História Reformatório Gray - Capítulo 1


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Categorias Cameron Dallas, Kylie Jenner, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas, Kylie Jenner, Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 33
Palavras 535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui mais uma vez, reescrevendo a história.
Bom:

🔯História totalmente minha, plágio é crime.
🔯Tô reescrendo ela, pois vou fazer agora em terceira pessoa.
🔯Agradeço essa capa maravilhosa! Sério, ficou linda.
🔯Kylie, Cameron e Shawn como eles mesmos, apenas personalidade totalmente minhas.
🔯A história se passa em Londres, por isso vai ter coisas mais rústicas e tradicionais, mas é no dia de hoje.
🔯Postarei assim que der, agora nas férias eu fico mais livre, e minhas provas acabam Quinta.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Reformatório Gray - Capítulo 1 - Prólogo

"Esta é a cara que eu visto trilhando a correnteza 

Oceanos abissais, onde boas meninas 

Vão para morrer."

- Niykee Heaton 


24 de Junho terça-feira 07:45

Londres


O tempo estava frio e úmido naquela manhã,  o vento que saía das frestas das janelas, e assobiavam, e batiam contra as costas de Kylie.


Era mais um dia tedioso nos corredores daquele local, sinceramente, o reformatório Gray não era a escola do sonho de um adolescente, principalmente dos delinquentes, mas por um lado era necessário. Quando falam a palavra "reformatório" Você logo pensa; Em um lugar calmo e branco, alunos andando pelos corredores grogues de calmantes e vasos de flores por todo o lado;  era o contrário. Era paredes pichadas de todo os jeitos e cores, adolescentes matando aula e brigando, pessoas se pegando em todo o canto, professores e enfermeiros a todo o lado brigando com os mesmos. Resumindo? Caos. 


Kylie Petrova, a menina doce e gentil, que por conta de um erro, foi mandada para lá. Por conta de um "namorado" fora dos padrões de seus pais, skatista, apenas isso. 


 Dois meses atrás. 


Lilian e Hobert entraram no quarto da filha, sem mesmo baterem na porta. Lá estava ela na janela olhando seu ficante andar de skate no meio da rua. Naquela época eles não tinham a menor ideia. 


- Minha filha - Lilian falou parando ao lado da menor - O que tanto olha? 


- Nada... - Se xingou mentalmente por ter gaguejado. Sua mãe olhou para fora da janela, argueou às sobrancelhas e voltou a olhar para a filha -Ele? Jura? 


- Não não! nada haver mãe! - sorriu falsamente. A mãe olhou para o pai e aponto com a cabeça para Kylie, logo sentiu um braço  puxando seu pulso. 


- Vamos conversar. 


(...)


- Ele não é da sua clase social! - gritou pela décima vez o pai irritado - Filha minha minha não namora esse tipo de gente!


- Não namoramos, pai - Falou ela ironicamente - Só ficamos algumas vezes. - Jogou na cara dele e ficou mais enfurecido ainda. 


- Chega! - Apertou as mãos - Você irá para  o Reformatório, amanhã mesmo! - Gelou. 


Dias atuais. 


Ela no fundo sabia, que não era pela clase social de Henry, nem por ele ser skatista. Tudo que ela fazia, não era o suficiente, os pais já estavam fartos dela. Ela sempre foi o problema dos dois. Eles não a queriam na realidade, nunca a quiseram.  Chegou na sala  e entrou na mesma, sentiu uma bolinha de papel atingir o seu nariz, olhou com raiva para o ser que havia atirado. Shawn Mendes ria descontroladamente de sua ação de poucos segundos atrás, "ridiculo" pensou Kylie se sentando no lado dela e logo percebeu que foi seguida. 


(...)


A morena já estava louca para atirar um caderno na cara do outro, que não parava de bater a caneta na mesa descontroladamente. Quando o sinal bateu ela praticamente saiu correndo da sala, mas sentiu uma mão puxando seu braço, e logo sua cintura. 


- Onde pensa que vai, Petrova? - Ele se aproximou perigosamente mas foi cortado por uma multidão se empurrando, mais uma briga estava acontecendo. 


E esse era um dia comum no reformatório Gray. 


Notas Finais


Lalalala comentem e favoritem se gostarem!
Aberta a críticas.


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