História Refugiada - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), TWICE
Personagens Dahyun, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Dahyun, Jungjiwoo, Noonadohope, Refugiada, Romance, Twice
Visualizações 168
Palavras 644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Na primeira noite do horário de verão eu não consegui dormir. Estava um calor do krlh e simplesmente me veio essa ideia na cabeça.

Capítulo 1 - A refugiada!


Fanfic / Fanfiction Refugiada - Capítulo 1 - A refugiada!

Por trás de cada pessoa há uma história a ser contada, um passado já vivido do qual ninguém poderá experimentar novamente. Dentre toda a peculiaridade do mundo existem alguns, e estou aqui para te relatar suas historias.

– Então você quer ser escritora? – O homem de idade já avançada, com olhos verdes desgastados e óculos retangulares me perguntou ainda lendo meu currículo.

– Sim, senhor! Desejo estudar literatura e escrita.

 Ele suspirou. Parecia cansado. Não de mim, mas da vida. Passou-se um longo tempo até que ele terminasse a burocracia de ler toda a minha história legalizada. Só então ele pode me olhar nos olhos e sorrir de forma cavalheiresca.

– Você têm minha admiração mocinha. Não importa quantas vezes eu leia sua história, me parece extremamente triste e heroica. Com quantos anos você fugiu de seu país?

– 8, senhor!

Ele assentiu.

–Sem familiares próximos, fluente em quatro línguas e refugiada em seis países. Você tem mais experiência do que três pessoas da minha idade, juntas. Portanto eu suponho que você saiba que de acordo com a lei, e a ambição do governo, você tem a vaga.

Assenti nervosa com seu tom ambíguo.

– Porém, as regras daqui quem dá sou eu. E não há deus que mude isso. – Ele continuou. – Não pense a senhorita que não considero um privilegio a sua presença nessa universidade. São raros os casos de eu me sentir privilegiado em receber um aluno. E dentre todos os poderosos e gênios que aqui estão você me trás essa satisfação. – Ele sorriu. – Farei o possível para que você não tenha que passar por mais nada Nora! Esse é um acordo entre mim e você!

Depois de dizer isso ele piscou para mim, como aqueles avôs prontos para tapear seus filhos ao dar doce aos netos. Eu me senti confortável com a presença dele, pois qualquer um, assim como eu, pensaria que o grão diretor de "H" seria pior que um dragão, mas ainda sim me mantinha alerta com sua delicadeza exagerada. Depois de compartilhar importantíssimas e indesejáveis informações comigo ele propôs passearmos juntos pelos jardins da escola. De forma resumida ele me explicaria cada ala dos prédios e depois me levaria até o dormitório.

– Quando me chegou à notícia de que você viria pra nós eu preparei um lugar do qual você conseguiria desenvolver uma vida social estável. – Ele disse diminuindo os passos. – Vê todos esses quarteirões?

 Ele apontou para a grande avenida deserta com varias ruazinhas e prédios antigos, mas conservados, e logo após retirou do bolso uma chave com um chaveiro pendurado e um número escrito.

– São os dormitórios da escola. – Continuou. – Daqui em diante você vive aqui Nora, sob minha responsabilidade e proteção. Fiz o melhor que posso para fazê-la se sentir em casa.

Com toda sua amabilidade ele colocou sua mão no meu ombro e me deus as costas. Senti uma ansiedade crescer em meu estômago. Aquela maldita fraqueza em confiar e estabelecer laços com todas as pessoas que ofereciam sua compaixão a mim ainda me era um problema do qual eu me livraria rápido.

Virando-me para ver onde o diretor tinha ido, o avistei bem próximo a mim, conversando com dois alunos. Ambos eram lindos, ela principalmente, mas me olhava assustada, com um misto de pena. Ele, de forma menos intensa, mas igual, retribuía meus olhares de afronta.

Naquele momento eu soube o que o diretor quis dizer com vida social estável e toda aquela baboseira de patriotismo. Ele me excluiu  do meio social dele, me jogou para o que ele achou ser o meu povo. Os olhos puxados, cabelos lisos, língua estranha e manias não tão comuns. Como todos, ele não me considerava o que eu era. Ele não considerava que eu era Son Nora, mas sim Kim Dahyun, a norte-coreana.

A refugiada!


Notas Finais


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XOXO


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