Claro que vamos! Eu adoro coldplay. - Ela sorriu ainda mais e bateu palminhas, eu ri. Naquele momento em que olhei para ela e a vi tão animada meu coração acelerou muito e eu sorri tendo uma ideia. Vai ser nesse show que eu vou tornar tudo oficial, vai ser especial e inesquecivel.
Chegamos finalmente e a casa é linda, enorme também. Fomos recebidos com sorrisos de toda família, Paolla correu para abraçar os pais. Eu me aproximei meio envergonhado e fui cumprimentando os irmãos dela, uma tia e um primo que não foi nada simpático, pareceu me odiar. Esperei ela se desfazer do abraço com seus pais e ela olhou para mim sorrindo, os olhos dela brilhavam ainda mais. 
- Amor, esses são meus pais. - A mãe da Paolla nem deixou ela terminar de falar e veio me abraçar toda feliz, retribui o abraço na mesma intensidade de carinho. O pai dela fez o mesmo, me senti muito bem aceito e feliz, menos pelo primo. Olhei para o cara e ele sorria feliz agora que a Paolla estava bem próxima dele, observei seu jeito de olhá-la e fiquei intrigado, parecia olhar de gente apaixonada. 
Entramos na casa e guardamos as malas no quarto, antes de sair eu perguntei a Paolla algo que me deixou curioso:
- Ei! - Paolla estava quase saindo do quarto. - Deixa eu te fazer uma pergunta. - Ela voltou o caminho e chegou perto de mim.
- Pode perguntar amor. - Ela disse.
- Esse seu primo... Vocês já tiveram algo? - Vi a Paolla se assustar um pouco com a pergunta e apenas tive certeza sem nem ela precisar responder.
- Como você percebeu? 
- Como? Um cara olhando de um jeito apaixonado para minha namorada e me tratando de forma fria para não dizer outra coisa me fez deduzir. - Eu disse.
- Ai, eu tinha esquecido desse detalhe. Eu tive sim um namorico de adolescente com ele, eu tinha uns 15 anos e não durou mais de 3 meses, não aguentei. Além dele ter mudado totalmente quando começamos a namorar, ele era um grude, insuportável. Enfim, vivi minha vida, me mudei, namorei, quase casei e namorei novamente mas minha familia sempre disse que ele ainda gostava de mim. O que eu podia fazer? Nada, porque eu não queria e nem quero nada com ele. - Paolla disse meio irritada. - Minha tia acabou de me dizer que ele está de mau humor porque te trouxe, ele jurava que eu chegaria sozinha. Esquece ele, ok? Não liga.  - Ela se aproximou e me beijou, foi um beijo calmo e bom, daqueles que a gente quer que não acabe mas a falta de ar nos impede de continuar. Fomos para o jardim e ainda estava sol quente, pessoas na praia, eu e Paolla ficamos com vontade de entrar na piscina e voltamos para o quarto para se trocar.                                                                 


Notas Finais


Priminho, priminho... Não tente roubar beijo da sua prima, que feio! (Spoiler alert)

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