História Refúgio - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Normani
Exibições 6
Palavras 1.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, lorenzo= lauren
deem uma chance e mais pra frente vão entender

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Refúgio - Capítulo 1 - Prólogo

 

A melhor coisa que eu fiz foi me mudar para Inglaterra. Não, pensando melhor foi ter conhecido a Dinah pois ela quem me proporcionou tal mudança. Nos conhecemos em sua viagem de férias para Miami, Dinah, assim como eu, precisou se tornar uma adulta responsável antes da hora. Seus pais sofreram um acidente aéreo e a loira teve que assumir a frente dos negócios, assumir a diretoria do Colégio Interno Hansen, o lugar tinha formado os melhores alunos que hoje ocupavam lugares concorridíssimas em grandes faculdades espalhadas pelo mundo.

Dinah era uma pessoa muito fácil de se lidar, com um senso de humor de dar inveja, fora o sorriso fácil que a mulher estava sempre esboçando por onde quer que fosse.

Sua insistência para que eu me mudasse para Inglaterra e desse início a uma nova vida, finalmente teve sucesso.

Sete meses atrás.

Já haviam se passado duas semanas desde que Dinah precisou dar um fim à sua viagem antes do esperado para voltar a Inglaterra. A loira alegou que um dos professores do colégio estaria dando início a sua aposentadoria e ela precisa correr para achar um substituto com urgência pois, Henri, era professor de uma disciplina extremamente importante, não desmerecendo as outras é claro, mas por assim dizendo, calculo avançado, é a disciplina que mais trouxe prêmios para o colégio em seus campeonatos mundo a fora.

Dinah e eu estávamos, pelo que eu pude constatar, a mais de duas horas no telefone e ela tentava me convencer a substituir o tal professor.

— É a oportunidade perfeita, Enzo, — Apelido esse que ela me deu assim que nos conhecemos. — Você precisa de uma agitação da sua vida.

— E você acha que agitar a vida de um homem de vinte e sete anos é colocá-lo em uma sala de aula?

— Você tem coisa melhor para fazer? — Esse era o ponto. O que me prendia em Miami? O que eu perderia se aceitasse a proposta da loira? O salário não era nada mau, eu não teria que me preocupar com moradia já que Dinah disponibilizaria para mim um dos chalés aos arredores do extenso terreno do colégio. Por que não? — Vamos lá, homem, quem sabe o amor da sua vida não está aqui na Inglaterra...

Ao ouvir a palavra amor, instantaneamente passei o polegar no meu dedo anelar e me dei falta da aliança que antes nunca saia dali mas agora só sobrara uma pequena marca.

— Não estou procurando outro amor, precisará de outro argumento para me convencer.

— Enzo, professores têm plano de saúde. — Ficamos em silêncio por cinco segundos e com a sincronia perfeita que tínhamos, explodimos em uma grande gargalhada que aos poucos foi cessando. — Eu não estaria fazendo a proposta se não soubesse o ótimo profissional que você é, e se não soubesse que você realmente precisa virar a página e seguir em frente, meu amigo.

Depois de mais algumas horas naquela ligação, com a loira me contando como foi a despedida do professor Henri do colégio e como a maioria dos outros professores deu graças aos deuses, Dinah conseguiu me convencer.

—Tudo bem, mas eu preciso de tempo para resolver as minhas coisas.

Bom, depois de sete meses eu finalmente resolvi tudo em Miami e dei o grande passo para virar a página, como Dinah gosta de dizer.

Eu estava no aeroporto terminando de colocar a última bagagem no carrinho quando ouvi alguém gritar o meu nome com uma voz muito divertida. Abri um largo sorriso e me virei a tempo de receber a mulher em meus braços.

— Eu não posso acreditar que você realmente veio. — Ela estava com os braços ao redor do meu pescoço em um abraço muito apertado, quando eu digo muito apertado é por que não estou exagerando. Ela tem essa mania de demonstrar em grande quantidade todos os seus sentimentos.

— Dinah, você está me sufocando.

Eu falei com um pouco de dificuldade por conta da falta de ar e segurei em seus braços para afastá-la de mim, mas sem parecer rude, o que obviamente não consegui.

— Homens... — Ela começou com desdém e revirou os olhos. — Precisam demonstrar um pouco de afeto.

— Claro, mas não quando estão sendo sufocados.

Eu comecei a empurrar o carrinho em direção à saída mas demorei tempo suficiente para conseguir sentir o tapa que a loira deu na minha cabeça.

— Rude.

Após colocar as malas no bagageiro do carro dela, ganhamos a estrada rumo ao colégio. A Inglaterra era um lugar extremamente bonito, toda paisagem me lembrava aqueles filmes antigos, pessoas tomando chá no fim do dia enquanto comentam sobre a vida, música clássica e outras coisas, ou isso é pelo fato de eu ter uma alma antiga, pois eu também conseguia imaginar todas essas coisas em Miami. Sempre fui daquele tipo de pessoa que prefere passar uma boa noite lendo um livro do que ir para balada onde tem corpos suados, pessoas bebadas e um ambiente extremamente barulhenta. Até os cálculos eu consegui transformar em uma coisa calma e prazeirosa de se fazer. Aos vinte e sete anos a roupa mais descolada que eu tenho em meu guarda roupa é uma jaqueta de couro, mas claro que não foi eu que comprei, minha mãe me presenteou quando eu me formei na universidade.

— Você precisa aparentar a idade que tem.

Qual era o problema de usar suéteres? São confortáveis, combinam com qualquer tipo de evento e são descolados.

Ser descolado é uma coisa muito relativa, por exemplo, eu posso ser descoladíssimo no mundo das pessoas que usam suéteres, óculos de grau e adoram andar com uma garrafinha térmica de fácil alcance com um ótimo chá dentro.

Sete anos atrás.

— Você precisa fazer alguma coisa que vá te marcar pelo resto da vida.

— Me formar na universidade não se enquadra nesse quesito? — Veronica revirou os olhos e bufou. — Tudo bem. — Eu disse claramente derrotado.

Veronica tinha me levado em um estúdio de tatuagem para que eu fizesse algo que marcasse a minha entrada para a universidade e a minha independência. Eu não queria fazer nenhuma tatuagem, não que achasse-se errado marcar o corpo, mas é que não tinha nada significativo para desenhar ou escrever, então depois de muita insistência optei por colocar um piercing no septo, péssima escolha afinal, nunca senti uma dor tão forte na minha vida.

Me pergunto até hoje porque escolhi logo isso.

— Chegamos, seja bem vindo ao Colégio Interno Hansen!

 


Notas Finais


prometo voltar quando alguém se pronunciar
sejam felizes e até logo.


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