História Reflexões da Alma - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Kiki de Appendix, Saori Kido (Athena), Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shun de Andrômeda
Tags Afrodite, Camus, Cavaleiros De Bronze, Cavaleiros De Ouro, Drama, Hyoga, Ikki, Novela, Romance, Shun
Exibições 65
Palavras 2.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, queridos!

Eis que chegam notícias sobre uma nova missão para dois dos nossos cavaleiros.

Bjs!

Capítulo 5 - A missão do lago Baikal


Fanfic / Fanfiction Reflexões da Alma - Capítulo 5 - A missão do lago Baikal

A neve coroava com seus cristais ímpares a amizade retomada, enquanto os três adentravam o alojamento sentindo o aroma aconchegante de comida caseira recém-preparada, ainda fumegante. Como canção a enlevar os corações.

-----*-----

As horas das noites e dos dias escorriam como finos grãos de areia por entre os dedos. O tempo era um inimigo implacável para os corações que desejavam manter-se perto.

As palavras de Afrodite sobre as intenções de Athena haviam ficado como que esquecidas em algum lugar remoto da memória do jovem de Andrômeda, naquela noite branca pela suave neve cristalina que caía, refletindo os raios lunares que tentavam esgueirar-se entre uma nuvem ou outra, como enfeites do Natal dos cristãos.

Sua alegria em perceber a paz entre o amigo e o irmão ocupavam um lugar privilegiado em seu bondoso coração.

Começava a entender, na prática, como as novas habilidades de seu cosmo funcionavam, e muito o alegrava ter conseguido aproximar dois pássaros junto de seu ninho amoroso; o orgulhoso e o impertinente; o gelo e o fogo.

Enquanto Ikki ressonava na cama de cima do beliche, Shun meditava sobre os acontecimentos de alguns dias atrás, lembrando de algumas conversas que tivera com sábio amigo Shiryu, sobre os cinco elementos da medicina chinesa, sobre a qual o amigo gostava de explicar: o fogo, a terra, o metal, a água, e a madeira. O antigo mestre ancião adorava fazer metáforas e comparações, e o cavaleiro de Dragão perpetuava o conhecimento de forma hábil.

Se Ikki era o fogo, quente e impetuoso como o verão, Hyoga era a água, com os sentidos aguçados e a emoções contidas como o frio inverno.

Seguindo esse raciocínio, com certeza o amigo deles, Seiya, era a madeira, com sua característica de humor extrovertido, além de utilizar seus músculos sem analisar muito bem o que deveria fazer, como se o vento lhe tirasse as ideias da mente da mesma maneira que agita e arranca as folhas de uma frondosa árvore e, em consequência, fizesse ou dissesse a primeira coisa que imaginasse na mente vazia e desfolhada.

Nesta conversa, sobravam dois elementos, um para ele, outro para Shiryu. Pela reflexão que o outro sempre fazia a respeito dos acontecimentos, sempre ponderando as atitudes e pensamentos, e sua por sua  memória privilegiada, com certeza o Dragão seria do elemento terra.

Sobrara para Shun o elemento cujo coração era sereno, porém repleto de culpa, alternando sentimentos de tristeza e de alegria, só poderia ser escolhido para si o brilhante metal. Novidade nenhuma se pensasse que a sua era a armadura das lendárias correntes que podiam alcançar o inimigo mesmo que estivesse a milhares de anos-luz. Com relação à culpa e ao remorso, havia aprendido com seu mestre de Virgem que estes não eram bons sentimentos e que precisava, além de perdoar aos outros, perdoar a si mesmo.

Essa conversa com Shiryu já havia se perdido nas areias do tempo, mas um ponto ecoava: estavam, em um só enlace fraterno, os cinco cavaleiros que despertaram o oitavo sentido, os cinco representantes dos elementos chineses dos quais Shiryu tanto lhe falara.

Os cinco filhos das estrelas.

Assim como os cristais iluminados que pousavam na janela de seu quarto no alojamento, Shun adormeceu sem perceber que o sono havia enlevado sua alma a passear pela memória dos belos campos floridos dos Elíseos, intactos como se ali nunca tivesse existido uma batalha.

Contudo, Hyoga não esquecera o que havia escutado do cavaleiro de Peixes quando este conversava com seu anjo. A deusa precisará de ti inteiro e em boa forma física e emocional. Você terá uma missão muito importante diante dessa nova era que se aproxima, focada na nova habilidade de seu cosmo.

Estava sentado sozinho na varanda do alojamento, observando o salpicar do firmamento com os cristais que tanto amava, após mais um dia de treinamento, quando pensou em falar sobre o assunto que o inquietava, mesmo percebendo o cosmo do amigo tão tranquilo. Sentia necessidade de saber mais sobre o que ouvira, e Shun treinara aqueles dias com Afrodite, quem sabe este não lhe fornecera mais informações sobre as palavras da deusa?

Contudo, com aquela ave superprotetora ao lado de seu anjo, o risco de sair literalmente queimado da situação era significativo, mesmo depois do jeito menos agressivo que Fênix expressava nos últimos dias. Era melhor não se arriscar brincando com fogo.

Preferiu esperar a manhã do dia seguinte, pois havia visto Ikki puxando o mais novo pela mão para que pudessem jantar e descansar. Seria uma longa noite para o pensativo Cisne. Ainda bem a teria a companhia das belas estrelas que se mostravam com todo esplendor no céu grego.

Praticamente não percebera o tempo passar, ou que acabara por dormir na varanda mesmo. Quando amanheceu, estava coberto por uma fina camada de neve, que era para ele como um lençol puro e branco que o lembrava de sua amada pátria-mãe.

Acabou sendo acordado pelo amigo mais escandaloso, dentre todos.

– Credo, Hyoga! ‘Cê passou a noite toda aí?! Deve ‘tá todo quebrado!

Antes que pudesse se mover ou responder algo, o amigo tão querido alardeava aos outros colegas cavaleiros de bronze presentes sobre inusitada situação.

– Gente, o pato congelou!!! – E diversas risadas puderam ser ouvidas oriundas de dentro do alojamento, o que fez o cavaleiro do frio levantar-se e espreguiçar-se calmamente antes de correr atrás de um certo Pégasus, transformando a calma manhã do refeitório em pura confusão.

– Calma, picolé, calma! – Gritava Seiya enquanto tentava, em vão, fugir do ar congelante que o outro lançava, com fisionomia séria, como se não estivesse, no âmago da alma, gostando daquela brincadeira pueril e singela, fazendo-o relembrar os tempos do orfanato, quando ainda não imaginavam o destino que os aguardava.

Quando já tinha esfriado a cabeça, percebeu que três dos cavaleiros de bronze não estavam por ali; sabia que Shiryu estava em Libra, com seu mestre Dohko, e não tardou a mostrar sua rouca voz inquisidora.

– Onde estão Shun e Ikki? – Perguntava, segurando o amigo pelo braço.

– Fica frio!

– Chega de brincadeira, Seiya!

– Eles devem estar lá no Templo, Saori chamou o Shun logo cedo, e o Ikki foi atrás dele.

– Como, no Templo?!

– É! Tá surdo?! Ei, onde ‘cê vai?

– Deixa ele, Seiya – Afirmava Geki, apoiando a pesada mão na cabeça do jovem, enquanto o outro corria na direção das escadarias que davam para as doze casas.

Subia pedindo licença aos cavaleiros de ouro, e continuava mesmo antes de escutar a resposta. Se algum deles negasse, teria que buscá-lo na próxima casa. Subia correndo, tentando sentir o cosmo de seu mestre, mas estranhava percebê-lo fora da décima primeira morada do Santuário, assim como o de Aiolia, e de Afrodite, o que considerava mais estranho ainda.

Quando passara pela sexta casa, percebera que seu guardião estava em profunda meditação, mesmo o dia tendo apenas começado.

Todas as informações passavam pela sua mente de forma rápida, não conseguia conectar o que percebia com o que ouvira de Seiya a poucos minutos.

Bastou adentrar no Templo, que suas pernas bambearam, não mais lhe obedeciam. Ficou estático por causa do cosmo tenso de Fênix, quase que imobilizado pelo cavaleiro de Leão, além do inquieto cosmo do cavaleiro de Peixes, contrastando com os serenos de Athena e Shion. Este tocava suavemente nos ombros de Andrômeda e do dourado de Aquário, que estavam de frente para Athena e de costas para os demais.

A deusa tentava, em vão, acalmar Ikki, enquanto Hyoga, mesmo escutando parte da conversa, tentava entender o contexto, juntar as peças do quebra-cabeças.

– O temor de um momento desaparece quando se faz imperiosa a decisão de enfrentar o inevitável. Existem reservas de recursos do cosmo que ainda são desconhecidas pelo Shun, por falta de oportunidade para manifestarem-se. – E, fitando Shion e os dois cavaleiros que estavam mais próximos, à seu frente, ordenou, com serenidade. – Está autorizado a levá-los por teletransporte, Mestre. Aguardaremos seu breve retorno.

Em instantes, o mestre de Áries sumia no ar frente aos olhos dos presentes, juntamente com Shun e Camus, reaparecendo sozinho minutos depois.

Enquanto isso, a deusa continuava a explanar o que pediria aos demais.

– Por favor, Aiolia, ajude Ikki a entender. Como irmão mais novo de Aiolos, sabe como é a influência de um irmão mais velho e pode auxiliar seu pupilo a ficar mais tranquilo. Afrodite, deixe seu discípulo praticar o que aprendeu contigo e com Shaka. E você não devia nem ter vindo, Hyoga.

Foi neste momento que todos se viraram e encararam o cavaleiro de Cisne que estava estático na entrada do Templo.

– O que está fazendo aqui, pato?! – Bradava Fênix. – Você que deveria ter ido com o cubo de gelo do seu mestre!

– Cale essa boca! Seja mais respeitoso! – Repreendia Aiolia, dando-lhe um tapa na cabeça, próximo ao pescoço, como a tentar acender-lhe o juízo.

Sem esperar que uma confusão piorasse bem debaixo de sua tutela, Shion, que acabara de retornar e se colocava ao lado de Athena, logo se prontificou a acabar com aquela fatídica reunião, à qual compareceram mais cavaleiros que os convocados pelo cosmo da deusa, Camus e Shun.

– Chega! Já deliberei a missão e cada um sabe de suas responsabilidades. Cavaleiro de Leão, leve Fênix para sua casa e aquiete-o, deixo a você a escolha do método calmante. Peixes, peço a gentileza que retorne à sua casa. E Cisne, não sei por que está aqui, mas ordeno que retorne ao alojamento dos cavaleiros de bronze e espere novas orientações acerca de suas atividades enquanto seu mestre estiver em missão.

O irmão e o amigo mais próximo do jovem Andrômeda se preparavam para manifestar-se e questionar Shion, quando o amoroso e cálido cosmo da deusa pôde ser sentido a pedir licença e acalmar-lhes a alma aflita.

– Por favor, confiem em mim e em seus amigos. Sei que não agirão precipitadamente. Confio que seguirão suas intuições. Agora, retornem aos seus afazeres. Teremos notícias em alguns dias.

Dito isto, os cavaleiros curvaram-se, em respeito, retiraram-se do Templo a contragosto, deixando Athena e Shion ainda trocando algumas palavras.

A deusa parecia tentar convencer o Mestre de algo que somente os dois sabiam. O motivo de enviarem Camus e Shun, juntos, a uma missão ao norte no lago Baikal, na Sibéria, quando seria mais lógico que Hyoga acompanhasse o mestre, ou outro cavaleiro de ouro fosse junto nesta missão e não os dois escolhidos por Athena.

Naquela época do ano, o local para onde foram os cavaleiros em missão se transformava em uma região inóspita, em que grandes blocos de gelo se formavam no lago mais profundo do planeta. A superfície da água se transformava em uma gigantesca planície de gelo liso e mortal para quem se atravesse a enfrentá-lo sem o devido condicionamento físico e equipamento adequado.

Na escadaria que dava para a décima segunda casa, Ikki resmungava enquanto descia, tendo o braço segurado por seu mestre. Quem imaginaria que a ave indomável se permitiria seguir orientações ou ordens superiores? Aqueles meses treinando com Aiolia pareciam mesmo ter proporcionado alguns resultados positivos.

Enquanto isso, Cisne e Peixes desciam alguns degraus recuados daqueles, porém a certa distância um do outro, até que o pisciano se aproximou e sussurrou algo no ouvido de Hyoga, que o observou, intrigado.

– Gostaria de conversar com você. Não deixe que Ikki perceba, ou vai acabar estragando os meus propósitos a respeito...

– Do que? – interrompia Hyoga, tentando, em vão, não demonstrar a ansiedade que sentia com aquela situação.

– A respeito de quem. Meu amigo Camyu e meu kerub...

– Não o chame assim!

– Conheço Camyu a muito mais tempo que você, menino!

– Meu mestre não, ora! Estou falando do Shun!

– Não me faça rir! Conquanto que ele mesmo não se incomode, a forma como eu o chamo não diz respeito a você, seu presunçoso! Ele é meu kerub e...

– Ei, o que as donzelas estão conversando aí? – Gritava Ikki, enquanto o mestre o puxava mais forte e rápido, descendo as escadarias, agora também puxando-lhe uma das orelhas como a uma criança.

– Me larga, Aiolia, me larga!

– Viu, Cisne?! Agora fica quieto, que vou te explicar quando estivermos na minha casa e esses dois leoninos já estiverem longe... – Afirmava Afrodite, quase sussurrando no ouvido do cavaleiro de bronze.

– Intensões sobre o que?

– Shiii.... Fica quieto, Cisne! – Segurou o mais novo pelo braço e o guiava para o salão de sua casa, enquanto via os dois leões afastando-se, descendo as escadarias em direção à Aquário; Ikki segurado pelo braço e quase suspenso pela orelha por Aiolia, que tentava lidar com a birra do pupilo sem usar seu cosmo, exercitando a pouca paciência que possuía.

Quando percebeu os cosmos agitados afastados já depois de Aquário, em direção à Capricórnio, voltou a falar com Hyoga.

– Agora que estão longe, posso falar tranquilo, sem ouvidos enxeridos e sem ninguém ficar me interrompendo a todo instante! Me explica um pouco mais sobre o norte do lago Baikal, na Sibéria.

– Por que quer saber?

– Depois! Fala logo! Você treinou lá perto, não foi?

– Esse lago fica no sul da Sibéria. Treinei no leste da Rússia, mas conheço essa região. Nos meses de inverno fica praticamente tudo congelado. O lago é cercado por montanhas altas, íngremes e cobertas inteiramente de neve nesta época. Por que?

– Foi para onde Shion transportou os dois.

– Como Shun... Por que?! Esse lugar é muito perigoso nessa época! Shion enlouqueceu?!

Afrodite observava a reação de Hyoga. Ele reagiu bem como eu imaginava...

– Eu sou sueco e estou acostumado com frio, assim como você, mas o Shun...

– Meu mestre vai até tentar protegê-lo...

– Está certo disso?

– Afrodite, onde quer chegar com esta conversa? – Vociferava Cisne, sem conter mais sua ansiedade.

– Calma, patinho! Vai tomar um banho frio e quando você se acalmar volte a me procurar, no fim da tarde.

– O que você está pensando?! Não me chame assim!

– Preste atenção, seu cabeça de gelo! Melhor não te falar agora, do jeito que você está, sem controle. Se continuar nervosinho, não conseguirá passar pelo meu amigo venenoso. E ainda preciso pensar se realmente contarei contigo no que estou intencionando fazer.

– Não sei como o Shun te aguenta, Afrodite!

– Tente não fazer nada estúpido até o entardecer, e pensarei no seu caso.

– Meu caso?!

– Ai... Que Athena me ajude e me compreenda! Você entenderá mais tarde. Agora, poderia me dar licença que tenho muito o que fazer?!

Enquanto o pisciano adentrava sua casa, pensativo, o cavaleiro de Cisne, sem se despedir, pôs-se a descer as escadarias pisando tão firme cada degrau que deixava uma pegada congelada por onde caminhava. 

Não havia tido tempo de conversar com Shun sobre suas dúvidas, porém estas acabaram sendo sanadas, em parte, pelos acontecimentos que presenciara. Para Ikki ter ficado irritado daquele jeito, o irmão menor estaria correndo algum risco, e não deixaria de esclarecer suas desconfianças quando passasse pela quinta casa.

Estava tenso, pensava o que teria acontecido para Athena mandar Shun a um lugar como aquele, apesar de sempre dizer o quanto amava seu amigo e o quanto era grata a ele. A voz doce e pacífica do seu anjo parecia ecoar em seus ouvidos, como a lhe dizer para ficar calmo. Seu sorriso sincero a lhe transmitir a serenidade de que tudo ficaria bem. Mas seu coração galopava acelerado a teimar em acreditar nestas palavras. Tentava entender o que o cavaleiro de Peixes havia dito, o que escutara no Templo, tudo parecia girar em sua mente. Iria encontrar as respostas, nem que, para isso, precisasse evadir-se do Santuário.

             ​(...) De onde é que vem esses olhos tão tristes?
             Vem da campina onde o sol se deita
             Do regalo de terra que teu dorso ajeita
             E dorme serena, no sereno e sonha

             De onde é que salta essa voz tão risonha?
             Da chuva que teima, mas o céu rejeita
             Do mato, do medo, da perda tristonha
             Mas, que o sol resgata, arde e deleita (...)

(Continua...)


Notas Finais


Afrodite está tramando algo... E quando um pisciano está fazendo isso, podemos esperar coisas interessantes!
Link da imagem: https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTvTR3z0PQ1BTD6Clj41dhO2MC36faWehEwnRj_-ip4R9KKBlUD_TTyr4UuSw

Obrigada a todos que nos acompanham até aqui e que estão curtindo ler esta fic.
Bjs! ;-)

PS: Link para as fics que serviram de escopo para esta:
https://spiritfanfics.com/historia/no-limite-da-espera--1a-temporada-5785039
https://spiritfanfics.com/historia/no-limite-da-espera--2a-temporada-6074433
Obrigada pelo carinho! Como sempre digo, aceito opiniões e sugestões!
Beijos!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...