História Reencontro | Shortfic Jimin - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Fluffy, Jimin, Reencontro, Romance
Visualizações 112
Palavras 2.164
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eii, mais um capítulo para vocês.
Desculpem os erros e boa leitura!
P.s esse cap é bem descontraído, espero que gostem♥️

Capítulo 4 - Flagra


Fanfic / Fanfiction Reencontro | Shortfic Jimin - Capítulo 4 - Flagra

    Após alguns dias depois que eu e jimin trocamos nosso primeiro beijo, isso continuou constantemente. Beijos escondidos e carícias embaixo da mesa ou até na frente de outros mas tentando esconder o máximo que podíamos. Nossos encontros eram frequentes, normalmente nos encontramos no jardim, após a hora em que todos estavam em seus aposentos, e naquela hora os beijos eram nosso único ato sem a preocupação de sermos pegos. Mas logo uma onda de lembranças me atingiu, e o medo de perder jimin novamente se fez presente, os últimos dias estavam sendo tão maravilhosos que às vezes me pego pensando no que seria de mim se o perdesse novamente, nenhum dos dois havia se declarado, só nossos olhares diziam que estávamos apaixonados mas nenhuma palavra sobre isso foi trocada. E com essas lembranças de sua partida e o medo constante que se instalou, resolvi não esperar sua declaração, e me adiantei.

- Ji-jimin - o chamei separando o beijo

- Algum problema? - perguntou visivelmente preocupado e assustado.

- Não, tudo bem. É que… - senti minhas lágrimas florarem - por mais que eu esteja amando esse momento,e por mais que você prometa ficar e não me deixar novamente, eu ainda tenho medo, medo de… - não contive minhas lágrimas e deixei cair tudo que era preciso - de acontecer algo e você partir - disse recebendo um olhar calmo e sereno do mais velho.

- Yu, não tem nada fora desse reino que me faça partir. E tem algo aqui que me faz não querer sair - disse tomando meu rosto com suas mãos e deixando uma breve carícia em minhas bochechas, que senti estarem coradas. - E mesmo que o destino conspire contra nós, me levando para fora do reino, eu te levarei junto, não pretendo e não quero passar um dia sem você ao meu lado. Eu preciso de você comigo, eu necessito dos seu beijos e toques - disse colando nossas testas, e deixando algumas lágrimas descerem livremente por seu rosto - não saio daqui por nada, não saio sem você. Minha melhor amiga, minha menina, minha companheira… - selou nossos lábios carinhosamente e por fim sussurrou em meus ouvidos - minha mulher.

Aquelas palavras me fizeram sentir a pessoa mais sortuda do mundo por tê-lo. Me fez pensar que agradecer todos os dias não seria o suficiente, o tanto que ele me faz bem, não tem maneiras.

- Você não faz ideia das maneiras que imaginei esse reencontro. Milhares de jeitos diferentes, algo que me fazia chorar facilmente. Mas de todas as formas que imaginei, a real foi a melhor de todas, a felicidade que faltava me encontrou e não pretendo soltá-la, portanto - pausei, tentei passar uma imagem mandona - não ouse me deixar - apontei meu dedo em sua direção, e selei brevemente seus lábios - Nunca! - a risada de park tardou a aparecer e deixou o clima leve como antes.

- E-eu te amo.. - disse por fim, porém sério, me pegando totalmente de surpresa.

Por mais que ele demonstrasse esse sentimento, ouvir ele dizer isso me deixou totalmente desestabilizada e com o rosto totalmente quente e provavelmente corado, minha única atitude foi aprofundar meu rosto vergonhoso na curvatura de seu pescoço, arrancando uma alta risada do mais velho.

- Não acredito, de novo yu? - se referiu a minha vergonha pela segunda vez - você não existe - disse me apertando mais, com seus braços em minha cintura.

- E-eu.. eu te amo - senti meu rosto corar ainda mais, tentei não transparecer mais timidez na minha voz, ato que foi falho. Minha voz trêmula e falha saiu com dificuldade, porém consegui dizer o que tive vontade - Te amo demais.

Depois dessa breve e inédita declaração de ambos, meu coração se acalmou e a ideia de que jimin fosse realmente ficar aqui comigo, fez com que a vontade de sorrir aparecesse e não saísse mais. Depois de mais beijos resolvemos voltar para nossos aposentos, praticamente obrigados quando vimos que a luz do quarto de papai estava acesa.

(...)

Todos ali a minha volta,haviam percebido minha imensa felicidade desde a chegada de jimin, eu tentava o máximo esconder mas era algo impossível, só de ouvir a voz dele ao longe, minha espinha se arrepiava e a saudade de seus beijos se fazia presente.

A cada dia que passa os encontros de jimin e eu só aumentam, antes eram só a noite, mas por agora é a todo momento em que temos uma brecha, e os beijos a cada momento ficavam mais quentes e necessitados. Jimin não ultrapassou meu limite em nenhum momento, ele acompanhava totalmente meu ritmo, suas mãos sempre faziam carícias por minhas costas nunca passando de minha cintura, no entanto sentia que ambos já estavam a ponto de querer algo a mais. Nunca fiz esse algo a mais, mas não era um assunto totalmente desconhecido por mim, nos meus momentos de solidão e exclusão, os livros eram meus companheiros. Livros de todos os gêneros,então esse algo a mais era um assunto conhecido por mim, em relação a necessidade de ter um ao outro por perto a todo momento, deixava claro que estava cada vez mais próximo de acontecer.

(...)

Já estava na hora do jantar, papai zela muito a janta em família, então todas as noites de sexta reunimos todos do castelo é jantamos juntos. Porém essa noite foi diferente, levando em conta a presença de jimin e suas provocações. Mesmo sabendo que fico totalmente corada e com vergonha a qualquer toque dele. E ali embaixo da mesa, sinto sua perna tentar entrelaçar a minha. Jimin havia ficado bom no quesito provocações, e eu não conseguia me segurar em certos momentos. O mais velhos ria das minhas tentativas de parecer tudo bem, papai estava ao meu lado e jimin do outro , qualquer reação minha papai desconfiaria, então tentei ao máximo não transparecer algo. E jimin estava se divertindo com isso. Mas algo que foi o limite da minha encenação, a mão de jimin passando em minha coxa coberta apenas por um pano fino do meu vestido, seu toque imediatamente fez meu suspiro sair um pouco alto, atraindo a atenção e o semblante confuso de papai, então uma falsa tosse saiu de minha garganta, a fim de distrair sua atenção, algo que funcionou melhor do que imaginava. Fitei park e sua cara vermelha denunciação sua tentativa de não rir. Sutilmente e sem o mais velho perceber deixei um forte beliscão em sua coxa, fazendo o arfar silenciosamente. Percebi que Ninhá trocava olhares com papai durante o jantar, como se estivessem conversando apenas por olhares, no primeiro momento achei que tinha algo entre eles, mas no segundo seguinte tive a ligeira impressão que eles estavam “ conversando” sobre jimin e eu, seus olhares eram divididos em nós dois. Foi aí que meu coração gelou e a possibilidade deles terem percebido o que estava acontecendo, me fez temer uma possível conversa deles comigo logo após o jantar.

(...)

Logo após o jantar, ficamos na mesa conversando assuntos aleatórios. Por fim depois de muita conversa já estava tarde e todos foram aos seus aposentos. Como o cansaço já havia me acertado em cheio, fui em direção aos meus aposentos, mas meu caminho foi interrompido pelos braços de jimin, que deduzi ser dele apenas por seu perfume que chegou rapidamente em minhas narinas, ele me puxou e me prensou ao lado da porta de meu quarto.

- Aigooo que susto - dei um tapa fraco em seu braço e acompanhei a risada do mais velho - Quase que papai desconfia de algo.

- Acho que dona ninhá desconfia - seu semblante era preocupado

- Aish, vi ela e papai trocando olhares durante o jantar e olhando pra nós também - fitei a parede, pensando em qual momento perceberam isso.

- Uh, E agora?

- E agora que é só não me provocar e eles não vão notar - dei mais um tapa fraco em seu braço,e jimin só ria do meu nervosismo.

- Já você nem precisa me provocar por que eu já tenho essas reações só de você... - se aproximou - se aproximar... - a cada pausa jimin se aproximava mais e mais, e meu sorriso abriu de imediato.

Por mais que eu queira ficar brava com ele pelas provocações, isso se tornou algo impossível, por que só de olhar pro rosto dele minha frustração se esvazia em segundo.

Agora porém sem provocações, jimin me puxa pela cintura e sela nossos lábios. Novamente e bem carinhoso, nossas línguas se encontraram e acariciaram uma a outra, por ser mais baixa que jimin, muitas das vezes eu ficava na ponta dos pés arrancando uma breve risada do mais velho, seus braços me apertavam cada vez mais contra seu corpo, e minhas mãos acariciavam sua nuca. Quanto mais ficava quente mais o medo de alguém nos ver aumentava, esse medo foi cortado por um alto pigarreio, nos fazendo separar bruscamente e nossos olhares imediatamente pairou sob uma ninhá furiosa, nos fitando intensamente. Eu e jimin nós entreolhamos com o medo presente e nossos olhares.

Depois de longos segundos recebendo o olhar mortal, ninhá caminhou até nós a passos duros e logo agarrou minha orelha e a de jimin, e nos puxou até a cozinha, me fazendo lembrar dos nossos castigos no cantinho da cozinha quando fazíamos bagunça.

- Aí ninhá tá doendo - falei tentando sair de seu aperto.

- Poxa ninhá, eu já sou bem grandinho pra levar puxão de orelha, tá doendo - jimin disse com cara de dor.

- Continuam duas crianças - soltou nossa orelha assim que chegamos na cozinha - se beijando no corredor? Onde seu pai pode passar a qualquer momento? E você… - apontou o dedo na direção de jimin - eu te vi provocando a Yura, e na frente do pai dela, cadê a educação que eu te dei? Se querem se beijar que seja escondido - jimin e eu não conseguimos segurar a risada e nossas gargalhadas tomaram conta da cozinha, não tardou para ninhá começar a rir também. - parem, Yura acho melhor contar para seu pai, você o conhece e sabe que ele ficará chateado se descobrir por outros pessoas e não você.

- Eu sei ninhá mas é que.. - cocei a nuca - eu tenho vergonha de falar essas coisas com papai.

- Então conte você jimin - disse ninhá simplista

- E-eu..? - perguntou visivelmente com medo, engoliu seco - acho melhor não..

- Aish ninhá, deixe como está, ele só vai saber se você contar, e.. - me aproximei de ninhá e dei um beijo em sua bochecha - você não vai contar né? Por favor, só até eu tomar coragem - disse fazendo minha melhor cara de triste

- Tudo bem..não conto - disse, após ser vencida - mas se eu ver vocês dois se beijando pelos corredores - aproximou-se de nós e apontou o indicador em nossa direção - vou fazer questão de colocar vocês na frente de seu pai e contar tudo o que vi - disse por fim.

- Tá bom dona ninhá, não vai mais acontecer - disse jimin, porém seu rosto tinha uma expressão brincalhona, e ele com certeza não perderia tempo em irritar dona ninhá um pouco mais - bom dona ninhá..não vai ter castigo no cantinho não? - perguntou irônico e olhando pra mim de um jeito malicioso, não tardei a rir alto.

Ninhá continha em seu rosto uma expressão dura e nervosa, seu único movimento foi bem lento até uma das colheres de madeira que estava em cima da mesa, e de repente em um movimento rápido foi pra cima de jimin tentando lhe dar um tapa com a colher, mas fomos rápidos o bastante e saímos da cozinha correndo e gargalhando alto, e meu grito de susto quando ninhá correu, foi bem alto, mas não o bastante para acordar quem estava dormindo.

Jimin e eu corremos por todo o andar de baixo a fim de despistar ninhá e fugir dos tapas. Então assim que o objetivo foi alcançado fomos ao corredor dos aposentos e nos despedimos com um rápido selar, deixando assim meu resto de noite ainda mais feliz.

“E de repente a infância vem à memória”

    Antes de pregar os olhos, me pego lembrando dos momentos meus e de jimin quando criança, eu era fresca com certas coisas mas jimin adorava me ajudar nesse quesito,sempre fazendo minhas vontades. Não que eu ficasse pedindo tudo mas mesmo sem dizer uma só palavra, ele sabia o que eu queria, sempre fomos bem próximos, eu sabia de seus defeitos e qualidades e ele dos meus, não eram totalmente opostos mas eram diferentes, deixando nossa relação ainda mais interessante e envolvente. E pelo visto meus pedidos sem palavras eram entendidos por jimin até hoje, e eu havia adquirido aquela habilidade sem perceber, ambos queriam o algo a mais, mas nenhum foi capaz de dizer, apenas desejar..


Notas Finais


Então foi isso, espero que tenham gostado! Domingo tem cap novo, e essa shortfic termina semana que vem, pelos meus cálculos.
Beijos, até a próxima ♥️😘


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