História Remember me (SwanQueen) - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 590
Palavras 1.737
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hallo!!! Tudo belezinha? acabei de levar vários tiros na fic que tava lendo então resolvi descontar em vocês u.u haahah
Falando sério, galerinha, agradeço de coração os comentários de vocês. Fico tão feliz pelo carinho e apoio que estão me dando *_*

Boa leitura!

Capítulo 11 - Capítulo 11


Há quanto tempo estava ali na sacada com o olhar perdido em algum ponto do céu estrelado? Não fazia nem ideia. Emma suspirou afundando suas mãos nos bolsos de sua calça de pijama. Havia entrado em seu quarto direto para o banheiro onde passou alguns minutos relaxando embaixo do jato de água morna do chuveiro. Logo após se vestir, caminhou para ali, onde estava parada... Devia fazer horas. Mordeu os lábios abaixando a cabeça por alguns segundos. Sentia sua boca formigar desde que a tinha beijado. Embora soubesse que tinha se apressado, ela sabia que tinha sido rápido demais. No entanto, o que poderia fazer? Estava morrendo por um beijo, sentia saudades de poder abraçá-la sem medo de que ela recuasse assustada, sentia falta de acariciá-la, de chamá-la de Regina... E também tinha suas crianças. Sorriu tristemente, sentia tanta saudade de seus pequenos anjinhos, tanta saudade.

Foi desperta de seus pensamentos quando ouviu batidas na porta. Respirou profundamente e se moveu até a mesma, quase em um modo automático, abrindo-a e então seu coração saltou dentro do peito.

Era ela, e que Deus lhe ajudasse a se controlar. Estava linda demais, usando um vestido branco com algumas flores em tom de salmão e os cabelos escuros caídos nos ombros. Suspirou baixo, sorrindo ao ver como ela tinha seu olhar fixo em seus seios cobertos pelo fino top, e sorriu mais ainda ao vê-la abaixar timidamente o rosto escondendo como estava violentamente corada. Ah se ela soubesse que isso era uma das coisas mais encantadoras nela.

― Eu... Vim pedir desculpas ― a morena murmurou ainda sem encará-la.

― Desculpas? ― arqueou a sobrancelha, demonstrando seu desentendimento.

― Por ter fugido.

A morena suspirou e se atreveu a erguer o olhar para encarar a loira. Emma abriu um suave, porém totalmente sensual, sorriso fazendo com que a bela morena sentisse suas pernas desfalecerem. Eva se perguntava se Emma ao menos tinha conhecimento de como era extremamente tentadora.

― Não há porque pedir desculpas, Eva, eu entendo.

― Não quero que fique pensando que sou uma...

― Eu não estou pensando nada ― interrompeu carinhosa ― De verdade, não tem porque estar assim. Vem, entra ― Emma se afastou da porta, dando passagem para ela que, timidamente, adentrou o quarto. Após fechar a porta, a loira a observou de costas. Eva estava parada exatamente no mesmo local onde ela estava há alguns minutos. Sorriu vendo como a brisa da noite movimentava seus cabelos e o vestido. Silenciosamente foi até Eva, encostando seus seios em suas costas, fazendo-a se assustar, no entanto logo a morena relaxou quando Emma passou os braços por sua cintura e a apertou contra seu corpo.

― Não queria tê-la assustado hoje à tarde, talvez tenha ido um pouco rápido demais ― disse em tom baixo próximo ao ouvido, depositando um leve beijo em seu ombro.

― Não me assustou ― Eva sorriu inclinando a cabeça para trás até deitá-la contra a loira ― Eu que estava com muitas bobagens na cabeça.

― E já não as tem mais? ― roçou seu nariz pelo pescoço da mulher, deixando-a arrepiada por completo.

― Não ― a morena murmurou.

― Ótimo, porque eu estou louca por beijá-la de novo.

Eva suspirou quando a sentiu virá-la delicadamente, estava totalmente rendida àquela mulher. Mordeu os lábios sentindo-a espalmar suas mãos por todas suas costas, fazendo-a arrepiar ainda mais. Como podia ter se apaixonado dessa maneira em tão pouco tempo? Era surreal demais. Ela tentava formular algo coerente para aquilo, mas todos os seus pensamentos se tornavam desconexos quando mirava aqueles olhos verdes, que a faziam se perder por completo. Não teve tempo para responder a si mesma, pois logo pôde sentir o toque cálido e macio dos lábios de Emma contra os seus. Inconscientemente, elevou suas mãos por aqueles braços fortes e ao mesmo tempo, delicados, indo até sua nuca onde segurou fortemente, entreabriu seus lábios numa silenciosa permissão para aprofundar aquele beijo e foi exatamente o que Emma fez. Invadiu aquela boca com sua língua até tocar a dela, fazendo ambas gemerem com o contato. Seus braços se enlaçaram ao redor da delgada cintura da amada a estreitando em seu abraço. Era tão bom tê-la ali junto ao seu corpo... Tão bom.

Não sabiam quanto tempo havia se passado enquanto se beijavam, porém eram conscientes dos lábios inchados e das respirações ofegantes, tal como dos corações acelerados. Eram conscientes do desejo que havia apoderado seus corpos... E, principalmente, eram conscientes do que aconteceria ali, naquele quarto. Emma sabia que era errado, mas sua saudade, seu desejo, seu amor falou mais alto e quando deu por si já tinha as mãos sobre os ombros da amada e começava a deslizar lentamente as alças do vestido da mesma que apenas suspirou altamente e fechou os olhos por alguns segundos para logo abri-los, encontrando aquele lindo olhar esmeralda tão apaixonado. Mordeu seu lábio novamente quando sentiu que seu vestido já se encontrava na altura de sua cintura e logo o mesmo escorregou por seu corpo indo de encontro ao chão. Como se soubesse que uma imensa vergonha se abatia sobre ela, e que já pensava em se cobrir, Emma lhe acariciou os braços indo até suas mãos as entrelaçando nas dela.

― Você é linda… ― sorriu, roçando sua boca à dela ― Perfeita.

Eva retribuiu o sorriso e relaxou em seus braços. O silêncio tomou conta do ambiente, mas não importava, pois elas conversavam pelo olhar, pelos toques, pelos gestos. Uma linguagem que só era compreendida pelas duas, que independente do tempo ou das condições, ainda estava intacta. Eva tinha seus questionamentos e suas inseguras, porém isso se tornava nulo quando estava com Emma. As batidas descompassadas do seu coração, os arrepios e a ansiedade, tudo isso era perfeito demais para ser errado.

Emma segurou em sua nuca, distribuindo beijos por todo o rosto antes de tocar-lhe a boca. Era novo e ao mesmo tempo tão familiar, demonstrava carinho e desejo. Um paradoxo de sentimentos que, ainda que inéditos, pareciam extremamente conhecidos e convidativos.

O beijo se tornou cada vez mais desejoso, assim como os toques. Emma se abaixou, pegando-a no colo, que deu um gritinho adorável pela surpresa do ato, caminhou para a cama, onde delicadamente a deitou sobre os brancos lençóis de algodão. Ela a observou, tão entregue, tão pura. Depositou beijos por toda a extensão de sua barriga, sorrindo ao sentir aquele pequeno e estonteante corpo se moldando ao seu, em um encaixe perfeito. Encarou seus olhos quando a morena lhe acarinhou os braços para logo lhe segurar os ombros num tímido abraço.

― Não sei se estive assim com outra mulher ou com um homem ― ela murmurou sentindo suas bochechas corarem.

Eu fui sua única mulher”, ela respondeu mentalmente.

― Não importa, querida. ― sorriu, tanto do dito, quanto de seus pensamentos. Roçou seus lábios aos dela que suspirou apertando suas costas.

― Então me ame… ― sussurrou em tom de súplica, olhando-a nos olhos.

Emma não pôde evitar a gemido que escapou de sua garganta ao ouvir aquilo. Amava e amaria essa mulher para sempre, independente do que viesse a acontecer. Como poderia recusá-la, se a cada carícia e toque perdia-se mais? Temia que não fosse conseguir se controlar por mais tempo. Precisava tê-la com urgência.

Suas mãos passearam pelo busto da mulher, que estava coberto por um sutiã sem alças, dando-lhe uma bela visão dos seios fartos que já eram tão conhecidos. Desceram pelo abdômen definido, reconhecendo o caminho que por tantas vezes já percorrera, não só com as mãos, como também com a boca. Eva sentia os toques e podia reconhecer o olhar de desejo da loira, o que em muito a agradava e causava reações tão desconhecidas. Seu corpo pedia por mais, clamava por mais e ela não pensou em negar. Subiu seus braços pelas costas de Emma, o que causou um arrepio na loira, seguido de um arfar. Puxou com delicadeza o top que a mesma vestia, tendo que lidar com a timidez que o ato lhe causava. Emma, ao notar sua intenção, ajudou-a no processo, revelando seus seios.

Eva ofegou ao observar aquela loira. Seu belo rosto, seus seios anatomicamente perfeitos e o abdômen definido, faziam-na pensar que aquela mulher só poderia ter sido esculpida pelo mais talentoso dos deuses. Não conseguia desviar o olhar e nem ao menos tentava, dedicou-se a admirar tal beleza e, timidamente, subiu a mão pelo ventre de Emma, que juntou sua mão a dela, em um claro incentivo. Swan sorriu ao vê-la preciosamente corar como da primeira vez em que se amaram e conheceram cada centímetro do corpo da outra.

A loira voltou a se apoiar sobre a esposa, beijando, chupando e acariciando cada pedacinho de pele. Sentindo como a morena a beijava, tocava e a arranhava lentamente ao passo em que relaxava em seus braços, se abrindo para ela como uma tentadora flor.

Isso trouxe a sua mente pensamentos que eram extremamente agradáveis. O modo como Regina reagia aos seus toques e como ela sabia exatamente onde tocar. As lembranças de como ela e aquela mulher já se amaram, de como conheciam uma a outra. Embora tudo estivesse diferente, o olhar era o mesmo, os toques eram os mesmos e o desejo… era cada vez maior. Desceu seus beijos pelo abdômen da morena, recordando-se de como já conhecia cada detalhe daquela pele.

― Regina… ― ofegou, sentido o cheiro que permanecia o mesmo ― meu amor, eu preciso de você ― disse, inconscientemente, beijando-lhe o ventre até chegar à borda da calcinha ― Preciso do seu sabor… minha Regina, minha rainha.

Eva abriu os olhos ao ouvir o nome dito pela loira. Regina...Regina...Regina. Gemeu ao sentir uma pontada extremamente forte na cabeça, fazendo com que Emma parasse com o que estava fazendo e saísse rapidamente de cima dela. Sentou-se desorientada na cama, enquanto imagens apareciam em sua mente. Levou as mãos ao ouvido quando as vozes desconhecidas também se fizeram presentes junto com a voz preocupada de Emma chamando-a desesperadamente.

 

― Emm, me ajuda! ― seu tom era sôfrego e sua expressão denunciava a dor que sentia ― Eu não posso... Aiiii!

 

As pontadas em sua cabeça aumentavam cada vez mais, deixando-a fraca, nem seus olhos e ouvidos conseguiam distinguir o que era atual ou lembrança. Tudo se transformou em borrões e sons distantes, antes que se entregasse a inconsciência, mergulhando na escuridão. 


Notas Finais


É isso, ai, babies! Até a próxima ;)


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