História Relâmpago: Primeira corrida - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Romance
Exibições 6
Palavras 3.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capítulo é mais sombrio que o primeiro, espero que gostem.

Capítulo 2 - Relâmpago: Tudo tem um preço


Fanfic / Fanfiction Relâmpago: Primeira corrida - Capítulo 2 - Relâmpago: Tudo tem um preço

3
Logo que sai fui a minha casa, pus meu uniforme e fui para o combate, cheguei sendo recepicionado por uma chuva de balas de ambos lados, eu desvia-va com toda atenção porque por mais que eu ás visse devgar eram muitas. 
-OOOOOOOOOO!! DA PRA PARAR?!- Gritei com a intenção de faze-los parar porém só os policiais pararam... 
 Então tive de lidar com esses, que estavam separados, eu comecei a derrubá-los com apenas um soco e ao antingir  o último uma pequena descarga de energia em forma de raio azul saiu da minha mão, atigindo o traficante jogando-o para longe. Na hor eu pensei ''MAS QUE MERDA FOI ESSA??''
Logo que acabei com os bandidos, os políciais vieram em minha direção...
-Obrigado pela ajuda filho.- Disse o policial que aparentava ser mais experiente.
-Disponha!- Respondi com um sorriso estampado no rosto. 
Ao sair fui cercado por repórteres:
-Como você se sente depis de impedir o resgate de um perigoso traficante, ajudando também a prender seus ''seguidores'' ?- Perguntou um repórter. 
-Bem me sinto bem mas não fui só eu, apenas ajudei, fiz uma parte do trabalho, vocês tem que agradecer aqueles homens...- Disse apontando para os policiais que saiam do hospital.
Em seguida corri para casa, quando cheguei, recebi uma mensagem de Isa:
-Thi está tudo bem?- Ela me perguntou. -Por quê você saiu mais cedo?
-É minha mãe está passando mal, eu avisei lembra?- Estava ficando mal por mentir para Isa. 
-Para de menntir!- Exclamou a menina- Acabei de ligar para sua mãe e ela me disse que está bem, Thiago para de mentir pra mim! O que está acontecendo com você? Nós precisamos conversar!- Ela etsava ficando nervosa...
-Sim amor precisamos conversar mas, não agora.- Disse calmamente desligado a chamada em seguida. 
Afinal não posso contá-la quem sou, não agora. Mesmo sabendo que ela não contaria pra ninguém, não se trata de confiança e sim de amor não quero  deixar com medo quando ela ver na tv ''Herói Relâmpago acaba de ser atingido'' ou ouvir das pessoas que eu não sou o que elas precisam. 
Antes que pudesse concluir meus pensamentos ouvi uma explosão perto de casa e de tal nível de explosão, só podia ser o galpão que há perto da minha casa, sem pensar duas vezes ponho minha roupa e vou ao local:
-Mais que merda é essa? -Homens atiravam contra alguns policiais. 
Eu tirava os policiais um por um sem demorar, tive que ser muito muito rápido, afinal eram muitos oficiais, fazia isso equanto era recepicioado por uma chuva de balas de um largato, espero que isso não seja da minha cabeça, quando tirei os policiais o alvo mudou e agora eu era o alvo:
-Droga, droga, droga, droga!- Eu exclamava enquato fugia da chuva de balas. Eu não só desviva dessas como as pegava para garantir que ninguém seria abatido.
Então quando o largato parou de atirar, fui em sua direção estendi a mão fechada, com as balas que ele atirou:
-Sério, cara, chou que isso ia me abalar?- Então abri a mão e deixei com que as balas caissem.
O   homen então tentou fugir mas eu o empedi com um soco, nocauteando-o, sai de cena o mais rápido que pude.
Chegando em casa me deparei com Isa na porta da minha casa, por sorte estava sem a máscara:
-Thiago ou você me conta o que está acontecendo ou a gente termina!- Ela exclamou, no corredor do andar.
-Eu te conto la dentro...- Respondi em baixo tom, enquanto passava por ela para abrir a porta.- Você quer água?- Perguntei já do lado de dentro. 
-Sim!- Ela respondeu ainda nervosa. 
Peguei então um copo d´água para ela. 
-Então Isa sobre o que você quer falar?- Prguntei figinindo não saber sobre o que era.
-Quero saber por quê você mentiu para mim?- Ela parecia chateada.- Você não gostou da minha familha?- Nessa hora vi que ela realmente estava chateada. 
Eu então lhe disse...
-É que eu estava passando mal, não foi por cuasa da sua familha, eles afianl são incríveis, não foi por nada mesmo. Eu só estava mal mesmo, me desculpa por mentir?- Eu sei que mentir é errado mas é por uma boa causa afinal.
-Eu te desculpo se você prometer não mentir mais...- 
Ela fica linda até quando está triste, como assim?
-Tá eu prometo.- Fiz uma promessa que sei que não poderei cumprir, isso é muito errado?- Então estamos bem?- perguntei-a. 
-Sim, estamos.- Ela respondeu mudando o tom, agora parecia estar ficando alegre. Siceramente, não entendo as mulheres. 
Eu sei que é errado mentir mas não posso contar pra ela quem eu sou de verdade, não agora. 
-Então, vamos sair pra tomar um café?- Perguntei, tentando mudar de assunto. 
-Você ta de brincadeira? São quase omze da noite e ''tu'' quer beber café?- Ela levou a sério... 
-É... sim..- Respondi só para provocar.
-Eu não vou sair agora para tomar café, primeiro está meio tarde pra se beber café e segundo que não tem nada aberto à essa hora.- Ela tinha razão, mas como havia dito só falei sobre café para mudar de assunto, não estava com vontade.
-Fora que disse para os meus pais que passaria a noite inteira aqui, sem ir a nenhum lugar.-
-Como assim passar a noite aqui?- Ela nem pediu...
-Dormir aqui, algum problema?- Logo após fazer a pergunta ela fez uma cara fofa, ela devia estar pensando que eu não deixaria.
-Tá tá pode sim, mas seus pais estão mesmo cientes disso?- Bem eu não queria criar problemas. 
-Sim eles deixaram! Falando em pais onde os seus estão?- Ela fez uma cara confusa, ela ou é uma boa atriz ou realmete está interessada.
-Eles tão no trabalho.- Disse eu indo em direção a cozinha.
-Que horas eles voltam? E o que você esta indo fazer na cozinha à essa hora?- Ela realmente é bem curiosa...
-Vou pegar pipoca, põe um filme da hora aí.
-Pode ser.- 
Logo que ela ligou a tv, ainda estava no canal de notícias, estava passando sobre o que eu havia feito:
-Esse  cara é íncrivel!- 
- Ufa ainda bem que ela gosta da minha outra versão.- na hora pensei.
Alguns minutos depois Isa dormia no meu colo, eu logo a carreguei em meus braços até minha cama, em seguida voltei para a sala e continuei a assistir o filme, quando ouvir a porta abrir: 
-Ainda acordado?- Eram meus pais.
-É que eu estou sem sono fora que a Isa está na minha cama...- Respondi meio sem graça.
-Vocês não... sabe não...-
-A gente só viu o filme mesmo...- Exclareci sem deixar minha mãe terminar.-
De repente Isa aparece na porta do meu quarto:
-Thii, você não vai vir dormir comigo?- Endagou Isa, esfregando os olhos olhos, ainda cansada.
-Não sei, melhor não...- Eu sei lá vai que o pai dela descibre e passa a tentar dormir comigo? Afinal ele tinha dito que o que eu fizesse com ela ele faria pior comigo, então né, melhor não.
-Vai lá filho.- Disse meu pai em tom debochado, mas acho que só eu percebi...
-Então ta né, se vocês insistem, eu vou!- Eu já queria só que tem que ter o doce.
-EEE!!- Exclamou Isabela, como se  o sono tivesse ido embora.
Porém quando nos deitamos, ela dormiu em um minuto. Ela tinha um sono muito pesado, eu até pensei em sair para patrulhar mas, não poderia acontecer nada de mais.
No dia seguinte eu acordei com Isa mandando eu levantar, sei lá o por quê, só sei que estávamos sozihos em casa meus sairam pra comemorar o aniversário de casamento, só voltariam umas dez da noite:
-O que foi?- Perguntei sem abrir os olhos.
-Vamos sair! To entediada...- 
-Pode ser. Mas que horas são?- Eu estava bem cansado, nem queria sair de casa, porém se ela queria...
-São meio dia e vinte.- Ela me respondeu calmamente
Já é meio dia e quarenta e cinco, quando passávamos por um beco, que serve de atalho para o cinema que há perto da minha casa. Depois do cinema iremos ao bosque algo assim, ela não me contou os detalhes.
De repente fomos abordados, por um homem armado:
-Aí gostosinha passa essa bolsa e o celular!- Ele falava apontando a arma para Isa.
Eu então sem pensar duas vezes os soquei fazendo-o a soltar a arma, não posso usar minha velocidade, porque não quero que minha namorada descubra que eu sou o Relâmpago. O ladrão então virou a cara e cospiu no chão, o corte que meu soco o causou iria o atrapalhar, quando esse veio pra cima de mim, eu esquivei de dois socos bem dados por ele, mas a esquiva não foi o suficiete pois ele me acertou no terceiro soco. 
-Já chega!- Pensei.  
Usei minha super velocidade para acertar diversos golpes na costela, e para finalizar o nocautei com um soco no maxilar:
-Thiago como você fez isso?- Isa me perguntou. 
-Quando chegarmos em casa eu te conto...- respondo 
- Então vamos para casa!- Ela disse se virando. 
Porém antes que ela pudesse se virar eu a levei para minha casa, onde eu contaria tudo:
-Então Isa... Como você percebeu eu sou o cara da tv o Relâmpago.- Eu disse.
-Por quê você não me contou?- Ela está furiosa...
-Olha é que...- Antes que eu pudesse terminar ela me interrompeu.
-Cala a boca que eu ainda não acabei!- MEU DEUS ELA TÁ PISTOLA.
-Amor eu não sei o que dizer.- Eu realmente não sei o que dizer. 
-Não me chame assim, se você pretende continuar mentindo pra mim!-
Nessa hora não sabia mais nem o que falar:
-Só me responde uma coisa. Você mentiu para mim no dia que levei você a minha casa?-
-É...-
-Sabia! Olha acho melhor darmos um tempo!- Disse ela abrindo a porta da minha casa, eu tentando a impedir segurei-a pelo braço:
-Pode ficar calmo, eu não vou contar a ninguém sobre seu segredo.-
-Não é nada disso.- Realmente não é.
-Aham sei...- Disse ela saindo pela porta.
Eu não podia a impedir pois ao mesmo tempo que estávamos tão próximos, estávamos a kilômetros e kilômetros de distância dentro de nossas cabeças.
Já passaram uma duas semanas des de que Isabela terminou comigo. Eu agora matenho total foco em meus estudos e no Relâmpago, hoje o dia na escola passou rápido. É de noite e eu preparo para sair para patrulha. Eu havia hackeado o rádio da polícia a algum tempo, para tornar meu trabalho mais fácil e agora eles acabram de receber uma denúncia sobre um assalto a uma fábrica, da zona oeste.
Logo fui á tal fábrica, chovia muito cheguei lá tão molhado que parecia ter tomado um banho: 
-Vamos logo os cana devem estar chegando.- Eu ouvi uma voz masculina dizer.
Logo os achei, eram cinco:
-Qual foi?!- Exclamei - To com paciência hoje não!- Só disse isso pra assustar eu tenho paciência de sobra.
Quando um deles exclama.
-Qual foi digo eu meu irmão! Quer atrapalhar os esquemas?!- 
Ele tá maluco? Pensei:
-Tá louco parceiro? Sabe quem eu sou não?- 
-Até sei, mas não ligo...-
Agora chega, eu então fui pra cima deles derrubei três, os dois que faltavam estavão distantes um do outro, teho de ser muito rápido, logo nocauteio o primeiro e o segundo soquei do diafragma e na hora do soco senti um raio em forma de ernergia sair do meu corpo, com a água do meu uniforme, passou para o homem: 
-AAAAHHHG!!!- Após o grito de dor ele desmaiaou- 
A polícia já está no local, então me saio. Enquanto corro penso no homen que atingi... Será que ele sofrerá sequelas? Provávelmente não. Mas e se sofrer? Amanhã penso nisso é sábado ás 23:45. Ouço um som chiado vinndo do rádio, eram dois policiais falando do acontecimento.
-Câmbio, delegacia aqui é o policial Rogers- 
-Câmbio, achou algo de errado policia?- 
-Achei apenas quatro corpos, creio que são os assaltantes- 
Como assim apenas quatro? Penso.
-OK os traga para delegacia.-
-Certo câmbio desligo.-
-Desligo- 
Então o radio parou. 
4
Logo que acordei tomei meu café e fui para a aula, mais um dia comum. Agora vou ligar no jornal para ver se passa algo sobre ontem mas, nada achei. 
Os dias passam e eu ainda estou preocupado com o homem desaparecido, agora me preparo para sair para uma ronda, é terça às 23:20, nada no rádio da polícia. 
Enquanto corro me deparo com um senhor estranho, todo encapuzado, vagando sozinho e aparentemente vulnerável, decido ajudar mas como dizem as aparências enganam. Logo que me aproximei ele abriu as mãos como se fosse me dar um tapa, porém foi pior, logo ele fechou a mão e nela se formou um raio, ele então me socou, jogando-me para longe, nunc havia sentido uma dor tão forte: 
-Nossa  cara eu só ia perguntar se queria ajuda...- Tento me manter tranquilo.
-Eu não preciso de ajuda.- Ele responde.
-Então quer dizer que você fala, que tal coversarmos?- Entre apanhar e conversar prefiro conversar.
-Não converso com ínuteis como você!- Ele exclama.
-Não fala assim que você quase me magoa.-
Agora ele caminha em minha direção, eu sem pesar vou em sua direção também, com minha velocidade claro. Eu o acerto um soco na boca do esômago, que parece não fazer efeito, me deixando sem reação:
-Acha que isso me machucaria? Já apanhei tanto que nem sinto mais esses socos.- 
Em seguida me ergo e começo a dar uma sequência de socos na sua cara e realmente eles não parecem afetá-lo, ele então me segura pelo pescoço e me acerta um soco com raio no meu diafragma me deixando sem ar, aproveitando a vantagem o homem começa a me socar diversas vezes, de repente esse parou e me soltou: 
-Deiarei você vivo pois tenho assuntos a resolver...-
GRAÇAS A DEUS, pensei. 
O senhor então faz um raio cair em si próprio sumindo em seguida.
-Mais que merda...- Falo enquanto me levanto. 
Logo chego em casa e vou dormir pois apahar da sono. 
No dia seguinte acordo bem cedo:
-Mãe posso faltar a aula hoje? Eu estou com muita dor de cabeça...- Pergunto ao sair do meu quarto.
-Pode sim, mas você está bem nas matérias de hoje?-  Ela me pergunta.
-Sim estou...- Respondo caminhando de volta para o quarto. Logo durmo novmente.
 Agora acabei de acordar, meus pais já sairam, enquanto caminho para sala repenso na luta de ontem eu poderia tê-la evitado, ou pelo menos ter tentado mais... 
Ao chegar na sala ligo a tv: 
-Quadrilha é encontrada morta essa manhã em frente a delegacia, os policiais dizem que os bandidos presos na tentativa de assalto a uma fábrica da zona oeste na semana retrasada faziam parte da mesma.- Diz a repórter. 
Acho que já sei quem foi, deve ter sido o cara que fugiu da polícia, vou sair para procurá-lo, ainda são onze horas da manhã.
Corro pela cidade atrás de pistas, até agora nada, acho melhor parar um pouco. Agora estou parado em cima de um prédio residencial, no centro, procurando algo pois não tem nada na frquência da polícia:
-Mais que merda é aquela?!- Então o rádio toca.
-Recebemos denuncia de um carro em alta veocidade no centro.- Antes que a pessoa pudesse terminar eu já saí atrás do carro. 
Enquanto corro ao seu lado, olho através de seu vidro e não tem ninguém, eu diria que é impossível porém, eu sou impossível também. Alguém deve estar controlando de longe mas, de onde? Quem? E por que?  
Mas isso pode ficar para depois, agora tenho que resolver o asassinato. Onde ele deve estar? 
De repente uma explosão insurdecedora acaba de acontecer há algumas quadras daqui, deve ser ele. Logo ao chegar o local me deparo com uma cena terrível, o desgraçado, estava de pé em frente a uma pequena estátua que signficava a bondade do nosso povo e ao seu lado aviam dois corpos jogados, um homem e uma mulher e na sua frente um garotinho pequeno de pé chorando pela morte de seus pais:
-Finalmente você chegou!- O vilão exclamou para mim e pondo as mãos no ombro do garotinho disse- Seus pais estão mortos por culpa desse hom...- Antes que esse pudesse terminar foi interrompido por um dois policiais que cercavam o local:
-Parado você está preso!- Exclamou o policial.
-Não me interrompa.- Disse o vilão atirando um raio com suas mãos em direção da viatura. 
Eu então retirei os policiais do local:
-Deixa que eu cuido dele.- Disse.
Ao voltar para o local o homem voltou a falar com o garoto:
-Como dizia, pequeno, a culpa é dele!- Ao terminar apontou para mim. 
-Mentira o Relâmpago é do bem! Você que é mal! Você que matou meus pais!- Exclamou o garoto enquanto chorava.
-Então você fez sua escolha...- 
Quando percebi que ele pretendia matar o menino, corri como um raio, pois uma vida dependia disso. Por pouco o menino não morre, leveio para perto da polícia:
-Fique aqui com eles, tá?- Já volto.
-Ta bom.- Ele me respondeu com os olhos cheios de lágrimas.
Então voltei para o local:
-Por quê é minha culpa?- Realmente eu não faço ideia.
-Na noite em que você me impediu de explodir o armazem.- Então quer dizer que não era uma tentativa de assalto...- Eu fui forçado a participar, já tinha saído dessa vida faz tempo, porém eles precisavam de alguém bom. Eu os disse que não faria o que queriam mas, eles sequestraram minha mulher e filha, me disseram que seu eu falhasse elas morreriam, eu não falharia se não fosse impedido por você... A culpa é sua eles a mataram por culpa sua e agora eu os matei e matarei você também!- 
Ele então vem correndo em minha direção, eu faço o mesmo e na hora que ele tenta me acertar um soco, usando a minha velocidade eu desvio, e com toda minha força acerto um soco em sua face esquerda, derrubando-o:
-A culpa não é minha! Ao entrar nessa vida não tem mais como sair!- Exclamo enquanto ele está caindo.
Se levantando ele diz:
-Não importa se eu já estava nessa vida, cumprindo a missão eles as deixariam ir!- 
O homem com suas mãos produziu um raio, logo tacou em minha direção, facilmente desviei no entanto, ele começou a vazer vários e continuou tacando em minha direção, estava ficando muito dificíl de desviar, então um me atingiu, não me feriu gravemente mas me retardou, isso deve ter acontecido pois já possuo eletricidade no meu corpo, logo mais dois me acertaram então eu cai sem forças, o homem veio na minha direção:
-A culpa é sua!- Ele exclamava, enquanto me chutava, diversas vezes.
De repente, um disparo foi dado em sua direção mas não o acertou: 
-Quem ousa?- Ele perguntou enquanto se virava.
  E ao ver a pessoa ele se preparou para atingí-la com um raio, me aproveitando da situação, ainda ferido, o agarro pelo pescoço, esse então cessa o processo de criação e põe suas mãos nos meus braços e faz uma desgarga pesada, e logo depois me joga para longe:
-Você é mais idiota do que parece!- Disse o vilão rindo - Vamos logo acabar com isso!- Ele disse tentando fazer mais um raio mas, nada acontece.
-Tá sem forças é?- Pergunto.
-Como?- Ele parece estar se perguntando.
-Pois é você não parece ser tão forte como parece...- Digo enquanto corro em sua direção, e o soco diversas vezes, até ele desmaiar. 
Após o acontecido o levo para os policiais:
-Olha parece que a energia dele acabou mas, eu não sei por quanto tempo, vocês terão que montar uma cela especial.
-Pode deixar!- Um deles diz. 
-E o garoto?- Pergunto.
-Ele foi encaminhado para casa dos avós... isso foi uma tragédia.-
-Realmente foi.-
Logo me retiro e volto para casa correndo para casa, já são seis da tarde e não tem niguém em casa, eu estou ensanguentado... 



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