História Rendida ao Prazer - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Tiago Potter
Tags Bdsm, Dominação, Dracomalfoy, Drama, Dramione, Harrypotter, Hentai, Hermionegranger, Hot, Romance
Exibições 179
Palavras 3.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


desculpa a demora, eu tava sem acesso a internet.

Capítulo 8 - Os Grangers


Já estava claro quando chegamos a casa de Hermione, a mansão dos Granger não se comparava a minha própria, porém era elegante e bem estruturada. Provavelmente não teria como se esconder por dias que nem na mansão Malfoy, mas algumas horas você ganharia facilmente. Eu parei o carro na grande entrada e me inclinei em direção a Hermione.

Ela ressonava baixinho, agarrada no meu casaco. Eu beijei a ponta do nariz dela e desci até chegar aos lábios, foi um toque rápido e quando eu ia me afastar para chama-lá a mão de Hermione se agarrou na minha nuca e ela aprofundou o beijo.

Nossas línguas se massageavam lentamente, e eu sentia que minha calça ficava apertada a cada segundo. Essa garota ia ser minha ruína.

Eu me afastei e não consegui evitar o sorriso idiota no meu rosto. Hermione era um reflexo de mim, com um sorriso lindo e radiante.

“Que hora eu posso vir hoje?” Perguntei baixinho contra a pele do pescoço dela, sugando lentamente e sentindo o gosto de creme de baunilha dela.

“Para o chá?” Ela respirou a resposta agarrando meus cabelos. “Não, vem para o almoço, o chá demora muito.” Ela gemeu quando uma das minhas mãos entrou pelo vestido e apertou com força a bunda deliciosa dela. Minha outra mão prendeu os cabelos dela e puxou com força para trás. Hermione se engasgou com o gemido e deixou minha boca trabalhar livremente em toda a nova pele exposta. “Fico para o café da manhã!” Ela disse rapidamente, cada vez mais agarrada em mim.

“Seus pais não iam gostar, eu volto no meio da manhã.” Respondi simplesmente, sabendo que eu precisava de um banho e dormir algumas horas. Eu sabia que deveria ir embora, mas eu simplesmente não conseguia deixar de sugar a pele dela contra a minha. “Eu preciso ir.” Larguei o corpo dela e tirei minha mão da bunda dela. Dei alguns selinhos nela e desci do carro, dando a volta e abrindo a porta do carona. Hermione desceu segurando seu casaco e a bolsa. O meu casaco estava em volta dela.

“Eu vou ficar com isso.” Ela disse apertando o tecido contra o corpo. “Tem o seu cheiro.” Eu ri e cerquei ela como um caçador, colocando minhas mãos ao redor de seu rosto e beijando suavemente, sem língua nem nada, apenas sugando o lábio inferior dela e o liberando.

Ela suspirou e andou lentamente até a entrada da casa. Parando na soleira e sorrindo enquanto eu entrava no carro e dava a partida.

Quando eu cheguei em casa fui direto para o meu quarto. Toda a excitação e tensão da noite pareciam estar concentradas em um único ponto do meu corpo. Meu pobre e dolorido pau.

Hermione tinha acabado comigo. Minha vontade de foder ela até o dia acabar só aumentava a cada segundo. Essa garota era fogo. E virgem.

“Droga!” Eu me joguei na minha cama e tampei meu rosto com o travesseiro. Odiando me sentir tão rendido ao uma garota como ela. Essa áurea de inocência e ao mesmo tempo sedutora. Senhor o que era aquele vestido hoje? Eu imaginei que ela iria aparecer em algo casto e cor de nada, como sempre, mas não! Só pra contrariar ela apareceu num micro vestido preto! Eu respirei fundo e levei à mão a protuberância nas minhas calças, apertando um pouco e mudando de lado para aliviar a dor.

“Eu imaginei que isso ia acontecer.” A voz irônica de Blaise me abrir os olhos, encarei meu amigo italiano por alguns segundos. E ele riu. “Ela não deu pra ti. Viva Hermione!”

“Eu nem tentei.” Resmunguei me erguendo e andando até a direção do grande banheiro da minha suíte. “Eu pedi ela em namoro.”

“Você... O que?” Blaise me parou antes de chegar a porta. “Se isso é uma maneira de você chegar mais rápido a cama dela eu vou matar você Drake!”

Eu ri com a menção do meu apelido de infância, Blaise me chamou assim durante todo o ensino fundamental e médio. Era engraçado porque agora que eu estava ingressando para a faculdade de economia eu provavelmente ia sentir falta disso.

“Escuta aqui Blas, você entra na minha casa, no meu quarto, para me ameaçar? O que você quer? A Hermione?” Eu dei um passo em sua direção e Blaise não desviou os olhos do meu. “Ela é minha! Se você tentar alguma coisa, falar para ela alguma coisa, quem vai se machucar é você. Eu vou devolver sua ameaça Blas. Chega perto dela com qualquer outra intenção e nossa amizade vai pro saco, junto com sua cara!” Sem esperar uma resposta eu entrei no banheiro e bati a porta atrás de mim. Blaise que tentasse tocar na Hermione. Ele que pensasse nisso.

Eu tomei um banho demorado e acabei dormindo um pouco na banheira. Meus pensamentos perdido entre o que Blaise queria com Hermione e na visita que eu daria hoje. Quando acordei a água estava fria e a espuma tinha sumido. Eu me sequei e fui pro meu quarto, onde encontrei uma bandeja com café e algumas guloseimas, isso só podia ser coisa da minha mãe.

Eu tomei meu café puro e sem açúcar e comi um pedaço de torta, enquanto vestia um pijama. Depois larguei a bandeja do lado de fora do quarto e me enrolei nos meus cobertores, tentando descansar o meu corpo da madrugada.

O telefone tocou às nove, hora de acordar! Ainda com um pouco de preguiça decidi que hoje iria com um motorista até a casa da Hermione. Lentamente me pus em pé e olhei o tempo pela janela. Nublado e frio.

Andei até meu closet e tirei toda minha roupa, ficando completamente nu em frente a muitas peças de roupa que eu tinha. Infelizmente ou não, eu não era um adepto de roupas intimas. Eu vesti uma jeans escura e uma camiseta xadrez, nos tons de preto, vermelho e branco. Joguei por cima do corpo um casaco de lã cinza que combinava com a cor dos meus olhos. Meu cabelo foi penteado para trás como sempre e eu não estava afim de tirar a barba, então estava pronto.

Eu desci as escadas e dei de cara com a minha mãe, que ergueu a sobrancelha e me cumprimentou com um abraço e um beijo estalado.

“Onde passou a noite? E aonde vai agora?” Perguntou enquanto enlaçava meu braço e ia comigo até a porta da entrada.

“Eu fui à festa da Chang. E agora eu vou na casa da minha... namorada.” Eu esperei a reação da minha mãe, ela sabia que eu andava com muitas garotas, uma de cada vez sempre, e eu acho que ela suspeitava da minha vida sexual ‘diferente’, mas nunca ouve nenhuma menção a uma namorada na minha vida, e eu sempre fui discreto quanto a isso.

“Quem?” Perguntou simplesmente, parando de frente para mim e avaliando meu rosto. Eu dei um sorriso bobo quando pensei na Hermione e me repreendi por parecer tão boco.

Eu respirei fundo e apertei as mãos dela que estavam no meu rosto.

“A Granger...” Eu falei baixo e sem olhar ela nos olhos, nossas famílias não eram amigas e isso podia ser um problema enorme.

“Hum... Ela é bonita, elegante, bem educada, não é nobre, mas a família é bem estruturada...” Narcisa Malfoy era uma mulher loira que se encaixava em todos esses quesitos, e mais, minha mãe era de sangue nobre, não tínhamos sangue azul nem qualquer título grandioso como os Weasleys e os Zabinis, mas nossa família era tão antiga quanto. “Filho... Eu sei que isso é estranho, mas eu já entrei no seu quarto e eu vi aquelas coisas...” Ela devia estar se referindo a uma gaveta em especial no meu closet, uma gaveta com algumas coisinhas que eu pretendia apresentar a Hermione um dia, mas não agora. “Ela sabe?”

“Mãe!” Eu a repreendi e soltei um risinho. “Acho que a Hermione é até virgem, eu nunca falaria isso com ela... É estranho, talvez depois... Mas, enfim... Você não está zangada?”

“Não. Ela é uma boa menina, e se isso der certo e vocês acabarem casando ia ser uma junção lucrativa das duas maiores empresas de aviação da Europa.”

“Mãe, não vamos falar de casamento agora, eu tenho só 23 e a Hermione tem 18 anos. Nada. De. Casamento.” Eu disse sério, tudo bem que ela era incrível e eu tinha pensado que combinávamos, propus o ‘namoro’, mas eu não estava pronto para pensar em algo tão duradouro como casamento.

“Tudo bem. Nada de casamento. Porém, traga ela para a janta hoje.” Ela disse com um sorriso no rosto. “Eu vou adorar conhecer a menina que prendeu meu filho.” Eu ri e beijei a testa dela. Saindo em seguida.

Quando eu cheguei na casa dos Granger o pai de Hermione me esperava na saída, ele vestia uma roupa de montaria e segurava o chapéu típico de cavaleiros na mão.

“Olá.” Ele sorriu e estendeu a mão enluvada. “Você é o Draco? Prazer, eu sou Cameron, pai da Mione.” Ele andou pela trilha que era protegida pelas grandes árvores e entramos numa porta que ficava na diagonal da casa.

Ele ligou a luz no grande cômodo e dei de cara com todos os carros do pai da Hermione, porsche, jaggar, BMW, eu dei um assobio e ele riu.

Contornamos os três carros e o Sr. Granger largou o capacete ao lado de uma pilha de troféus e medalhas.

“Você que ganhou?” Perguntei curioso.

“Ah, não, eu sou velho demais, são da Mimis.” Ele respondeu com um olhar de orgulho. Quem diabos é Mimis?

Aproximei-me de uma fotografia e prendi o ar, vestida como uma perfeita jockey Hermione segurava uma faixa e as rédeas de um garanhão preto enorme.

“Ela correu até os 15 anos. Parou por causa da escola de ladys. Segundo suas professoras mulheres não montam cavalos como homens. Ela manteve o baio, Alcaçuz. Quem dá nome de doce para um cavalo? Só a Mimis.” Ele riu e bateu no meu ombro. “Vem, vou te levar até as mulheres. Hermione não parou de tagarelar desde que avisou que você vinha.”

Entramos na casa por uma entrada que dava direto na cozinha, alguns empregados sorriram e cumprimentaram o Sr. Granger como um velho amigo. Eu estranhei porque nunca vi ninguém ser tão informal com seus cozinheiros e afins.

Ele me guiou por mais algumas salas até chegarmos ao grande jardim dos fundos, onde eu podia ver o estábulo e uma pequena pista de corrida de cavalos. Hermione estava em pé conversando com a mãe que podava algumas rosas quando me avistou. Ela vestia um conjunto de roupas nos tons de rosa e azul, bem comportado. Ela se aproximou e sorriu, abraçou o pai que deu um beijo na testa dela e foi em direção a mulher e depois se aproximou de mim, passando as pequenas mãos no meu peito e se inclinando para um beijo casto e rápidos nos meus lábios. Seu cabelo estava solto e ainda estava úmido, mas mesmo assim ela parecia perfeita.

“Vem, minha mãe quer conhecer você.” Andamos até a mãe de Hermione, que tirou a grande luva de jardinagem e apertou minha mão. Alana Granger era uma mulher séria e muito esbelta, tão linda quanto à filha, tirando os grandes olhos verdes elas eram idênticas.

Nos sentamos na grande mesa do jardim, que era coberto. Hermione apertou minha mão por debaixo da mesa e sorriu nervosa, os pais dela pediram licença por alguns minutos e acho que foram trocar as roupas. Eu aproveitei esses minutos e me inclinei em direção ao corpo da Granger, beijando atrás da orelha dela.

E qual não foi minha surpresa quando os seios de Hermione se despertaram contra o tecido fino da camiseta azul que ela usava.

“Você está sem sutiã?” Perguntei baixinho, subindo minha mão perigosamente até os mamilos duros dela. “Safada.”

Ela riu e soltou um suspiro quando minha mão cobriu o seio e o apertou lentamente.

“Achei que você ia gostar.” Ela deu de ombros e levou o suco de abacaxi até a boca, fechando os olhos quando apertei e puxei o mamilo. “Melhor você parar antes que meus pais voltem isso ia ser constrangedor.” Eu sorri e a puxei para um beijo, nossas línguas brincando uma com a outra rapidamente como se pudéssemos nos devorar.

“Meus pais te convidaram para jantar lá em casa hoje.” Disse beijando a ponta do nariz dela.

“Mesmo?” Ela parecia surpresa. Os dedos dela brincavam com os botões do meu casaco. “Tudo bem.”

“Ótimo.” Tirei meu celular do bolso e mandei uma mensagem para minha mãe, confirmando a janta. “Sua mãe é linda. Eu nunca tinha reparado nela, Mimis.”

Ela parou e me encarou com os olhos arregalados, seu rosto tomando um tom vermelho adorável.

“Meu pai?” Ela perguntou baixinho e eu acenei positivamente a cabeça. “Eu vou comer a língua dele.”

“Ui, que leoa sanguinária.” Eu brinquei mordendo o lóbulo da orelha dela. “Que perigosa.” Sussurrei apenas para ver os mamilos se espremerem contra o tecido.

“Para com isso!” Ela disse rindo e fechou o casaco que usava, para encobrir os seios.

Os pais de Hermione voltaram vinte minutos depois, eu achei engraçado que ambos estivessem com os cabelos molhados e tão corados como se tivessem corrido uma maratona, eu conseguia bem aquele olhar no rosto de Alana e Cameron. Sexo, um sexo dos bons. Eu escondi meu sorriso dentro do meu copo de suco de laranja. Hermione era tão inocente que nem percebeu os olhares que os pais dela trocavam na mesa, como se fossem se devorar, do mesmo jeito que eu olhava para ela.

A conversa foi agradável e eu descobri que os Granger eram pessoas simples e bondosas, muito melhores que muitas famílias de sangue azul.

Cameron era piloto de avião e quando se aposentou decidiu abrir a empresa, de um dia para o outro decolaram e alcançaram uma fortuna invejável. Apesar disso a família não mudou muito. Hermione cresceu e foi educada como qualquer garota normal, com alguns adicionais, como esgrima e corrida de cavalos. Se eu falasse de algo assim com Astoria ou Pansy, elas provavelmente teriam infarto com o risco de quebrar as unhas.

Eu gostei do ambiente família, coisa que não havia na minha casa, meu pai era muito fechado e centrado e minha mãe era uma mulher troféu excepcional. Eu cresci odiando aquele sistema, por isso desde novo me distanciei muito do padrão ‘londrinho classe A de vida’ e descobri algumas coisas diferentes como hobbies. Boxe estava entre eles, por sinal, o motivo de eu só entrar na faculdade com 23 anos foi o boxe, eu fiquei alguns anos apenas treinando e participando de algumas competições, mas é claro que meu pai não me deixou em paz até eu prometer assumir o negócio da família.

Depois do almoço Hermione se ofereceu para me levar aos estábulos, a chuva era fina fora da proteção daquela parte do jardim, mas eu não me incomodaria de ficar alguns minutos sozinho com ela.

Ela entrelaçou os nossos dedos e corremos pela trilha de pedrinhas até o outro lado do jardim, passando pela pista de corrida até encontrar os estábulos da família.

Assim que entravamos o cheiro de feno e bosta de cavalo dominou o lugar, Hermione parecia tão acostumada e tão em casa ali que nem se incomodou. Já eu era outra história, aquele lugar era fedido pra caralho.

Eu fiquei mais perto dela, e o cheiro de rosas e baunilha que inalava do cabelo dela substituiu o fedor, Hermione estava hipnotizada enquanto alisava o focinho de um baio preto, que eu reconheci como sendo o Alcaçuz.

“Ele é lindo.” Comentei segurando a cintura dela e a puxando para mais perto. O corpo dela colou contra o meu, e minha boca desceu em direção ao seu pescoço, meus olhos logo avistaram os mamilos duros colados contra o tecido fino e agora molhado da camiseta. “Quando tempo a gente tem?” Perguntei baixinho, ainda beijando seu pescoço.

Ela pareceu pensar, enquanto sua respiração ficava mais pesada.

“Uns dez minutos.” Disse por fim, se virando e agarrando meus cabelos. Sua boca era faminta contra a minha, exigindo atenção, como se tivesse sede e eu fosse a água. Completamente perdido pelo tesão instantâneo e combustão do meu corpo eu atirei ela contra a parede de madeira atrás dela, fazendo a Alcaçuz relinchar.

Eu ergui o corpo dela e ela se agarrou ao meu redor, suas pernas definidas e grossas apertadas contra minha cintura, aquela parte quente dela roçando perigosamente perto do meu pau. Eu gemi contra a boca da Hermione, enquanto ela se esfregava com força contra mim.

“Você vai fazer isso comigo de novo?” Perguntei contra o pescoço dela. “Vai gozar e me deixar só assistindo?” Hermione gemeu alguma coisa e continuou se mexendo contra mim. Meus dedos apertavam a carne macia dela, que estava coberta pelas jeans.

“Ali.” Ela disse apontando para um amontoado de feno limpos em um canto escuro do estábulo, sem pensar duas vezes eu a levei para lá, a jogando contra o feno e cobrindo seu corpo com o meu. Perdido nas sensações do corpo dela ondulando contra o meu e suas pequenas mãos batalhando contra a minha camiseta eu esqueci completamente do tempo.

Eu abri com fome e necessidade os botões pequenos e delicados da camiseta dela, beijando cada pedaço novo de pele descoberto. No sétimo botão eu afastei a camiseta e tive uma visão privilegiada dos seios dela. Não eram fartos como os da Pansy, mas tinham o tamanho perfeito para a minha boca e para minhas mãos. Seus mamilos eram rosados e grandes, estavam duros e praticamente implorando para eu tê-los na boca.

Eu desci minha boca em direção aos mamilos dela, já sentindo o sabor da pele na minha boca, salivando com a perspectiva, quando um trovão fez os cavalos ficarem agitados, Hermione se ergueu tão rapidamente que bateu com a testa no meu queixo, me fazendo morder a língua. Eu gemi de dor e rolei para o lado, minha camiseta aberta.

“Desculpa!” Ela ficou de joelho, os cabelos escabelados e cheios de feno. “Desculpa, Draco.” Ela me alisou meu rosto e beijou de leve meus lábios. “Desculpa, desculpa.”

Eu gemi que estava tudo bem e me sentei. O clima tinha acabado, Hermione fechou lentamente a camiseta e eu tive apenas um vislumbre de seus seios rosados. Eu fechei a minha e a ajudei a limpar o cabelo e se ajeitar.

“Melhor eu ir embora. Eu quero dormir antes da janta.” Eu disse baixo, ainda sentindo minha língua e o meu pau latejarem.

“Desculpa, sério eu sinto muito... Eu sou tão desastrada.” Eu sorri e ergui seu rosto, os olhos estavam cheio de lágrimas.

“Ei, olha só, foi sem querer, você se assustou, eu não estou zangado.” Eu beijei seus lábios mas não aprofundei o beijo, minha língua ardendo como o diabo me impedia de fazer isso. “E a gente ia acabar fazendo algo errado, foi um sinal de Deus.” Ela riu e passou os braços ao meu redor.

Eu me despedi dos pais dela e fui até o meu carro.

Esse tinha sido meu segundo encontro com Hermione e novamente eu precisava de um banho frio.

Sim, eu tinha certeza que essa garota na minha vida ia ser um grande problema.

 



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