História Reflexes - Capítulo 3


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Categorias Crystal Reed, Dakota Fanning, Justin Bieber, Megan Fox
Personagens Crystal Reed, Dakota Fanning, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Megan Fox, Personagens Originais
Tags Assalto, Banco, Crystal Reed, Justin Bieber, Megan Fox, Mentiras, Romance, Sequestro, Suspense, Violencia
Exibições 12
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooi, como estão? Espero que bem!
Aqui tem mais um capitulo fresquinho tirando do forno da tia Holy, espero que curtam!
Comentem e favoritem, é muito importante!
Boa Leitura!

Capítulo 3 - Fuga parte I


Fanfic / Fanfiction Reflexes - Capítulo 3 - Fuga parte I

Hayley Jones.

Acordo sentindo dores exorcizastes na cabeça, provenientes a tentativa falha de me levantar rápido. Olho ao redor, com a vista ainda embaçada, identificando o ambiente como um quarto. Massageio os olhos, conseguindo recuperar a visão, vendo todos os detalhes do local.

 − Bom dia flor do dia. ─ Assusto-me com as palavras, virando-me bruscamente para encarar o dono daquela voz.

− Você? ─ Parado a minha frente, em lucida e boa imagem, o louro da noite passada cruzará os braços, encarando-me irônico. – Socorro!

− Garota, cala a boca, ainda estou de ressaca. ─ Diz irritado. – Você deveria me agradecer. Salvei sua vida daqueles sequestradores.

− Preferia ter morrido com eles ao ter que olhar para essa sua cara pálida mais uma vez, idiota! ─ Grito, indo para cima dele, porém algo me impede. Uma corrente. – Você amarrou meus pés em uma corrente, desgraçado?

− Para evitar fugas inesperadas. ─ Sorri sarcástico. Mando o dedo. – Olha, você pode gritar a vontade, não tiro seu direito. Mas por favor, grite só de noite, pois de dia eu durmo muito, não gostaria de me ver acordado e irritado, não é mesmo princesa? ─ Permaneço calada. O louro, cujo nome ainda não recordo, agarra meu queixo brutalmente aproximando nossos rostos. – Falei com você, garota! ─ Berra, fincando as unhas em minha pele.

− Sim! ─ Grito de dor, passando a mão no machucado. – Seu grosso!

− Grosso é meu pau. Agora, se me der licença, preciso resolver uns assuntos, não se mova, hein? ─ Fala debochado, se direcionando as correntes. Taco uma almofada que encontrará na cama, não acertando por pouco, pois na mesma hora ele saiu, fechando a porta. Desgraçado!

Porque isso tá acontecendo comigo, Senhor? Era para eu estar em casa neste momento, comemorando o aniversário de minha tia, não deitada em uma cama desconhecida, refém de criminosos. Provavelmente minha família está louca atrás de mim, coitada de minha mãe. Deve estar passando horrores ao descobrir que eu havia sido sequestrada.

Sem contar que Katherine, minha amiga desde infância está morta. Morreu em minha frente com um tiro na testa. Guardarei essa lembrança comigo para sempre.

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Depois de horas trancada naquele quarto escuro, gritando sem parar por socorro, tentando me libertar das correntes e tacar almofadas e coisas de meu alcance, desisti da ideia. Além de fome, estava com sede e nenhum dos imprestáveis que me sequestraram foram capazes de me trazer algo. Que ódio.

Comia minha ultima unha bonita, observando o show de horrores que eu deveria estar. Ganho de qualquer palhaço assassino, sem brincar. Havia desmanchado todo meu coque, parecia uma vassoura, sem cotar que tinha comido todas minhas unhas e borrado minha maquiagem de tanto passar a mão nos olhos, coçando-os. Necessitava de ir ao banheiro urgentemente, caso contrário minha situação ficaria muito pior.

− Olha quem chegou com um prato de ração. ─ Um homem, aparentemente mesma idade que o outro, cabelos claros e corpo másculo, adentra o quarto segurando um prato de comida. Olho, indignada, pensando em como me soltar dessa corrente para mata-lo.

− Só vira ração se você comer, seu animal! ─ Respondo.

− Bem que Justin disse que você é bruta. ─ Justin? Esse era o nome do carinha do bar? Por isso não me recordará, nem ao menos sabia o nome dele. – Trouxe sua comida.

− Não sou cega. ─ Retruco de mal grado.

− Mais uma gracinha e você fica sem comer nada. Estamos entendidos? ─ Ameaça. Iria responder manda-lo para aquele lugar, porém meu estomago ronca mais forte, implorando para que eu me calasse. Ele coloca o prato em minha frente. – Muito bem! Aproveite nosso cardápio hoje é lasanha. Bom apetite.

Iria pedir a ele para que me levasse ao banheiro, porém o mesmo saí antes. Dou de ombros, começando a me deliciar com aquela comida. Não posso negar isso está maravilhoso. Após algumas garfadas maravilhosas, largo o prato na cabeceira ao lado, colocando os talheres junto.

Espera, a faca!

Pego o metal, começando a mover dentro da fechadura para me soltar. Isso aparenta ser fácil nos filmes, não aqui. Mexo mais e mais, notando que não conseguiria nada fazendo aquilo, a não ser tempo perdido.

− Droga! ─ Taco o metal no chão, começando a espernear. – Eu quero sair daqui! Socorro! Estão me mantendo como refém, socorro! ─ Nada, nenhum barulho. Não é possível que essas pessoas não se incomodem!

A porta se abre com tudo e dela entra uma menina loura de estatura mediana, corpo sensual e roupas bem vulgares.

− Se eu fosse você, calava a boca. ─ Diz, passando por mim, indo no banheiro. Procura algo pelas gavetas, voltando em seguida. – Olha, detesto você desde a hora que te vi desmaiada, por isso vou te dar uma ajuda. ─ Pega um grampo, mexendo no cadeado, me libertando. Faço menção de sair correndo, porém ela agarra meus cabelos, jogando-me na cama novamente. – Escuta, você vai vazar. Não quero ver mais sua cara por aqui, estamos entendidas? Você vai pelos fundos, não faça barulho, senão Justin e os meninos vão descobrir. Quero você fora das redondezas, vadia.

Poderia muito bem dar uma surra nessa garota, mas preferi deixar quieto, seguindo seu conselho. Corro igual uma louca, passando por corredores que nem fazia ideia aonde dava, só ia subindo e descendo escadas, procurando fazer o mínimo de barulho possível. Escuto vozes de mulheres e corro ainda mais, entrando em uma porta qualquer. Nunca vi uma casa com tanta escada e tanta porta.

− O que faz aqui? ─ A voz que tanto temia pronuncia um tom ameaçador e agudo.

Engulo a seco, virando-me para encarar o tal Justin, o vendo arrumado, provavelmente sairia para uma festa. Porém, o que me chamou mais atenção, foi à arma que apontava em direção a minha cabeça.

− Te fiz uma pergunta. 

Droga!


Notas Finais


Gostaram?
A atriz que ajudou a Hailey é interpretada pela nossa queria Dakota Fanning!
Beijão <3

Até o próximo!


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