História Resistindo a ela - Camren (Camila G!P) - Capítulo 31


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camreng!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 653
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 31 - O que?


Camila acreditava que a ioga deveria te relaxar, razão pela qual não podia entender por que Lauren tinha chegado em casa mais zangada que um ninho de vespas.

Lançou seu tapete de ioga no closet e logo foi para a cozinha. Camila imaginou que se uniria a ela na sala para lhe contar tudo sobre seu dia, e falar apaixonadamente como fazia cada vez que vivia uma nova experiência. Olhou seu relógio. Hora do jantar... talvez estava ansiosa por começar a cozinhar. Mas não soava como se estivesse cozinhando, mas sim castigava a panela.

— Lauren? — Camila apareceu na cozinha, onde o estrondo de panelas e caçarolas começaram a alarmá-la.

— O que? — girou-se rapidamente, sustentando uma grande faca de cozinha.

— Woah. — Levantou as mãos — Só queria saber como foi a ioga.

Ela entrecerrou os olhos, recusando-se a baixar a faca.

— Bem — soltou em um tom cortante.

Ela deu um passo atrás.

— Aconteceu... hum, algo? — Suas sobrancelhas se enrugaram com preocupação.

— Nop. — Cortou a um tomate amadurecido com tanta força que um salpicão de sementes e sucos mancharam a bancada.

— Está segura? — atreveu-se a dar um passo adiante — Se... divertiu?

Ainda estava vestida para exercitar-se, legging preta que apertavam seu traseiro de uma maneira que a distraía completamente. Deus abençoe quem inventou as calças de ioga. Sua camiseta sem mangas branca estava um pouco erguida, mostrando um linha de sua pele nua em sua cintura e costas. Imagens dela acariciando aquele traseiro com suas palmas, junto com as lembranças do sabor de sua pele, dançaram através de seu subconsciente.

Deus santo, desejava-a.

Muito.

Tinha tentado evitar estar a sós com ela desde que havia se rendido e dado prazer. Por mais que quisesse repeti-lo, não tinha se atrevido a fazê-lo. Durante toda a semana passada, trabalhou até tarde, ia academia depois do trabalho, ia ao pub de Dinah por uma bebida, então chegava em casa e se jogava na cama enquanto ela dormia. Claro, isso não tinha feito que deixasse de aconchegar seu corpo ao redor do dela, soltando um pequeno suspiro de felicidade sobre seu peito ou envolvendo seu braço ao redor dela para que pudessem dormir de lado. Certamente não tinha vergonha de tomar o que necessitava quando se falava de afeto físico, mas nenhuma delas tinha falado sobre sua relação ou o que era essa coisa entre elas.

Deixou cair a faca, deixando-o soar fortemente contra a tábua de picar, esquecendo sua tarefa momentaneamente.

— Me divertir? Hmm, vejamos. Foi divertido ver a garota que trouxe para casa dobrar seu corpo em posições impossíveis durante noventa minutos? Não. Suponho que não foi.

— Lauren. — Seu tom era seco, ela a olhou aos olhos.

— O que, Camila? O que?

Ela tragou e examinou o chão entre elas aproximando-se outro passo.

— Primeiro, me entregue a faca. — Seu agarre se fechou ao redor de seu punho e com sua mão livre, deslizou a faca longe dela. Nunca a tinha visto tão exaltada. Estavam paradas a uns poucos centímetros e Camila podia sentir o calor irradiando de seu corpo. Podia cheirar os doces aromas florais de seu shampoo, violando sua resolução. Se imaginava inclinando-se e possuindo sua boca com um beijo. Queria sentir seus cheios lábios separando-se para ela, aceitando-a e recordar a forma em que sua língua acariciava contra a sua fez que suas bolas doessem. Mas inclusive, enquanto processava tudo isso, no que tomou duas palpitações do coração, ela sabia que não a beijaria. Em vez de fazê-lo, fechou os olhos com força, obrigando a sua ereção a ceder — Me diga o que é que realmente te incomoda.

Lauren baixou o olhar, brigando consigo mesma sobre o que continuar a dizer. O que podia dizer a mulher que a fez se sentir que importava um minuto e a pôs tão furiosa no outro? Não queria parecer ingrata, mas alguém tinha que ceder.

Ela precisava entender o que era o que acontecia em sua cabeça. Tinha tido problemas durante a ioga dessa noite, odiando ter que ver a instrutora com a que se deitou, mover seu flexível corpo em todo tipo de posições. Por que a havia trazido para casa, havia a trazido aqui a viver com ela em primeiro lugar? Por que passar por tudo isso se na realidade não a queria?

— Se não me queria, por que simplesmente não me deixou onde estava? — Baixou o olhar, incapaz de olhá-la nos olhos, mas mesmo assim procurando desesperadamente uma reação.

— Te deixar ali? Está louca? Aquele imbecil do Jacob estava louco. Deveria estar me agradecendo por te tirar dali.

— Te agradecer por destruir a única família que conhecia? Por me trazer aqui onde não posso fazer nada mais que me sentar, me preocupar e refletir sobre tudo o que perdi? — Uma simples lágrima deslizou por sua bochecha antes de apanhá-la com o dorso de sua mão.

— Tinha que te tirar dali e não me arrependo de ter te trazido aqui, tampouco. — Suspirou— Sei que deve haver coisas... pessoas, que sente falta.

Ela tragou o nó de sua garganta, um novo ataque de emoção cobrindo-a.

— Estava assim de perto de conseguir ensinar Calista para que usasse seu troninho. — Sustentou seus dedos a um centímetro de distância. Sentia saudades daquela lutadora menina de dois anos, com um matagal de cachos loiros.

— Me chamava Lóren, porque não podia dizer meu nome. E Elisabeth, o membro mais velho, era minha única fonte de prudência. Era a única que podia fazer que Jacob entrasse um pouco em razão. Seu bolo de mirtilo era meu favorito. Tinha a teoria de que somente com seu bolo podia resolver a maioria dos problemas do mundo.

Camila sorriu e pegou sua mão.

— Lembro de ler sobre Elisabeth no arquivo do caso. Vive com sua filha adulta em Denver agora.

O coração de Lauren saltou em seu peito. Elisabeth e sua filha tinham brigado faz anos. Ficou feliz em saber que se reconciliaram. Sabia que todos seguiam com suas vidas, e precisava fazê-lo, também. Mas era tão duro. Odiava não saber o que viria para ela e Camila.

Olhou-a desafiante, incitando-a a que dissesse algo, algo que pudesse explicar o que acontecia entre elas, mas ela permaneceu em silêncio, sua expressão cansada e insegura.

Perdida sem saber o que dizer a Lauren para fazê-la sentir melhor, Camila deixou cair seu olhar e deslizou uma mão por sua nuca.

— Vá tomar um banho. Pedirei o jantar esta noite. — Deixou-a ir e Lauren cambaleou, afastando-se com pernas trêmulas, pelo treinamento de ioga ou pelo desejo intensificando-se entre elas, não sabia ao certo.

Respirou profundamente, tentando acalmar seus esgotados nervos. Se as coisas ficassem mais quentes, ela entraria em chamas. Procurou por seu telefone celular e pediu comida chinesa.

Quando Camila foi para cama durante a noite, Léo se encontrava esparramado no meio. Não podia evitar de se perguntar se Lauren tinha colocado o cão na cama para criar uma parede física entre elas. Levantou os lençóis e puxou-os dele, sem ser generosa de não despertar ao cão. Parte dela esperava que a maldita coisa caminhasse de volta a sua cama no quarto de hóspedes onde normalmente dormia. A besta era uma pequena desmancha-prazeres.

 

 


Notas Finais


Léo safadoooo!!! jsakjskasjaksjajs


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