História Regina Undone - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Exibições 255
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus pequenos unicórnios, como vão?

Eu sei que faz um tempo desde a última atualização. Ainda estou em hiatus, mas consegui um tempinho e escrevi um pouco.
O capítulo está curto, mas não se preocupem, até o feriado sai mais uma atualização em nome de Cher!

Boa leitura!

Capítulo 16 - Capítulo 16


Faltavam poucos dias para a viagem de renovação de votos de Regina e Robin. A morena queria ficar o máximo que pudesse com Emma, aproveitando os últimos momentos que teriam antes da viagem, mas às vezes parecia impossível. Robin parecia estar sempre em seu radar agora, e isso começava a desgastar os poucos momentos juntas.

Emma havia terminado de pôr as coisas na mesa para o café da manhã quando Regina sai do quarto vestindo uma camiseta de pijama da loira que ia até a coxa e abraça a loira por trás.

 

— Bom dia. – Deseja com o maior sorriso do mundo.

— Bom dia, pelo jeito alguém acordou de muito bom humor. – A escritora sorri e dá um selinho nela.

— É mesmo? – Brinca. — Então acordei de bom humor e muita fome.

— O café está na mesa.

— Obrigada. – Diz dando outro selinho e depois sentando uma ao lado da outra para tomarem café.

 

O celular de Regina começa a tocar e ao ver quem era ela só solta um longo suspiro, Emma apenas coloca a xicara de café sobre a mesa e sussurra que ia ao banheiro enquanto ela atendia ao telefone.

 

— Onde você está Regina? Por que não respondeu minhas mensagens? – Robin já começa o interrogatório.

— O que houve Robin? Você pode ser direto?

— Henry não está em casa e nem atende os meus telefonemas. Onde vocês estão?

— Sai, assim como ele. Daqui a pouco eu estou em casa e conversamos. Até daqui a pouco. – Desliga antes que ele pudesse falar mais alguma coisa e liga para o filho, conseguindo falar com ele imediatamente e descobrindo onde estava.

— Aconteceu alguma coisa? – Emma pergunta ao voltar.

— Só o Robin querendo saber onde eu e o Henry estamos... – Suspira.

— Regina... Nós precisamos decidir como o nosso relacionamento está. – Emma começa a falar, sabia que mais cedo ou mais tarde essa conversa iria chegar.

— Eu sei Emma, eu também não acho a nossa situação uma das melhores, eu quero ser completamente sua, sem nenhuma amarra, mas as coisas são tão complicadas... Eu só me sinto feliz com você e quero viver isso plenamente... – Diz passando a mão pelo rosto da escritora, a olhando nos olhos. — Essa semana tem a viagem e então vou começar a resolver tudo quando eu voltar. Eu juro. – Sussurra o final e lhe dá um selinho.

— Eu sei Regina, mas só de pensar nele te tocando, te... – No mesmo instante, Regina coloca o dedo sobre os lábios dela, a interrompendo.

— Ele não me toca mais desta forma desde antes de nos conhecermos melhor no dia da festa do Killian. – Responde séria. — Eu sou sua de corpo e alma, Emma.

 

Quando nós sentimos medo temos, às vezes, a mania de construir muros e imaginar coisas que não existem com medo de nos machucar. Nunca vivemos o amor de verdade enquanto isso acontece, pois o amor verdadeiro exige um mergulho tão profundo e intenso em nossos sentimentos. Essa mania de supor e teorizar coisas, nas quais muitas vezes nem existem, nos impedem de ver claramente o que acontece ao nosso redor. Não há espaço para o medo, nunca houve. O desconhecido e o incerto realmente assustam a principio, mas mergulhe na imensidão dos sentimentos existente pela outra pessoa e viva.

 

Regina estava parada no semáforo perto de casa, olhava para o lado quando vê Robin sair de um prédio acompanhado de Marian, os dois estavam abraçados e riam de algo, ao ver os dois trocando alguns beijos ela apenas aperta com força o volante e segue para casa, sentindo uma raiva descomunal crescer em seu peito após aquela cena, chegando pouco antes de Robin.

 

-x-

 

Já era domingo de manhã, Henry estava na cozinha procurando algo para beber no café da manhã quando Zelena entra na cozinha e cumprimenta o sobrinho, carregava uma mala pequena de viagem, já que precisaria ir para Nova York a fim de acertar o pouco que faltava para a inauguração da galeria e da sua exposição.

 

— Bom dia querido. – A ruiva diz repentinamente, assustando o garoto.

— Bom dia tia, onde você vai? – Pergunta curioso.

— Nova York. – Dá de ombros. — Aproveitar que vocês viajam amanhã, vou resolver minhas coisas, já posterguei demais isso e vou aproveitar e ir nas baladas.

— Bom, já que não posso ir com você, aproveite por mim também. – Ele diz colocando as coisas na mesa.

 

Os dois riem e Regina logo entra na cozinha, os observando e sorri.

 

— Você vai mesmo hoje sis? – Regina pergunta mais uma vez.

— Preciso sis... – Suspira. — Mas logo mais estarei de volta.

— Assim espero. – A abraça, colocando a câmera de lado.

— Foi fotografar essa noite mãe? – Henry pergunta curioso.

— Fui, estava uma noite linda. – Ela responde dando um beijo no rosto do filho. — Já arrumou sua mala?

— Já. – O garoto bufa e se senta para tomar café.

 

Regina ri e se junta a eles, fazendo o desjejum quando Robin chega e se junta a eles, entretanto Henry sai logo em seguida.

 

— Esse garoto está precisando de uma boa lição. – O pastor diz sério, assim que o filho sai. — Onde você esteve essa noite?

— Deixe Henry em paz, Robin. – Regina o olha séria. — Você passou a noite em casa? Achei que tinha ficado na igreja trabalhando até tarde.

— Eu fiquei lá e vim para casa descansar, passar a noite com você.

 

Ela só murmura um “hm” e se levanta. Zelena apenas observava e sabia que havia algo errado com Regina, ela nunca tinha esse tipo de comportamento. Ela se levanta e vai atrás da irmã, a vê guardar a câmera na mala e o cartão de memória numa caixa, bate na porta e entra.

 

— Oi sis... – Regina diz ao se virar e ver que era a irmã.

— O que houve? Você está estranha, foi seca com o seu querido marido. – Diz de uma vez. — Ele fez algo a você?

— Zelena, qual é o real motivo de você não gostar do Robin?

— Sis... Isso é algo que não quero me intrometer...

— Por favor Zelena, quero a verdade.

 

A ruiva apenas suspira e pede para que elas fossem dar uma volta para conversarem e caminham até uma praça ali próxima. Sentam-se num dos bancos e Regina olha a irmã.

 

— Então... Pode me dizer agora?

— Regina... – A ruiva suspira. — Há alguns anos descobrir que o Robin a traia e isso só reforçou a imagem que eu tenho dele... Claro que isso só foi juntando com outras coisas, mas não quero falar disso... – Deglute a seco

— Há quantos anos você sabe? – Ela a olha perdida.

— Pelo menos uns 8 anos... – Revela, deixando Regina completamente chocada com a informação. — Tentei confronta-lo, mas não deu certo, eu precisava de provas concretas antes de te contar.

 

Regina olhava para o vazio, percebendo que boa parte do que vivia era uma grande mentira. Nas noites que ficava esperando, das convenções de última hora que ele dizia ter, as quais quando procurava a respeito nunca encontrava a respeito.

 

— Regina, eu sei que a viagem de vocês é amanhã e te conhecendo bem, eu sei que você não vai segurar por muito tempo isso.

— Você tem razão sis, mas preciso pensar um pouco... – Diz respirando fundo e a abraça forte.

 

Zelena apenas a abraça o mais forte possível, queria poder fazer mais pela irmã, mas sabia que ela não podia e nem devia. Agora ela por ela mesma nisso.


Notas Finais


Como eu disse, até o feriado eu volto para saciar a sede de vocês :D

Até mais, @vincemills_


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