História Relações - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Tinker Bell, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Visualizações 240
Palavras 1.402
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!
Bem, depois desse cabaré todo, vcs vão ter que ter paciência com a Emma hein?!
Enfim, vamos ao nosso capitulo!

Capítulo 10 - Não quero resolver!


Eu realmente acho que deveriam existir remédios pra apagar a memória! Que de repente eu tomasse um comprimido e Puff! Sumiu! Não haveria culpa, nem sofrimento, arrependimento ou dor. Qualquer coisa que me fizesse esquecer essa palhaçada dos últimos meses, ou a dor de cabeça que eu ganhei tentando esquecer tudo com uma garrafa de vodca, enquanto me perguntava: E agora? Agora eu estou sem rumo, não sei o que fazer, não agora.

Mas, no momento estou na cozinha da casa da minha mãe tentando entender o porquê dela tanto gritar, ela não entende que eu estou do lado dela e por que dessa janela esta tão aberta e tudo tão claro. Pra que isso?

­_ Mãe, porque a senhora esta gritando? – pergunto com a mão no rosto tentando diminuir a claridade.

— Esta louca, quem esta gritando? To falando normal você que este ai de ressaca! – diz e me entrega o café.

— Ok! Mas porque tanta luz nessa casa?

— Emma, esta de dia! Vai ter luz você querendo ou não entendeu? – sentou do meu lado. De repente um barulho vem da sala e Tinker entra gritando.

— Mãe, você viu o meu short da academia? – ela me olha_ Nossa! Que defunto é esse na sua mesa mãe? Há é a Emma – e começa a rir da minha cara.

— O short é seu se você não sabe, eu muito menos, e deixa sua irmã quieta, depois que ela te bate você reclama – minha mãe começa a lavar a louça do café.

— Olha se eu não estivesse com tanta dor em minha mente eu levantaria e quebraria a sua cara, mas como é seu dia de sorte eu não vou nem me mover. E para de gritar! – digo e levanto, pego minhas coisas e vou saindo.

— Você não disse que não iria se mover?

— É mais eu preciso trabalhar não sou vagabunda igual a você! – e ainda tenho que passar no meu apartamento e ligar pra Ruby, pra pedir a ela para pegar minha coisa La em... Na casa da Regina. Também tenho que ligar para o Henry saber se Regina falou com ele e ver como estão as coisas. Tudo isso e ainda tenho que trabalhar e não sei se minha mente vai acompanhar esse movimente. Mas vamos Emma, coragem!

Vou até o apartamento em que morava antes de me casar, e ele esta em perfeitas condições, estava alugado até mês passado, porem a pessoa o entregou, parece até que sabia o que ia acontecer. Ele é mobiliado então vai facilitar a minha vida. Deixa ligar logo para lobo fedido.

— Hello, it is me! – Ela não fez isso, atendeu o telefone cantando a musica da Adele é isso?

­_ Você atende o telefone assim é isso mesmo produção? – pergunto sem conseguir conter o riso.

— Qual o problema? Adele é diva meu bem! Agora diga o que queres! – agora vou ter explicar tudo e só de pensar nisso minha cabeça lateja, resolvo me sentar.

— Senta que lá vem historia Ruby! Separei-me da Regina – falo sem rodeios pra não perder o foco. Mas pensar na briga de ontem me dá um nó na garganta.

— Oi? Espera! Fala de novo, pois eu não entendi – reviro os olhos e resolvo explicar toda a situação, o que resultou em ela dizendo que já deveria ter feito isso e tudo mais.

— E agora preciso que você vá buscar as minhas coisas e faça compra para mim – digo em enquanto me deito no sofá.

— Não quer a minha alma também? Você acha que eu não trabalho? Eu tenho uma vida! E não sou sua mulher nem sua mãe pra fazer suas compras! – fala meio revoltada.

— Ruby sem drama! Eu sei que você esta de folga e a coincidência não podiam ser melhor ok? Ande logo porque eu estou com dor de cabeça e outra, se eu for La é perigoso eu jogar a aliança na cara dela! – ou dar um beijo nela! Há pode parando Emma! Você não vai ceder, não mesmo.

— Ok querido, meu bem, revoltada! Eu vou bancar a Isaura e vou La pra você – essa mulher é uma peça.

— Muito obrigada! Você é muito gentil. Tchau – me despeço, pois estou atrasada para o trabalho._ Você sabe a onde esta a chave.

— Há sua interesseira! Só me liga para pedir as coisas, esta bom Tchau! – desligo e vou para a faculdade.

No meu horário de almoço ligo para Henry, preciso saber como ele esta e como Regina esta.

— Alo? Henry?

— Oi mãe! Tudo bem? – ele não parece muito bem.

— Estou bem! Mas me responda uma coisa, sua mãe falou com você? – pergunto receosa.

— Falou sim. Ontem à noite quando cheguei do cinema ela me disse tudo – agora ele parecia triste.

— E você esta bem? – me da um aperto no peito pensar nele sofrendo com isso, justo quem tem menos culpa sai mais prejudicado.

— Bem, bem, não né mãe, estou digerindo tudo isso, mas, queria falar com você, conversar sobre isso.

— Sim, claro! Hoje quando sair da faculdade nos conversamos, você pode me encontrar na casa da sua avó, da minha mãe? – meu estomago revira em pensar nessa conversa.

— Sim, mas, porque você não vem aqui me buscar? – solto um longo suspiro.

— Henry você não é mais uma criança, e já deve saber que agora não é o melhor momento pra eu e Regina nos vermos, espero que você entenda isso – explico._ Mas me diga... Anna esta bem?

— Sim, esta sim...

— E... E sua mãe... Como ela esta? – não queria perguntar, mas, parece que saiu sozinho.

— Eu queria dizer que ela esta bem, mas,... O jantar foi em silencio e eu ouvi ela chorar no quarto por uma bom tempo... E hoje de manha ela estava bem área, sabe? – isso é bom, levando em conta o meu plano de fazê-la sofrer, isso é ótimo, agora Regina vai realmente começar a aprender, porem, saber disso não me deixa tão feliz assim. Volto a suspirar.

— Bom, Henry eu tenho que desligar te vejo mais tarde beijo – me despeço e quando ele faz o mesmo desligo e volto a trabalhar.

A minha ultima aula é para a sala de Ariel e isso não me anima nem um pouco, ela vem me cercando de mais e hoje eu não estou nem um pouco bem pra nada disso.

No meio da aula Ariel resolve chamar a minha atenção fazendo perguntas e se não fosse suficiente um tal de Neal aluno novo também esta fazendo o mesmo, desde que chego percebo os olhares dele para mim. Resolvo tudo e finalmente da o sinal, Ariel sai, graças a Deus, mas, esse Neal resolve vim falar comigo, já mencionei que ele tem cara de bêbado, pois é. Já não gosto de homem, com cara de bêbado então...

— Posso ajudá-lo Senhor Neal? – vamos acabar logo com isso.

— Pode, aceitando meu convite pra tomar um café. - eu realmente não mereço isso.

— Poderia até aceitar se você não fosse meu aluno, se chamasse minha atenção e eu não fosse casada, mas, como nenhuma dessas coisas acontece... Não, eu não vou tomar café com você! – cortante, é assim que tem que ser. Saio da sala deixando ele com cara de idiota. Já tenho problemas de mais...

No estacionamento, assim que entro no meu carro o telefone toca e quando vejo não é nada mais que Regina, penso seriamente se devo atender e discutir ou desligar e ir pra casa porem como desde ontem estou meio barraqueira, eu atendo.

— Diga! – sou seca.

— Emma a gente precisa conversar, resolver essa situação, ela não pode ficar assim... – nossa que rápida ela.

— Regina eu não quero resolver nada, não sei nem por que te atendi, tudo o que eu tinha pra falar eu disse ontem... – tento ser o mais contida possível.

— Você vai deixar cinco anos de casamento assim, sem mais nem menos, sem uma conversa adequada? Vai fazer isso? – olha ela fazendo vitima já que ousada.

— Regina eu não quero conversar! Não quero resolver! Não agora, entendeu? – começo a perder a paciência.

— Emma  por favor? – percebo que ela esta começando a chorar e lagrimas vem aos meus olhos, mas me contenho._ Não faz assim...

— Não força, você jogou cinco anos de casamento quando foi pra cama a primeira vez com outro então não vem com essa, agora eu realmente gostaria de não discutir ok? Tchau Regina! – desligo e não consigo segurar... choro, choro todo a tristeza, raiva e tudo mais o que estou sentindo.


Notas Finais


E então??


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