História Relação Perigosa — Imagine Jungkook - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Imagine, Jeon Jungkook, Jimin, Kook, Suga, Taehyung, Traição, Você
Visualizações 3.204
Palavras 2.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁÁÁÁ CHEGUEI! >_______<

E eu só digo uma coisa: Boa leitura. <3

Capítulo 15 - Esperança.


Fanfic / Fanfiction Relação Perigosa — Imagine Jungkook - Capítulo 15 - Esperança.

As aulas de geografia sempre fora tão chatas. O professor explicava a matéria e eu estava quase dormindo. Hyuna e Taehyung prestavam atenção como se fossem dois super fãs da matéria. Coloquei o fone e cliquei na música Angel do Zayn Malik, deixando a bela canção no último volume.

Mais uma semana havia se passado desde o dia em que ele se foi. Hyu diz que preciso me acostumar com a falta de Jeongguk, e eu tento. Juro que tento com todas as minhas forças, mas parece impossível quando se tem um pai que é melhor amigo do próprio.

Depois que Jimin me beijou, não nos vimos mais por causa de seu trabalho. Ele e o Yoonie andam muito ocupados e quase não tenho conversado com o meu Oppa. Sinto muita a falta da relação que tínhamos e que agora é quase inexistente.

Appa diz que sente a falta do Kookie e que a empresa vai de mal a pior sem o mais novo. Por falar em saudade, também me sinto da mesma forma. Lembranças da noite em que saímos juntos pela primeira vez, circulam a minha mente em cada lugar que estou.

Eu gosto de Jeongguk mesmo ele sendo um cafajeste, um conquistador. Eu gosto da forma que ele me tinha em seus braços mesmo sem fazer nenhum esforço. Gosto da curva que o seu sorriso fazia, deixando as bochechas infladas.

— Senhorita Kim, está bem? — O professor pergunta e os olhares de todos os alunos são voltados para mim.

— Ah, estou. — Digo baixinho e tiro os fones.

— Por favor, não escutem músicas durante as minhas aulas. — Diz olhando para todos. — Agora voltando ao assunto...

— Amiga, vá la fora. Tome um ar, depois você volta. — Hyuna diz quase inaudível e eu apenas assinto.

Saio da sala, indo em direção do bebedor. Tomo um pouco de água e quando giro o corpo, esbarro em uma garota.

— Perdão. — Me curvo brevemente.

— Ah, tudo bem. — Ela ri fraco e nega. — Eu quem estava distraída.

— Qual o seu nome?

— Eloah. — Diz tímida e ajeita o óculos. — Você é Kim (S/N), não é? — Olha para o papel que estava em sua mão.

— Sim. — Sorrio educadamente. —Como sabe o meu nome?

— O professor de física anotou o seu nome nesse papel e pediu para que você me mostrasse o colégio. — Assinto. — Ouvi falarem muito de você.

— Sério?! — Rio baixo.

— Sim. Seu pai é um homem muito... — Suas bochechas ganham uma coloração avermelhada. — Bonito.

— Ah, o Appa é lindo mesmo. — Digo rindo e ela cora mais ainda. Tão adorável. — Você é muito fofa, Eloah.

— Obrigada, eu acho. — Torce o nariz levemente. — Qual a sua classe?

— A minha é a oito, do corredor dois.

— A minha é a sete. — Rimos. — Parece que somos vizinhas de classe.

— É, parece.

— Eu cheguei aqui ontem, sabe? — Balanço a cabeça confirmando, enquanto caminhamos pelo pátio. — As garotas são um pouquinho chatas.

— Um pouquinho?! — Gargalhei. — Muitas se acham por ser filhas de empresários e afins.

— Você não é assim, posso ver em seus olhos. — Eloah pronuncia sincera.

— Sim, eu sou bem legal. — Digo convencida e a ruiva ri. — Enfim Eloah, de que País você é?

— Sou do Canadá. Mudamos para a Coreia por causa do trabalho do meu padrasto.

— Ah sim, entendo.

— Hmm, gostei de você, (S/A). — Rimos.

— Também gostei de você, Eloah.

Passamos pelo primeiro corredor e seguimos reto, passando pelo laboratório.

— Já sabe em que quer se formar? — Pergunta curiosa.

— Ainda não. — Mexo em meu cabelo, pensativa. — Talvez veterinária, não sei.

— Quero cursar medicina. O estudo da Coreia é muito bom.

Balanço a cabeça concordando.

— É um dos melhores. — Comento. — Está gostando do nosso tour? — Rio.

— Ah, claro. — Eloah ri também. — Posso te fazer uma pergunta?

— Pode sim.

— Seu pai é casado? — Vejo seu rosto corar. Ela é muito pálida, me lembra o Yoongi.

— Não. Papai é viúvo. — Suspiro e a menor me olha triste.

— Eu sinto muito, (S/N). — Segura as minhas mãos.

— Tudo bem. Você não sabia, baixinha. — Aperto a sua bochecha.

— Sou alguns centímetros menor do que você, grandona. — Nós rimos alto e o zelador nos encara.

— Você já fez amigos?

— Pior que não. — Ela ri sem graça. — Posso me sentar com você hoje no intervalo?

— Claro. Eu passo na sua sala. — Dou um beijinho em sua bochecha e voltamos para as nossas salas.

(...)

O tempo frio congela até a minha alma. Entro em casa tão rápido que acabo tropeçando no carpete. Solto um risinho e corro para o quarto. Preciso me livrar da saia e vestir um moletom quente. Fecho a porta do quarto e retiro o uniforme, colocando-o para lavar.

Pego um conjunto da adidas e visto junto a um par de meias brancas. Puxo a colcha da minha cama e acomodo-me de baixo do edredom quentinho. Batidas na porta me fazem assustar. Murmuro um "entre" e papai aparece em meu campo de visão.

— Querida, você entrou correndo em casa. Aconteceu algo? — Pergunta baixo, sentando-se na beirada do colchão.

— Não, papai. — Sorrio. — É só o frio mesmo.

— Entendo. — Riu soprado. — Posso deitar aí com você?

— Claro.

Dou espaço e o mais velho deita ao meu lado. Appa passa o braço ao redor de mim, como se quisesse carinho. Levo meus dedos até seus fios castanhos, afagando-os.

— Eu sonhei com a sua mãe. — Ele confessa triste. — Era a noite do nosso casamento.

— Eu sinto muito, papai. — Choramingo.

— Eu também, filha. Também sinto muito. — Beijo a sua testa carinhosamente.

— Posso pedir algo? — Continuo fazendo carinho no moreno.

— O que quiser.

— Podemos sair para jantar? — Pergunto manhosa.

— Gostei da idéia, docinho. — Joonie faz cócegas em meu ventre.

— Às oito? — Sorrio.

— Tudo bem.

(...)

Quando o relógio marca sete horas da noite, tomo um banho quente e assim que termino, me enrolo na toalha. Saio do banheiro e procuro por uma roupa quente e que também seja bonita. Escolho uma calça jeans de lavagem escura, uma blusa branca de mangas e uma sapatilha bege.

Visto o meu look e faço uma maquiagem simples. Batom, máscara de cílios e pó compacto. Borrifo perfume e coloco algumas pulseiras, já que a blusa tem as mangas curtas. Pego uma bolsa na cor bege, colocando o meu celular e um batom. Quando saio do quarto, Namjoonie já está a minha espera.

— Você está linda, querida.

Ele diz e beija a minha testa.

— O Senhor também.

Aperto o seu nariz. Saímos de nossa casa e o mais velho abre a porta para mim. Sorrio como forma de agradecimento e coloco o cinto de segurança. Deixo a bolsa em meu colo e o vejo dar partida, indo para o restaurante.

— Faz tempo que não saímos juntos, Appa. — Digo o observando, enquanto dirige.

— É verdade, filha. — Concorda.

Ligo o som e aproveito a música que calma que soa pelo veículo. Não demora muito e chegamos em um restaurante super chique e muito movimentado. Papai abre a porta para mim e entrega a chave para o manobrista. As pessoas nos olham, mas logo desviam os olhares.

— Aqui é muito bonito. — Sussurro e o Namie ri.

— Sim. Nunca comemos aqui, não é? — Nego com um aceno.

Fazemos o nosso pedido e pedimos um suco. Observo os casais felizes e sinto uma pontada de inveja. Appa e eu conversamos, conversamos e conversamos. O seu celular toca e eu pego o meu para mexer nas redes sociais.

— É o Jeongguk.

Meu coração bate forte e mordo o lábio. Sinto minhas mãos tremerem. Quase sorrio quando percebo que é uma chamada de vídeo.

— Kookie, como está?

— Ah, hyung. Eu estou bem.

Olho para o meu pai e ele não está mais sorrindo. A voz de Jeongguk parece baixa demais.

— O que foi? Aconteceu alguma coisa?

Joonie preocupado é tão bonito.

— É... — Ouço o moreno suspirar.

— Você parece cansado. Não tem dormido bem?

— Na verdade não, Namjoonie. Tem algo tirando o meu sono.

Um nó é formado em minha garganta e quase esqueço como se respira.

— Mas e você hyung, onde está?

— Em um restaurante. (S/N) me convidou para jantar. — Appa ri e me olha. Forço um sorriso.

— Ela está aí?

Suspiro alto e abaixo o olhar, encarando minhas mãos.

— Ah sim, ela está. Mais bonita do que nunca, Jeongguk.

— Eu imagino, hyung. Sua filha é muito bonita mesmo.

E eu sorrio largo, como a boba que sou. As batidas de meu coração são tão rápidas que sinto receio de que o meu pai escute.

— Quer falar com ela?

Sim. Sim. Sim. Sim.

— Eu preciso desligar, hyung. — Kook diz rápido.

Sinto meus olhos arderem e uma tristeza invade o meu ser. Os dois se despedem assim que o nosso jantar chega.

— Filha?

Ouço ele me chamar e levanto rápida da mesa, procurando o toilette. Assim que encontro, entro em uma cabine e fecho a tampa do vaso sanitário. Eu ainda tenho esperanças dele me mandar uma mensagem. Ainda tenho esperanças que Jeongguk volte.

Lágrimas grossas molham as minhas bochechas e afundo minha face entre minhas pernas. Eu gosto dele. Gosto tanto dele que chega a doer. Jungkook está me destruindo e não consigo fazer com que ele pare. Tenho medo de me apaixonar por ele.

(...)

Appa dirige calmamente pelas ruas, enquanto eu tento não desmanchar em sua frente. Dói se importar com alguém que não se importa com você. Dói gostar de alguém que não gosta de você. 

Entre meus pensamentos, percebo quando chegamos em nossa casa, quando o papai abre o portão com o controle.

— Boa noite, pai. — Deixo um beijo em sua testa e subo a escada, indo para o quarto.

Mais dias se passam e eu continuo da mesma forma: sentindo a falta de Jeongguk. Hyuna diz que vai passar e que é só uma fase, mas eu também sinto a falta dele como amigo. Apesar de termos transado, ele era engraçado quando queria.

Sinto falta de suas mensagens e até daquele sorriso que me tirava o ar em fração de segundos. Eu me sinto uma tola por me importar com ele. É mais forte que o meu interior. É mais forte do que eu. É inevitável não sentir o que eu sinto.

— (S/A), está ouvindo? — A voz grave de Taehyung me tira do transe.

— Hã? — Franzo o cenho. Ele, Hyuna e Eloah riem. — Desculpa, eu estava pensando...

— Nós vamos ao cinema hoje. Não quer ir com a gente? — A ruiva sugere.

— Eu fiquei de ver filme com o Yoongi. — Minto. Hyuna revira os olhos, mas permanece em silêncio.

Chego em casa exausta e vou para a cozinha almoçar. Appa e Suga riem de algo.

— Oi. — Sento-me ao lado do loiro e beijo a sua bochecha.

— Oi pequena. — O meu irmão sorri.

Conversamos durante toda a refeição. Assim que termino de lavar a louça, subo para o meu quarto e caio na cama procurando algum filme na Netflix. Recordo-me do que Taehyunie me disse alguns dias atrás.

Flashback on;

Estávamos sentados na varanda, enquanto conversávamos sobre o colégio.

— Sabe o que eu acho, (S/A)?

— Huh?

— Que ele terminou com a tal Abby por sua causa.

Engulo em seco e permaneço quieta.

— Vamos ser sinceros? — Assenti.  — Jeongguk terminou com a Abby e você disse que ele estava nervoso...

— Sim, Tae. Mas isso não faz sentido. — Suspiro derrotada.

— É...

Ele ficou quieto de repente.

— Que cor é o carro dele, (S/A)? E o modelo?

— Por que? — Ri fraco. — Tae?

— Me diz a cor do carro e o modelo.

— Bom, era um carro comprido não me lembro o nome. — Mordi o lábio. — E a cor preta.

— Nossa... — O castanho ofegou e bateu a mão na testa. — Torça para que eu esteja errado.

— Fala logo, Taehyunie!

— Eu acho que vi o carro dele no dia em que nós...

Arregalo os olhos e sua informação me fez ofegar. Seria possível?

— Tinha um carro parado perto daquela árvore. — Aponta para o local.

— Seria isso então? — Suspiramos juntos.

— Eu sinto muito. Mas acho que... Acho que o Jeon viu nós dois.

Flashback off

Cansada daquela dúvida martelando a minha mente, pego o celular e procuro pelo contato de Jeon Jungkook. Ali está uma foto. Uma foto do dia em que tomamos achocolatado juntos. Engulo todo o meu medo e ligo para o mesmo.

Chama uma... duas... três vezes...

— (S/N)?

A sua voz rouca soa pelo outro lado da linha e eu prendo a respiração.

— Kookie.

O seu apelido sai de meus lábios como um sussurro. Ouço a sua respiração pesada e estou da mesma forma.

— Seu pai está bem? Aconteceu alguma coisa?

Ao cogitar a idéia de que o moreno está preocupado comigo, sorrio.

— Sim, nós estamos bem.

Digo baixinho. Ele suspira forte, o que me faz arrepiar.

— Então o que foi?

— Você viu?

Vou diretamente ao assunto. Preciso ouvir de seus lábios, e se é mesmo verdade.

— Você viu eu e o Tae, não foi?

Kookie respira fundo e ouço um barulho. Ele parece que está na cozinha.

— Vi, (S/N). Eu vi vocês dois quase transando encostados no carro.

Quero gritar, quero chorar.

— Kookie... — Choramingo. — E-Eu estava... bêbada.

— Não me importo, (S/N). Já passou e você não me deve explicações da sua vida sexual.

Suas palavras são como tiros certeiros em meu peito. Ouço a sua respiração entre cotada, e é o único som que vem da sua linha.

— Foi por minha causa que você viajou?

Ele ri e responde:

— Foi. E mais (S/N), tudo que eu faço é por sua causa.

Fecho os olhos e sorrio fraco.

— Tenho que desligar.

— Não Kookie-Ah! — Peço rápida. — Podemos ser... amigos?

— Você se contenta com pouco?

Seguro as lágrimas.

— Sim. — Lhe respondo baixinho.

— Então fique com Kim Taehyung já que ele é melhor do que eu.

Ele... ele está com ciúmes?

— Eu não quero ele, Jeon.

Digo firme e ele suspira.

— Vá dormir, (S/N). Aqui já é de madrugada e eu preciso descansar.

Sorrio. Sorrio. Sorrio.

— Mas eu não estou com sono. — Resmungo e ouço ele sorrir.

— Mas eu estou. Boa noite.

Antes que ele desligue, sussurro:

— Eu sinto a sua falta, Oppa.

E então, meu coração vai à mil quando o escuto sussurrar de volta:

— Também sinto a sua.


Notas Finais


Estão shippando? Porque eu estou. :')

~Divulgação:
https://spiritfanfics.com/historia/cute-boss-imagine-jimin--bts-10605140 (Short-Fic Jimin)

https://spiritfanfics.com/historia/senhor-kim-imagine-namjoon--bts-10611135 (One-Shot Namjoon)

Até mais. <3 @rabetania *'*


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