História Regras de convivência - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Hyukbin, Neo, Raken, Wontaek
Exibições 195
Palavras 1.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeee
Voltei!
Perdoem os erros!

Obs: aos que lêem "O último ômega", queria me desculpar, realmente não estou conseguindo me concentrar na estória, mas estou buscando escreve-la. Obg por não desistir!

Capítulo 10 - Primeiro passo


Todos na sala pareciam pensativos. Ken esperava pelas perguntas que os mais jovens queriam fazer, mas estes olhavam para o chão, analisando fatos que o mais velho ainda desconhecia.

- Bang Yongguk - Ravi olhou para Jaehwan - Esse homem, Taekwoon tem conhecimento sobre ele.

- Que tipo?

- Ele é dono de uma empresa de exportação de alimentos, muito rico por sinal - Hyuk explicou.

- Ah, isso? É um disfarce, os navios ou aviões, normalmente levam e trazem jovens para serem usados, literalmente, podemos dizer que ele trabalha com todo tipo de comida.

- Aqui na Coréia tem jovens de quantos países?

- As especiarias, na linguagem deles, se quer chegar mais perto de suas barreiras vai ter aprender a se comunicar como as pessoas que frequentam o bordel - suspirou e bagunçou os cabelos - Atualmente eu não sei, mas até um dia desses existiam meninos do Japão, China, Tailândia, índia, México, Portugal, Estados unidos, Austrália, Rússia e Brasil.

- Isso tudo? - o mais novo perguntou espantado.

- São muitos países e 26 jovens, 18 meninos e 8 meninas.

- Por que tão pouca menina?

- Ele acha inútil, mulheres são, ao ver dele, escandalosas e, aliás, já existe uma pá de coreanas suficiente pra "satisfazer" quem frequenta.

Hyuk e Ravi se olharam por alguns minutos e balançaram a cabeça. Não seria fácil, mas um deles teria que entrar lá. No final, depois de muita conversa entre olhos, decidiram que Wonsik seria a melhor opção, ja que Hyuk prometeu cuidar de Hongbin e Taekwoon já foi visto por um dos capangas.

- A linguagem, precisa falar a risca como eles?

- Não exatamente, eles perceberão que você é novato, mas o fato de você saber algumas gírias vai indicar que ja conhece esse tipo de local e está procurando por diversão - Ken se levantou e ficou de frente pra Ravi - Mas ai é que está o problema, você vai ter que se divertir, transar com algum garoto ou garota, para assim, conseguir a confiança deles. Vai por mim, eles vigiam cada passo dos novatos até ter certeza que ele não apresenta ameaça.

- Tá dizendo que toda vez que eu for lá, vai ter alguém me olhando?

- Até eles terem certeza que você só que diversão e não acabar com o negócio, sim, eles vão te vigiar - ele segurou o ombro de Ravi com força - a missão pode ser bem sucedida, mas terá que ter paciência, precisará ir muitas vezes, como diz o ditado " Quando o mel é bom a abelha sempre volta" - o mais alto concordou com cabeça - E outra, cuidado na hora de escolher a pessoa com vai se divertir, alguns realmente trabalham para o Bang, e vão delatar qualquer um que tenha atitude suspeita.

- Pode pelo menos me dizer quem são eles, ou como faço para descobrir?

- Simples, pergunte o nome, Zelo é o favorito, então pode se aproximar de você primeiro.

- Isso ajudou em algo?

- Sim, quando eles falam apelidos, significa que já aceitaram ser às "putas de qualidade" que o Bang gosta, mas normalmente os que não querem isso, falam seus nomes, principalmente quando entra algum novato.

- Claro, eles vêem como uma rota de fuga - Hyuk concordou e se distanciou, deixando-os sozinho, precisava ligar para seu irmão.

Ken olhou para Ravi, que também o olhava e suspirou se afastando. Não podia gostar de alguém como ele, tinha consciência que seria preso assim que esse plano doido acabasse e que nenhum deles teria pena em denuncia-lo. Se afastou, pegando seu celular e discando um número, passando a conversa com quer que tenha atendido.

- Jin vai ajudar você lá dentro - falou colocando o celular dentro do bolso e sorrindo para Wonsik.

- Ele é como você?

- Não, ele ja foi um dos objetos do Bang, mas hoje só trabalha como garçom.

- Ah! - o mais alto olhava o ex-capanga com as sobrancelhas erguidas.

- Eu o protegia - explicou dando de ombros.

- Ele era sua exclusividade.

Os olhares de ambos se cruzaram mais uma vez e algo no peito de Ravi pulava de alegria por saber que estava sendo correspondido. Mesmo sem entender muito bem, se aproximou do narigudo e ajeitou seus cabelos. O toque foi suficiente para Ken fechar os olhos e vacilar, ficando vulnerável a qualquer ataque.

- Se os pombinhos já terminaram, precisamos saber como nos comunicar com eles.

- Ah sim, perdão - Jaehwan se afastou, corado e sentou no sofá de pernas cruzadas, para esconder sua meia ereção - Se quiser algum de outros países, use especiarias, se quer algo daqui, use sabor da casa.

Hyuk anotava tudo que o mais velho falava e ficou curioso para ver o local.

- Fique bem longe do Zelo e tente a todo custo interpretar o que o Jin falar, lá dentro temos que aprender a codificar nossas conversas. Boa sorte.

- Antes de tudo, diga o nome de uma especiaria.

- Eu só confio em um, mas ele é bastante arredio e mal trabalha no quarto dos clientes, apenas dança para entretenimento, Jackson Wang.

Ravi anotou mentalmente o nome do rapaz e se levantou, puxando Jaehwan para um canto da sala, mas especificamente um vão em duas paredes, que futuramente servirião de estante para livros. Prensou o mais velho na parede, beijando-o com avidez, sem tempo para palavras vagas, isso não fazia seu estilo. O outro porém, se assustou a princípio, mas logo se entregou as mãos nada bobas do mais alto.

- Eu mereço - reclamou Hyuk, sem olhar na direção do "casal".

(XxxxxxxxxX)

- Jackson! - Jin chamou o garoto que estava se trocando no "camarim" - Tenho um trabalho pra você.

- Já disse que não vou transar com você Jin.

- Não, mas com certeza vai querer ser entregue a algo novo e libertador.

- Vai ser bom o suficiente para me fazer desistir de dançar e me trancar num quarto? - perguntou desacreditado.

- Tão bom quanto a ajhunma - os dois riram do apelido que deram a Ken, para que ninguém soubesse do eles falavam - Ela esta trazendo algo novo, que você vai cuidar.

- Se for ela que mandar, eu faço até boquete.

- Ótimo, seja uma boa espécie e cuide bem do doce de esquina que ele vai ser.

Jackson concordou e voltou a se arrumar, mais tarde teria que se apresentar, mas sua cabeça estava martelando de felicidade, logo ele teria seu tão esperado "doce de esquina" ou sua liberdade, ja que nada lá dentro pode ser falado sem antes ser muito bem estudado, um descuido e tudo ia abaixo, e os códigos de conversa não teriam mais utilidades. Só que Ken estava mandando alguém, significava que o plano ja estava sendo colocado em prática, tinha que esconder bem sua felicidade, ou iria acabar entregando-os, sendo que a "ajhunma" ja estava sendo caçada.


Notas Finais


Iaê?
Ficou bom?
Ficou confuso?
Deu pra explicar?
Comentem e façam uma Autora feliz!❤✌


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