História Relatos de uma Mãe Fujoshi - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanbaek Meus Pais, Exo, Fluffy, Kaisoo, Menção Sebaek
Visualizações 225
Palavras 1.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


pessoas desanimadas, me add
se tiver algum erro, vou começar a usar óculos a minha visão não tá das melhores

boa leitura

Capítulo 16 - Perdida que nem cego em tiroteio.


Ou você apaga esse fogo no cu ou eu que vou apagar... a base de chinelada!

[...]

Alguns meses depois...

A cada dia que passava os gritos e palavrões vindos do quarto do menor eram mais e mais comuns. Era briga atrás de briga, sem descanso.

Para quem visse aquele casal animado e tão unido jamais acreditaria no que haviam se tornado hoje. Duvidava até que fosse resultado de alguma macumba online feita por Sehun para separa-los e ter o menor para si novamente.

Falando em Sehun, esse só aparecia aqui para causar a discórdia e encher o saco, me fazendo querer enxotá-lo daqui a base de chutes, mas sou uma lady e ladys não fazem essas coisas.

Ok, voltando ao assunto, o Oh dessa vez estava com uma cara séria — mais do que a expressão normal dele — e não estava sozinho quando abri a porta e dei de cara com aquela gente.

Se Baekhyun resolvesse a sair no tapa com alguém, sinto muito em dizer que tô velha demais pra ajudar (insira aqui lágrimas de uma pessoa que queria dar uns cascudos naqueles idiotas).

— Boa tarde, Sehun e... — mirei no loiro plastificado atrás do Oh e o garoto sorriu cínico. Havia uma garota ao lado dele, mas eu não conseguia enxergar seu rosto com clareza pois ela usava máscara.

— Esse e Luhan e a garota é a Yoora. — assim que a lagartixa Oh disse, a menina tirou a máscara e revelou o sorrisinho sacana.

Retiro o que eu disse sobre não bater em ninguém.

— O que vocês querem aqui? — fui ríspida, pouco me importando se iriam gostar ou não.

— Eu e o Baek combinamos de sair hoje. — sorriu, todo cheio de si, logo estranhei a ação do Byun, mas no momento estava preocupada em matralhar Yoora pelos olhos.

— Só um minuto. — disse, cerrando os olhos antes de deixá-los lá para subir as escadas ansiosa atrás de Baekhyun. Que palhaçada era aquela de sair com o oxigenado?

Bati na porta, logo ela fora aberta pelo menor todo arrumado.

— Tem gente te esperando lá na porta, Baek. — disse, curiosa demais para não deixar transparecer.

— Eu sei. — respondeu ríspido, descendo as escadas sem sequer se despedir de Beom e indo ao encontro do Oh que estava esperando na rua junto das duas najas que eu já estava desgostando sem conhecer direito.

Caminhei rápido até a janela para ver nos últimos minutos o menor entrar no carro do Oh e ele dar partida e cantar pneu rua a fora.

Mas o que cacete estava acontecendo atualmente?

Não pensei duas vezes antes de discar o número do Park e tentar ligar para ele, caindo na caixa postal em todas as 38 vezes.

#Desespero.

A possibilidade de rompimento no relacionamento deles passava pela minha mente e a cada cena da possível briga já sentia-me triste por não ter conseguido ajudá-los.

— Mãe? — Beom chamou e sem ter a intenção acabei o ignorando e busquei pela minha bolsa no sofá.

Desse jeito as coisas não ficariam, disso eu tinha certeza!

Disque o número conhecido e não tardei a ser atendida.

— E aí, tia?

[...]

— Isso foi precipitado demais, burra. — Heechul reprendeu minha atitude, recebendo um olhar bravo de Wendy.

Estavam todos sentados na mesa de uma lanchonete perto da casa do Kim, tentávamos achar uma solução para o caso do nosso otp, mas parecia que a cada vez que pensávamos sobre as coisas ficavam mais confusas ainda.

— Ela agiu certo, mesmo que eu tivesse pegado o carro e seguido eles na hora que saíram. Baekkie pode estar numa boate dançando pelado para mais de 500 homens tarados nesse momento. — Yeri disse e por mais que fosse uma das mais novas ali, tinha as ideias mais geniosas e absurdas.

Heechul riu soprado, senti que a qualquer momento ele voaria na cara da garota por discordar de si.

— O que faremos agora? O Baekhyun saiu e Chanyeol atende nenhuma ligação. — Jiyoon murmurou, chateada, apoiando o rosto na palma da mão enquanto suspirava.

Taeyeon bebeu um gole do seu milkshake, digitando rapidamente algo no celular e em questão de segundos o rosto da menina tornou-se pálido e lá estávamos nós abanando ela e tentando acudi-la.

— O que houve, Tae? — Jimin perguntou, preocupada.

A Kim apontou para a tela do celular que jazia na mesa e rapidamente a menina leu o indicado.

Agora eram duas passando mal.

— Qual foi o problema? — indaguei.

— Chanyeol, ele tirou o status do facebook. Chanbaek acabou, pessoal.

[...]

Não que eu tivesse alguma escolha assim que fui praticamente atirada dentro da famosa kombi cor-de-rosa de Heechul enquanto oito garotas meio desesperadas e meio chorosas entraram no veículo, espremendo todo mundo ali dentro como se fosse um carro de palhaço.

Estava perto de ser.

O Kim deu partida no carro, no rádio tocava Holiday do SNSD e eu fui obrigada a sair da parte de trás da kombi e ir para o banco do passageiro pois estava sendo feita de bola de ping pong por universitárias SONES enlouquecidas com o novo hit das donas da Coreia.

Ok, foco.

Bem, na parte da frente não estava muito diferente já que Heechul cantava a música animado até demais.

Lembraria de não entrar em um carro cheio de SONES da próxima vez.

[...]

— Eu não tô acreditando nisso. — abri a boca, chocada demais para raciocinar o porquê caralhos estávamos numa boate gay!

As taradas das meninas obviamente ficaram empolgadas com a ideia, batendo palminhas cada vez que algum bartender passava por elas. Não preciso nem dizer nada sobre o momento em que dois dançarinos se beijaram em cima do palco com centenas de pessoas olhando para eles, inclusive aquelas universitárias que tiveram um surto vendo a cena.

— Essa é a melhor noite da minha vida! — Lalisa gritou, toda animada e eu ainda procurava o motivo de estarmos naquele local.

O que tinha a ver o término de Baekhyun com boates e homens sem camisa e-

— Olha, Hee, o Baek é o próximo a se apresentar. — Yeri me cutucou, apontando para o palco que era arrumado para que o menor se apresentasse.

Sem que eu conseguisse dizer nada, um Baekhyun com maquiagem pesada e roupas de couro pisou no palco, caminhando todo pimposo até o microfone, onde apoiou as mãos e inclinou a cabeça para falar.

Essa música é pra você, Yeol.

Ah, não...

[...]

— VOCÊ VIU AQUILO, BAEKHEE? — Eunha chacoalhou meus ombros e no momento eu só quis levantar as mãos pro céu e perguntar o porquê de sempre me esconderem as coisas e me fazerem de trouxa.

Poxa, eu fazia de tudo para ajudar e o que recebia em troca? Mais e mais segredos que eu nunca descobriria.

Assim que o menor terminou a sua dança, desceu as escadinhas que davam para a pista e um cara alto — que obviamente todos nós conhecíamos — abraçou o menor, separando-se dele e ficando longos segundos conversando seriamente com o garoto, talvez em uma discussão.

— A gente realmente perdeu essa? — Yuju suspirou, sentando ao lado de Taeyeon na mesa onde estávamos. Nos sentíamos como velhos que ficavam sentados bebendo refrigerante enquanto viam os mais jovens dançarem e se divertirem. O caso atual era um pouco diferente, estávamos tristes e decepcionados.

Essa era a palavra: decepção.

— Talvez sim.

De longe vi Baekhyun espremer os olhinhos, tornando-se meia luas tristes, gesto que eu conhecia por ser algo que ele fazia antes de abrir o berreiro.

No entanto, não vieram lágrimas, apenas um abraço apertado que ninguém naquela multidão de bêbados e drogados percebeu, apenas nós que avistávamos de longe. Chanyeol não afastou o menor, sequer continuou brigando com ele, apenas o puxou para longe daquelas pessoas e o abraçou.

Parecia uma despedida.

Diante dos meus olhos vi uma cena que me fez refletir seriamente. O que eu era pra Baekhyun? Uma mãe maluca que apenas pensava em casais gays? Uma mera fujoshi? O que eu estava fazendo?

Percebi que aquilo já vinha de tempos, brigas e mais brigas, não era mais algo descomunal para eles.

O que eu poderia fazer?

— Hee... — o Kim chamou, percebendo meu olhar distante e vazio.

— Já não sei mais o que fazer. — suspirei, sendo acolhida pelos braços do mais novo que me apertaram, transmitindo segurança.

As garotas perceberem o que ocorria e a melancolia se instalou entre nós em um piscar de olhos.

— Você fez o seu máximo, Baek. — Taeyeon disse, tentando conforta-me, sorri, agradecendo à ela.

Avistei pela última vez Chanyeol e Baekhyun, dessa vez, eles caminhavam para fora da boate, sem contato físico ou sequer se encararem.

Sehun também estava lá, ele e Luhan, sentados numa mesa separada, apreciando a música irritante que tocava, ambos sorrindo para seus amigos em torno deles como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse dedo deles e de Yoora nessa maldita história.

Saímos dali desanimados, sem vontade de continuar com a missão ou qualquer que fosse o nome dado para o que fazíamos.

Talvez estivesse tudo acabado mesmo.

[...]

Você precisa se animar, Baek! — Kyungsoo disse do outro lado da linha, lá da cozinha pude ouvir a conversa dos dois pelo celular.

Fazia exata uma semana desde a noite na boate e sobre o possível término, que infelizmente eu ainda não havia descobrindo nada, até aquele momento, onde o Do poderia entregar toda a história de mão beijada.

Me sentia péssima pelo meu próprio filho não confiar em mim para contar o que estava acontecendo, mas não falaria nada, não por enquanto.

— Eu sei, Kyung. Mas é difícil, você sabe. — suspirou, apoiando o rosto sobre a palma da mão.

Vai passar, pode demorar mas irá. — tentou soar compreensivo, mas era Do Kyungsoo e ele sempre sairia com alguma piadinha. — Posso matá-lo e fatiar o corpo dele e mandar para a Rússia em uma mala.

Baekhyun riu pela primeira vez no dia, xingando o amigo e despedindo-se dele.

Flashs de brigas envolvendo os dois garotos, misturados com momentos bons vieram a minha mente, embolando-se com memórias antigas minhas e de Yejun, onde brigávamos dia e noite. Ligações feitas pelo menor que sempre caiam na caixa postal e eu tinha certeza para qual o número era direcionadas todas elas.

Um copo estilhaçado no chão foi o suficiente para atrair a atenção do menor, que correu para ver se estava tudo bem.

— Tudo bem, mãe? — indagou, receoso.

Concordei sem animo e junntei os cacos de vidro com um papel, jogando rapidamente no lixo. Os olhos do menor me seguiam e ele parecia nervoso, prestes a explodir.

Não o pressionaria, mães normais não fazem isso.

Mãe, nós precisamos conversar.


Notas Finais


espero que tenham gostado e não fiquem tristes, vai ser tudo explicado no próximo capítulo ♡
aliás, querem que eu poste um jornal falando sobre fujoshits?
se quiserem falar comigo, mencionem na TML ou tem meu tt e ig na minha bio sz

beijo ♡♡


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