História Rejeitado - Capítulo 2


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Categorias Aladdin, Once Upon a Time, Once Upon a Time in Wonderland
Personagens Aladdin, Anastasia (Rainha Vermelha/Rainha Branca), Jafar, Jafar, Personagens Originais, Princesa Jasmine, Sultão/Velho Prisioneiro
Tags Aladdin, Aladin, História, Jafar, Princesa Jasmine, Recriação, Vilão
Exibições 4
Palavras 1.075
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Caros leitores fantasmas,

Aí está mais um capítulozinho! Espero que gostem

Se quiserem, comentem sua reação, o que estão achando, críticas, o que esperam que aconteça e etc...

Imagem meramente aleatória de Jimmy/Jafar quando ele crescer

XoXo

Boa leitura! ♥

Capítulo 2 - Uma quase cura.


Fanfic / Fanfiction Rejeitado - Capítulo 2 - Uma quase cura.

Rejeitado.

Capítulo II - Uma quase cura.


O tempo passou. A barriga cresceu.

O irmão estava chegando.

Faltavam poucos meses — quatro meses, para ser exata — mas os pais não se esqueciam do primeiro filho.

O Sultão Hamed e sua adorável esposa Elle gostavam de brincar com o filho, sentados na beira da cama dele.

Depois de um tempo, essas brincadeiras se limitaram apenas ao pai, pois a mãe estava cansada por causa da maldita gravidez e não podia se mexer muito. E depois, Jimmy ficou brincando sozinho, pois o pai não tinha paciência para aquilo e estava atarefado com a vinda do novo filho.

“O filho perfeito, o melhor filho, que devia vir primeiro”, cheio de amargura, Jimmy pensava.

Mas tinha uma coisa que eles não desistam.

A cura para Jimmy.

Era de madrugada quando Elle acordou o Jimmy de cinco anos, colocou-o no colo do pai e os três partiram, montados em um camelo.

babai, onde bamos? — Jimmy estava confuso e assustado.

O pai respirou fundo e sussurou.

— Não sei. Não sei. Por que estamos fazendo isso, Elle? Já temos um nov...

— Hamed. Não — Elle, no outro camelo repreendeu o marido, severa. Depois se virou para o filho — Jimmy, achamos que encontramos uma solução para seus problemas. Fica um pouco longe, mas já estamos chegando.

— Eu poxu ir no seu colinho? O bai não sabe me segurar dileito!

— Claro, venha.

— Elle, não! Você está grávida e...

— Não tem problema, Jimmy é leve — A rainha sorriu — ande, me dê ele, seu bobinho.

E aquilo era verdade. Jimmy, no alto dos seus cinco anos pesava apenas 26 quilos, por culpa das doenças que o impossibilitava de comer muito.

Hamed corou e se aproximou da esposa, colocando o filho nos braços delicados dela.

— Não se preocupe. Vamos te curar e você poderá fazer o que quiser, sem tossir e nem tomar remédio o tempo todo. Poderá ir no mercado a pé, sem estar no colo e brincar com seu irmão! — Pôs a mão na barriga, sonhadora.

A intenção de Elle era boa, mas o efeito não. As palavras da doce mãe deixaram um gosto amargo na boca de Jimmy.

Aquilo de novo.

Quase toda vez que Jimmy lembrava do irmão (“substituto do doente”, de acordo com o mordomo do palácio) acontecia aquilo.

— Chegamos — Os pensamentos de Jimmy foram interrompidos pelo pai — vamos fazer o resto do trajeto a pé.

Estavam em uma cidadezinha fora dos domínios de Hamed, ou seja, fora de Agrabbah. Jimmy não entendia nada e o medo aumentava.

Desceram do camelo e atravessaram as ruas calmamente, Jimmy ainda no colo da mãe.

Viram uma tenda pequena e escura, como a de um mini circo gótico em um canto da cidade.

Do lado de fora, uma placa de madeira improvisada anunciava:

“Cabana do K. Duco, curandeiro e mago

Vejo o futuro: 1,99 por pessoa”.

— Tomara que esse K. Duco não seja caduco de verdade — a expressão de Elle parecia preocupada e ela abraçou o filho mais forte — Hamed, amor, você sabe onde está se metendo?

— Não. Mas vale a pena. Já tentamos de tudo.

Entraram receosos.

A tenda estava vazia por dentro. Jimmy analisou o lugar, pensando no que fariam com ele daquela vez. Torcia para não envolver agulhas.

O lugar era um tanto precário. Um lampião no teto iluminava o lugar e vários frascos de poções coloridas e livros estavam enfileirados em pequenas prateleiras de madeira. Uma bengala despousava num canto, empoeirada.

A mãe, já exausta se sentou em uma cadeira.

— Esse é o meu lugar, queridinha. Licença? — Um homem falou, rindo em seguida, entrando na tenda — sente-se do lado de lá.

O pai respirou fundo e se ergueu, numa pose exibida.

— Bem, olá Dr. K. Duco. Eu sou o...

— Eu sei quem você é, Hamed. Quem vocês são. O que querem? Eu também já sei, mas é legal perguntar! — e riu. 

Aquela risada asquerosa irritava Jimmy. Muito. 

— O nosso filho, bem, ele está mal e... Bem, nós tentamos de tudo e... Sabe, não deu certo. Bem, talvez você possa... Eu posso pagar! — Hamed hesitava, transpirando.

Elle respirou fundo e se intrometeu:—

 Já que o senhor sabe o que queremos, acho que isso é desnecessário, não é? Apenas diga se dará ou não.

— Ui! Decidida, gostei. E bem... Talvez eu faço... Talvez eu não faço...

Um silêncio recaiu sobre aquele minúsculo ambiente.

— Eu faço! Hehehe, brincadeirinha — o homem levantou a palma da mão e, do nada, um frasco com conteúdo avermelhado surgiu ali — vamos, beba rapazinho.

— Oba! — Hamed comemorou e tomou o frasco da mão de K. Duco, dando-o na boca de Jimmy.

Elle parecia receosa.

— É seguro?

— Vamos ver — K. Duco sorriu, erguendo uma sobrancelha.

Após beber todo o líquido estranho, Jimmy fechou os olhos.

Tinha um sabor estranho, açucarado e ao mesmo tempo azedo.

Mais tarde, Jimmy descobriria que aquele era o gosto do poder.

Ele ganhou alguns quilos, ficando em um peso adequado e a pele pálida e anêmica recebeu um bronzeado bacana e saudável. Respirou fundo, abrindo a boca:

— Eu... Estou bem — ele estava surpreso por conseguir falar sem ofegar ou tossir.

O pai abriu a boca, surpresa e a mãe deu um gritinho, acariciando os cabelos do filho. Jimmy riu e abraçou os dois.

— Eu estou bem! — Repetiu.

K. Duco, até então estava quieto, porém ergueu o dedo indicador.

— É, você está bem... Ainda. Daqui a exatos trinta e sete dias, a poção irá perder o efeito aos poucos. Venha novamente e fornecerei mais.

A mãe desconfiou das últimas palavras do curandeiro.

— Está fazendo tudo assim... De graça?

— Claro que não! R$ 6,49 a cada visita!

— Relaxe meu amor. Jimmy está bem e é o que importa — Hamed colocou uma mão no ombro da esposa.

— É, mamãe!

— É mamãe — K. Duco repetiu e depois agachou, se aproximando do pequeno — Jimmyzinho... Já falei que esse nome não combina com você? 

Jimmy parou de comemorar e olhou para o curandeiro.

— Que foi?

— Nada, só... Aproveite sua liberdade. Ela terá um preço, baby.

Elle queria continuar discutindo, mas ao ver o sorriso e o brilho nos olhos do filho, ela derreteu.

— Ok. Aliás, Senhor K. Duco... Você tem algo que diminua as consequências dessa minha segunda gravidez? Está me custando caro e...

— Eu sei. Eu sei de tudo lembra? Infelizmente, não existe nenhuma cura, e você sabe muito bem. Não adianta, você irá... —  O rosto de Elle assumiu uma expressão séria e ela interrompeu o outro — Não precisa explicar, eu entendi. Vamos. 


Continua...



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