História Renegados - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Horácio Slughorn, Lílian Evans, Minerva Mcgonagall, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Magia, Severo Snape, Severus Snape
Exibições 280
Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom dia, pessoas lindas


Então. Era pra postar esse fim de semana, dia 15, só que eu vou fazer uma viagem pq é aniversário do papucho.
E eu estou me desdobrando em duzentas por que estou colocando o cérebro pra fora por que vou fazer uma prova em breve e PRECISO passar nela pra pegar o certificado do curso.
Ou seja. Resumindo. Então. Portanto.
O capítulo foi adiantado, estou postando pelo cel, espero que não fique ruim.

Boa leitura!😁

Capítulo 7 - Capítulo 7


Severus sai da detenção querendo quebrar algo na cabeça de alguém. Dois meses de detenção, das mais doidas até as mais nojentas, e aquela era só a terceira semana.

Ele sabia que em algum lugar do castelo Remo Lupin também estava cumprindo a dele, embora nem de longe isso o deixasse aliviado ou contente. Pelo menos os Marotos pareciam ter entendido o ultimato do diretor.


 

“- Não esperava esse tipo de comportamento de nenhum de vocês. - Dumbledore os olhou com decepção no olhar, que era pior do que qualquer feitiço que ele pudesse lançar.

-Eu estava fora de mim, diretor! - Remo retrucou chateado.

-Como sempre tirando o seu da reta, não é mesmo?- Severus ironizou.

-Olha aqui, Ranhoso… -Remo começou já perdendo a paciência com o adversário.

-Eu não quero discussões em meu escritório, e nem mesmo fora dele - disse Dumbledore enfático - Sr. Lupin, o senhor sabe a gravidade de um lobo escolher uma parceira que não seja da mesma espécie, o senhor foi negligente por não procurar nenhum dos professores que sabem de sua condição para ajudá -lo. Qualquer um de nós teríamos a mão a poção contra libído lupina, estar fora de controle não o isenta da culpa. Agora, quanto ao sr. Snape…- começou Dumbledore mas foi interrompido.

-Quanto à isso, usei um feitiço mortal dentro da escola, além de ser magia negra. Sabia o que estava fazendo quando o conjurei e não me arrependo disso. Aceitarei a punição de cabeça erguida.

O silêncio se fez na sala por alguns instantes.

-Não aplicarei a punição que os dois merecem, que seria a expulsão. -Dumbledore disse cansado - Ambos passaram e muito dos limites, mas são bons alunos e não quero perder nenhum dos dois, portanto, vocês terão dois meses de detenção para os dois, não vou aceitar queixas de nenhuma das partes. Sr. Lupin, espero que controle seus amigos caso queiram tentar alguma retaliação, não serei complacente uma próxima vez. E quanto à Srta. Faravell, não aceitarei que se aproxime dela de uma forma violenta uma segunda vez.

Severus ficou surpreso com o que ouviu, era a primeira vez que o velho distribuía uma punição justa.

Os dois saíram do escritório do diretor sem dizer nenhuma palavra. Nenhum ponto foi tirado de nenhuma das casas para que a história não se espalhasse.

-Você e Alana estão juntos? -Lupin perguntou quando viu Severus começar a descer as escadas.

-Somos amigos apenas, não que seja da sua conta - Severus rebateu. Na verdade, ele não tinha falado com Alana desde que ela havia saído da enfermaria, se sentia mal por isso.

-Então não vai atrapalhar se eu quiser me aproximar dela?

Severus lhe deu um olhar gelado.

-Isso se ela ainda quiser sua aproximação - ele disse sem de fato responder a pergunta já descendo as escadas.”



 

Agora ele pensava naquela estranha conversa enquanto voltava para seu quarto. Não queria ele perto de Alana, ela era doce, e ele… ele era um selvagem, um lobisomem maldito que jamais poderia fazê-la feliz.

Algo quente se apossou de seu peito e ele soube que não poderia permitir aquilo. Mesmo que ele não estivesse conversando com Alana, não permitiria que um tipinho como aquele se aproximasse dela. Com certeza ele não perderia mais uma amiga para uma Maroto idiota.


 

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Uma semana depois…


 

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Alana sentia falta de Severus, queria pedir desculpas mesmo que não entendesse bem o que havia acontecido naquele dia na enfermeira, só para tê-lo perto de si de novo.

Ela ofendeu Lilian e ele ao Remo, mas eram coisas totalmente diferentes, ele não via isso?

Se sentou em um dos bancos do jardim e abriu um livro aleatório que pegou na biblioteca apenas para se distrair.

-Alana! -a voz de Remo a sobressaltou, ele se aproximou cauteloso - Podemos conversar?

Ela pareceu ponderar um pouco, mas logo que iria permitir que ele se sentasse do seu lado, a voz que ela mais quis escutar nos últimos tempos se fez ouvir.

-É melhor se afastar dela, pulguento. - Severus se aproximou a passadas largas.

-Senão o quê, Ranhoso? Vai jogar uma maldição em mim?

-E se eu jogar? Vai correr atrás da ajuda dos amiguinhos?

Alana se levantou rapidamente. O jardim estava bem vazio, mas de qualquer forma, as poucas pessoas que ali se encontravam não pareciam estar interessadas, nos três alunos de casas diferentes.

-Pensei que não iria interferir - Remo vociferou.

-Verdade? Em momento nenhum eu disse que iria deixar você colocar suas patas fedorentas nela.

Alana ficava ali no meio sem saber o que fazer.

-Eu quero e vou conversar com ela - Remo já ficava vermelho.

-Você não percebe? - Severus sorriu divertido - Aqui não tem lugar para você.

Sem que ele mesmo percebesse o que estava fazendo, Severus puxa Alana pelo braço grudando seus lábios aos dela. Ele não sabia ao certo o que estava esperando na verdade, mas com certeza não era aquilo.

Os lábios da jovem pareciam queimar de tão quentes, nenhum dos dois conseguiu se desvencilhar do ato, muito pelo contrário, Severus acariciou o pescoço da jovem que se derreteu com o gesto fazendo com que Severus sugasse de leve seu lábio inferior, os dois gemeram com a carícia e isso pareceu ser o gatilho para trazê -los de volta a realidade. Assim que se separaram, perceberam que a figura de Remo já ia longe, bastante bravo pelo o que podiam ver pela expressão corporal.

-Me desculpa Alana, eu agi sem pensar quando vi ele se aproximando - Severus disse ficando cada vez mais vermelho.

Alana olhava para os próprios pés sem saber o que dizer, o sabor dos lábios de Severus ainda queimavam sobre os seus.

-Tu-tudo bem. Eu entendo.

E assim eles voltaram a andar juntos, porém sem nunca mais mencionar o que tinha acontecido ali.





 

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Alana pensava que os poucos alunos que estavam no jardim aquele dia não estavam prestando atenção ao que ela, Remo e Severus estavam fazendo. Mas logo ficou claro que eles estavam apenas fingindo, pois a notícia do beijo entre a ‘Gorda da Covinal’ e o ‘Ranhoso da Sonserina’ logo se espalhou mais rápido do que se Dumbledore dançasse só de cueca em cima da mesa dos professores no Grande Salão.

Logo ela percebeu que “estar namorando” lhe dava um certo status que até então ela nem sabia que existia, o status:

 

‘Menina que deixou de ser B.V e tem namorado agora.’


 

Mesmo que esse namorado fosse o ‘O Cara Esquisito da Sonserina’. Ela até mesmo se viu cercada por garotas no banheiro com as quais nunca trocou meia dúzia de palavras em toda a sua existência, querendo saber detalhes. Já que ela só conseguia corar e balbuciar coisas incompreensíveis, as outras interpretavam as respostas da forma como queriam, o que acabou resultando em um mal entendido.

Agora elas acreditavam que de fato, eles estavam namorando.

“Severus vai me matar se souber que eu deixei que elas pensassem que estamos juntos!”

De outro lado, Severus estava enfrentando coisas parecidas.

Quando foi a biblioteca de manhã antes das aulas, um lufano lhe perguntou se ele e Alana eram namorados. Mesmo tendo respondido pelo menos umas três vezes que eram apenas amigos, o lufano ainda lhe dera um olhar malicioso sem acreditar no que ele dissera.

-Ninguém beija amigos daquele jeito - ele saiu deixando Severus sem ter o que dizer.

Ele pensou longamente no que poderia ter causado aquele tipo de reação que ele teve. Por mais que tentasse se convencer de que aquela foi apenas uma saída rápida para fazer o lobisomem deixar Alana em paz, ele sabia que nenhuma pessoa normal usaria aquilo como desculpa para algo assim, havia inúmeras formas de fazer o outro sair com o rabo entre as pernas que não envolvesse beijar sua amiga.

Beijar… Aquele beijo…

Droga! Ele simplesmente não conseguia tirar aquilo da cabeça. Não foi seu primeiro beijo, ele já havia beijado duas sonserinas mais velhas quando Lucio ainda estava na escola, mas ele se lembrava que nenhuma delas tinha sido daquela maneira. Os lábios de Alana eram tão quentes… Se lembrava de sugá-los, eram tão macios…

Merda! Merda! Merda!

Ele se pegou mais de uma vez encarando aqueles lábios depois daquele episódio, queria saber se eles aparentavam ser tão quentes e macios assim como se lembrava. E ele tinha que admitir.

Pareciam… Apetitosos.




 

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-Severus, tem alguma coisa suja no meu rosto? - Alana perguntou olhando fixamente para ele que a estivera observando sem notar.

-Ah… Seu… Seu nariz es-está sujo - ele disse voltando a olhar para as próprias anotações.

Eles estavam embaixo de uma frondosa árvore no jardim repassando o que tinham estudado na semana. Alana esfregou o nariz vigorosamente com a manga das vestes.

-Saiu? - ela olhou novamente para ele.

Por um instante ele quase desviou os olhos de seu nariz pequeno e arrebitado (tão diferente do seu próprio, grande e de gancho) para sua boca, mas se controlou antes que seus olhos o traíssem.

-Sim, saiu - ele falou novamente enfiando um pergaminho na cara.

Segundos depois Alana baixou o livro do qual estava consultando datas.

-Hoje é domingo, estou simplesmente moída. Por mais que eu goste de estudar, acho que não consigo ler nem mais um parágrafo. - ela fechou o material e se espreguiçou sob o olhar atento, porém disfarçado de Severus - Porque não paramos por hoje? Podemos pegar um doce, ou no seu caso, um salgado na cozinha. Estamos merecendo.

Severus sorriu balançando a cabeça em afirmativo. Ambos juntaram as coisas ainda comentando alguns apontamentos que precisariam rever depois, nem mesmo notaram a aproximação da jovem de cabelos avermelhados.

-Severus - a voz melodiosa chamou.

Tanto Severus quanto Alana olharam para a pessoa que se aproximara.

-Lilian? - Severus quase não acreditou quando a viu sozinha parada diante deles. Como Severus se lembrava, ela tinha uma aura e uma beleza que fazia com que ele perdesse completamente a capacidade cognitiva.

-Eu vim cumprimentar pelo namoro!- ela sorriu de uma forma totalmente estranha, mas aparentemente só Alana percebeu isso.

-Nós… Nós… eh… so-somos só amigos! - Severus conseguiu dizer por fim.

Lilian estava finalmente ali, ele poderia pedir desculpas pelo o que tinha dito no passado, por tê-la chamado de sangue-ruim.

-Ah… - ela pareceu surpresa - Não foi o que ouvi, Remo viu vocês…

-Aquilo foi um engano! - Severus correu com as palavras, não queria que Lilian pensasse que ele… Ela não poderia… - Aquilo foi só porque ele estava incomodando Alana.

Alana por sua vez tinha engolido um tijolo, que ficara alojado em sua garganta. Ela sabia que Severus tinha feito aquilo para afastar Remo, ele próprio havia pedido desculpas, mas ela não podia deixar de se sentir pequena diante daquela mulher que estava claramente tirando satisfações de Severus, como se eles tivessem algo.

-Hmm - ela murmurou - Entendo. Fico feliz que não estejam juntos. Odiaria saber que um dos meus amigos está com essa menina - ela disse com veneno na voz agora olhando Alana como se fosse uma saca de bosta - Fiquei sabendo de você, “a retardada da família Faravell”. Não era para você estar internada no St. Mungus? Era melhor que tivesse ficado por lá, ao invés de ficar infernizando a vida dos outros.

Alana arregalou os olhos, chocada.

Como algo assim poderia estar acontecendo? Como ela ficou sabendo?

Severus não estava entendendo o motivo de sua amável Lilian estar destilando todo aquele veneno.

-Lilian, pare com isso! Olhe, estávamos indo a cozinha, se quiser ir conosco, fique a vontade, mas pare de ofender Alana. Ela não te fez nada. - ele disse se surpreendendo com a dureza na próxima voz.

-Indo a cozinha? - ela ironizou - Nem preciso fazer muito esforço para saber de quem foi a ideia.

-Lilian! - Severus rosnou desnorteado.

-O que é, Sev? Essa menina - disse apontando Alana -  deixou Remo deprimido! Mesmo que você tenha beijado ela, não significa que ela não deveria se preocupar com os sentimentos dele. E ainda por cima essa… essa ‘coisa’, fez vocês dois ficarem de detenção por DOIS MESES! Pelas barbas de Merlim, ela nem ao menos é bonita, como Remo gosta dela? Deve ser só por causa do lobo, porque ninguém em sã consciência namoraria uma bola de gordura igual essa…

Antes que Lilian terminasse de falar, Alana joga a mochila nas costas e sai correndo sem poder conter as lágrimas que caíam abundantes por suas bochechas.

Severus tentou ir atrás rapidamente, mas ele ainda tinha uma considerável quantidade de material espalhada pelo gramado, como soube que não a alcançaria mesmo, voltou-se para Lilian que o olhou parecendo estar verdadeiramente feliz ao ver a cena.

-Por que fez isso? - ele a olhou com outros olhos pela primeira vez. Sua doce Lilian jamais diria algo assim, ela mudara ou ele que nunca havia percebido o quanto ela era mesquinha?

-Severus, ela só está atrapalhando todo mundo, você inclusive. Nem mesmo a família dela a quer por perto. Ela é um estorvo, não vê? - ela se aproximou tocando o rosto do rapaz, que apreciou o gesto mas não tanto quanto se fosse outra pessoa que saíra chorando a pouco a fazê-lo.

-Não acredito que estou ouvindo isso de você. O que significa isso tudo agora? Ciúmes? E onde está Potter? O que aconteceu com você? - Ele se afastou de toque da jovem.

-E se for? Não aguentei quando ouvi o que Remo me contou. Você sempre foi meu, Sev! - ela tentou se aproximar novamente, mas foi repelida mais uma vez.

-Houve um tempo em que eu quis ser seu, mas não sei mais. Não dessa Lilian que estou vendo agora, uma pessoa que destila veneno dessa forma. Como descobriu sobre a família de Alana?

Ela fez um muxoxo.

-Eu ouvi quando umas sonserinas estavam comentando no banheiro, mas isso não importa! Sev, ela não presta para andar com você - ela tentou abraçar o rapaz de novo, mas ele não permitiu e ela bufou irada - Não vê no que ela te transformou? Ela deveria se matar e deixar as pessoas em paz.

Dessa vez foi demais até para Severus. Sem dizer uma palavra ele se abaixa e recolhe seu material, pergaminhos, tintas, livros. Lilian estranhou a mudança, mas não contestou, algo pesava no ar.

-Severus? - ela perguntou incerta.

Severus se levantou lentamente colocando a mochila sobre o ombro, sua expressão era dura e sombria.

-Acho que você está errada. Não fui eu quem mudou, isso aconteceu foi com você, agora você é legitimamente a garota perfeita para Potter. Espero que ele não saiba que você anda por aí abraçando velhos amigos, não gostaria de ter que duelar com ele por causa de uma garota como você. - Disse ele se afastando sem olhar uma segunda vez para uma Lilian que ficou parada no mesmo lugar atônita.




 

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Alana correu um tempo sem rumo pela escola. Não era como se não estivesse acostumada a ser tratada daquela forma, os alunos da Sonserina sempre faziam com que ela se lembrasse de quem era, mas aquilo foi tão inesperado, e ainda por cima foi na frente de Severus, ela não queria que ele ouvisse aquele tipo de coisas sobre ela, ainda mais porque parecia que ele estava sendo enfeitiçado por uma sereia, ele nem mesmo piscava na presença de Evans.

Sem querer seus pés acabaram a levando até a biblioteca que estava deserta como de praxe nos domingos.

Ela caminhou entre as prateleiras sentindo o cheiro dos livros velhos, aos poucos foi se acalmando, sentou-se à um canto perto de uma prateleira de atualidades onde ela sabia ter sempre uma pilha de revistas atuais para que os alunos pudessem acompanhar qualquer tipo de notícias novas.

Ela analisou uma pilha e puxou algumas revistas velhas conhecidas delas. Revista de Celebridades.

Na primeira ela via as irmãs, tão lindas, parecia que brilhavam, se ela não as conhecesse pessoalmente pensaria que era algum tipo de feitiço para deixá -las daquele jeito, mas ela já conhecia aquela beleza de longa data, mal conseguia encarar as irmãs quando estavam na mesma sala. Jogou a revista para um lado sem querer saber qual foi o mais novo sangue puro que pediu alguma delas em casamento.

A próxima revista era um tablóide com a qualidade bem duvidosa, mas o que chamou a atenção da jovem foi uma pequena notícia no canto da capa.

“Miss Figg, uma das maiores pocionistas da atualidade cria fórmula infalível para emagrecer.”




 

Continua >>>>>


 


Notas Finais


Eu sei que está se tornando recorrente, mas não me odeiem tudo bem?
Hahahahahha


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