História Regressive Count - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fallen, Sussurro (Hush, Hush), The Vampire Diaries
Personagens Personagens Originais
Tags Ian Somerhalder
Exibições 28
Palavras 1.158
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ AMORES. Desculpa a demora. Escola estava me sacrificando, mas agora estou de férias.
Espero que gostem do capítulo e boa leitura.

Capítulo 8 - A janela


Fanfic / Fanfiction Regressive Count - Capítulo 8 - A janela

Empurro Richard de cima de mim, ofegante e arregalo os olhos em direção a porta. Passando a mão pelos cabelos e ajeitando a roupa, desço da mesa.

Richard leva o dedo indicador até os lábios e caminha em direção a porta, desabotoando a camisa.

- Richard, o que você está fazendo? – Sussurro desesperada.

- Pegue o estetoscópio. – Ele diz, apontando-o em minha mesa.

Pego depressa, engolindo em seco. Richard abre a porta e Jack olha para ele de cima a baixo e em seguida olhou para mim, segurando o aparelho.

- Campbell? Você está atrasada para a cirurgia. – Ele fala, retirando a máscara verde claro do rosto.

- Ahn... eu... – Começo a gesticular nervosa, mas Richard se apoia na porta.

- A culpa foi toda minha, doutor... – Richard para, arqueando as sobrancelhas.

Jack hesita, mas responde.

- Doutor Hayes.

- Desculpe por atrasar com a cirurgia, eu cheguei passando mal e a Dra. Campbell teve que me atender. – Richard fala, apontando para mim que só consegue sorrir nervosamente.

Jack de início não fala nada, apenas analisa meu cabelo despenteado e dá de ombros.

- Mandarei Alicia para cuidar do senhor... – É a vez de Jack questioná-lo.

- Matthew. – Richard responde na maior naturalidade. – Não se preocupe, a Dra. Campbell já cuidou muito bem de mim.

Meu rosto pega fogo e eu coloco o estetoscópio na mesa.

- É só tomar os medicamentos receitados. – Eu respondo vestindo minhas luvas azuis para a cirurgia. – E desculpe o transtorno, é cirurgia de alto risco e precisam de mim.

- Sem problemas, Dra. – Richard termina de abotoar a camisa e olha para mim. – Às dez horas da noite? – Ele me pergunta e eu arregalo os olhos.

- O que tem dez horas? – Jack pergunta já irritado.

- O medicamento, eu suponho. – Richard responde com um sorriso irônico e eu tenho vontade de morrer.

- É claro. Tenha um bom dia, Sr... – Hesito e Jack me encara. – Sr. Matthew.

Observo Richard sair da minha sala e eu solto o ar devagar para que Jack não perceba.

- Sério? – Ele me pergunta com cara feia. – Atender a porcaria de um paciente na hora de uma cirurgia de vida ou morte? Você já foi melhor, Campbell.

Jack se afasta e eu suspiro, pegando minha touca e correndo atrás dele pelo corredor.

- Jack, ele estava mal. Sério. – Falo, parando atrás dele no elevador.

Ele vira e me olha com os olhos semicerrados.

- O que houve com seu cabelo?

Engulo em seco e é minha vez de fazer cara feia.

- Eu sei que estou parecendo um lixo, não precisa ficar detalhando tudo.

O elevador chega e eu entro, cruzando os braços. Ele entra e eu pressiono o botão do andar da cirurgia.

- Você sabe o que eu quis dizer. – Jack diz me encarando.

- Eu caí tanto assim no seu conceito, Jack? Que estou me esfregando em pacientes?

Ele não precisava saber a verdade, mas eu tinha um ponto. Sua expressão se suavizou e ele se aproximou.

- Não foi o que eu quis dizer. – Ele fala, parando na minha frente.

- Foi exatamente o que você quis dizer, Jack. Só se arrependeu.

Ele leva as mãos até meu queixo e levanta meu rosto. Eu olho para ele nervosa, mas não tiro as mãos.

- Eu estava pensando... o que acha de sairmos daqui e irmos jantar em algum lugar? – Ele me pergunta tentando não soar tão esperançoso, mas graças a Deus e a todos os santos, as portas do elevador se abriram.

Jack solta o ar e passa a mão pelos cabelos em sinal de frustração. Eu passo por ele correndo quando ouço apitos contínuos vindo da sala de cirurgia.

****

Depois do que se pareceram uma eternidade, a cirurgia foi realizada com sucesso. A paciente estava com o rim inutilizável, não estava mais realizando a filtração. A situação estava grave, mas o transplante tinha ocorrido com sucesso. Eu, Jack e mais dois médicos tínhamos dado conta. Estava tirando minhas luvas e avental quando Jack apareceu novamente, já usando suas roupas normais.

- Você ainda não me respondeu. – Jack fala, apoiado no batente da porta.

- O que? – Pergunto, dando uma de desentendida.

- Vamos jantar? São oito da noite agora. – Ele diz, olhando para o relógio de pulso.

Passo a mão no rosto e solto um suspiro cansado.

- Jack, me desculpe. Eu estou muito cansada. Só penso em dormir.

- Eu te levo para jantar e depois te dou uma carona para casa. – Ele diz sorrindo.

- Eu estou de carro, desculpe Jack. Que tal outro dia? – Digo em um sorriso. O semblante dele vacila, mas ele mantém a dignidade.

- Tudo bem, Campbell. – Ele sai da sala e eu solto o ar. Recolho minhas coisas e saio.

Quando estou quase saindo do hospital, encontro Jack na recepção com o cenho franzido.

- Algum problema? – Pergunto e Jack olha para mim e depois para Beatrice, a recepcionista.

- Como era o nome do paciente que estava mais cedo na sua sala?

Meu coração dispara e eu me obrigo a respirar fundo.

- Que paciente?

- O que fez você se atrasar para a cirurgia. Qual era o nome dele? – Jack perguntou, cruzando os braços sobre o balcão.

- Matthew, eu acho. – Respondo apertando a bolsa em meu ombro.

- Crystal, não tem nenhum registro de “Matthew” no hospital hoje.

Engulo em seco e solto uma risada nervosa.

- O que você quer dizer?

- Alguém entrou na sua sala hoje sem passar pela recepção. Como diabos aquele cara entrou na sua sala? Ele bateu na porta? – O rosto de Jack está vermelho.

- Jack! Se acalme, ele só entrou passando mal. No desespero deve ter passado reto, não passou pela recepção.

- Isso está estranho. – Ele diz olhando para mim.

- Eu estou bem, Jack.

Ele me olha preocupado e eu aceno, saindo do hospital. Percebo que minhas mãos estão trêmulas e eu entro no carro. Respiro fundo e dirijo até o meu apartamento.

****

- Brooke, já está em casa? – Grito pela minha amiga quando entro no apartamento.

O lugar está silencioso. Ela não chegou ainda. Todas as janelas estão fechadas e o calor está infernal. Jogo minha bolsa no sofá e tiro meus sapatos, caminhando até a janela para abri-la.

Tiro minha blusa branca, assim como minha calça, ficando só de lingerie. Caminho até meu quarto para buscar a toalha para tomar um banho.

Entrando no quarto, percebo que a janela está aberta. A brisa faz meu corpo se arrepiar. Acendo a luz, que não funciona. Meu coração começa a acelerar e meus pés não saem do lugar.

- Richard? – Falo em um sussurro, recebendo o silêncio como resposta.

Dou alguns passos para pegar a toalha e caminho até o banheiro. A luz também não funciona. Sinto um movimento ao meu lado e meu corpo treme.

- Quem está aí?

Uma mão segura meu braço e eu grito.

 

 


Notas Finais


Até o próximo capítulo, beijos s2


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