História Relâmpago: Primeira corrida - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Romance
Exibições 10
Palavras 2.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Futuramente pretendo lançar um livro dessa história então, por favor me ajudem, falando se está bom ou ruim, antes que eu me esqueça a história parece meio chata no início mesmo...

Capítulo 1 - Relâmpago: Primeira corrida


RELÂMPAGO#1
          -É segunda feira e está na hora da aula, como de costume acordei 5:40 . Me arrumei em dez minutos, passei pelo espelho e dei um sorriso meio desajeitado como de costume, sentei-me na mesa pra tomar café. Vi minha mãe sair do quarto.
          - Vai malhar hoje mãe?
          - vou...-respondeu calmamente.
          -você vai comigo até o ponto?- perguntei mordendo o pão logo em seguida.
          -Acho que não..- ela respondeu sentando-se no sofá.
          -"Tá" muito cansada?
          -Estou..
          -Então tá, to indo.- Disse abrindo a porta rapidamente, para tentar pegar o elevador.
           "Quem é esse cara que está narrando o dia dele para mim?" Você deve estar pensando, bem eu sou Tiago Barbosa da Costa  um adolescente normal como os outros, tenho quinze anos, sou relativamente alto, moreno, tenho olhos castanhos, cabelo raspado, sou um pouco lerdo de vez enquanto, inteligente, sou bonito, pelo menos minha mãe fala que sou... É na verdade não sou tão normal assim, há algumas semanas um acidente com um líquido estranho me deu super velocidade, eu a uso para fazer o bem, sabe? Salvar pessoas, prender pessoas, essas coisas. Quando eu era criança sempre quis ser policial e agora posso ser um super policial. Sempre saio depois do horário da escola e fico até umas cinco da tarde, faço isso e dês de que descobri os meus poderes, porém nunca fui notado, porque eu sempre fiz parecer que as coisas eram acidentais. Agora que vc já sabe quem sou, vou prosseguir.
            -É segunda feira, como vocês já sabem estou a caminho da escola, estou indo pro ponto de ônibus, "Você não tem super velocidade?" Sim eu tenho mas to com preguiça, fazer o que?
               -O ônibus chegou, como hoje não está com trânsito cheguei na escola em vinte minutos, logo que entrei meu amigo veio falar comigo:
               -E ae Tiago?- perguntou Alan, meu melhor amigo. 
               -To de boa, e você? Fiquei sabendo que tu conseguiu dar uma surra naquele orário do tucano ontem, como tá se sentindo batedor?
               -Ah eu to normal, nem me esforcei pra bater nele e nos amigos.- disse ele rindo um pouco.
              -Oi meninos! Estão preparados pra prova?- É a Isabela amiga de Lucas. 
              - Não!- ambos respondemos em seguida. 
               -Isabela você sabe de que são as provas?- perguntei 
               -É de história.- ela respondeu
                 Rapidamente sai e fui estudar no banheiro, em alguns minutos já sabia ambas matérias. À prova nem deve estar difícil pensei ao receber a prova, e era verdade está muito fácil.
                 Espero Alan descer, já estou aqui há um bom tempo, mas quem aparece não é o meu amigo, é a Isabela a garota que eu gosto.
                 -E aí como foi a prova?- 
                 -Foi boa...- respondo sem graça. 
                -É... Você vai esperar o Alan?- ela me pergunta.
               -Acho que não.- disse eu mudando meus planos de última hora.
               -Você não quer me acompanhar até o ponto?- 
               -E-eu?! 
               -É Tiago, você. 
              -Pode ser..- 
               Estamos a caminho do ponto, que fica a uns dez minutos da escola. Se eu quisesse já estaria em casa, porém acompanhar Isa é bem melhor do que chegar cedo... 
              Enquanto andamos percebo que dois homens estranhos se aproximam. 
            -Isa esqueci meu estojo na escola, vou voltar lá mas pode ir indo eu te alcanço.-  
           -Tá de boa.-
           Eu sei que parece que a deixei pra ser assaltada sozinha, mas na verdade só fui por o uniforme e nem demorou 3 segundos, quando cheguei os homens estavam abordando Isabela, então eu entrei em ação, dei um nocaute em um e joguei o outro pra longe, em seguida perguntei-a, fazendo uma voz diferente, onde essa mora, levei em segurança e fui pra casa. Ao chegar peguei meu celular, mandei uma mensagem pedindo desculpas ao Alan, logo em seguida recebi uma mensagem e adivinha quem era?! Se você pensou que era a Isa tá errado era minha mãe perguntando se eu cheguei, brincadeira era Isabela, puxando assunto, papo vai papo vem, a chamo pra sair e ela aceita, sinceramente acho que ela já estava esperando, enfim o cinema seria no dia seguinte, sábado, eu não precisava me preocupar com dinheiro afinal sempre tenho dinheiro guardado, e volta e meia trabalho como explicador, levava no bolso minha carteira com identidade e R$260,00. 
               Fui de taxi a casa dela e esperei-a descer, quando ela chegou, eu pensei... É HOJE MOLEQUE, sério eu nunca pensei que isso poderia acontecer, ela é popular e tals e eu sou um ninguém na escola, como alguns adolescentes na minha idade eu apenas existia, até agora.
             -Oi!- Disse ela, rompendo os meus pensamentos, um tanto entusiasmada
            -Oi..- Respondi rapidamente meio sem jeito.
            Conversamos até chegarmos no cinema, escolhemos um filme de terror psicológico, entramos e nos sentamos, porém quando o filme estava prestes a começar, dei um pulo da cadeira e a falei que faltava a pipoca, então, sai para comprar, logo entrei na seção, eu medroso a abracei, ela deu um sorriso acanhado e me olhou, percebendo rapidamente voltei ao meu lugar e olhei para ela logo em seguida olhei sua boca e a beijei, Isa então moveu-se pra trás:
              -Foi mal não devia ter feito isso..- falei em baixo tom.  
              -Que isso...- disse ela me beijando em seguida. 
              Foi o melhor beijo da minha vida, eu tava parecendo um velho epilepsia leve e ao mesmo tempo concentrado no beijo:
              -E aí? Gostou?- ela me perguntou.
             -Amei.- respondi, com cara de bobo- Olha a gente podia fazer isso mais vezes...- 
            -Quando você quiser...- 
          O filme tinha acabado, mas nós não fomos pra casa continuamos no shopping, juntos, cada beijo que ela me dava eu ficava mais apaixonado. 
         -Tá na minha hora!- disse ela olhando para seu celular. 
         -Então vamos!- exclamei me levantando. 
         -Você vai me acompanhar?!- ela me perguntou.
         -Claro!- respondi. 
      Não demorou quinze minutos e chegamos na casa de Isa, antes de entrar ela me deu um selinho, após o acontecimento o porteiro dela me encarou e fez um sinal de positivo com um olhar estranho e um sorriso debochado, enquanto saía fiz um sinal de conquista como o personagem principal no final do filme clube dos cinco. 
         Você deve estar achando agora que algum vilão vai aparecer pra acabe com a minha alegria ou algo do tipo, mas, é improvável pois no mundo onde eu vivo ter poderes não é normal, até onde eu sei eu sou o único com poderes. Eu disse "até onde eu sei" não disse que não tem, então, não pare de ler, valeu?
       -Mãe?!- exclamei quando cheguei em casa, mas ngm respondeu. 
        Vasculhei a casa inteira e não achei nada, acho que minha mãe saiu com meu pai algo assim. 
        Ligo a TV no noticiário e adivinha um sequestro no banco Central, esse é o maior banco da cidade e fica no centro. "É mesmo é?" 
       -Tá na hora!- pego minha roupa me visto literalmente em um segundo e fui ao banco. 
        Chegando lá me vejo cercado de câmeras, na hora pensei, "É hoje que o mundo vai conhecer o relâmpago...". 
        Logo ao entra pelas portas vi cerca de dez bandidos armados com fuzis, poderia acabar com eles em cinco segundos, assim não teria tanta graça. Prefiro dialogar primeiro...
       -Olha aqui seus bundões abaixem essas armas ou eu vou chutar o traseiro fétido de vocês!- mandei logo o papo mesmo.
        Só que não funcionou do jeito que eu queria, porque quando acabei de falar um deles atirou contra mim, mas, eu desviei como se a bala estivesse em câmera lenta. 
         -Olha aqui! Isso não foi legal!! Não foi mesmo!- disse eu meio exaltado. 
          Então olhei pra fora para ver se abala acertara alguém, porém, ninguém se feriu, e o mesmo idiota que tentou me MATAR! Pegou uma mulher de vítima, sem falar nada pôs ela ajoelhada  contra o fuzil atirando em seguida:
         -Não!!!- Eu gritava enquanto corria com todas minhas energias, para tirá-la da frente do cano e por sorte consegui.
          Mas quem acabou ficando na mira da arma fui eu. 
        -E agora? Quem poderá me salvar!- Exclamei, rindo em seguida- Foi mal hahaha não dá pra te levar a sério com essa roupa de bundão!- disse olhando no rosto do sequestrador.
        Logo após isso ele fez um gesto para um dos outros, eu me virei rapidamente, me levantei fui até o homen o qual o gesto foi feito em milésimos nocauteando com um soco na nuca. 
        -Quer saber acabou o show!- exclamei enquanto nocauteava um por um.
        Então sai do banco normalmente andando, eu só queria ser conhecido mesmo, quando vi que todos estavam tirando fotos minhas fui até a mais próxima a mim, tirei o celular da mão dela, tirei uma selfie e disse:
       -Aqui ó essa tá ótima, mostra pro seu chefe. Aproveita e pede uma promoção!
        Fiz isso mesmo afinal estava com uma máscara cobrindo o rosto inteiro, uma blusa preta, calça moletom preta e um tênis. 
     -Antes que eu me esqueça, vocês não precisam inventar um nome tosco, eu já tenho um tosco o bastante, é Relâmpago!- gritei para que todos ouvissem. 
           E corri tão rápido que gerei um vento que fez todos andarem uns dois passos pra trás.
           Enquanto corria, me deparei com um homem ao meu lado correndo na mesma velocidade que eu, como isso era possível? 
           Isso foi uma coisa que me perturbou a noite inteira, mal consegui dormir. Ao me levantar cedo, não para ir a aula e sim ver se o jornal falava sobre o Relâmpago.
          Hoje eu não tenho aula é domingo, minha mãe e pai foram trabalhar, então eu vou aproveitar para patrulhar dês de cedo, vou começar por volta de meio dia e ainda são dez horas... Ah quer saber vou começar agora. Neste mesmo momento ponho meu "uniforme" na real ele não é um SENHOR UNIFORME, ele é... bem improvisado: uma blusa preta com um relâmpago, feita por mim, uma calça de moletom preta é uma máscara ninja preta.  
           Mas ainda assim dá pra dar umas porradas no bandidos, eles são meio idiotas mal sabem atirar, porém são perigosos mesmo assim. 
           Agora que já estou pronto vou indo, tenho que tomar cuidado pois moro em Condomino, eu não quero que o porteiro saiba quem eu sou, então quando vou fazer a patrulha saio sem a mascara e com as mãos no bolso, e só a ponho quando passo pelo beco perto lá de casa. Isso ainda pode me gerar problemas, vai que um dia algum policial me veja por essa máscara e ache que eu vou ir assaltar e não parar alguns assaltos. Se um dia isso acontecer minha mãe vai me matar... Tá mas prosseguindo, tá na hora do trabalho, eu então vou ao lugar mais perigoso da cidade, o centro, e agora que a mídia já me conhece já não preciso mais fazer tudo parecer acidental.
              Logo na primeira parte da patrulha fiz um ótimo favor a polícia, prendi uns dez pivetes, nada de mais, para mim... Bem eu não trabalho intensamente pois não tem nenhum vilão que realmente vá me vencer, saca? Tipo todos os bandidos que já deti são caras normais, porém um dia acho que os traficantes barra pesadas ficarão estressados e virão pra cima de mim, quando isso acontecer, que eles venham pois eu estarei preparado. 
2
             Alguns dias depois
              Parece que depois que aqueles idiotas assaltaram o banco no centro, e eu os impedi parece que virou moda... não aguento mais. Ontém uns idiotas quase conseguiram, mas isso só aconteceu porque eu estava com dor de barriga. Agora você imagi, eu quase me cacagndo correndo atras de uma van cheia de bandidos... mal deu para fazer piadas, infelizmente.
      Bem hoje, sexta, já estou muito melhor, inclusive tenho outro encontro com a Isa e hoje vou pedi-la em namoro, só tenho que tomar cuidado para não me empolgar e começar a falar na velocidade da luz... ela ainda não sabe quem eu sou e não vai saber tão cedo. 
*MAIS TARDE NO MESMO DIA*
  -Oi Isa!- Exclamava eu de dentro do taxi.
  -OI Thi!- Disse ela enquanto entrava no veículo.- Aonde vamos hoje?
  -Ue?! Não vamos no cine?-Endaguei um tanto assustado-.
  -Não! -Ela me respondeu entusiasmada-.
  -Aonde vamos então? -perguntei em seguida-.
 -É uma surpresa, não se preocupe voce vai gostar...-
     O "não se preocupe voce vai gostar" me acalmou um pouco, porém aida estou curioso para saber o que é.
     Alguns minutos depois haviamos chego ao shopping, então o que ela planejou está por aqui, mas o ue será, enquanto ela mee conduzia pelos largos e ceios corredores eu tentava adivinhar o que era porém não consegui, pelo menos ela não mentiu eu gostei pra caramba era, um mini parqu de diversões legais como aqueles que tem em estacionamentos de shoppings, porém mais legal. Ela então comçou a me dar cuurtos beijos.
    -Sabia que voce gostaria! -Disse essa em alto tom.
    Não sei se ela percebeu isso pela minha cara de bobo ou pelo sorriso estampado no meu rosto.
  -Eu adorei! Como voce sabe que eu gosto de parques assim? -Perguntei bem curioso.
  -Eu sei que é estranho, mas é que eu procurei fotos suas antigas no face, e  achei umas fotos nesses parques então deduzi que voce gosta. 
 -Isso não é etranho!- Disse com um sorriso, que perto dela eu não costumava tirar... Porém ao mso tempo pensava "Nossa isso é muito estranho da parte dela". 
      Passamos o dia inteiro lá, nos divertimos muito, então acompanhei-a até seu predio, e enquanto passava por uma rua um tanto estreita me deparei com o mesmo velocista que econtrei há um tempo, ele me atraíra para um beco,  eu achei que ele tentaria me matar ou algo do tipo, mas esse nada me fez, parecia me analizar, eu sentia que lhe conhecia, não sei como.    
      No dia seguinte na escola, ao chegar na aula fui direto falar com Isa, e na frente de todos que passavam a pedi em namoro, ela aceitou em seguida me abraçou forte, eu fiquei tipo "E agora? É só isso?". E por hora sim nós só começamos a ficar mais tempo juntos. 
     *Duas semanas depois*
    Bem o estranho velocista, que me assustara, não voltara a aparecer durante esse período, enquanto a Isa nós nos gostamos muito e quase nada em relação, nossa relação, só passamos a sair mais vezes e hoje, uma quinta, vou cohecer os pais dela... Ela me disse que já falou de mim para a sua mãe e pro pai e eles acham que eu pareço ser gente boa, mas não é para dar bobeira.
*Mais tarde no mesmo dia mais tarde* 
  Pensava no que falar, enquanto eperava Isa abrir a porta, para então conhecer seus pais, acho que eles também estavam pensando no que dizer, porque eles demoravam para abrir a porta:
 -Oi Thiago, sou Leonardo o pai da Isa!- Dizia ele enaquanto estendia a mão para mim.
   Eu, lógico que apertei a sua mão.
-Prazer...- Respodi meio acanhado. -Onde elas estão?
-Julie a mãe de Isa está no quarto terminando de se arrumar e Isa está e ajudando. Isabela me disse coisas boas sobre você, bem eu quero que saiba ue tudo o que fizer com ela eu farei contigo...- Disse Leonardo. 
Nessa hora ele me assustou um pouco, mas não me preocupou porque eu não faria nada de ruim a Isa.
-Sem problema Leonardo.-Disse com tranquiliade no olhar.
 Antes que esse pudesse retrucar as mulheres chegaram a sala ambas lindas, acho que beleza era da parte da mãe, porque o pai parecia um filho do echu.
Quando o jantar estava no fim Leonardo ligou a tv no canal de notícias, estava ocorrendo um tiroteio no hospital entre traficantes e policiais. Pelo que eu entendi, o chefe da milícia havia sido baleado e preso em uma operação tendo de ser levado a hospital público para que recebesse cuidados, o nome  do hospital havia sido divulgado em alguama rede social e  seus ''capangas'' foram buscá-lo. Eu não aguentava mais olhar para tal notíci sem fazer nada, então tive uma ideia...
 -Opa, mãe?- Peguei meu celular e fingi que minha mãe me ligara.-Ah sim ,sim mãe. Me desculpem, terei de ir, foi um prazer cohecê-los.- Disse enquanto guardava meu celular.
 -Igualmente- Ambos pais responderam



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