História Relações Perigosas - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Laura Prepon, Taylor Schilling
Tags Drama, Fic, Laura Prepon, Laylor, Lesbian, Orange Is The New Black, Story, Taylor Schilling
Exibições 331
Palavras 3.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite genteeee!🌛

Provavelmente vocês estão achando estranho eu postar agora, mas eu decidi fazer uma "surprise" e como já é segunda então posso postar.
Se algum erro tiver passado desapercebido prometo corrigir em breve!

Boa leitura mores 😘

Capítulo 41 - Suécia II


Fanfic / Fanfiction Relações Perigosas - Capítulo 41 - Suécia II

(Taylor POV)

Pela manhã eu acordei e vi a Lau dormindo e fiquei olhando. Ela só acordou quando uma enfermeira entrou pra tirar o acesso do meu braço e me trouxe alguma coisa pra comer.

- Faz tempo que você acordou? Nossa eu dormi que nem percebi.

- Calma. Eu acabei de acordar também.

- Como você está?

- Bem melhor!

- Que bom, mas já adianto que me mesmo assim a senhora ficará aqui em observação e voltaremos somente amanhã para NYC. Eu já pedi pra que acrescentassem mais uma diária no hotel.

- Eu não queria ficar dando trabalho eu já me sinto ótima.

- Não me interessa. Portanto tome seu café da manhã tranquilamente que eu vou pegar alguma coisa pra mim também.

- Tá bom, vai lá.

- Já volto.

- Ok.

A Lau foi comer alguma coisa e eu fiquei pensando que se fosse outra pessoa no lugar dela talvez não fizesse o mesmo por mim e posso dizer que eu estou me sentindo até um pouco envergonhada de ter sido tão rude com ela esse tempo todo.
Pouco tempo depois a Laura voltou e sentou na poltrona outra vez e nós ficamos conversando.

(Laura POV)

Muito bom ver a Tay já melhor e ainda conversando normalmente comigo. Eu fiquei sentada ao lado dela e aproveitei pra perguntar sobre essa crise que ela teve.

- Você falou ontem que não é a primeira vez que você sente essa cólica. É verdade?

- É. Eu sempre tive esse problema na minha infância e na adolescência só que eu tinha dado uma melhorada e acabei relaxando demais e parei de me cuidar e essa madrugada eu vi a consequência de não ter me cuidado.

- Ainda bem que você tem essa consciência que se descuidou, agora tem que se cuidar né?

- Sim. Toda vez que sinto essa dor eu sinto que vou morrer.

- Eu imagino e ainda quase me matou do coração.

- Desculpa, mas não tinha ninguém que eu pudesse chamar a não ser você.

- Que bom. Outra pessoa talvez não desse tanta importância assim e não estaria com você aqui.

- Obrigada! - Disse ela sorrindo

- Não precisa agradecer. Isso não foi uma obrigação pra mim e você sabe disso.

- Ah, mas...

Quando a Taylor ia falar alguma coisa meu celular tocou e era a Lexa. Ela já havia deixado algumas mensagens e eu acabei não respondendo porque esqueci mesmo, então eu tive que atender.

- Oi meu amor.

- Sumiu? Tá tudo bem por ai?

- Tá sim. Me perdoa por não ter respondido, eu assumo que eu esqueci mesmo. Sabe quando você olha a mensagem e pensa: “Vou responder daqui a pouco”, mas esquece? Foi isso que aconteceu.

- Foi mesmo? Sabe que entre a gente não precisa ter segredo né?

- Sei, e estou falando a verdade.

- Tá bom. Eu pensei que duas uma, ou vocês estavam transando muito ou tinham se matado.

- Nem uma coisa e nem outra. Por incrível que pareça tem sido tudo muito tranquilo.

- Que bom. Você volta que horas hoje?

- Então meu amor, era pra gente voltar hoje, mas acabaram pedindo pra gente ficar e eu não tive escolha. Mas amanhã eu estarei de volta já.

- Entendi, acontece. Aproveita ai então, depois nos falamos mais.

- Pode deixar. Beijo meu amor.

- Beijo!

Eu desliguei a ligação e voltei a falar com a Taylor.

- Desculpa Tay, eu precisava atender.

- Claro, fica tranquila.

- Você ia falar alguma coisa?

- Nem me lembro, mas com certeza não era nada de tão relevante.

- Ok!

Eu sorri pra ela e fiquei sentada conversando com a Lexa por mensagem agora.

(Taylor POV)

É uma droga sentir ciúmes e ter que ver que ela anda tão bem com a nova namorada, mas vai ser sempre assim enquanto eu continuar amando essa mulher. Depois de passar esse momento chato o médico veio me ver e perguntou como eu estava me sentindo e eu disse que estava bem melhor já e que queria ir para o hotel tomar um banho e descansar. A princípio ele disse que era melhor que eu ficasse aqui em observação e a Laura também concordou, mas eu insisti tanto que ele acabou me dando alta e disse que qualquer dor que eu sentisse era pra eu voltar e eu disse que tudo bem. A Laura me ajudou a levantar e me calçou porque eu estava um pouquinho tonta por ter ficado deitada por muito tempo. Nós descemos e nosso segurança estava lá nos esperando pra nos levar. Quando chegamos ao hotel a Lau passou na recepção e veio com um novo cartão de acesso ao quarto e eu achei estranho.

- Mas a gente não vai continuar no mesmo quarto de antes?

- Não Tay. Tivemos que mudar de quarto e eu acabei pedindo um quarto só porque eu imaginei que eu e você só íamos tomar um banho e ir embora, não imaginei que você teria alta tão cedo.

- Tudo bem, não tem problema. O quarto tem duas camas pelo menos?

- Imagino que sim. Vamos subir?

- Vamos.

Nós pegamos o elevador e subimos, ao chegarmos ao quarto nos deparamos apenas com uma cama de casal. Eu olhei de imediato pra Laura que também olhou pra mim.

- Vou descer lá e vou pedir um quarto com duas camas Tay.

- Deixa pra lá, por mim não tem problema. É só uma noite mesmo, mas talvez a sua namorada se incomode.

- Eu pensei em pedir outro quarto pensando em você, mas se não tem problema por mim também não tem.

- E sua namorada?

- Relaxa. E seu namorado?

- Ele não faz ideia da gente você sabe disso.

- Então pronto. Assunto resolvido!

Nós entramos e eu percebi que já tinham trazido todas as nossas coisas e arrumaram. A Laura deitou na cama e eu fui para o chuveiro. Eu preciso tirar esse clima de hospital e nada como um banho relaxante pra isso.

(Laura POV)

Eu aproveitei que a Tay foi tomar banho e cochilei um pouco só que quando ela saiu eu acabei acordando e só me virei para o outro lado pra ela se trocar, mas a bolsa dela estava do lado que eu virei, então ela tirou a toalha e ficou passeando pelo quarto sem nada mexendo no celular. Um tempo depois ela pegou um roupão, vestiu e deitou. Eu disfarcei e fingi ter acordado agora.

- Você não quer comer alguma coisa leve? Você não comeu nada depois que saiu do hospital.

- Eu estou sem fome Lau, na verdade eu tenho muito sono ainda, esse remédio ainda tá no meu corpo.

- Então se você sentir fome você me avisa que eu peço pro chef preparar algo pra você. Agora vai dormir um pouco que eu vou aproveitar pra tomar banho.

- Tá bom!

Eu me levantei e fui para o chuveiro. No meio do banho a Tay veio falar comigo parada na porta e eu até me assustei porque eu estava distraída.

- Lau? - Disse ela na porta

- O que foi? - Disse jogando água no Box pra desembaçar

- Cadê a receita que o médico deu?

- Você está com dor? - Disse desligando o chuveiro e abrindo o Box

- É só um desconforto, mas eu prefiro tomar pra prevenir.

- Tá bom. Eu deixei dentro do meu bolso, mas deita lá que eu resolvo. Vou pedir para o segurança.

- Tá bom.

Eu sai do banho rapidinho, liguei para o segurança e dei a receita pra ele ir até uma farmácia comprar e ele foi e voltou rápido. A Tay tomou o remédio e deitou. Eu coloquei um roupão e me deitei do lado dela, ela se virou pra mim e nós ficamos nos olhando.

- Minha vez de cuidar de você agora!

- Parece que é mesmo.

- Você está com uma carinha nada boa. Tá doendo muito né? Fala a verdade.

- Tá, mas não aqui. - Disse ela pegando a minha mão e colocando na sua barriga

- E onde tá doendo?

- Aqui. - Disse ela colocando a minha mão em seu coração.

- E por que está doendo ai?

- Porque tá doendo e não para de doer e eu posso dizer que agora tá doendo muito mais por te ver namorando. - Disse ela começando a chorar

- Tudo só está assim por causa do seu orgulho. Eu sei que eu errei feio com você, mas eu me arrependi, assumi que errei e só queria uma chance, mas você foi e está sendo tão rude que preferiu me machucar e machucar você mesma.

- Eu não sei o que te dizer, não era pra eu nem estar falando sobre isso com você. - Disse ela secando as lágrimas que caiam

- Era sim. É bom saber que você ainda também sofre por nós e que só está se fazendo de forte. Tay, por favor, me perdoa?

- Lau...

Nesse momento o celular dela tocou e era o seu namorado e ela olhou pra mim, pediu desculpa baixinho e atendeu.

(Taylor POV)

Eu não tive como não atender o Rob, ele deve estar preocupado por eu ainda não ter chegado a NYC, sem contar que vai ser uma ótima desculpa pra sair desse assunto tenso que eu estava tendo com a Lau.

- Oi!

- Oi minha linda. Tudo bem?

- Indo amor.

- Como assim? O que aconteceu? Não era pra você estar por aqui já?

- Era sim, mas eu passei mal, tive uma crise de cólica renal e fui parar no hospital.

- Não acredito. E como você está?

- Agora estou melhor já, não precisa se preocupar. Amanhã estou de volta.

- Claro que eu tenho que me preocupar. Quem te levou para o hospital? Você está bem mesmo?

- A Laura. Ela passou a noite comigo lá. Eu já estou melhor tá bom? Pode ficar tranquilo!

- Que bom. Qualquer coisa me liga, por favor, e antes de dormir me manda mensagem.

- Tá bom. Um beijo!

- Beijo!

Eu bloqueei o celular e ia me levantar, mas a Laura me puxou de volta pra perto dela.

- Não terminamos de conversar.

- Você já esqueceu o nosso combinado?

- Não Tay, mas por um momento eu senti que você estava mais maleável pra falar sobre isso, sem que isso fosse um fardo pra você. Eu não estou pedindo pra voltar, eu estou apenas pedindo que você me perdoe.

- Ok Lau. Eu te perdoo!

- De coração? Ou da boca pra fora?

- De coração. Você está perdoada, mas que fique claro que isso não é uma volta.

- Fica tranquila. Até porque quando você vai voltar pra mim vai ser como minha mulher. O meu amor espera, pode viver a vontade que na hora certa o seu amor vai encontrar o meu outra vez. Será que eu posso ganhar pelo menos um abraço?

- Pode!

Eu me levantei e a abracei deitada mesmo e automaticamente eu acabei me deitando por cima dela, quando paramos de nos abraçar ela segurou meu rosto com as duas mãos ficou me olhando e me deu um beijo na testa e eu até me assustei, eu podia jurar que ela ia me beijar na boca e eu nem sei se teria coragem de recusar.

- A dor passou?

- Passou ainda bem! - Disse me deitando novamente ao seu lado

- Que bom. Agora eu vou descer e conversar com o chef pra ele cozinhar alguma coisa bem leve pra você comer.

- Eu não tenho fome.

- Vai comer mesmo sem fome.

- Ai tá bom.

Ela se levantou, se trocou e desceu. Eu aproveitei pra levantar um pouco, pois meu corpo já até dói de tanto ficar deitada. O nosso quarto tinha uma sacada, então eu sai e fiquei sentada lá mexendo no celular.

(Laura POV)

Eu desci até a cozinha do hotel conversei com o chef e escolhi criteriosamente o que a Tay iria comer e subi. Assim que estivesse tudo pronto eles trariam até o quarto. Quando voltei pro quarto eu percebi que a Tay estava do lado de fora e eu fui até ela pra ver se estava tudo bem com ela.

- Tay? Está tudo bem?

- Shiuuu. Não fala nada! - Disse ela colocando o dedo na minha boca

Eu não entendi nada. Ela se levantou colocou o dedo na minha boca e veio me trazendo pra dentro do quarto e me jogou na cama e antes de deitar tirou o roupão que estava vestindo e pra minha alegria ela estava nua. Ela veio engatinhando na cama e em seguida começou a tirar a minha roupa e eu ajudei com a camiseta e o sutiã. Em seguida ela sentou por cima de mim, se inclinou pra mim e começou a se mexer beijando a minha boca. Que saudade que eu estava desse corpo.
Eu coloquei minhas mãos na bunda dela com vontade e comecei a esfregar seu sexo no meu com força e a Tay começou a dar leves gemidos direto no meu ouvido. Ela se levantou rebolando em mim e já com um pouco mais velocidade. Eu fiquei olhando-a fixamente com muito tesão enquanto ela se movimentava em mim. Que delicia de mulher, eu estou tão molhada que se ela mantiver esse ritmo eu não vou demorar muito a gozar. A Tay aumentou a velocidade e seu corpo deslizava no meu e os meus gemidos e os dela já se encontravam com um pouco mais de volume. Ela se inclinou outra vez pra mim ainda se movimento e no meio do beijo que ela começou a me dar, ouvimos duas batidas na porta e ela se assustou e se levantou, mas ainda sentada em mim.

- Quem será? - Disse ela olhando pra porta e pra mim logo em seguida

- Deve ser a sua comida que eu pedi, mas eles devem ter apenas deixado, pois quando eu entrei eu deixei o cartão de não perturbe do lado de fora.

- Parece que estava adivinhando então.

- Eu juro que nem passou pela minha cabeça.

- Chega de conversa e deixa eu te mostrar que eu sou a melhor mulher que você já teve na cama.

Assim que ela terminou de falar, ela levantou, desceu pelo meu corpo distribuindo beijos até meu sexo. Chegando lá ela começou a me chupar sem que eu tivesse a menor escolha. A sua língua me invadia e a única coisa que eu sentia é que eu iria a gozar a qualquer momento com seus movimentos circulares e contínuos. Ficamos assim por um longo período de tempo e sem que eu pudesse mais evitar, acabei gozando na boca dela. Ela veio subindo beijando meu corpo outra vez e ao se aproximar da minha boca me deu um beijo. Eu coloquei-a de lado pra mim, levantei uma de suas pernas, apoiei na minha e comecei a tocá-la. Como é gostoso sentir seu sexo encharcado de tanto tesão.

- Mais rápido! - Disse ela colocando sua mão por cima da minha

- É mais rápido que você quer? Então toma. Goza pra mim!

Eu acelerei um pouco mais e em seguida decidi penetrar meus dedos nela e coloquei três de uma única vez e com força. Eu aumentei a velocidade das estocadas e como recompensa ela gemia alto, bem alto.

- Eu vou gozar. Não para! - Disse ela respirando ofegante

- Goza gostosa!

Ela gemeu e gozou nos meus dedos e enquanto ela ainda sentia a sensação do orgasmo eu fui por cima dela, encaixei as nossas pernas e comecei a me mexer encostando meu sexo no dela.

- Eu vou fazer agora o que provavelmente aquele moleque nunca conseguiu fazer com você. - Disse no ouvido dela

- O que?

- Continuar fazendo amor com você sem ter que esperar. Coisa que só duas mulheres podem fazer.

- Que delicia. Então continua!

Eu fiquei me mexendo por cima dela e ela ficou gemendo direto no meu ouvido. Eu comecei a beijá-la e fui descendo pelo seu pescoço onde não perdoei e acabei chupando. Eu desci mais um pouco e coloquei um dos peitos dela na minha boca enquanto acariciava o outro. Em seguida eu subi um pouco e comecei a beijá-la novamente, porém com mais intensidade enquanto fazia movimentos de vai e vem por cima de seu corpo sentindo seu sexo no meu.

- Assume que eu sou mais gostosa que a sua namorada na cama. - Disse ela de olhos fechados, sussurrando no meu ouvido.

- Você é única e incomparável.

- Isso eu sei, mas assume que eu sou mais gostosa que ela. Anda!

- Você é a mulher mais gostosa que eu já tive.

- Acho muito bom!

Eu dei um beijo nela e fui direto para o seu sexo. Eu a abri com dois dedos meus e comecei a passar a minha língua estimulando seu clitóris. Ela segurou a minha cabeça e ficou acompanhando meus movimentos gemendo bem gostoso. Eu a chupei por um bom tempo até que ela passou a mão por dentro do meu cabelo, deu um leve apertão e gozou. Eu dei alguns beijos em sua coxa olhando pra ela e ela sorriu pra mim me chamou com o dedo.

- E esse sorriso? - Disse deitando do lado dela

- Sorriso de quem ainda quer mais um pouquinho.

Eu sorri e ela sentou no meu colo fazendo movimentos de vai e vem. Eu passei a mão em seus peitos e depois as coloquei na sua bunda e apertei acelerando seus movimentos em mim. Em alguns momentos no ápice da velocidade eu dava alguns tapas e apertões mais fortes na sua bunda e ela gemia ao senti-los. Sem que eu pudesse mais me controlar e esperar, a sensação do orgasmo veio chegando e eu acabei gozando. Ela foi desacelerando os movimentos e ficou sentada em mim me olhando. Eu me sentei ainda com ela sentada em mim e comecei a beijá-la como se nunca tivesse a beijado antes e só parávamos para recuperar o ar que acabava fazendo falta em alguns momentos. Depois de um tempo ela me deu um selinho longo e saiu de cima de mim e deitou e eu fiz o mesmo. Após eu me ajeitar na cama ela deitou no meu peito e eu fiquei fazendo carinho em seu cabelo por muito tempo. Depois que fizemos amor não trocamos uma só palavra, apenas carícias, então eu não faço ideia do que está passando na cabeça da Tay e muito menos se eu posso interpretar tudo isso como uma volta, mas eu não quero estragar esse momento então eu decidi não falar nada e apenas esperar o que ela tem pra dizer. Ela permaneceu deitada no meu peito como sempre fazia quando namorávamos e eu continuei a acariciar seu cabelo. Pouquíssimo tempo depois ela acabou dormindo e eu também.


Notas Finais


💋


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