História Requintes de Malvadez - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Lésbica, Paixão, Romance, Traição
Visualizações 333
Palavras 572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom dia! Outro capitulo. Espero que estejam gostando da história.

Capítulo 4 - Chefe Malvada


Vera estava sentada no restaurante, quando o empregado de mesa perguntou qual era o seu pedido.

- Nada não, estou esperando uma pessoa. – Respondeu. Nesse momento, apareceu Alberta, a Directora Financeira da empresa de construção civil que Gabriela despedira. As duas se cumprimentaram com um abraço.

Sentaram-se e pediram qualquer coisa para o almoço.

- Berta, você sempre me fazendo esperar. Como você está minha amiga?

- Bem. Muito bem, fora essa “esquizofrenia” que você inventou… sério, esquizofrenia? Você está se superando Vera! Pegou pesado com a sua estagiária no outro dia…

- Do que é que você está falando, você foi minha cumplice. Aliás, só cumplice não, você foi peça-chave no meu teatrinho e desempenhou o seu papel com mestria. Um pouco dramática demais, como sempre aliás, mas soberba.  Até eu que sabia que era tudo de mentirinha senti pena de você.

- Pena, eu senti daquela sua estagiária, coitada da moça! Continuo sem perceber esse seu metodo de praxe de todos os seus funcinários.

- Eu tenho de saber com quem posso contar e nada melhor do que ver como uma pessoa reage sob pressão, em situações extremas para descobrir qual o seu caracter e quais são os seus valores. Meu pai me praxou de forma muito pior, você sabe! Agora essa menina… a Gabriela, me impressionou.

-  Ai é, então porquê?

- Não sei explicar, algo nela… Deixa para lá! – Disse respirando fundo. - Bate aqui minha velha, o nosso teatrinho foi show! – Disse Vera enquanto fazia um Hi5 a Berta.

 

Gabriela aproveitou a pausa do almoço para se encontrar com Marta, a sua melhor amiga. Conversa puxa conversa no restaurante e  Gabriela começou falando do seu novo emprego.

- Nossa! Eu não acredito que a sua chefe te fez passar por isso tudo… e em quê, dois dias?

Amiga como é que está sendo o seu dia hoje, ela te obrigou a roubar picolé de alguma criança desfavorecida?

- Hoje ainda nem a a vi! Por enquanto está sendo um dia normal… -  Disse Gabriela batendo na madeira da mesa.

- Como é que é essa sua chefe? Tem uma verruga bem na pontinha do nariz?

- Não, pior que não… ela é muito gata! E assim, quando ela não está naqueles momentos dela de requintes de malvadez, ela até que consegue ser bem legal.

- Ai, é? “Ela até que consegue ser bem legal”? Depois de tudo o que ela te fez? Está parecendo que você está com uma queda por essa sua chefe malvada, só isso pode explicar o que você acabou de dizer…

- Hum…E seu dizer que ela mexe assim, um pouquinho, comigo? Mexe com a minha imaginação, me faz sonhar acordada, isso é muito mau? ...Mas, é óbvio que eu nunca teria qualquer hipótese com ela…

No entanto, a mente é um campo de batalha livre e… qualquer um pode ser atingido.

- Mas porquê que você não teria hipóteses com ela? Você é bonita, inteligente, engraçada… Sabe assim de repente se ela é hetero? Assim, super - hétero?

- Que isso super - hétero? – Riu Gabriela. – Parece que você está falando de um super-heroi? Não, nem estava me referindo a isso. É só que ela é super bem-sucedida… linda também, ela nunca iria olhar para mim… a não ser para me torturar, me tornar em mais uma das suas vitimas,  juro,  acho que objectivo dessa mulher é me transformar numa pessoa sequelada.



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