História Replay - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT 127, NCT Dream, NCT U
Personagens Chenle, Haechan, Jaemin, Jeno, Jisung, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeyong, Ten, Winwin
Exibições 56
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Escolar, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Bem vindos! Só isso msm

Capítulo 1 - Dia 1


Fanfic / Fanfiction Replay - Capítulo 1 - Dia 1

             - Tia, está tudo pronto? - esperava ansiosa pela resposta da outra do outro lado da linha.

             - Está sim, querida; - respondia com uma voz extremamente feliz.

             - Chegarei aí em em dois dias, quer dizer, três. Ai isso é tão confuso… - escutava a risada da outra – Desculpa.

             - Sem problemas. - ela falou - Ele está muito curioso sobre a surpresa. - essa foi a minha vez de rir, mas eu soltei uma risada meio sem graça - Vai ficar muito feliz.

              - A senhora acha mesmo? - perguntei desconfiada.

                       - Tenho certeza! - fez uma pausa - Ele está aqui. - fez outra pausa - Sinto muito a sua falta, mal posso esperar para te ver, beijos. - escuto também um " Mãe, com quem a senhora está falando? ". E isso foi a última coisa que escutei antes do tututu.

          Era ele. Sua voz estava diferente mas continuava linda. Que saudade que sinto do meu melhor amigo, Chenle. Quando mais nova eu era apaixonada por ele, mas com o tempo fui esquecendo-o. Já tem 6 anos que ele foi morar na Coreia, mas ele é chinês. É confuso, eu sei. Me libertei dos meus devaneios e fui terminar minha mala, a qual estou a quase dois meses "terminando", pega roupa daqui tira roupa de lá... No final disso, meu quarto estava uma bagunça. Resolvi então arrumar, isso só acontece uma vez na vida, deveria virar feriado nacional.

                      Acordei com fios de cabelo no rosto, isso é uma das coisas que me irritam profundamente. Ontem depois de arrumar o quarto deitei na cama para descansar e acabei dormindo. Procurei pelo celular para ver as horas. Eram 6:00 da manhã... Meu cristinho, meu voo! Levantei correndo e joguei as coisas para cima, correndo de um lado para o outro no quarto. Depois de um tempo percebi que minha mãe me olhava chorando.

                       - Como vou viver sem a sua bagunça? - ela falou

          - Mãe, ela não vai morrer! - falou meu irmão - Não agora, ela ainda vai encher muito o nosso saco. - minha mãe deu um leve tabefe em sua cabeça.

                      - Credo, Gustavo. - falei – Mãe, para de drama. São só dois meses.

          - Ok, vou tentar não chorar. - sorri.

          - Vamos descer o pai está esperando. - falou Gustavo - Vem logo, Emily.

          - Deixa só eu pegar a minha mala. - falei pulando.

          - Filha, você não vai comer nada?

        - Verdade, tinha esquecido. - falei - No aeroporto eu compro alguma coisa para comer. - olhei no relógio, estava muito atrasada.Saí correndo encontrando com o meu pai na frente do carro nos esperando. Dei um beijo na sua bochecha e abri a mala do carro, colocando minha bagagem lá dentro. Logo meu irmão e minha mãe chegaram e fomos direto para o aeroporto. Cheguei lá e ainda faltava bastante tempo, então me despedi de meus pais e fui comprar alguma coisa para comer. Entrei no avião e fiquei pensando sobre como iria chegar para falar com Chenle. Fiquei imaginando e montando vários planos e tentando não rir do cara que fazia um rascunho dos lugares que ele iria conhecer em Seoul .

            - Eu sei que está rindo de mim. - falou o careca de camisa vermelha ao meu lado.

            - Desculpa, fui muito inconveniente? - perguntei.

            - Bastante.

         - Desculpa. É que você escreve tudo no rascunho, depois apaga tudo, refaz, escreve, apaga… É engraçado. - ele não falou mais nada e eu fui dormir.

           Dormi, dormi muito. O voo tinha conexão então só acordei na hora que a aeromoça me chamou. Tive que descer do avião e nem sabia que horas eram. Mandei mensagem para minha mãe e para a mãe do Chenle para avisar minha localização.

           Eu estou tão lerda que é capaz de alguém perguntar meu nome e eu demorar uns 20 segundos para responder. Ouvi que era para entrar no avião novamente e lá fui eu muito feliz.

                      Dormi novamente a viajem toda. CHEGUEI COREIA! Nossa, perdi um dia por causa do fuso. Assim que peguei minha bagagem liguei para a mãe do Chenle.

           - Já chegou? Eu estou aqui.  Cadê você?- eu apenas ri.

           - Já cheguei, tia.

           - Ótimo, onde você está? - ela perguntava afobada - Os meninos já vão chegar.

           - Meninos? - perguntei.

          - Depois conversamos, onde você está? - olhei ao meu redor procurando uma referência. Quando ia falar onde estava, a reconheci. Saí correndo e a abracei com força.

          - Que saudade! - falou sorrindo.

          - Também estava com muita saudade! - abri um grande sorriso.

          - Seu aniversário foi dia 8 não é? - eu concordei - Parabéns! O Chenle lembrou e tentou achar suas redes sociais, mas não conseguiu. Eu fiquei com pena, mas não queria estragar a surpresa! - sorri ao saber que ele tinha lembrado.

          Quando ele foi embora decidimos que não iríamos nos falar, porque sentiríamos muita falta um do outro. Tá, ele decidiu isso praticamente sozinho.

                     - Vamos para o carro. - a mãe do Chenle falou, me puxando pelo braço.
 
                     - Ainda temos tempo. - ela falou quando entramos no carro-  O Chenle e os amigos vão demorar mais uma hora e meia para chegar em casa.

          - Amigos? Ah, por isso meninos? - perguntei.

          - Exatamente. - falou ligando o carro.

          No caminho, contei o que a ideia que tive e ela falou que amou e iria me ajudar. Chegamos em uma casa linda e a mãe do Chenle me mostrou onde era o quarto onde eu iria ficar.

           - Eu vou terminar o almoço. Se quiser tomar banho, tem toalha da segunda porta. Fique a vontade.
 
                       - Quer ajuda? - perguntei.

          - Não precisa, querida. - ela falou - Me dê a blusa do Chenle para botar o nosso plano em prática. - sorri e entreguei a blusa para ela.

          - Vou tomar banho. - falei enquanto ela saia do quarto.

          Tomei um banho rápido e troquei de roupa. Quando saí do banheiro já pronta, a mãe do Chenle entrou no quarto.

          - Ele chegou! - na hora eu gelei.

          - Oo-ok. - tentei falar.

          - Que fofa, está nervosa! - ouvi muitos passos – Vamos. - ela falou, me puxando para fora do quarto e se escondendo.

          - Ele trouxe a população toda da China? Olha quantos meninos tem ali! - eu não achava o Chenle - Tia, cade ele? - ela riu.

          - É o de cabelo loiro escuro. - ela falou e eu arregalei os olhos.

          - Ele ta loiro? - ela ria de mim.

          - Eu vou lá. - ela falou, pegando a camisa do Chenle na mão.

          - Entra no quarto dele. - ela falou abrindo a porta.- Filho - a escutei chamando.

          - Oi mãe. - eles conversavam em frente a porta do quarto dele.

          - Achei essa blusa no chão. - escutei um silêncio.

          - Aonde? - ouvi ele perguntar desesperadamente.

          - No chão. - quando ela respondeu assim, eu ri.

          - Mãe, no chão de que lugar? - ele perguntou.

          - No chão do seu quarto. - a porta do quarto se abriu rapidamente, revelando o ser de cabelo loiro. Ele ficou parado me olhando.

          - Que foi? Eu vim trazer a blusa que você deixou no Brasil. - ele sorriu e veio andando para me abraçar.

          - Eu estava morrendo de saudade! - Era um abraço apertado. Havia tanto sentimento que eu não aguentei, já estava chorando.

           - Continua chorona. - ele falou, se afastando um pouco para secar minhas lágrimas.

          - E você continua um idiota, só que agora está mais alto do que eu e loiro. - ele riu e me abraçou novamente.

          - Minha baixinha. - falou rindo - Lembra que quando éramos mais novos eu queria te chamar assim, mas não podia porque você era mais alta que eu?

          - Lembro. - sorri - Você era tão fofinho! - ele se afastou novamente.

          - Era? Eu não sou mais?

          - Tá Chenle, você ainda é fofo. - ele me puxou para sentar na cama.

          - Lembra que você gostava de mim? - ele falou rindo e eu fiquei vermelha.

          - Ei! Você também gostava de mim! - falei, botando a mão no rosto.

          - Tá, eu gostava de você. - ele falou levantando - Vem conhecer meu amigos!


Notas Finais


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