História Remains: Instinto de Sobrevivência - Interativa - Capítulo 4


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Categorias The Last of Us, The Walking Dead, World War Z (Guerra Mundial Z)
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Sobrevivencia, Zumbis
Exibições 38
Palavras 2.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Mistério, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


-gente, eu tava com pouco tempo para escrever essa semana, por isso ficou meio curto
-Melanne e Lauren não possuíam imagem, então procurei uma de como EU as imaginava.
-Não gostei muito desse cap, mas ja tava na hora de eu dar uma resposta para vocês u.u
-A partir de agora, quem aparecer na capa é quem aparece no capitulo, assim fica mais fácil para você assimilarem quem é quem o/

Capítulo 4 - Tormento


Fanfic / Fanfiction Remains: Instinto de Sobrevivência - Interativa - Capítulo 4 - Tormento

 

 

 [Rodovia 215, próximo a Salt Lake City, Utah]

-Estamos chegando?- A garota de cabelos castanhos e olhos de mesmo tom perguntou do acento trazeiro do carro onde estavam. Ela olhava a janela e mirava montanhas verdes que pareciam nunca acabar. Estavam viajando havia horas, e pareciam que nunca encontravam uma cidade. No meio do caminho, tiveram que descer varias vezes para empurrar carros que encalharam, e o pior de tudo, ela tinha que ficar de olho na criança.

Melanne estava irritada. Ela gostaria de tomar um bom banho e comer uma comida descente. Fazia dias que seu cabelo não via uma escova, e achava que seus dentes iam começar a cair logo.

Talvez viver naquele mundo não fosse de modo tão ruim. Ela tinha seu tio, Edward junto a ela, e com ele por perto, sabia que não corria perigo. Idiotice mesmo era ele ter aceito que Amada e Anna se juntassem ao grupo deles três meses atrás.

Ela sempre dizia que estavam melhor sozinhos. Mel queria dar um jeito de sumir com a criança, Anna. A menina a incomodava. Era muito nova, imatura, e estupida. Nunca respondia quando lhe faziam uma pergunta, e muitas das vezes se metiam em encrenca por causa da garota loira.

Edward parecia não perceber o quanto as duas atrapalhavam, o que fazia Mel o tratar como um tapado. Sempre que estavam sozinhos ela jogava na cara dele que deveria parar de se engraçar com Amanda. Não era só porque Rosalie havia morrido que ele podia começar uma nova vida.

Jamais haveria uma nova vida.

Entre os vales verdejantes, Mel por fim avistou aquilo que tanto ansiava: uma cidade. Ela não sabia muito bem onde estava, mas já dava graças por estar vendo cinza e não verde.

-Aquilo é um avião?- A menina ao seu lado disse assustando a todos dentro do veiculo.  Anna apontava para uma grande área vazia contendo apenas os restos de um avião.

-Sim, Anna.- A irmã dela disse.- E aquilo ao redor do avião são Remains.

-Não é bom ficarmos na região do aeroporto.- Mel ouviu Ed dizer e então começou a observar a área onde o avião se encontrava.

-Onde estamos?- perguntou por fim, olhando pelo retrovisor diretamente para Ed.

-Salt Lake City.- ele fez uma curva em direção a cidade.- Não vamos ficar por muito tempo.

-Queremos apenas ver se conseguimos mais combustível e alimentos. Ficaremos na periferia da cidade. Não é uma boa ideia ir para o centro.- Amanda olhava ao redor procurando algum tipo de loja que lhe servisse de abrigo e ao mesmo tempo um meio de reabastecer suprimentos.

Quando pararam o carro, próximo a uma livraria, Anna saltou do carro e correu rapidamente para a loja onde Amanda e Edward pretendiam ir. Os dois se entreolharam e suspiraram antes de ir atrás da menina. Não podiam deixa-la sozinha, tinha apenas 11 anos.

Mel bufou de dentro do carro, e fechou as portas, mantendo-se  ali dentro. Sentia falta de ouvir musica. As horas de espera eram tão longas, Mel tinha certeza que elas passariam mais rápido caso tivesse um aparelho de som.

Dentro do carro, ficou cantarolando algumas musicas até que Anna saiu da loja. Ela saltitava pela rua, e seguia rumo a um corpo caído no chão. Melanne ajeitou a postura do corpo e passou a observar a menina e suas atitudes.

Percebeu que ela mantinha uma faca em mãos, e quando chegou próxima ao corpo, ela se agachou, observando o corpo de perto, como se estivesse o dissecando. Ela ergueu a faca no alto, pronta para espetar na cabeça do morto quando um ruído chamou a atenção dela.

Mel a seguiu com o olhar, e viu quando ela sumiu na esquina.

Por dentro comemorou o breve desaparecimento da menina. Sem ela por perto seria mais fácil sobreviverem.  Aquele mundo não era lugar para uma criança como ela.

Para seu desgosto, ela viu quando a pequena regressou com uma mochila em mãos. Ela voltou saltitando para a loja onde sua irmã estava. Mel se sentiu curiosa, mas seu orgulho falou mais alto e ela continuo no carro.

Quando por fim eles resolveram voltar para o carro, Anna voltou sorrindo e saltitando, e Mel sentia que o objeto era provoca-la.

Desde que as duas começaram a fazer parte do grupo, Ed não lhe dava tanta atenção, sempre ouvindo o que Amanda tinha a dizer, e brincando com Anna. Era quase como se ele visse a filha que nunca teve em Anna. Era irritante.

Eles lhe contaram na livraria encontram alguns Remains, mas que Amanda deu um jeito neles. Tinham conseguido alguns cadernos que ajudariam a fazer fogo para as noites mais frias, e acharam alguns doces que ainda poderiam ser comidos.

Mas o trunfo mesmo, havia sido Anna.

A pequena garota havia conseguido uma mochila com muitos suprimentos, e além disso, ua nova arma.

-Você também deveria sair para explorar com a gente Mel.- Ed lhe disse, depois de ligar o carro.

Melanne fechou a cara. Certamente, ela tinha que dar um jeito na menininha se ainda quisesse atenção de seu tio.

♣♣♣

[Em um supermercado em Dallas, Texas]

O mercado já havia sido saqueado a muito tempo e mesmo assim, Lauren insistia em se meter la dentro para pegar suprimentos.

-Qualquer coisa pode ser útil.- ela dizia sempre, tentando ferir o orgulho de Nickolas. – Não sabemos o que podemos conseguir até estarmos lá!- ela dizia ríspida e sem brechas para o namorado retrucar.

-Okay, mas não podemos demorar muito, Lauren. – Nickolas parecia ciente de que muitos Remains estavam por perto. –Podemos ser atacados e cercados lá dentros. Não vamos ter por onde escapar.

-Tudo bem.- Ela lhe deu um beijo, como que para acalma-lo.- Estamos juntos, não estamos?- Ela sorriu, um sorriso belo e acolhedor, que deixou Nickolas mais calmo. Ele lhe roubou um beijo repentino, o que fez Lauren rir da atitude.

-Só... fique perto de mim, okay?- ela lhe devolveu um grande sorriso. Rapidamente, Lauren estava do lado de fora, segurando um taco de baseball enquanto Nickolas retirava da mochila sua Besta.

O mercado ficava em uma esquina, e parecia haver poucos Remains naquela região. Havia demasiados corpos espelhados pela rua, sinal de que alguém já havia passado por aquele local e feito uma limpa. Nickolas acreditava que poderiam haver Remains dentro do mercado, mas Lauren achava que eles estariam apenas do lado de fora.

Entre a casa e o mercado, tiveram a sorte de cruzarem com apenas um Remains, que Lauren fez questão de acerta-lo. Depois da pancada na cabeça, o Remains não tornou a levantar.

Para a surpresa do casal, encontraram uma porta de metal na entrada do mercado. Nick tentou abrir sem fazer barulho, mas não foi bem sucedido. O som ecoou pelo quarteirão, e ao longe, eles ouviram Remains grunhiam.

Lauren se apressou em entrar no local, e Nick encostou a porta de metal novamente depois de entrar. Não seria bom ser surpreendido na saída com um bando de Remains.

Lá dentro, cada um ascendeu uma lanterna. Lauren sinalizou que iria pela direita, enquanto Nick deveria ir pela esquerda. A jovem venezuelana passou pelo caixa, encontrando um corpo desfigurado e mutilado. Ignorando, seguiu pelo primeiro corredor, onde encontrou produtos de limpeza espalhados pelo chão e poucos na estante.

Achou que seria útil levar um sabão em pó que ainda parecia usável. Como era ela quem limpava as roupas de Nick, se sentia cansada de esfregar os tecidos e nunca desencardir.

No segundo corredor, encontrou alguns produtos de higiene e também os guardou na bolsa. Seria bom tomar um banho com sabonete depois de tanto tempo. Encontrou uma escova de cabelo e partiu para o próximo corredor penteando seus cabelos castanhos.

O corredor era de matérias escolares e lâmpadas, o que achou desnecessário para o atual momento. Ela gostava de desenhar, mas não tinha inspiração nenhuma para fazer tal coisa.

Pensou que poderia fazer um desenho de Nick. Certamente ele tinha o corpo de um modelo. Sua pele bronzeada, os olhos castanhos chamativos e os músculos definidos que surgiram na escola militar. Nickolas daria um excelente modelo de desenho.

Deixou a ideia de lado quando partiu para o próximo corredor. Antigamente era uma das suas preferidas. Chocolates, doces e salgadinhos. Não havia mais muita coisa, e decepcionada percebeu que boa parte estava vencida. Guardou na bolsa alguma barras de cereais e mais algumas bolachas de água e sal que ainda estavam boas.

Estava tão entretida recolhendo comida que não percebeu o Remain que a seguia.

Nick por sua vez, estava na seção de grãos e procurava entre os pacotes de feijão e arroz disponíveis, algum que ainda estivesse vencido ou perfurado por ratos e baratas. Depois de retirar boa parte deles da estante, encontrou dois pacotes de feijão, e um de arroz, cada um de apenas 1kg, mas os guardou na bolsa de bom grado. A estante as suas costas possuía sucos de pacotes e ervas. Como as ervas de chá ainda não haviam vencido, recolheu boa parte delas acreditando que seriam uteis caso eles adquirissem alguma doença.

Quando chegou na seção de frios, encontrou cinco corpos amontoados no chão, e os cutucou averiguando que estavam mortos. Seguiu seu caminho rumo as verduras, descobrindo que o cheiro de podridão ali vinha dos alimentos apodrecidos e de alguns corpos jogados sobre as frutas.

Entre uma das prateleiras, Nick avistou uma porta que levava para o deposito. Imaginou que deveria ter uma saída por aquele lado.

Desanimado, retornou a seção onde estava e começou a procurar por açúcar. Em um outro corredor, ajuntou alguns pacotes de macarrão e até mesmo milho de pipoca. Procurou por algum pacote de café e acabou encontrou alguns vidros ainda intactos.

Quando passou pelo açougue, encontro alguns Remains dentro dos balcões de vidros. Pela quantia gigantesca de sangue naquela região, julgou que estavam mortos e prosseguiu se caminho.

Quando estava prestes a entrar na área da panificadora, escutou Lauren o chamando. Com sua Besta em mãos, correu na direção do chamado, e encontrou Lauren tentando se defender de um Remain. Sem pensar duas vezes, Nick atirou uma seta na criatura, acerto sua cabeça em cheio. O Remain tombou para frente, e caiu sobre o corpo de Lauren que logo em seguida o jogou contra a estante, provocando barulho dentro do estabelecimento.

-Obrigada.- ela disse sorrindo, e Nick sorriu também. O sorriso de Lauren sumiu quando percebeu uma sobra atrás de Nickolas.- Corre. –ela disse e Nick não olhou para trás para seguir se conselho.

Ele agarrou a mão de sua namorada e juntos correram para a porta da frente. Com pesar, Lauren viu quando o corpo mutilado do caixa começou a se mover na direção deles.

Para piorar a situação, do lado de fora havia um grupo pequeno de Remains, e Nick tinha certeza que eles seriam atraídos caso abrisse a porta de metal.

Desviando da atendente que se arrastava penosamente atrás deles, Nick puxou Lauren para a seção de frios, onde havia encontrado a porta do deposito.

No caminho, dois Remains surgiram vindos do açougue, e Nick praguejou.

Dentro do deposito tudo estava mais escuro. As janelas ficavam no topo, e um amontoado de caixas impedia que a luz chegasse até o chão. Nick conseguia avistar uma grande porta de metal e uma porta pequena de acesso.  Ele não lembrava quando havia soltado a mão de Lauren, mas continuo correndo.

Enquanto corria com Lauren para aquela direção, seguia fazendo uma prece silenciosa para ela estar aberta.

Lauren tropeçou em um alguma coisa no caminho, e foi para o chão. Antes que pudesse se levantar, sentiu alguma coisa agarrando seu tornozelo.

-Nick!- ela gritou por ajuda e o rapaz logo voltou a socorre-la.- Tem alguma coisa segurando meu pé.

Nick sacou seu facão, e antes que pudesse chegar até a namorada, ouviu seu grito de dor ecoar por todo o deposito. Aterrorizado, ele congelou por alguns segundos antes de Lauren chamar por seu nome novaente. Ele piscou os olhos algumas vezes, e então conseguiu enxergar o Remain que mordia vorazmente a panturrilha de Lauren.

Sem pensar duas vez, ele chutou a criatura, e fincou o facão em sua cabeça. Ele parou de mexer no mesmo instante, grunhindo baixo. Nick guardou o facão na mochila novamente, e ajudou Lauren a se levantar. Eles foram juntos até a porta dos fundos, e para o alivio de Nick, estava destrancada. Na área de carga e descarga, encontrou um caminhão velho, e novamente começou a fazer uma prece.

Com dificuldade, Nick ajeitou Lauren no banco do carona, e depois de retirar o corpo de um funcionário da acento do motorista, subiu no caminhão. A chave estava na ignição e ainda havia gasolina no tanque. Nick deu a partida, e saíram rapidamente do lugar.

-Não podemos ficar na cidade, o som do caminhão vai atrair muitos Remins!

O radio do veiculo ligou quase que instantaneamente.

“Doenças de Atlanta. [chiado]ert Claynder, e sou um pesquisador que tenta encontrar uma cura para o Vírus [incompreensível] área segura. Todo e qualquer sobrevivente deve [interferência]anta. Repito, isto é uma mensagem gravada, [chiado] ole e Prevenção de Doenças de Atlanta.”

-Nick, vai.- Lauren estava ofegante.

-Atlanta? Lauren, é muito longe!

-Não temos para onde ir, Nick! Não podemos mais ficar aqui! Eu fui mordida!

Nick ficou em silencio.

-Não sei quanto tempo me resta!- ela quase gritava enquanto lagrimas escorriam por sua face. – Talvez possamos ter ajuda lá.

Não havia combustível o suficiente para chegar até lá. E mesmo que conseguissem, a viagem demoraria cerca de 15 horas. Isso se pelo caminho não encontrassem engarrafamentos. Sair de Dallas seria difícil.

-Nick, mesmo que eu não sobreviva...

-Não fale isso!

-Nick... por favor...- ela chorava, e Nick tentava se concentrar nas ruas que começavam a lotar de Remains. – Se eu não sobreviver, me prometa que você vai ir para Atlanta!

Ele não respondeu.


Notas Finais


-Meio que ficou no suspense ai shua

Bem vindo Thomas jackson (coloquei sua fotinha lá em cima pra mostrar que foi aceito u.u)

Perguntinhas simples para vocês:

Nickolas:
Que dificuldades vai encontrar no caminho de Dallas até Atlanta?

Anna:
Se Mel tentasse te matar, você contaria para Amanda e Ed?

Edward:
Vê Amanda como um possível interesse amoroso?

Isabelle:
Como faria para sair de uma casa onde esta cercada e sozinha?

Lydia, Yonnji, Jennhyfer, Charles:
Vocês já ouviram a mensagem sobre Atlanta? Pretendem ir até o local?
Encontram-se os quatro em Otawa/Canadá, embora em locais diferente da região.


Bom,acho que era isso o/


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